<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><lastBuildDate>Sat, 10 Oct 2026 16:21:50 +0000</lastBuildDate><title>iG Economia - Notícias sobre a Bolsa, Finanças e Investimentos</title><description>Confira todas as notícias sobre a bolsa, finanças, investimentos e faça seus planejamentos com nossos simuladores financeiros.</description><link>https://economia.ig.com.br</link><atom:link href="https://economia.ig.com.br/rss/v1/feed" rel="self" type="application/rss+xml" /><item><guid isPermaLink="false">6ac90f43888364d97148abaf</guid><pubDate>Sat, 10 Oct 2026 09:58:00 +0000</pubDate><title>Plano de saúde nacional ou regional: qual a melhor opção?</title><description>Modalidades podem oferecer vantagens diferentes, a depender da rotina e das necessidades do beneficiário; tire suas dúvidas e saiba qual contratar</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cl/8o/3r/cl8o3r5pr5jswzjksni98w8i5.jpg"><figcaption>Escolha deve considerar serviços de saúde e planos a longo prazo<span class="copyright"> Reprodução </span></figcaption></figure><p>Na hora de contratar um <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-18/planos-de-saude-superam-sus-em-numero-de-novas-acoes-na-justica.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>plano de saúde</strong>,</a> é comum surgirem dúvidas como: "Vale mais a pena escolher um <strong>plano regional</strong> ou investir em um <strong>nacional</strong>?". Além da diferença no valor da <strong>mensalidade</strong>, cada opção oferece uma área de <strong>cobertura</strong> diferente, e entender como cada um funciona é importante para fazer uma boa escolha.</p><h2>Qual é a diferença entre o plano nacional e o regional?</h2><p>A principal diferença está na <strong>abrangência geográfica</strong>, ou seja, na área em que o plano deve garantir o atendimento contratado.</p><p><strong>Plano regional:</strong> atende em uma <strong>cidade</strong> ou em um conjunto de <strong>municípios</strong>, conforme o contrato. Essa é uma opção interessante para quem utiliza<strong> hospitais, clínicas e laboratórios.</strong></p><p><strong>Plano nacional:</strong> oferece cobertura em todo o território brasileiro, conforme as condições contratadas e a rede de <strong>atendimento</strong> disponível. Essa opção pode ser melhor para quem viaja bastante a trabalho ou até mesmo em lazer e precisa de mais <strong>flexibilidade</strong> para utilizar os serviços de saúde em diferentes estados.</p><h2>Plano nacional é mais caro que o regional?</h2><p>Os planos nacionais podem ter <strong>mensalidades</strong> <strong>mais altas</strong> por oferecerem uma área de cobertura maior. Porém, o preço depende de diversos fatores como: <strong>idade, operadora, tipo de contratação e rede credenciada.</strong></p><p>Caso você raramente viaje e more sempre em um mesmo lugar, um plano regional com <strong>bons hospitais</strong> e clínicas próximas pode atender suas necessidades, sem exigir um gasto maior com uma cobertura que você pouco utiliza.</p><p>O ideal é comparar os valores e avaliar se a diferença de preço realmente compensa para o seu estilo de vida.</p><h2>Como saber qual plano combina com a sua rotina?</h2><p>Antes de escolher, vale pensar em como você costuma utilizar os serviços de saúde e quais são seus planos para os próximos meses.</p><p>Se você trabalha, mora e realiza consultas na mesma cidade, por exemplo, o plano regional pode ser suficiente. Mas, se costuma viajar com frequência ou passar temporadas em outros estados, uma cobertura nacional pode oferecer mais flexibilidade.</p><p>Também é importante considerar uma possível mudança de cidade. Se isso já estiver em seus planos, confira se o plano escolhido tem atendimento no novo endereço.</p><h2>Rede credenciada faz diferença</h2><p>Além da <strong>abrangência</strong>, outro ponto importante é a<strong> rede credenciada,</strong> que reúne os hospitais, as clínicas, os laboratórios e os <strong>profissionais</strong> de saúde que atendem pelo <strong>plano</strong>.</p><p>Um plano nacional não significa, necessariamente, que você terá acesso aos melhores hospitais. A qualidade e a disponibilidade dos serviços dependem de operadora e do produto contratado.</p><p>Antes de fechar negócio, confira se os <strong>hospitais</strong> de sua preferência atendem pelo plano, se existem <strong>laboratórios</strong> próximos da sua casa ou do trabalho e se você terá acesso aos especialistas de que precisa.</p><p>Às vezes, o plano regional com uma boa rede na sua cidade pode oferecer mais vantagens no dia a dia do que um nacional com poucas opções de atendimento na região.</p><h2>Quem tem plano regional pode receber atendimento durante uma viagem?</h2><p>Ter um plano regional não significa ficar necessariamente sem atendimento fora da sua região. Existem regras específicas para situações de <strong>urgência</strong> e <strong>emergência</strong>, que devem ser observadas conforme a legislação e as condições do plano.</p><p>Consultas de rotina e procedimentos programados podem não estar cobertos fora da área de abrangência.</p><p>Se pretende viajar, <strong>consulte</strong> sua operadora para entender quais são as condições de atendimento e evitar surpresas caso precise de assistência médica.</p><p>Já em<strong> <a href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-10-02/azul-tera-recifeorlando-no-verao-e-reforca-voos-internacionais.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">viagens internacionais</a>,</strong> é importante lembrar que a abrangência nacional se refere ao <strong>Brasil</strong> e não garante, atendimento no <strong>exterior</strong>. Para essas situações, vale verificar as condições do contrato se tem um <strong>seguro-viagem.</strong></p><h2>Qual plano vale mais a pena?</h2><p>A escolha depende das suas necessidades, da sua rotina e do seu orçamento.</p><p>Antes de contratar, compare a mensalidade, a rede credenciada, a área de cobertura e as condições do contrato. Assim, você consegue avaliar os benefícios de cada opção e escolher com mais segurança.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/26/24/ml/2624ml7adv29x6gq9zxbbiucx.jpg"><figcaption>Murilo e Thiago (fisioterapeutas), gerente de Enfermagem Rosiane Ampudia, provedor Julliano Gasparini e o Dr. Omar Abbas, gerente dos médicos da Santa Casa<span class="copyright">Foto: Santa Casa de Vinhedo/ Divulgação </span></figcaption></figure><p>No fim das contas, o melhor plano não é necessariamente o mais caro ou o que oferece a maior cobertura, mas aquele que atende suas necessidades e com custeio que consiga lidar.</p><h2>Como comparar dois planos antes de contratar?</h2><p>Se você está em dúvida nas duas opções, coloque lado a lado as principais condições de cada contrato. Além da <strong>mensalidade</strong>, observe a <strong>acomodação</strong> <strong>hospitalar</strong> prevista (enfermaria ou apartamento), a existência de <strong>coparticipação</strong>, os <strong>prazos</strong> de carência e as regras para <strong>consultas</strong>, <strong>exames</strong> e internações.</p><p>Outro cuidado é verificar se os produtos oferecem a mesma segmentação assistencial e se a abrangência geográfica atende às localidades de que necessite. Comparar planos com características semelhantes permite avaliar melhor as diferenças de preço e identificar qual oferece as condições mais adequadas ao seu <strong>orçamento</strong> e às suas necessidades.</p><h2>Como evitar golpes na contratação de um plano de saúde?</h2><p>Antes de contratar um plano de saúde, também é importante ficar atento a possíveis <a href="https://economia.ig.com.br/2026-06-18/golpes-com-pix-e-promessas-de-dinheiro-lideram-fraudes-online.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">golpes </a>na internet. <strong>Criminosos</strong> podem criar <strong>sites falsos, perfis em redes sociais</strong> e até falsas corretoras para oferecer planos inexistentes, utilizar indevidamente a marca de <strong>operadoras</strong> ou emitir <strong>boletos</strong> <strong>adulterados</strong>. </p><p>Para evitar prejuízos, consulte os <strong>canais oficiais da operadora</strong>, confirme se o corretor está autorizado a comercializar o plano e desconfie de ofertas com preços ou vantagens muito abaixo do esperado. Além disso, verifique os dados do beneficiário e do recebedor antes de realizar qualquer pagamento e evite compartilhar informações pessoais com contatos não verificados.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-10/plano-de-saude-nacional-ou-regional-como-escolher-a-melhor-opcao-.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit> Reprodução </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Atendimento Médico, Plano de saúde, plano regional, Plano Nacional, Cidade, País</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac941cb888364d97148abfe</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 20:19:52 +0000</pubDate><title>Bancos começam a devolver R$ 1,3 bilhão a apostadores de bets</title><description>A restituição deve beneficiar aproximadamente 26,5 milhões de apostadores e seguir até a próxima quarta-feira (14)</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/e0/5c/eh/e05cehs0h6t7uowc8y3l9zs12.jpg"><figcaption>Perdeu o prazo para sacar dinheiro das bets? Saiba o que acontece agora<span class="copyright">Conteúdo gerado por IA </span></figcaption></figure><p>  Os <strong>bancos</strong> e as instituições financeiras começam nesta sexta-feira (9) a devolver cerca de <strong>R$ 1,325 bilhão</strong> que permaneceu nas contas de apostadores após o encerramento das plataformas de <strong>apostas on-line</strong> abrangidas pela Medida Provisória (MP) 1.394/2026, do governo federal.</p><p>A restituição deve beneficiar aproximadamente 26,5 milhões de apostadores e seguir até a próxima quarta-feira (14).</p><p>O prazo para retirar voluntariamente os valores nas plataformas terminou às 23h59 de segunda-feira (5). No dia seguinte, os sites e aplicativos afetados pela medida começaram a sair do ar.</p><p>As empresas de apostas tiveram até quinta-feira (8) para encaminhar às instituições financeiras os dados dos saldos vinculados aos CPFs e às contas bancárias utilizadas nos depósitos.</p><h2>Como receber</h2><p>A devolução será realizada pelas instituições financeiras, conforme o cronograma estabelecido pelo governo. Os apostadores devem acompanhar as movimentações da conta bancária utilizada para depositar dinheiro nas plataformas.