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A taxa de desemprego do Reino Unido teve, nos três meses até abril, a maior queda em mais de uma década, mas a boa perspectiva para o mercado de trabalho britânico foi ofuscada por um inesperado aumento no número de pedidos de auxílio-desemprego

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A taxa de desemprego do Reino Unido teve, nos três meses até abril, a maior queda em mais de uma década, mas a boa perspectiva para o mercado de trabalho britânico foi ofuscada por um inesperado aumento no número de pedidos de auxílio-desemprego. Segundo dados divulgados hoje pelo Escritório para Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês), a medida internacional oficial de desemprego, que era conhecida como a medida da Organização Internacional do Trabalho (OIT), caiu 88 mil nos três meses até o fim de abril, para 2,43 milhões. Este é o maior recuo desde os três meses até agosto de 2000. A taxa de desemprego permaneceu em 7,7%.

No entanto, o ONS informou que os pedidos de auxílio-desemprego - uma medida mais atualizada que a da OIT - aumentou 19.600 em maio, o que representa a maior alta desde julho de 2009. A taxa de pedidos de desemprego permaneceu em 4,6%.

Os dados do ONS também mostraram que o crescimento trimestral dos ganhos foi o menor desde agosto do ano passado, o que reduz a pressão para que o Banco da Inglaterra (BOE, o banco central inglês) aperte a política monetária. Nos três meses até abril, os ganhos médios semanais excluindo bônus subiram 2,0% ante o mesmo período do ano passado, menos que o avanço de 2,1% nos três meses até março. As informações são da Dow Jones.

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