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As vendas do setor varejista norte-americano em novembro aumentaram 0,5%, de acordo com a Thomson Reuters. O resultado foi melhor do que a queda de 7,8% registrada no mesmo mês do ano passado, mas ficou abaixo da projeção dos analistas, que era de crescimento de 2,1%.

Os dados excluem a Wal-Mart, que parou de divulgar as vendas mensais no início deste ano.

Os resultados foram anunciados depois do que muitos interpretaram como um início misto da temporada de compras de fim de ano nos Estados Unidos, com consumidores gastando em média 7,9% menos do que no fim de semana da Black Friday do ano passado, de acordo com a Federação Nacional de Varejo dos EUA. Em geral, os itens com preços mais baixos foram os mais vendidos, o que permitiu a continuidade da tendência de as lojas de preços menores superarem o desempenho de outras redes.

No entanto, a Costco Wholesale teve vendas fracas em novembro, depois de dois meses de sólido crescimento, com resultado estável, excluindo gasolina. A concorrente menor BJ's Wholesale Club, que vinha superando a Costco ultimamente, também registrou resultado abaixo do esperado, com crescimento de 1%. As redes de desconto TJX e Ross Stores deram sequência à força recente e tiveram aumento de 8% nas vendas em novembro, embora o ganho da TJX tenha ficado abaixo das previsões.

Entre as lojas de departamento, as vendas da Kohl's subiram 3,3%, superando as expectativas, enquanto as da Macy's e da J.C.Penney - com quedas de 6,1% e 5,9%, respectivamente - foram piores do que os analistas esperavam. A Target também anunciou uma queda maior do que a antecipada, de 1,5%.

Já Limited Brands surpreendeu os analistas pela segunda vez em três meses ao informar crescimento de 3% nas vendas em novembro, depois da queda de 12% registrada no mesmo mês de 2008. Enquanto a Gap teve resultados estáveis, em linha com as expectativas, a rede de roupas para adolescentes Abercrombie & Fitch obteve um declínio muito maior do que o esperado, de 17%. As vendas da Children's Place Retail Stores caíram 13%, contrária à alta de 1% estimada pelos analistas. As informações são da Dow Jones.

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