</p><p>Veja as principais datas:</p><p>5 de outubro: fim do prazo para saque voluntário nas plataformas;</p><p>6 de outubro: início da retirada do ar dos sites e aplicativos afetados;</p><p>7 e 8 de outubro: envio dos dados dos saldos aos bancos;</p><p>9 a 14 de outubro: período previsto para a devolução pelas instituições financeiras;</p><p>A partir de 14 de outubro: a Caixa Econômica Federal assume os casos em que houver impedimentos operacionais.</p><h2>Dinheiro na Caixa</h2><p>Se a devolução não for concluída por dificuldades operacionais, os valores remanescentes serão encaminhados à Caixa Econômica Federal a partir de 14 de outubro. O banco público ficará responsável por intermediar os pagamentos pendentes.</p><p>Segundo o Ministério da Fazenda, as orientações para os apostadores nessa etapa serão divulgadas pelos canais oficiais. Por isso, é importante acompanhar os comunicados do governo e da instituição financeira.</p><p>Saldos pequenos</p><p>Parte significativa dos recursos está distribuída em contas com valores muito baixos. Segundo o governo, 86,2 milhões de contas mantinham saldos entre R$ 0,01 e R$ 0,99, que somavam R$ 15,5 milhões.</p><p>O número de contas é superior ao de apostadores porque uma mesma pessoa pode ter cadastro em diferentes plataformas.</p><h2>Valores sob investigação</h2><p>O governo também acompanha os saldos elevados que permaneceram nas plataformas. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que cerca de 40 CPFs estão sob análise devido aos montantes mantidos nas contas, para apurar possíveis irregularidades, incluindo suspeitas de lavagem de dinheiro.</p><p>A medida provisória que determinou o encerramento das operações abrangidas pela decisão foi publicada em 25 de setembro e ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional dentro do prazo legal para continuar em vigor.</p><h2>Atenção a golpes</h2><p>Para evitar fraudes durante a devolução dos recursos, os apostadores devem:</p><p>Consultar os canais oficiais do governo e dos bancos;</p><p>Desconfiar de mensagens que cobrem taxas para liberar o dinheiro;</p><p>Não fornecer senhas ou códigos bancários a terceiros;</p><p>Confirmar diretamente com a instituição financeira qualquer informação sobre o pagamento.</p><p>A restituição deve seguir o cronograma oficial e não há necessidade de pagar valores antecipados para receber o saldo.</p><h2>Por que as bets foram proibidas?</h2><p>A ofensiva contra as apostas faz parte de um pacote de medidas econômicas voltado ao combate ao endividamento das famílias e aos problemas associados ao uso compulsivo de jogos virtuais. O governo também determinou medidas contra plataformas clandestinas.</p><p>A regulamentação das apostas de quota fixa começou a ser estruturada em 2023. O setor havia sido legalizado em 2018, no fim do governo Michel Temer, mas a regulamentação prevista originalmente não foi implementada dentro dos prazos estabelecidos.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-09/bancos-comecam-a-devolver-r--1-3-bilhao-a-apostadores-de-bets.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Conteúdo gerado por IA </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, bets, Apostas online, Ministerio da Fazenda, Endividamento, Bancos, Sistema Financeiro</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac8f90bd9f7a81e253324e5</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 19:58:00 +0000</pubDate><title>Economia circular: 57% das indústrias brasileiras adotam o modelo</title><description>Reciclagem e reaproveitamento de materiais ganham espaço nas empresas, mas falta de crédito e informação ainda dificulta o avanço</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/45/2r/xj/452rxjkoa5079o4u4o8wwvfqr.jpg"><figcaption>Produção industrial<span class="copyright">Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>Você já parou para pensar no que acontece com os materiais que uma indústria descarta? Em vez de jogar tudo fora, muitas empresas estão buscando formas de <strong>reaproveitar</strong> esses recursos e reduzir o <strong>desperdício</strong> para economizar. Essa é a proposta da economia circular, que já está presente em<strong> 57% das indústrias brasileiras.</strong></p><p>Pesquisa realizada pela <strong>Confederação Nacional da Indústria</strong> <strong>(CNI)</strong>, ouviu mais de<strong> 1,6 mil indústrias por todo Brasil.</strong> De acordo com o levantamento, mais da metade das empresas já usa, pelo menos, uma prática para aproveitar melhor os materiais e diminuir a geração de resíduos.</p><p>Apesar disso, o número muda de acordo com o tamanho da empresa. Entre as <strong>grandes indústrias, 66%</strong> já adotam essas iniciativas. Nas <strong>médias</strong>, <strong>são 54%,</strong> enquanto nas <strong>pequenas o percentual cai para 43%.</strong></p><h2>Mas o que é economia circular?</h2><p>O processo desse modelo costuma seguir uma lógica linear: retirar <strong>matérias-primas</strong> da natureza, <strong>produzir, consumir e descartar.</strong> A economia circular propõe uma mudança nesse modelo, buscando manter produtos e materiais em uso pelo maior tempo possível.</p><p>Isso pode acontecer por meio de <strong>reparos</strong>, <strong>reutilização</strong>, <strong>remanufatura</strong> e <strong>reciclagem</strong>. Em vez de considerar um produto sem uso como o fim da cadeia, a proposta é encontrar outras maneiras de aproveitar os componentes novamente.</p><p>Nesse caso, a ideia é importante porque muitos aparelhos possuem materiais que ainda podem ter valor mesmo depois que o equipamento deixa de funcionar.</p><p>Na <a href="https://economia.ig.com.br/2026-10-09/industria-aponta-juros-altos-como-principal-barreira-ao-credito.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">indústria</a>, isso pode acontecer de várias formas. Uma<strong> fábrica de papel,</strong> como um exemplo, pode utilizar papel reciclado como<strong> matéria-prima</strong> para produzir novas embalagens. Já no setor de <strong>eletrônicos</strong>, <strong>celulares e computadore</strong>s descartados podem ser desmontados para recuperar <strong>plásticos</strong> e <strong>metais</strong> que ainda podem ser utilizados na fabricação de outros produtos.</p><p><strong>Leia também: <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-14/brasil-gera-2-4-mi-de-toneladas-de-lixo-eletronico-por-ano--veja.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Brasil gera 2,4 mi de toneladas de lixo eletrônico por ano; veja</a></strong></p><h2>Reciclagem é a prática mais comum </h2><p>Quando o assunto é economia circular, a reciclagem aparece na frente. Conforme a pesquisa, <strong>32%</strong> das empresas entrevistadas afirmam adotar essa prática.</p><p>Em sequência, aparecem a <strong>logística</strong> <strong>reversa</strong> de produtos e embalagens e o uso de materiais reciclados na fabricação de novos produtos, ambos citados por<strong> 26%</strong> das indústrias.</p><p>Na prática, a logística reversa funciona como um caminho de volta: depois de usados, produtos e embalagens podem retornar às empresas para reaproveitamento, reciclagem ou descarte adequado.</p><p>Alguns setores estão mais avançados nesse modelo. A pesquisa aponta que <strong>86%</strong> das empresas fabricantes de equipamentos de <strong>informática</strong> e <strong>eletrônicos</strong> adotam práticas de economia circular. Na indústria de produtos de <strong>borracha 85%.</strong></p><p>Outros com destaque estão os setores de <strong>celulose e papel,</strong> com <strong>78%;</strong> calçados, com <strong>76%</strong>; e <strong>biocombustíveis</strong>, com <strong>75%.</strong></p><p>Os números mostram que a ideia de reaproveitar materiais já está ganhando espaço em diferentes áreas da indústria, mas ainda existem empresas que precisam avançar.</p><h2>Economia circular também pode ajudar o meio ambiente</h2><p>Além de diminuir o desperdício, reaproveitar materiais pode ajudar a reduzir as emissões de<strong> gases de efeito estufa</strong>, que contribuem para o <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2026-06-10/aquecimento-global-pode-tornar-tempestades-de-granizo-mais-intensas.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">aquecimento global.</a></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/62/pv/ej/62pvejshku9w68ulg4hrqi07f.jpg"><figcaption>Mudança climática<span class="copyright">FreePik </span></figcaption></figure><p>As empresas que já adotam práticas de economia circular, <strong>57%</strong> acreditam que essas ações ajudam a reduzir as emissões. Já nas grandes indústrias, esse percentual chega a <strong>64%</strong>. Já entre as médias, é de <strong>53%,</strong> e nas pequenas, de <strong>46%</strong>.</p><p>Em setores como <strong>biocombustíveis</strong>, produtos de <strong>borracha</strong>, bebidas e celulose e papel, mais de <strong>70%</strong> das empresas reconhecem essa contribuição.</p><p>A iniciativa também está relacionada para <strong>metas climáticas do Brasil,</strong> que incluem ações para reduzir as emissões e alcançar a neutralidade climática até o ano de 2050.</p><h2>Empresas esperam gastar menos e inovar mais</h2><p>A economia circular não traz benefícios apenas para o meio ambiente.Ela também pode ser uma forma de <strong>economizar</strong> e melhorar os resultados do negócio.</p><p>Segundo o levantamento, <strong>40%</strong> das indústrias apontam a redução dos custos operacionais como um dos principais benefícios esperados. Já os outros <strong>31%</strong> destacam a melhora da imagem da empresa, enquanto <strong>30%</strong> enxergam oportunidades de inovação em produtos, processos e serviços.</p><p class="   ">Mas nem todo mundo consegue medir os resultados, <strong>46%</strong> das empresas afirmam não saber calcular o impacto direto da economia circular sobre o <strong>faturamento</strong>.</p><p>Isso acontece porque alguns <strong>benefícios</strong> podem levar algum tempo para aparecer. Economizar matéria-prima, aproveitar resíduos e desenvolver novos produtos são mudanças que podem gerar resultados de maneira gradual.</p><h2>Falta de dinheiro e informação ainda é um problema</h2><p>Mesmo com essas vantagens, colocar a economia circular em prática ainda é um desafio para muitas empresas.</p><p>Entre os obstáculos econômicos, <strong>25%</strong> dos entrevistados citam a falta de procura por produtos circulares e as taxas de juros elevadas. Outros <strong>23%</strong> apontam diferenças tributárias entre materiais reciclados e matérias-primas virgens.