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Viena, 11 abr (EFE).- O diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, considera que a Grécia não tem mais remédio a não ser optar por uma política de deflação, cortes salariais e redução de preços, para sair de sua profunda crise financeira.

Viena, 11 abr (EFE).- O diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, considera que a Grécia não tem mais remédio a não ser optar por uma política de deflação, cortes salariais e redução de preços, para sair de sua profunda crise financeira. Em declarações ao semanário austríaco "Profil", o responsável pelo FMI explicou que entre as estratégias possíveis diante de uma situação de endividamento e alto déficit, como o caso grego, uma saída seria a desvalorização da moeda para aumentar a competitividade. "Isto não é possível no caso grego", por ser um país dentro da zona do euro, indicou o ex-ministro francês de Economia. "O único meio efetivo que resta é a deflação. Exatamente o que recomendou, de forma correta, a Comissão Europeia", sentenciou. O principal responsável pelo FMI admitiu na reunião que essa estratégia "será dolorosa". EFE as/dm
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