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BRASÍLIA - O coordenador-geral da Dívida Pública do Tesouro Nacional, Fernando Garrido, reiterou que o governo tem um "colchão" de liquidez equivalente a seis meses de vencimentos, para resgates no caso de aumento das turbulências

. Em julho, a dívida pública mobiliária federal interna recuou 4,03% sobre o mês anterior, para R$ 1,659 trilhão. "Não teve impacto da crise", explicou Garrido. A queda decorreu de fortes vencimentos de títulos prefixados. Do resgate total de R$ 124,7 bilhões pelo Tesouro, R$ 104,8 bilhões foram em vencimentos de Letras do Tesouro Nacional (LTN). O colchão incluiria o próximo resgate forte de prefixados, previsto para janeiro do ano que vem em R$ 97 bilhões. Segundo o Tesouro, de agosto a dezembro deste ano a previsão é de vencimentos totais de R$ 72 bilhões. O custo médio da dívida interna acumulado em 12 meses subiu de 12,36% em junho para 12,43% ao ano. A parcela de curto prazo da dívida subiu de 21,47% para 22,29% do total. (Azelma Rodrigues | Valor)

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