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No começo da noite desta terça-feira, versões desencontradas circulavam sobre a perspectiva da seguradora norte-americana American International Group (AIG). Na internet, o Financial Times dizia em sua manchete que A ajuda à AIG está um passo mais próxima e relatava que dirigentes da companhia, representantes de outras instituições financeiras e autoridades estavam reunidos na sede do Federal Reserve (banco central) de Nova York, cujo presidente, Timothy Geithner, deixou de comparecer à reunião de política monetária do Fed para dedicar-se integralmente às conversações sobre o destino da AIG. Segundo o site do jornal, autoridades consideram um empréstimo de US$ 100 bilhões para salvar a seguradora.

Já o New York Times dizia que "o colapso da AIG parecia tão provável na terça-feira que a companhia contratou o escritório de advocacia Weil, Gotshal & Manges, que também está tratando da falência do Lehman Brothers, para fazer o rascunho de seus documentos de falência". Segundo o Times, o Fed fará um empréstimo de US$ 85 bilhões para a gigante dos seguros em  troca de uma participação de cerca de 80% no capital do grupo .

A Bloomberg, por sua vez, dizia que "os reguladores estão estudando colocar a AIG sob intervenção, enquanto o Fed está em conversações para um 'pacote de crédito', à medida que está se esgotando o prazo para que a seguradora levante dinheiro".

O Wall Street Journal dizia que "o Fed está considerando oferecer um empréstimo-ponte garantido para a AIG e, de acordo com o plano de socorro proposto, o governo dos EUA poderá acabar controlando a empresa, de acordo com uma pessoa familiar com o assunto". Segundo o Journal, o pacote de ajuda proposto pelo Fed totalizaria US$ 85 bilhões, "mas a estrutura do acordo não está clara".

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