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Moscou, 6 mai (EFE).- A Rússia declarou que ainda não decidiu se vai julgar em seu território os dez piratas somalis detidos hoje durante a operação de resgate do petroleiro "Moscow University", com 23 marinheiros russos, ou se os entregará a algum outro país.

Moscou, 6 mai (EFE).- A Rússia declarou que ainda não decidiu se vai julgar em seu território os dez piratas somalis detidos hoje durante a operação de resgate do petroleiro "Moscow University", com 23 marinheiros russos, ou se os entregará a algum outro país. "Este assunto ainda não foi decidido. Primeiro será realizada instrução do caso, e em função de os resultados será decidido o destino" dos piratas detidos, explicou um porta-voz do Ministério de Exteriores da Rússia à agência "Interfax". Anteriormente, a Promotoria russa anunciou que os piratas, detidos por integrantes da marinha da fragata russa "Marshal Shaposhnikov", seriam transferidos a Moscou para serem "julgados no marco da lei russa e as normas do direito internacional". Rússia teve um precedente em abril de 2009, quando uma embarcação de guerra russa deteve 30 piratas oriundos da Somália, Irã e Paquistão, que foram entregues às autoridades de um país africano. O presidente russo, Dmitri Medvedev, louvou a operação da Marinha e ordenou ao Ministério da Defesa condecorar os participantes da libertação do petroleiro e sua tripulação. O chefe do Kremlin declarou que este incidente confirma a urgência na elaboração de uma "base jurídica internacional para a luta contra a pirataria". EFE se/dm

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