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Por conta do alto ritmo da inflação dos alimentos, o governo federal estima que deixará de distribuir neste ano cerca de 500 mil cestas básicas às famílias consideradas em situação de insegurança alimentar, segundo informações do jornal Folha de S. Paulo.

No ano passado, o governo distribuiu 2 milhões de cestas, mas para este ano, por conta da alta do preço dos alimentos, a estimativa do governo é de 1,5 milhão de cestas.

Entre os beneficiados, estão sem-terra, quilombolas, indígenas e atingidos por barragens.

Segundo o jornal, os recursos e os estoques da agricultura familiar disponíveis para a montagem das cestas estão próximos aos do ano passado, enquanto os produtos, puxados por feijão, óleo e farinha de trigo, subiram neste ano uma média de 23% em relação à média final de 2007.

Três órgãos do governo são responsáveis pela cesta. O recurso sai do Ministério do Desenvolvimento Social, a Conab organiza os leilões e, por fim, o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) distribui as cestas.

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