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A Telebrás encaminhou há pouco fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CM) confirmando a decisão do governo de que integrará o Plano Nacional de Banda Larga. A empresa, de acordo com o comunicado, "vai prover infraestrutura e redes de suporte a serviços de telecomunicações prestados por empresas privadas".

A Telebrás encaminhou há pouco fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CM) confirmando a decisão do governo de que integrará o Plano Nacional de Banda Larga. A empresa, de acordo com o comunicado, "vai prover infraestrutura e redes de suporte a serviços de telecomunicações prestados por empresas privadas". Na prática, a estatal será a gestora das redes de fibras óticas do governo, atuando no atacado com a transmissão de dados. O comunicado também afirma que a Telebrás poderá prestar o serviço de internet de banda larga para os usuários finais, "apenas e tão somente onde não exista oferta adequada desses serviços". Com isso, o governo deixará para as empresas privadas - entre grandes operadoras e pequenos provedores de internet - a chamada última milha, que vem a ser o serviço ao usuário final. A empresa terá ainda a atribuição de "implementar a rede privativa de comunicação da administração pública federal e de prestar apoio e suporte a políticas de conexão a internet em banda larga para universidades, centros de pesquisa, escolas, hospitais, postos de atendimento e telecentros comunitários". A decisão de enviar fato relevante à CVM foi tomada há pouco em reunião da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, com mais nove ministros. A previsão é de que detalhes do plano sejam anunciados amanhã, em entrevista coletiva marcada para as 11 horas.

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