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Washington, 25 out (EFE).- Um grupo de especialistas afirmou hoje que a economia dos Estados Unidos segue se recuperando e que o número de empregos voltará a aumentar, mas tudo isso ocorrerá lentamente.

Washington, 25 out (EFE).- Um grupo de especialistas afirmou hoje que a economia dos Estados Unidos segue se recuperando e que o número de empregos voltará a aumentar, mas tudo isso ocorrerá lentamente. A Associação Nacional de Economia Empresarial (NABE, na sigla em inglês) estabeleceu que a crise mais longa e profunda desde a Grande Depressão, da década de 1930, começou em dezembro de 2007 e terminou em junho de 2009. Uma pesquisa por indústrias, realizada por especialistas de NABE, assinala que as condições do emprego melhoraram por três trimestres consecutivos e que a contratação de trabalhadores nos próximos seis meses chegará a seu nível mais alto desde 2006. Os economistas empresariais assinalaram que as expectativas de crescimento em 2010 "seguem sendo positivas, mas muito mais baixas que a dos últimos dois trimestres". Quase 55% dos empresários que responderam à enquete sustenta suas decisões de negócios sobre uma expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de mais de 2% este ano. Ao fim do trimestre anterior, 67% dos participantes esperavam esse aumento. "A enquete confirma que a recuperação da economia após a crise segue em andamento e que as condições para as empresas estão melhorando", disse em entrevista coletiva William Strauss, presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano) em Chicago. Desde dezembro de 2008, o Fed manteve uma política monetária que sustenta a taxa básica de juros abaixo de 0,25% e adotou outras medidas que injetaram nos mercados mais de US$ 1,7 trilhão. Segundo Strauss, "a demanda, os lucro, os custos, o emprego e as despesas em investimentos de capital das indústrias se fortaleceram desde a pesquisa, em julho". O relatório mostra que a demanda para o setor industrial cresceu pelo quinto trimestre consecutivo e 59% das companhias que responderam ao questionário perceberam um aumento na demanda de seus produtos, o índice mais alto em cinco anos. EFE jab/tf

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