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O governo saiu derrotado em votação preliminar da medida provisória de reajuste das aposentadorias acima de um salário mínimo pagas pela Previdência Social. O resultado sinaliza para novo revés na continuidade da votação da MP e caminha para a aprovação de um índice maior de correção do que os 7%.

O governo saiu derrotado em votação preliminar da medida provisória de reajuste das aposentadorias acima de um salário mínimo pagas pela Previdência Social. O resultado sinaliza para novo revés na continuidade da votação da MP e caminha para a aprovação de um índice maior de correção do que os 7%.

Na sessão de hoje, os deputados anularam a decisão do relator e líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), que rejeitava todas as emendas apresentadas à MP, abrindo a chance para que sejam votadas as propostas de reajuste de 8,7% e de 7,71%, além da que acaba com o fator previdenciário no cálculo das aposentadorias.

O governo alega não ter condições para pagar aos aposentados um reajuste muito acima da proposta original da MP, os 6,14%. O aumento para 7% aumenta a conta em R$ 1,1 bilhão e, se o índice for de 7,7%, mais R$ 700 milhões. Durante todo o dia, Vaccarezza tentou convencer seus aliados a aprovar o índice de 7%, aceito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os deputados temem aprovar um índice menor do que o acertado pelos senadores, que insistem em aprovar 7,7%.

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