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A espanhola Telefónica apresentou uma oferta para a aquisição da participação de 50% da Portugal Telecom na Brasilcel, holding que detém o controle da Vivo Participações no Brasil, por 5,7 bilhões de euros. Os outros 50% da Brasilcel já pertencem à Telefônica, que divide o comando da Vivo com a operadora portuguesa em uma joint venture.

A espanhola Telefónica apresentou uma oferta para a aquisição da participação de 50% da Portugal Telecom na Brasilcel, holding que detém o controle da Vivo Participações no Brasil, por 5,7 bilhões de euros. Os outros 50% da Brasilcel já pertencem à Telefônica, que divide o comando da Vivo com a operadora portuguesa em uma joint venture. Em fato relevante, a Telefónica informa que a proposta contempla uma oferta pública de aquisição (OPA) das ações ordinárias (ONs) dos minoritários da Vivo, por um valor equivalente a 80% do oferecido pela Brasilcel, no total de 600 milhões de euros. Incluindo essa participação, a oferta pelo controle da operadora de telefonia celular brasileira sobe para 6,3 bilhões de euros. Conforme o documento, os papéis ON em poder dos minoritários representam 11,1% do total das ações ON e 3,8% do capital total da Vivo, composto também por ações preferenciais (PN, sem direito a voto). Ainda segundo a Telefônica, a oferta expira no dia 6 de junho, mas pode ser prorrogada. De acordo com a agência Dow Jones, o conselho da Portugal Telecom recusou por unanimidade a oferta. A empresa argumenta que a Vivo é fundamental para a estratégia da companhia e que "a venda da participação iria contra as perspectivas de longo prazo da Portugal Telecom".

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