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SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) deve começar a semana com valorização. A sinalização de alta vem do mercado futuro e está alinhada com o restante dos mercados mundiais.

Há pouco, o Ibovespa com vencimento em fevereiro subia 1,46%, para 38.150 pontos, na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F).

Em Wall Street, a indicação também é de alta. A agenda norte-americana não reserva indicadores nesta semana e o tom dos negócios é dado pelas notícias corporativas.

Na Europa, as compras já são realidade depois de dois dias de feriado. As mineradoras e as petrolíferas lideram os ganhos. Há pouco, em Londres, o FTSE-100 subia 2,37%, enquanto em Frankfurt, o Xetra-DAX valorizava 2,02%.

Atenção, mais uma vez, para o preço do petróleo que volta a valer mais de US$ 40 o barril de WTI. A crescente tensão no Oriente Médio, onde Israel segue atacando a Faixa de Gaza, pressiona a formação de preço. Além disso, os agentes assimilam o fim de uma joint venture de US$ 17,4 bilhões entre a Dow Chemical e o governo do Kuwait.

No câmbio, o dólar perde valor ante o euro e o iene. Por aqui, a divisa norte-americana também se deprecia. Há pouco, o dólar comercial valia R$ 2,349 na venda, queda de 0,88%. Os analistas lembram que a baixa liquidez distorce a formação de preço e aumenta a volatilidade.

Na sexta-feira, o Ibovespa seguiu o mercado norte-americano e fechou com valorização. O Ibovespa apontou alta de 1,08%, aos 36.864 pontos. O giro financeiro foi bastante reduzido, somando R$ 1,19 bilhão. Em Wall Street, o Dow Jones avançou 0,56%.

Os mercados asiáticos começaram a semana sem tendência única. Tóquio teve leve alta de 0,09%, enquanto Seul perdeu 0,02%. Já na China, Hong Kong subiu 1,02%, e Xangai caiu 0,06%.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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