</p><p>Na parte tecnológica, <strong>30%</strong> das empresas afirmam que a principal dificuldade é encontrar soluções que sejam financeiramente viáveis.</p><p>As pequenas indústrias também enfrentam problemas com falta de mão de obra qualificada, citada por<strong> 21%</strong> delas.</p><p>E não são apenas as empresas que precisam se adaptar a este modelo. A falta de informação dos consumidores também vem pesando:<strong> 37%</strong> dos industriais apontam o desconhecimento do público como uma barreira. Além disso, <strong>21%</strong> afirmam que ainda existe uma visão negativa sobre produtos circulares.</p><p>Então, para que a economia circular cresça, é importante que as empresas tenham condições de investir e que os consumidores entendam melhor as vantagens de escolher produtos que aproveitam recursos e reduzem o desperdício.</p><h2>Indústria pede incentivos para avançar</h2><p>Para ampliar a economia circular no país, os empresários defendem mais incentivos e apoio financeiro. Conforme a pesquisa, <strong>47%</strong> dos industriais apontam a necessidade de investimentos em infraestrutura de reciclagem e logística reversa. Outros <strong>46%</strong> defendem incentivos para projetos de inovação na área.</p><p>Os dados mostram que a economia circular já faz parte da realidade de muitos, mas ainda existe um caminho pela frente.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-09/economia-circular--57--das-industrias-brasileiras-adotam-o-modelo.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Agência Brasil </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>CNI, Indústrias, Economia circular, Reciclagem, Meio Ambiente</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac940eb888364d97148abfd</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 19:35:14 +0000</pubDate><title>13º salário antecipado: veja data de pagamento e quem tem direito</title><description>Primeira parcela sai até 30 de novembro e a segunda deve ser antecipada para sexta-feira, 18 de dezembro, porque o prazo legal cai num domingo</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cp/gn/r4/cpgnr43tvso9ac1bbihiba58e.jpg"><figcaption> 13º salário<span class="copyright">Reprodução / Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>Com o ano chegando ao fim, trabalhadores de todo o Brasil já ficam no aguardo do tão esperado <a href="https://economia.ig.com.br/2026-10-02/13-salario--segunda-parcela-sera-antecipada-em-dezembro--confira.html">13º salário</a>. Neste ano, a segunda parcela será antecipada pelos empregadores por conta do calendário.</p><p>A primeira parcela deve ser depositada até<strong> 30 de novembro</strong>. Já a segunda tem previsão para <strong>18 de dezembro</strong>, pois o prazo legal, de 20 de dezembro, cai em um domingo.</p><h2>Quem tem direito ao 13º salário?</h2><p>Têm direito ao benefício todos aqueles que possuem carteira assinada (CLT). Isso inclui os trabalhadores do ambiente urbano, rural e doméstico.</p><p> Os servidores públicos recebem, mas de acordo com as regras de cada regime.</p><p>É importante ressaltar que o valor é <strong>proporcional aos meses trabalhados</strong>. Ou seja, quem trabalhou 12 meses, vai receber o correspondente a um salário. Quem trabalhou durante um período menor, receberá um valor proporcional a esse tempo.</p><h2>Quem não recebe?</h2><p>Estagiários, trabalhadores autonômos e trabalhadores informais não recebem o 13º se, no vínculo com a empresa, <strong>não</strong> consta a claúsula referente à gratificação.</p><p>Os segurados do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e Bolsa Família também não tem direito.</p><p>Enquanto o Bolsa Família é um programa de transferência de renda, o BPC é um benefício assistencial e não previdenciário. Portanto, ambos não são contemplados.</p><h2>Como calcular?</h2><p>Para calcular o valor do abono, basta utilizar a fórmula: <strong>salário bruto ÷ 12 × número de meses trabalhados</strong>.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bs/wz/4p/bswz4p77ikqotk8v31r2qha97.jpg"><figcaption>Infográfico de como calcular o 13º salário<span class="copyright">Conteúdo gerado por IA </span></figcaption></figure><p>O trabalhador precisa cumprir pelo menos <strong>15 dias de trabalho</strong> para o mês ser considerado. </p><p>Por exemplo, o profissional que recebe R$ 3.000 e trabalhou 12 meses do ano receberá 3.000 de 13º. No caso de seis meses, seria R$ 1.500, o equivalente a metade do valor.</p><h2>Aposentados do INSS recebem 13º salário?</h2><p>A grande maioria dos aposentados, pensionistas e outros beneficiários já receberam o 13º salário antecipado entre abril e junho.</p><p>No entanto, os beneficiários que, de maio até outubro, passaram a receber aposentadoria, pensão por morte, auxílio-acidente ou o auxílio por incapacidade temporária, terão abono pago no calendário de <strong>novembro</strong>.</p><h2>Calendário de pagamento do 13º do INSS</h2><p><strong>Para quem recebe um salário mínimo</strong></p><ul><li>Final 1: 24 de novembro</li><li>Final 2: 25 de novembro</li><li>Final 3: 26 de novembro</li><li>Final 4: 27 de novembro</li><li>Final 5: 30 de novembro</li><li>Final 6: 1º de dezembro</li><li>Final 7: 2 de dezembro</li><li>Final 8: 3 de dezembro</li><li>Final 9: 4 de dezembro</li><li>Final 0: 7 de dezembro</li></ul><p><strong>Para quem recebe acima do salário mínimo</strong></p><ul><li>Final 1 e 6: 1º de dezembro</li><li>Final 2 e 7: 2 de dezembro</li><li>Final 3 e 8: 3 de dezembro</li><li>Final 4 e 9: 4 de dezembro</li><li>Final 5 e 0: 7 de dezembro</li></ul>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-09/13-salario-antecipado--veja-data-de-pagamento-e-quem-tem-direito.html</link><dc:creator>Mariana Geraidine Araújo</dc:creator><media:credit>Reprodução / Agência Brasil </media:credit><author>Mariana Geraidine Araújo</author><keywords>calendário, 13º salário, pagamento do 13º, cálculo do 13º, quem tem direito ao 13º, INSS</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac924a4888364d97148abcb</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 17:39:36 +0000</pubDate><title>Pix ultrapassa 1 bilhão de chaves cadastradas no Brasil</title><description>Banco Central registra 1,008 bilhão de chaves Pix no país; sistema reúne cerca de 170 milhões de clientes e movimentou R$ 3,2 trilhões em setembro</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b9/oe/w6/b9oew664fa70x8xyczdv6vlfn.jpg"><figcaption>Chave Pix<span class="copyright">Bruno Peres/Agência Brasil </span></figcaption></figure><p class="     ">O <strong>número de chaves Pix</strong> cadastradas no Brasil ultrapassou a marca de <strong>1 bilhão</strong> em setembro, segundo dados do <strong>Banco Central</strong> (<strong>BC</strong>). Ao todo, o sistema contabilizava 1,008 bilhão de registros no dia 30, ante 998 milhões em agosto. O total representa um crescimento de aproximadamente 80 milhões de chaves desde o fim de 2025, quando havia 920 milhões.</p><p>O número de chaves, porém, não corresponde à quantidade de usuários do sistema. Como uma mesma pessoa pode cadastrar mais de uma chave, o Pix reúne cerca de 170 milhões de clientes, entre pessoas físicas e jurídicas. Isso significa uma média próxima de seis chaves por cliente, considerando os números aproximados.</p><p>Do total de registros, 956,7 milhões estavam vinculados a pessoas físicas e 51,2 milhões a empresas, conforme os dados do BC.</p><p>Mais da metade dos cadastros corresponde a chaves aleatórias, que permitem receber transferências sem precisar compartilhar informações pessoais, como Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), telefone ou e-mail.</p><p>Confira a distribuição por tipo de chave:</p><ul><li>Aleatórias: 526,8 milhões (52,3%);</li><li>Celulares: 166,3 milhões (16,5%);</li><li>CPF: 153,9 milhões (15,4%);</li><li>E-mails: 144,6 milhões (14,3%).</li></ul><h2>Como funcionam </h2><p>As chaves Pix são identificadores associados a uma conta bancária ou de pagamento e facilitam o envio e o recebimento de dinheiro. O usuário pode cadastrar CPF, Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), número de celular, endereço de e-mail ou uma chave aleatória gerada pela instituição financeira.</p><p>Pessoas físicas podem cadastrar até cinco chaves por conta, empresas podem registrar até 20. Cada chave só pode estar vinculada a uma conta por vez.</p><p>O cadastro e o gerenciamento são feitos pelo aplicativo ou internet banking da instituição financeira. A chave Pix, entretanto, não é obrigatória, também é possível realizar transferências utilizando os dados bancários do destinatário, além de recursos como Código QR.</p><h2>Volume de transações </h2><p>O avanço no número de chaves acompanha a utilização do Pix para transferências e pagamentos cotidianos. Em setembro, foram processadas 7,1 bilhões de transações pelo Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), do Banco Central, movimentando aproximadamente R$ 3,2 trilhões.</p><p>O SPI processa e liquida transferências entre diferentes instituições financeiras em tempo real. Operações realizadas entre clientes de uma mesma instituição podem ser liquidadas internamente, sem passar pelo sistema do BC.</p><h2>Segurança dos cadastros </h2><p>A chave aleatória permite receber valores sem divulgar diretamente dados pessoais. Ainda assim, os usuários devem conferir a identidade do destinatário antes de confirmar uma transferência.</p><p>Em novembro de 2025, o Banco Central informou que estudava mecanismos para permitir o bloqueio da criação de novas chaves não autorizadas, como medida adicional de prevenção a fraudes.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-09/pix-ultrapassa-1-bilhao-de-chaves-cadastradas-no-brasil.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Bruno Peres/Agência Brasil </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, PIX, sistema financeiro, banco central, chaves pix</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac8f9bb888364d97148ab88</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 17:32:12 +0000</pubDate><title>INPC, inflação que corrige salários, acumula 4,29% em 12 meses</title><description>Indicador usado como referência para reajustes salariais acumula alta de 4,29% em 12 meses; alimentos registraram aumento de 0,80% em setembro</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/92/ru/5j/92ru5jo9zaxl1n8bp6e39jgd9.jpg"><figcaption>Inflação acumula<span class="copyright">Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>O <strong>Índice Nacional de Preços ao Consumidor</strong> (<strong>INPC</strong>) fechou o mês de setembro em 0,82%. Com isso, o acumulado de 12 meses chega a 4,29%. Em agosto, a inflação de um ano estava em 3,98%.