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O presidente da Ucrânia, Viktor Yushchenko, adiou em uma semana as eleições parlamentares no país, de 7 de dezembro para 14 de dezembro. Segundo ele, é necessário que o Parlamento atual se reúna e tome medidas de emergência contra a crise financeira.

Ele já havia dissolvido o parlamento e antecipado as eleições, que deveriam ocorrer em 2009, após a crise política na Ucrânia.

Ele informou que suspenderá, por vários dias, a vigência do decreto de dissolução do parlamento, para introduzir emendas ao orçamento. As mudanças afetarão tanto o financiamento das eleições quanto a aprovação de um pacote de medidas contra a crise.

A primeira-ministra Yulia Timoshenko propôs no domingo a formação de uma coalizão de união nacional para superar a crise. A proposta recebeu o respaldo do próprio partido, um grupo de legisladores do bloco integrado por Nossa Ucrânia(o partido de Yushchenko) e Autodefesa Popular e também pelos comunistas.

O opositor Partido das Regiões, do ex-primeiro-ministro Viktor Yanukovich, disse que a proposta de uma nova coalizão é uma "tentativa de evitar a responsabilidade pela quebra da economia".

O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento de 2,5% da economia ucraniana para 2009, em comparação com os 6,4% estimados para este ano.

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