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Índice de vendas pendentes de moradias, baseado em contratos assinados em fevereiro, caiu 0,5%, para 96,5

Os contratos assinados para compra de moradias usadas caíram inesperadamente em fevereiro, sugerindo outro recuo nas vendas enquanto o mercado imobiliário luta para recuperar o ritmo.

A Associação Nacional de Corretores informou nesta segunda-feira que o índice de vendas pendentes de moradias, baseado em contratos assinados em fevereiro, caiu 0,5%, para 96,5.

Economistas consultados pela Reuters esperavam que os contratos assinados, que antecipam em um mês ou dois o número da venda de imóveis usados, subissem 1%, após um aumento de 2% previamente reportado. Os contratos assinados subiram 9,2% nos 12 meses até fevereiro.

"Isso sugere um início muito fraco para a temporada de compras da primavera", disse o economista sênior da RBC Capital Markets em Nova York Jacob Oubiña.

Dados divulgados na semana passada mostraram que as vendas de casas usadas caíram em fevereiro e a queda nos contratos assinados sugere que a compra de moradias pode ser novamente fraca em março.

Outros relatórios divulgados na semana passada também mostraram declínio na atividade de construção de moradias e vendas de casas novas em fevereiro. Apesar dos primeiros sinais de fadiga, economistas e corretores de imóveis permanecem otimistas de que o mercado imobiliário vai se recuperar neste ano.

"Na verdade, fevereiro tem sido um mês difícil para o mercado imobiliário. Isso era evidente em inícios de construções de imóveis, vendas de casas novas e nas vendas de moradias existentes", disse a economista sênior da BMO Capital Markets, em Toronto, Jennifer Lee.

"Mas com a alta acessibilidade e com a melhora na criação de empregos, ainda há muitas oportunidades para melhorias no setor de habitação." Os contratos caíram em três das quatro regiões no mês passado, mas subiram 6,5% no Meio-Oeste.

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