</p><p class="    ">Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9) pelo <strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</strong> (<strong>IBGE</strong>).</p><p>No mês passado, o grupo dos produtos alimentícios subiu 0,80%, e o dos não alimentícios, 0,83%.</p><h2>Reajuste de salários </h2><p>O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros, pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado como referência de cálculo para reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.</p><p>O salário mínimo, por exemplo, leva o dado de novembro em seu cálculo. O seguro-desemprego, o teto do INSS e o benefício de quem recebe acima do salário mínimo são reajustados com base no resultado do INPC acumulado até dezembro.</p><h2>INPC x IPCA </h2><p>O IBGE divulgou também o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, que fechou setembro em 0,82% e marca 4,58% em 12 meses.</p><p>Uma diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de um a cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de um a 40 salários mínimos.</p><p>Atualmente, o mínimo é de R$ 1.621. No INPC são apurados preços de 367 produtos e serviços (os chamados subitens), dez a menos que no IPCA.</p><h2>Alimentos pesam mais </h2><p>O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam cerca de 25% do índice, mais que no IPCA (aproximadamente 21%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida.</p><p>Na ótica inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.</p><p>De acordo com o IBGE, a apuração do INPC “tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, por meio da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com mais baixo rendimento”.</p><p>A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas: Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.</p><p>A coleta também é feita em Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-09/inpc--inflacao-que-corrige-salarios--acumula-4-29--em-12-meses.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Agência Brasil </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, Inflacao, INPC, Salarios, Reajuste, IBGE, IPCA</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac9222e888364d97148abc6</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 17:25:41 +0000</pubDate><title>Tributos da gasolina são zerados e subsídios ampliados</title><description>Pacote prevê redução de tributos sobre a gasolina e reforço dos subsídios ao etanol e ao diesel importado, com custo estimado de R$ 5,2 bilhões</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cf/cj/3k/cfcj3kcc8uxh2ia5hpq9u4y02.jpg"><figcaption>Gasolina tem tributos zerados<span class="copyright">Reprodução: Freepik </span></figcaption></figure><p class="    ">A <strong>equipe econômica</strong> anunciou nesta sexta-feira (9) que vai ampliar a <strong>desoneração de tributos federais sobre a gasolina</strong> e aumentar os subsídios ao etanol e ao diesel importado. <strong>As medidas ocorrem a 16 dias do segundo turno das eleições</strong> e envolvem custos estimados em R$ 5,2 bilhões em 30 dias.</p><p>Com a decisão, a redução tributária sobre a gasolina passa de R$ 0,63 para R$ 0,89 por litro, zerando as alíquotas de PIS/Pasep, Cofins e Cide-Combustíveis. A medida vale por 30 dias, com possibilidade de revisão ou prorrogação.</p><p>Além da gasolina, o pacote contempla a manutenção de benefícios ao etanol hidratado e o reforço da subvenção ao diesel importado.</p><h2>Principais mudanças </h2><p>Confira as principais mudanças:</p><ul><li>Gasolina: redução tributária de R$ 0,89 por litro, com custo estimado de R$ 2,4 bilhões por mês;</li><li>Etanol: manutenção da desoneração de R$ 0,19 por litro;</li><li>Produtores de etanol: subsídio ampliado de R$ 0,25 para R$ 0,43 por litro;</li><li>Diesel importado: subvenção adicional de R$ 1,40 por litro, além dos R$ 2,12 já previstos.</li></ul><p>O impacto estimado das medidas para gasolina e etanol é de R$ 3,6 bilhões em 2026. Já o reforço da subvenção ao diesel importado custará cerca de R$ 1,6 bilhão no período de 30 dias.</p><p>Paralelamente, o governo abriu um crédito extraordinário de R$ 7,52 bilhões para o Ministério de Minas e Energia, por meio da Medida Provisória 1.395, publicada nesta sexta no Diário Oficial da União.</p><p>Os recursos serão destinados a programas de subvenção econômica à produção e à importação de combustíveis.</p><p>Do total, R$ 6,17 bilhões serão destinados ao diesel de uso rodoviário, enquanto R$ 1,35 bilhão financiará ações relacionadas a outros derivados de petróleo. Os recursos, no entanto, cobrem os subsídios atuais.</p><h2>Petróleo em alta </h2><p>O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, justificou as medidas pela continuidade da alta internacional do petróleo e pelos efeitos do conflito no Oriente Médio sobre o mercado de combustíveis.</p><p>“Por essa razão, então, nós estamos zerando a tributação federal, PIS/Cofins e Cide sobre gasolina pelo período de um mês para que a gente possa reavaliar as condições.”</p><p>Segundo o ministro, o barril do tipo Brent ultrapassou US$ 100, ante aproximadamente US$ 70 antes do conflito. As margens internacionais de refino também registraram alta, pressionando os preços dos derivados.</p><p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo pretende utilizar o aumento da arrecadação com as receitas petrolíferas para reduzir os efeitos da alta dos combustíveis sobre a população.</p><p>“Estamos reforçando a linha de usar os recursos que a gente tem percebido de aumento de arrecadação para proteger a população brasileira”, declarou Durigan.</p><h2>Compensação fiscal </h2><p>Segundo o Ministério do Planejamento, as renúncias relacionadas à gasolina e ao etanol serão compensadas com receitas extraordinárias de petróleo da União, com o objetivo de garantir a neutralidade fiscal.</p><p>Em nota, a pasta informou que as medidas são temporárias, valem apenas para 2026 e poderão ser revistas conforme a conjuntura econômica e a disponibilidade orçamentária e financeira.</p><p>O crédito extraordinário será destinado à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), responsável por ações relacionadas às subvenções econômicas previstas nas medidas provisórias editadas neste ano.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-09/tributos-da-gasolina-sao-zerados-e-subsidios-ampliados.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Reprodução: Freepik </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, undefined</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac90bd1888364d97148aba5</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 15:51:50 +0000</pubDate><title>Azul estreia novo serviço, mas serve sanduíche de dar tristeza</title><description>Mais opções de alimentação e bebidas para clientes do Espaço Azul é algo positivo, mas um leitor da coluna terminou o voo com outra percepção</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9p/4f/pb/9p4fpbmnzd86w1o1ock8wj39f.jpg"><figcaption>Passageiro frequente recebeu sanduíche decepcionante na chamada Experiência Azul<span class="copyright">Imagem cedida </span></figcaption></figure><p>A <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-07-28/milhas-tarifas-aereas-brasil.html">Azul</a> resolveu incrementar o serviço de bordo do <strong>Espaço Azul,</strong> área que oferece mais espaço para as pernas e que também pode ser acessada por clientes elegíveis de alguns dos seus <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-07-24/cartoes-companhias-aereas-milhas.html">cartões de crédito co-branded.</a> A novidade é apresentada aos passageiros como uma experiência diferenciada, com direito a sanduíche, cookie, cerveja e mais uma opção de suco.</p><p>A ideia é boa. Quem viaja com frequência sabe que pequenos cuidados ajudam a tornar a experiência a bordo mais agradável. E, quando uma companhia anuncia uma novidade, cria também uma expectativa sobre aquilo que o passageiro vai encontrar.</p><p>Mas aí é necessário manter o mínimo de coerência entre a propaganda e a vida real.</p><p>O novo Espaço Azul foi anunciado pela tripulação em um voo recente entre Porto Alegre e São Paulo. Um leitor da coluna, portador do cartão <strong>Azul Itaú Visa Infinite</strong> e usuário frequente dos benefícios oferecidos, porém, recebeu um sanduíche que dispensa grandes explicações. O pão estava praticamente seco, com o recheio espalhado de maneira pouco convidativa. A fotografia enviada por ele fala por si. Para completar a experiência, o cookie prometido no speech como parte da novidade estava em falta.</p><p>É difícil não enxergar certa ironia na situação. A companhia apresenta um serviço de bordo como um avanço na experiência do passageiro, mas o primeiro contato de um cliente com a novidade é um sanduíche montado sem muito entusiasmo e a ausência de um dos itens prometidos.</p><p>Claro que ninguém espera alta gastronomia em um voo doméstico. Um sanduíche simples pode cumprir perfeitamente seu papel, e o serviço de bordo não precisa virar um banquete para ser agradável. Contudo, existe uma diferença entre oferecer algo modesto e apresentar esse mesmo produto como parte de uma experiência diferenciada.</p><p>Quando a companhia transforma um lanche em novidade, o mínimo que se espera é que ele pareça ter sido preparado com algum cuidado.</p><h2>Espaço Azul é ativo de fidelização</h2><p>A situação merece atenção porque o Espaço Azul faz parte de uma proposta de valor mais ampla. O cliente que escolhe um cartão premium ou que conquista status na companhia aérea considera um conjunto de vantagens, entre elas os benefícios que tornam suas viagens mais confortáveis. Cada detalhe contribui para a percepção de que vale a pena manter o relacionamento com a empresa e com o programa de fidelidade dela.</p><p>Um sanduíche mal montado, isoladamente, não destrói essa percepção. Mas uma novidade anunciada com entusiasmo e entregue sem o cuidado esperado geralmente produz o efeito contrário ao pretendido — em vez de reforçar a sensação de exclusividade, vira motivo de piada.