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Saldo foi de R$ 75,5 bi nos nove primeiros meses do ano; em setembro, capitalização da Petrobras levou a recorde de R$ 27,7 bi

O setor público brasileiro consolidado acumulou superavit primário de R$ 75,537 bilhões de janeiro a setembro, ou 2,90% Produto Interno Bruto (PIB). Um ano antes, o resultado tinha sido positivo em R$ 37,714 bilhões, ou 1,64% do PIB.

Somente em setembro, houve superavit primário recorde, de R$ 27,756 bilhões, inflado pela receita de capitalização da Petrobras.

O número refere-se ao desempenho das contas da União, Estados, municípios e estatais. O conceito primário leva em conta o movimento de caixa do setor público, desconsiderando as despesas com juros.

Nos 12 meses até setembro, o superavit primário foi de R$ 102,341 bilhões, ou 2,96% do PIB. Nos 12 meses antecedentes, o saldo superavitário tinha sido de R$ 68,822 bilhões, ou 2,01% do PIB.

No mês de setembro, o governo central (União, Previdência e Banco Central) teve superavit primário de R$ 25,594 bilhões. Os governos regionais contribuíram com R$ 1,653 bilhão de superavit. O resultado das estatais foi superavitário em R$ 590 milhões.

No acumulado do ano, o saldo das contas do governo central foi positivo em R$ 54,431 bilhões, enquanto os governos regionais tiveram superávit de R$ 19,667 bilhões e as estatais ficaram R$ 1,439 bilhão no azul.

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