</p><p>A Azul tem uma oportunidade de melhorar a experiência de quem viaja com frequência. Só precisa garantir que aquilo que foi idealizado nos escritórios de Alphaville chegue sem grandes decepções aos passageiros.</p><p>Porque, se a novidade serve mais para fazer propaganda do que para melhorar a vida dos seus clientes, talvez fosse melhor nem oferecer.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-10-09/azul-sanduiche-espaco-azul.html</link><dc:creator>Fernando Mellis</dc:creator><media:credit>Imagem cedida </media:credit><author>Fernando Mellis</author><keywords>Espaço Azul, Azul, serviço de bordo, lanche, cartão de crédito azul, azul skyline</keywords><internationalize>false</internationalize><section>69cc24196caeaf336a37a094</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac90c15888364d97148aba6</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 15:45:27 +0000</pubDate><title>Mulheres já são 27,3% dos condutores de trens em SP</title><description>Participação feminina nas linhas 8 e 9 cresceu nos últimos quatro anos; dados do IBGE mostram avanço das mulheres no mercado de trabalho brasileiro</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6j/6j/ib/6j6jib4tlx6ynj1jiwi6xx1wh.jpg"><figcaption>Camila Fernandes, que iniciou sua trajetória como agente de atendimento e segurança<span class="copyright">Foto: Reprodução/ Divulgação </span></figcaption></figure><p>A <strong>presença feminina</strong> em<strong> profissões tradicionalmente ocupadas por homens</strong> vem <strong>ganhando espaço no mercado de trabalho brasileiro</strong>. Em São Paulo, esse movimento também aparece no <strong>transporte ferroviário</strong>: as <strong>mulheres representam 27,3% dos condutores de trens das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda</strong>, operadas pela ViaMobilidade. Segundo a concessionária, o número de colaboradoras cresceu mais de 20% nos últimos quatro anos, considerando todas as áreas da empresa.</p><p>O cenário acompanha uma transformação mais ampla no país. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados em setembro de 2026, apontam que o Brasil alcançou 103 milhões de pessoas ocupadas em 2025, o maior contingente da série histórica iniciada em 2012. Desse total, 44,8 milhões eram mulheres.</p><p>Os indicadores também mostram diferenças na formalização dos negócios. Em 2025, 85,8% das mulheres empregadoras tinham empresas registradas no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), ante 79% dos homens empregadores. </p><p>Os números ajudam a dimensionar a participação feminina na economia, embora não representem uma medida direta da presença das mulheres em profissões específicas, como a condução de trens.</p><p>No setor ferroviário, os dados da ViaMobilidade mostram como essa transformação aparece em uma atividade que exige treinamento técnico, atenção à segurança e responsabilidade pela circulação de passageiros.</p><h2>Capacitação abre caminho para novas funções</h2><p>Nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, a estratégia da concessionária envolve atrair, capacitar e manter mulheres em diferentes áreas da operação. A proposta é permitir que as profissionais desenvolvam novas habilidades e busquem outras funções dentro da empresa, conforme seus interesses e aptidões.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1q/lf/om/1qlfomnwg5uik2rydll3vnzo6.jpg"><figcaption>Dayane Oliveira de Souza, Agente de Atendimento e Segurança (AAS) da Equipe Tática Motiva<span class="copyright">Foto: PH Lopes </span></figcaption></figure><p>Uma das portas de entrada é o cargo de agente de atendimento e segurança (AAS). Depois de ingressar na concessionária, a colaboradora pode participar de uma trajetória de desenvolvimento profissional e se preparar para outras posições, com formação teórica e prática.</p><p>De acordo com a empresa, o número de mulheres em seu quadro de funcionários aumentou mais de 20% nos últimos quatro anos. Entre os condutores de trens, elas representam atualmente 27,3% do total.</p><p>A expectativa da concessionária é chegar perto dos 30% de participação feminina nessa função até o fim de 2026. A meta ainda não foi alcançada, e a empresa prevê que o crescimento continue de forma gradual.</p><p>O avanço também depende da abertura de oportunidades e da preparação das profissionais para assumir novas responsabilidades. Nesse processo, a possibilidade de acompanhar a trajetória de outras mulheres dentro da operação pode contribuir para ampliar o interesse pelas vagas.</p><p><strong>Aumento de passageiros exige mais profissionais</strong></p><p>A demanda por transporte também influencia a necessidade de contratação. Segundo a ViaMobilidade, as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda registraram alta de 4,2% no número de passageiros no primeiro semestre de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior.</p><p>Com mais pessoas circulando pelas estações e utilizando os trens, cresce a necessidade de profissionais para orientar passageiros, apoiar a operação e contribuir para a segurança dos usuários e dos trabalhadores.</p><p>Os agentes de atendimento e segurança desempenham funções como prestar informações nas estações, auxiliar passageiros nas áreas de circulação e monitorar ambientes operacionais. </p><p>Para quem deseja ingressar no setor, a função também pode representar uma oportunidade de construir carreira no transporte ferroviário.</p><p>Entre os requisitos informados pela concessionária para essas vagas estão ensino médio completo, certificado de conclusão do curso de vigilante e disponibilidade para trabalhar em regime de turnos. </p><p>As condições de participação e as etapas de seleção devem ser consultadas nos canais oficiais da empresa.</p><p><strong>Linha 5-Lilás se aproxima da paridade</strong></p><p>O crescimento da participação feminina também aparece na Linha 5-Lilás, operada pela Motiva. Segundo a concessionária, as mulheres representam 46% do quadro de operadores de trem.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dy/bd/yo/dybdyooy2zfjaqs9dns0jawka.jpg"><figcaption>Tem iluminado na Linha 5-Lilás, em São Paulo<span class="copyright">Foto: Reprodução/ Divulgação </span></figcaption></figure><p>Considerando toda a área de tráfego, que inclui supervisão, escala e agentes de atendimento e segurança, o percentual chega a 48%.</p><p>O resultado foi impulsionado, entre outros fatores, pela formação de nove mulheres nas duas últimas turmas de capacitação para operadores de trem. Parte delas já trabalhava na empresa e passou a exercer uma nova função.</p><p>É o caso de Camila Fernandes, que iniciou sua trajetória como agente de atendimento e segurança antes de se tornar operadora de trens. A mudança representou uma oportunidade de crescimento profissional dentro da companhia.</p><p class="   ">“Esta nova função representa a conquista de um objetivo pessoal, realizado com muita dedicação e persistência”, afirmou Camila.</p><p class="   ">A concessionária espera alcançar a paridade entre homens e mulheres na função de operador de trem da Linha 5-Lilás até o fim de 2026. A previsão, porém, ainda depende da evolução das contratações e das movimentações internas.</p><p>Nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, a participação feminina permanece abaixo desse patamar. Ainda assim, os números informados pela empresa mostram a ampliação da presença das mulheres em funções operacionais do transporte ferroviário.</p><p>O cenário nacional e os dados do setor mostram dimensões diferentes do mercado de trabalho. Enquanto o IBGE registra um contingente recorde de pessoas ocupadas no país, os indicadores da concessionária revelam como as mulheres vêm conquistando espaço em atividades técnicas e operacionais. O desafio agora é transformar esse avanço em oportunidades contínuas de ingresso, qualificação e progressão profissional.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-09/mulheres-ja-sao-27-3--dos-condutores-de-trens-em-sp.html</link><dc:creator>PH Lopes</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução/ Divulgação </media:credit><author>PH Lopes</author><keywords>mercado de trabalho, mulheres condutoras de trens, empregabilidade feminina, transporte ferroviário, igualdade de gênero</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac8eb04d9f7a81e253324c5</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:39:30 +0000</pubDate><title>Feriado de 12 de outubro: veja o que abre e fecha no país</title><description>Bancos, INSS, Correios e Bolsa de Valores terão mudanças no atendimento; serviços digitais seguem disponíveis durante a folga nacional</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/84/as/7c/84as7cznfsbzppwsf3oor378y.jpg"><figcaption>Funcionamento bancos feriado de 12 de outubro<span class="copyright">Imagem gerada por IA </span></figcaption></figure><p>Com a chegada do <a href="https://economia.ig.com.br/2026-04-17/feriados-2026--veja-datas-e-chances-de-folga-prolongada.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida</a>, na segunda-feira (12), irá mudar o funcionamento de <strong>bancos, agências do INSS, Correios, Bolsa de Valores (B3) e Tesouro Direto</strong>. Enquanto o atendimento presencial e as <strong>negociações financeiras</strong> serão suspensos, alguns serviços digitais continuarão disponíveis.</p><p>Para quem tem contas para pagar, <strong>encomendas</strong> para enviar ou precisa consultar informações sobre <strong>benefícios</strong>, é importante se organizar para evitar atrasos e deslocamentos desnecessários. </p><p><strong>Bancos fecham</strong>, porém a modalidade <a href="https://economia.ig.com.br/2026-10-05/pix-automatico-chegara-as-contas-salario-em-2027.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Pix </a>e <strong>aplicativos</strong> seguem funcionando. As <strong>agências bancárias</strong> não abrirão na segunda-feira(12). De acordo com a<strong> Federação Brasileira de Bancos</strong> (Febraban), o atendimento presencial será retomado no próximo dia útil terça-feira (13) nas cidades que não tiverem outro feriado local.</p><p>Mesmo com as agências fechadas, os clientes ainda irão poder utilizar os <strong>aplicativos dos bancos,</strong> o <strong>internet banking</strong> e <strong>caixas eletrônicos</strong> para realizar consultas e outras operações disponíveis.</p><p>O <strong>Pix</strong> também continuará funcionando normalmente, durante as 24 horas do dia. Mas, é importante conferir os limites da conta e as condições estabelecidas pelo próprio banco.</p><h2>Como ficam os pagamentos durante o feriado?</h2><p>Quem tiver boletos ou contas de consumo com vencimento no dia 12 pode realizar o pagamento no dia seguinte (13), sem uma cobrança de <strong>juros ou multa</strong>, conforme as orientações da <strong>Febraban</strong>.</p><p>No caso de <strong>impostos e tributos</strong>, a recomendação é antecipar o pagamento para a data de hoje (09)para evitar possíveis cobranças adicionais.</p><p>Também é necessário prestar atenção às transferências bancárias. Algumas operações, como <strong>TEDs</strong> e compensações de <strong>cheques</strong>, podem ficar para o próximo dia útil, mesmo que tenham sido registradas pelo <strong>aplicativo</strong> durante o feriado.</p><p>Antes de realizar uma transação, confira quando o dinheiro será efetivamente transferido ou quando o pagamento será processado.</p><h2>INSS</h2><p>Quem precisa ir a uma agência do<strong> Instituto Nacional do Seguro Social</strong> (INSS) deve se programar, já que não haverá atendimento presencial na segunda-feira.</p><p>Apesar disso, alguns serviços continuarão disponíveis pela internet. Pelo <strong>site</strong> ou <strong>aplicativo <a href="https://meu.inss.gov.br/#/" target="_blank" rel="noopener nofollow">Meu INSS</a></strong>, é possível consultar informações, acompanhar solicitações e acessar os serviços oferecidos pela plataforma.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2w/o6/7f/2wo67fbz97eza27prchvph3x2.jpg"><figcaption>Bancos, INSS e Correios: confira o que muda no feriado<span class="copyright">Conteúdo gerado por IA </span></figcaption></figure><p>A <strong>Central 135</strong> também é uma opção para quem precisa de informações e orientações.</p><p>Em situações como perícias médicas e outros atendimentos agendados, consulte a situação do compromisso pelos <strong>canais oficiais</strong> antes de sair de casa. </p><p><strong>Leia também: <a href="https://economia.ig.com.br/2026-10-01/beneficios-de-outubro--veja-as-datas-de-pagamento.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Pagamento de benefícios: confira o calendário do mês de outubro</a></strong></p><p>Vale lembrar que, nem todos os procedimentos podem ser resolvidos pela internet. Quando houver necessidade de atendimento presencial, será preciso aguardar a retomada do serviço.</p><h2>Correios</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/c6/4i/c3/c64ic3ujgcm2876tkbadutrtj.jpg"><figcaption>correios<span class="copyright">Correios/Reprodução </span></figcaption></figure><p>As <strong>agências dos Correios</strong> ficarão fechadas na segunda-feira (12), com previsão de retorno do atendimento na terça-feira (13).</p><p>Já no sábado de amanhã, 10 de outubro, funcionarão as unidades que normalmente atendem nesse dia, de acordo com a programação da empresa.</p><p>Durante o feriado, os clientes poderão acessar os canais digitais dos Correios, como: <strong>site, aplicativo, WhatsApp, chat e telefone,</strong> para consultar informações e registrar solicitações.</p><p>Já quem precisa postar uma encomenda ou realizar algum serviço que dependa do atendimento no balcão deve se organizar para outro dia de funcionamento.</p><p>Para evitar problemas, principalmente quando se tem prazo para envio ou entrega, consulte as informações da unidade escolhida e antecipar o que for possível.</p><h2>B3 e Tesouro Direto </h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d0/m9/gp/d0m9gpfx3gwo8cq40fd4gmh5p.jpg"><figcaption>Espaço B3<span class="copyright">Reprodução B3 </span></figcaption></figure><p>O feriado também vai afetar o mercado financeiro. De acordo com o <strong>calendário</strong> da <strong>B3</strong>, a <strong>Bolsa de Valores brasileir</strong>a não terá <strong>negociações</strong> na segunda-feira(12), incluindo operações de<strong> renda variável, renda fixa privada, ETFs de renda fixa e derivativos listados.</strong></p><p>As atividades de <strong>empréstimo</strong> <strong>de ativos</strong> e os procedimentos de contratação, compensação e liquidação de operações também serão suspensos, assim como a movimentação de garantias na <strong>Câmara B3.</strong></p><p>O <strong>Tesouro Direto</strong> igualmente não terá negociações nem confirmação de investimentos durante o feriado.</p><h2>Como se organizar antes do feriado?</h2><p>Para evitar possíveis imprevistos, o melhor é conferir antes quais atividades precisam ser resolvidas presencialmente e quais podem ser feitas pelos<strong> canais digitais.</strong></p><p>Veja algumas dicas:</p><ul><li><strong>Antecipe o pagamento de impostos:</strong> confira os vencimentos para evitar juros e multas.</li><li><strong>Organize suas contas:</strong> verifique os boletos que vencem no feriado e as condições para pagamento no próximo dia útil.</li><li><strong>Consulte o Meu INSS:</strong> acompanhe pedidos e confira informações sobre atendimentos agendados.</li><li><strong>Programe o envio de encomendas:</strong> se precisar ir aos Correios, tente realizar a postagem antes da segunda-feira.</li><li><strong>Confira suas operações financeiras:</strong> quem pretende fazer transferências ou investir deve verificar os prazos de processamento.</li></ul><p>Com um pouco de planejamento, é possível evitar deslocamentos desnecessários e deixar as pendências em dia antes do feriado.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-09/feriado-de-12-de-outubro--veja-o-que-abre-e-fecha-na-data.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Imagem gerada por IA </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>B3, Feriado, BANCOS, pix, correios, Meu INSS</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac8d420888364d97148ab4f</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 12:19:17 +0000</pubDate><title>Indústria aponta juros altos como principal barreira ao crédito</title><description>Levantamento da CNI aponta que taxas elevadas dificultam financiamentos de curto e longo prazo; pequenas empresas enfrentam mais dificuldades</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0z/el/s0/0zels0dnpvhlonpta3paf6dzh.jpg"><figcaption>Juros altos são a maior barreira, aponta pesqusa<span class="copyright">Reprodução </span></figcaption></figure><p>Os <strong>juros altos são o principal obstáculo</strong> para a indústria brasileira acessar crédito, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (9) pela <strong>Confederação Nacional da Indústria</strong> (<strong>CNI</strong>).</p><p>Entre as empresas que tiveram dificuldades para obter financiamento de curto ou médio prazo, 76% apontaram as taxas elevadas como uma das principais barreiras. Nas operações de longo prazo, com vencimento superior a cinco anos, os juros foram citados por 69% dos empresários.</p><p>A <strong>Sondagem Especial 107 – Condições de Acesso ao Crédito em 2026</strong> ouviu 1.701 empresas industriais, de 3 a 12 de agosto, sobre as condições enfrentadas entre fevereiro e julho. O universo da pesquisa inclui 692 pequenas, 612 médias e 397 grandes empresas industriais em todo o país.</p><p>Apesar de ainda liderarem o ranking de obstáculos, as taxas perderam peso em relação à pesquisa anterior. Em 2025, eram apontadas por 80% das empresas nas operações de curto e médio prazo e por 71% nas de longo prazo.</p><p>“A queda dos juros leva um tempo para se refletir no custo do crédito, que ainda chega bastante elevado para as empresas”, afirma em nota Maria Virgínia Colusso, analista de Políticas e Indústria da CNI.</p><h2>Outras barreiras </h2><p>Depois dos juros, as exigências de garantias reais aparecem como o principal entrave nas operações de curto e médio prazo. O problema foi citado por 33,4% das empresas. No crédito de longo prazo, o percentual ficou em 31,5%.</p><p>A burocracia foi mencionada por 13,6% dos empresários nas operações de curto e médio prazo. Já no longo prazo, a segunda dificuldade foi o prazo de carência considerado insuficiente, citado por 18,9%.</p><p>Principais obstáculos </p><ul><li>Juros elevados: 76% no curto/médio prazo e 69% no longo prazo;</li><li>Garantias reais: 33,4% e 31,5%, respectivamente;</li><li>Burocracia: 13,6% no curto/médio prazo;</li><li>Carência insuficiente: 18,9% no longo prazo.</li></ul><h2>Busca por crédito </h2><p>Quase metade das empresas industriais, 49,9%, não tentou contratar ou renovar crédito de curto ou médio prazo no período analisado. Apenas 22,9% conseguiram contratar ou renovar financiamento, e 7,5% tentaram, mas não obtiveram os recursos.</p><p>No crédito de longo prazo, 54% não buscaram financiamento. Outros 15,5% conseguiram contratar ou renovar operações, e 9,2% tentaram, sem sucesso.</p><p>Considerando apenas as empresas que efetivamente buscaram crédito, a taxa de frustração aumentou em relação a 2025:</p><ul><li>Curto/médio prazo: 24,7%, contra 20% em 2025;</li><li>Longo prazo: 37,2%, contra 33% no ano anterior.</li></ul><p>As pequenas empresas tiveram os maiores índices de insucesso. No longo prazo, por exemplo, 48,2% das pequenas e 48,1% das médias não conseguiram obter o crédito procurado, ante 29,9% das grandes.</p><h2>Crédito para despesas </h2><p>A pesquisa também identificou que empresas industriais continuam recorrendo a linhas de longo prazo para financiar despesas do dia a dia. Entre as que buscaram, contrataram ou renovaram esse tipo de crédito, 28,7% indicaram o capital de giro como principal finalidade.</p><p>O percentual ficou acima do registrado para investimentos em máquinas e equipamentos (23,6%) e construção ou instalações (11,6%).</p><p>Segundo a CNI, o movimento chama atenção porque linhas de longo prazo normalmente são destinadas a investimentos, enquanto despesas como folha de pagamento, materiais e insumos costumam ser financiadas por operações de menor duração.</p><p>No curto e médio prazo, quase 60% das empresas apontaram o capital de giro como principal finalidade do crédito.</p><h2>Menos custos </h2><p>Para as empresas, a redução dos custos tributários e administrativos seria a principal medida para facilitar o acesso ao crédito. A alternativa foi escolhida por 38,4% dos entrevistados para operações de curto e médio prazo e por 31,2% para as de longo prazo.</p><p>Também aparecem entre as principais sugestões:</p><ul><li>Ampliação das linhas públicas: 22,8% no curto/médio prazo e 26,3% no longo;</li><li>Simplificação das exigências bancárias: 21,1% e 22,1%, respectivamente.</li></ul>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-09/industria-aponta-juros-altos-como-principal-barreira-ao-credito.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Reprodução </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, industria, Taxa de juros, Confederacao Nacional da Industria, credito</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac8cce5d9f7a81e253324ad</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 11:23:10 +0000</pubDate><title>Feriado de 12 de outubro deve movimentar R$ 3,59 bilhões em SP</title><description>Estado paulista espera receber 3,05 milhões de turistas no fim de semana prolongado, com eventos religiosos, lazer e hotéis com 75% de ocupação</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3b/1i/a6/3b1ia6vjkyufeidl56yknt8ns.jpg"><figcaption>Aparecida não se chama ‘Aparecida do Norte’: saiba por quê<span class="copyright">Divulgação/Governo Federal/Embratur </span></figcaption></figure><p>O <a href="https://economia.ig.com.br/2026-10-07/vai-trabalhar-no-feriado-de-12-de-outubro--veja-seus-direitos.html#google_vignette" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>feriado</strong> do dia 12 de outubro</a> promete movimentar o <strong>turismo</strong> em <strong>São Paulo.</strong> A expectativa é que gere<strong> R$ 3,59 bilhões</strong> para a <strong>economia</strong> da <strong>região</strong> e receba em torno de <strong>3,05 milhões</strong> de <strong>visitantes</strong> durante o fim de semana prolongado.</p><p> Os dados são do <strong>Centro de Inteligência da Economia do Turismo</strong> (CIET), ligado à <strong>Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo</strong> (Setur-SP).</p><p>Com a celebração de<strong> Nossa Senhora Aparecida</strong> e o <strong>Dia das Crianças</strong> no mesmo dia, diferentes <strong>cidades paulistas</strong> estão preparando atrações para receber <strong>turistas</strong>, que começa em eventos religiosos e vai até atividades de lazer para toda a <strong>família</strong>.</p><h2>Por que a data é feriado?</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6d/nx/oc/6dnxockc7pwv9wsnlag5x6iv5.jpg"><figcaption>Imagem de Nossa Senhora Aparecida no Santuário<span class="copyright">Divulgação: Santuário de Aparecida </span></figcaption></figure><p>O dia 12 de outubro é dedicado a <strong>Nossa Senhora Aparecida</strong>, considerada a <strong>padroeira</strong> do Brasil. Segundo a tradição, a imagem da santa foi encontrada por três pescadores no <strong>Rio Paraíba do Sul</strong>, em outubro de 1717. Com o passar dos anos, a devoção cresceu e transformou Aparecida em um dos principais destinos de turismo religioso do país.</p><p>A <strong>santa</strong> foi reconhecida oficialmente como padroeira do Brasil no ano de 1930. Já o dia 12 de outubro se tornou feriado nacional em 1980, durante o Governo do presidente<strong> João Figueiredo.</strong></p><p><strong>Leia também: <a href="https://turismo.ig.com.br/2026-10-08/santuario-nacional-de-aparecida-tera-marco-zero-para-romeiros.html.amp" target="_blank" rel="noopener nofollow">Santuário Nacional de Aparecida terá marco zero para romeiros</a> </strong></p><h2>Turismo religioso deve atrair milhares de visitantes</h2><p>Durante a segunda-feira (12), a expectativa é que diversos <strong>hotéis</strong> do estado registrem uma ocupação <strong>média</strong> de <strong>75%</strong>. Parte desse movimento deve ser impulsionada paras as <strong>homenagens à santa,</strong> com <strong>procissões</strong>, <strong>peregrinações</strong> e <strong>celebrações religiosas</strong> em diferentes municípios.</p><p>Cidades como: <strong>Apiaí, Avaré e Cesário Lange</strong> estão entre os destinos que prepararam eventos para os <strong>fiéis</strong>. Em <strong>Pindamonhangaba</strong>, que faz parte da rota de importantes <strong>romarias</strong>, a previsão é receber aproximadamente <strong>150 mil pessoas durante o período.</strong></p><p>O destaque fica para <strong>Aparecida do Norte</strong>, principal destino de turismo religioso do país. No ano passado, a cidade recebeu quase <strong>500 mil fiéis</strong> durante a<strong> Festa da Padroeira</strong> e espera superar esse número neste ano de 2026.</p><p>Além das celebrações religiosas, outras cidades também apostam em festas populares para atrair visitantes, como:<strong> Anhumas, Anhembi, Barbosa e Bom Jesus dos Perdões</strong> estão entre os municípios que terão <strong>quermesses</strong> e dentre atividades.</p><p>Em <strong>Brotas</strong>, um dos destaques será o <strong>cortejo fluvial,</strong> que deve atrair cerca de <strong>18 mil visitantes</strong> entre os dias <strong>10 e 12 de outubro.</strong></p><h2>Romarias devem movimentar as rodovias</h2><p>O feriado também deve aumentar o movimento nas estradas paulistas. Conforme a estimativa da <strong>RioSP</strong>, concessionária responsável pela administração da rodovia, mais de <strong>40 mil romeiros</strong> devem passar pela V<strong>ia Dutra</strong> e pela Rota da Luz em direção ao <strong>Santuário Nacional de Aparecida.</strong></p><p>O fluxo será mais intenso nos dias próximos à celebração de <strong>Nossa Senhora Aparecida</strong>. Muitos peregrinos percorrem longas distâncias <strong>a pé</strong> para chegar ao <strong>santuário</strong>, demonstrar sua <strong>fé</strong> e participar das homenagens à padroeira do Brasil.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1z/1e/58/1z1e58pze38wanwmolnkgyfsn.jpg"><figcaption>Romeiros na Via Dutra<span class="copyright">Thiago Leon/Santuário Nacional de Aparecida </span></figcaption></figure><p><strong>Leia também: <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-10-07/br-116-deve-receber-723-mil-veiculos-no-feriado-de-aparecida.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">BR-116 deve receber 723 mil veículos no feriado de Aparecida</a></strong> </p><h2>Dia das Crianças também impulsiona viagens</h2><p>Além do turismo religioso, o <strong>Dia das Crianças</strong> deve contribuir para o aumento das viagens pelo estado. Para atrair <strong>famílias</strong>, <strong>prefeituras</strong> e <strong>estabelecimentos</strong> <strong>turísticos</strong> estão preparando atividades como brinquedos em <strong>espaços públicos, oficinas, apresentações culturais </strong>e<strong> promoções em hospedagens e restaurantes.</strong></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/07/o6/03/07o603bhq71yeup3obqnabtkx.jpg"><figcaption>Dia das Crianças na estrada: 5 destinos para transformar o feriado em uma viagem em família<span class="copyright">Reprodução / IA </span></figcaption></figure><p>No interior <strong>paulista</strong>, <strong>Olímpia</strong> espera receber cerca de <strong>64 mil visitantes</strong> durante o feriado. Conhecida por seus parques temáticos e atrações de lazer, a cidade é uma das opções para quem deseja viajar com crianças.</p><p>Já no <strong>litoral</strong>, a expectativa é que as condições favoráveis incentivem <strong>passeios e viagens.</strong> A previsão é que aproximadamente<strong> 30 mil pessoas</strong> circulem pelo Litoral Norte durante o período.</p><h2>Onde curtir o Dia das Crianças em São Paulo?</h2><p>E para quem quer aproveitar o feriado e se divertir com os pequenos, São Paulo oferece opções para todos os gostos e bolsos. Tem atividades gratuitas, como: <strong>espetáculos</strong>, <strong>oficinas e brincadeiras em centros culturais,</strong> além de atrações em <strong>museus</strong> e <strong>planetários</strong>. Já para quem prefere passeios pagos, <strong>parques temáticos e espaços interativos</strong> são alternativas para garantir a diversão da criançada.</p><p><strong>Confira algumas opções para curtir o Dia das Crianças em São Paulo:</strong></p><ul><li>Espetáculos nos centros culturais</li><li>Planetário do Parque do Carmo</li><li>Museu Catavento</li><li>Unidades do Sesc São Paulo</li><li>Parque da Mônica</li><li>Museu da Imaginação</li><li>Aquário de São Paulo</li></ul><p>Com a combinação de celebrações religiosas, festas populares e opções de lazer para as famílias, o feriado de 12 de outubro deve movimentar diferentes regiões paulistas e contribuir para o fortalecimento da economia do turismo no estado.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-09/feriado-de-12-de-outubro-deve-movimentar-r--3-59-bilhoes-em-sp.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Divulgação/Governo Federal/Embratur </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Feriado Prolongado, Nossa Senhora Aparecida, Dia das Crianças, romeiros, Turismo, Religiosos, Lazer, Família</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac56a6acdda95a36503f983</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 09:00:00 +0000</pubDate><title>BASF lança asfalto resistente a condições climáticas extremas</title><description>Tecnologia permite produzir a mistura a temperaturas mais baixas, incorporar mais produto reciclado e aumentar a força do pavimento</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9y/y3/rx/9yy3rxabyqd3ovge3b1plhk87.jpg"><figcaption>EPR Via Mineira aplica técnica sustentável de asfalto reciclado<span class="copyright">Divulgação/EPR Via Mineira </span></figcaption></figure><p>Produzir asfalto exige calor, muito calor. Ou seja: muita energia e, consequentemente, muitas emissões de gases de efeito estufa. E, diante dos eventos extremos, como tempestades e vendavais, a necessidade de recapeamento de ruas e estradas acaba sendo cada vez mais frequente.</p><p>A novidade é que um novo tipo de asfalto desenvolvido para combinar menos impacto ambiental, mais durabilidade e resistência a condições climáticas extremas está chegando ao mercado brasileiro. </p><p>Criado pela BASF, o B2Last já foi avaliado em projetos realizados com instituições acadêmicas e técnicas na Europa e nos Estados Unidos, onde apresentou resultados positivos mesmo em <strong>condições severas de clima</strong>. </p><p>A resistência está relacionada às propriedades do pavimento. O B2Last amplia a faixa de temperatura útil do ligante asfáltico e aumenta sua resistência a trincas e deformações, como as chamadas trilhas de roda, provocadas pela passagem repetida de veículos. Na prática, essas características ajudam o asfalto a preservar seu <strong>desempenho</strong> por mais tempo.</p><p><strong>Leia também: <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/mariana-sgarioni/2026-09-29/ia-pode-reduzir-consumo-de-energia-em-edificios.html">IA pode reduzir consumo de energia em edifícios</a></strong> </p><p>O produto é um modificador reativo líquido incorporado ao ligante durante a fabricação do asfalto. Ele forma uma rede reativa no material e pode ser utilizado tanto em misturas quentes quanto mornas, sem separação de fases. A <strong>tecnologia</strong> também melhora a interação com asfalto reciclado.</p><h2>Menos calor e menos emissões </h2><p>Um dos principais ganhos ambientais está na temperatura de produção. Enquanto o asfalto quente tradicional é trabalhado a cerca de 170°C, com o B2Last a mistura pode ser produzida e aplicada a aproximadamente 140°C — uma redução de 30°C.</p><p>Segundo os dados apresentados pela BASF, essa diferença pode diminuir em torno de 10% o consumo de combustível e as <strong>emissões de CO₂</strong> durante a produção. As temperaturas menores também reduzem os vapores de betume e aerossóis no canteiro de obras.</p><p>A durabilidade acrescenta outro componente à conta ambiental. Um pavimento que resiste melhor a fissuras e deformações tende a exigir menos intervenções ao longo de sua vida útil — e manutenção de estradas envolve novos materiais, máquinas, transporte e <strong>energia.</strong></p><p>De acordo com a companhia, o aumento da durabilidade pode contribuir para uma redução de até 50% das emissões consideradas ao longo de todo o ciclo de vida do pavimento.</p><h2>Asfalto velho volta para a estrada </h2><p>Outro diferencial é a possibilidade de incorporar uma proporção maior de asfalto reciclado, conhecido pela sigla RAP. Trata-se do material recuperado de pavimentos antigos, que pode ser processado e utilizado novamente na produção de novas misturas.</p><p>O B2Last melhora a interação com esse material e permite utilizar teores elevados de <strong>asfalto reciclado</strong> sem comprometer a capacidade de trabalho da mistura. Na prática, uma parcela maior do pavimento retirado de uma estrada pode retornar para a própria cadeia de pavimentação.</p><p>No Brasil, a BASF e a Fundação Eco+ ainda estão realizando estudos para medir os impactos e benefícios ambientais da utilização do B2Last na nossa <strong>infraestrutura</strong> rodoviária.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/colunas/mariana-sgarioni/2026-10-09/basf-lanca-asfalto-resistente-a-condicoes-climaticas-extremas.html</link><dc:creator>Mariana Sgarioni</dc:creator><media:credit>Divulgação/EPR Via Mineira </media:credit><author>Mariana Sgarioni</author><keywords>Na estrada, asfalto, rodovias, estradas, pavimentação, ruas, BASF, B2Last, mudanças climáticas, eventos extremos</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1df14f881651c47c0ee44</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac625bb317c910b14ff7257</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 09:00:00 +0000</pubDate><title>Frete grátis chama atenção de 55% de consumidores na Black Friday</title><description>Mesmo dispostos a esperar mais pelos pedidos, consumidores impõem limites, e experiências negativas podem impedir uma nova compra na mesma loja</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d4/zd/zn/d4zdzng7xnldw7n1vfx6civ1w.jpg"><figcaption>Frete grátis chama atenção de 55% dos consumidores na Black Friday<span class="copyright">Conteúdo gerado por IA </span></figcaption></figure><p>Com a <strong>Black Friday</strong> se aproximando, marcada para 27 de novembro, os <strong>consumidores</strong> já começam a ficar de olho nas <strong>ofertas</strong> das lojas. Além do preço dos produtos, as condições de <strong>entrega</strong> também entram na conta: <strong>55%</strong> preferem o<strong> frete grátis,</strong> mesmo que isso signifique esperar mais para receber a compra, segundo levantamento da <strong>LWSA</strong> em parceria com a <strong>Opinion Box.</strong></p><p>A pesquisa mostrou que <strong>19%</strong> pagariam um pouco a mais pela velocidade, enquanto <strong>50%</strong> preferem aguardar para economizar, em uma opção de compra com<strong> entrega gratuita</strong> mais lenta em comparação com uma opção paga mais rápida.</p><p>Mesmo com uma boa oferta, o custo do <strong>transporte</strong> também pode impossibilitar o fechamento da venda. <strong>36%</strong> citam que as taxas de frete são um motivo para desistir da compra. O prazo de entrega é apontado por <strong>24%.</strong></p><p><strong>Leia também: <a href="https://economia.ig.com.br/2026-08-26/black-friday--37--dos-brasileiros-querem-comprar-roupas.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Black Friday: o que os brasileiros mais pretendem comprar?</a></strong> </p><h2>Prazo combinado pesa na recompra</h2><p>Além dos atrasos excessivos, o recebimento de produto danificado ou errado também afastaria cerca de <strong>50%</strong> dos entrevistados de uma nova compra na mesma loja.</p><p>Dentre outras modalidades de entrega citadas, a opção padrão, com menor custo, aparece com <strong>49%</strong>, seguida pela expressa, em até dois dias úteis, com <strong>33</strong>%. Retirada em loja e entrega no mesmo dia são mencionadas por <strong>29%</strong> cada.</p><p>A pesquisa ouviu, de maneira online, <strong>1.044 pessoas</strong> com 18 anos ou mais, de todas as regiões do <strong>Brasil</strong>, que pretendem comprar na<strong> Black Friday</strong> de 2026. As entrevistas aconteceu entre os dias 31 de julho a 19 de agosto. A margem de erro informada é de três pontos percentuais, com nível de confiança de <strong>95%.</strong> </p><p class="  ">A Black Friday está chegando e, com ela, a expectativa pelas <strong>promoções</strong> também aumenta. Entre tantas <strong>ofertas</strong>, cada consumidor tem seu próprio <strong>critério</strong> para decidir o que vale a pena.</p><p>E você, já sabe o que pretende procurar nas promoções deste ano? Qual é a primeira coisa que você olha antes de fechar uma compra?</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-09/frete-gratis-chama-atencao-de-55--de-consumidores-na-black-friday.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Conteúdo gerado por IA </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Loja, Desconto, Black Friday, ofertas, Frete</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac88d3b3746b0de50c3bc0f</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 06:54:35 +0000</pubDate><title>Lula x Flávio Bolsonaro: o que cada um propõe para a Fazenda</title><description>Durigan sinaliza continuidade da atual política econômica; oposição avalia nomes do mercado e uma nova estrutura ministerial para 2027</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2j/fp/9l/2jfp9lgd974a48l3am8a7z9k0.jpg"><figcaption>Ministério da Fazenda, em Brasília<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>A condução da economia entrou de vez no<a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-10-04/lula-e-flavio-bolsonaro-vao-disputar-o-segundo-turno.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"> segundo turno da eleição presidencial. </a>Enquanto <strong>Dario Durigan, </strong>atual<strong> Ministro da Fazenda,</strong> afirma que um eventual quarto mandato de <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-08-13/conheca-o-plano-de-governo-de-luiz-inacio-lula-da-silva.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</a> manteria a atual linha econômica, a campanha de <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-08-13/conheca-o-plano-de-governo-de-flavio-bolsonaro.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Flávio Bolsonaro (PL)</a> discute nomes do mercado financeiro e de antigos integrantes do <strong>governo Jair Bolsonaro</strong> para comandar a área a partir de 2027.</p><p>Durigan afirmou nesta quinta-feira (08) que não haverá um “cavalo de pau” na política econômica caso Lula seja reeleito. O ministro defendeu a manutenção do arcabouço fiscal e disse que o governo pretende buscar superávits primários crescentes a partir do próximo ano.</p><p>A declaração responde a uma das principais dúvidas abertas pelo segundo turno: se Lula mudaria a equipe ou a orientação econômica depois da eleição.</p><p>Até agora, não há confirmação de que <strong>Fernando Haddad (PT) </strong>volte à Fazenda. Ele deixou o ministério em março para disputar o <strong>governo de São Paulo,</strong> e Durigan assumiu a pasta com respaldo direto de Lula.</p><p>Nos últimos dias, também surgiu a possibilidade de <strong>Geraldo Alckmin</strong> ocupar a Fazenda em um eventual novo mandato. A hipótese foi relatada pela Reuters, mas não houve anúncio oficial do governo.</p><p>Durigan, por sua vez, reforçou nesta quinta-feira que considera a atual política fiscal um caminho a ser continuado. Ele afirmou ainda que o programa de Lula preserva o arcabouço fiscal aprovado durante a gestão de Haddad.</p><h2>Flávio mantém escolha da Fazenda em aberto</h2><p>Do lado de Flávio Bolsonaro, a composição da equipe econômica ainda não está fechada.</p><p>Entre os nomes mencionados para a Fazenda estão<strong> Marcelo Kayath, ex-diretor do Credit Suisse, Alexandre Bettamio, executivo do Bank of America,</strong> além de <strong>Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central,</strong> e <strong>Gustavo Montezano, ex-presidente do BNDES.</strong></p><p>Kayath ganhou espaço nas discussões da campanha e no mercado financeiro, mas afirma que nunca tratou diretamente com Flávio sobre assumir um ministério.</p><p>Em entrevista nesta semana, ele também rejeitou a possibilidade de atuar como uma espécie de novo “Posto Ipiranga”, expressão usada por Jair Bolsonaro para se referir a Paulo Guedes durante a campanha de 2018.</p><p>“Sou contra a ideia de ‘Posto Ipiranga’”, afirmou Kayath. Para ele, o ministro deve coordenar uma equipe técnica e ter capacidade de negociação política, em vez de concentrar sozinho as decisões econômicas.</p><p>A posição contrasta com a experiência do governo Jair Bolsonaro. Guedes acumulou áreas que anteriormente estavam divididas entre Fazenda, Planejamento, Indústria e Comércio e Trabalho no então Ministério da Economia.</p><p>Até agora, Flávio não confirmou que repetirá esse desenho.</p><h2>Campanha discute redução de ministérios</h2><p>O que já aparece com mais clareza é a intenção de reduzir a estrutura do Governo Federal.</p><p>A campanha trabalha com a possibilidade de diminuir o número de ministérios, atualmente em 38, para aproximadamente 25 em eventual governo Flávio. A reorganização ainda está em discussão e enfrenta resistência de setores que defendem a manutenção de áreas separadas, como Desenvolvimento, Indústria e Comércio.</p><p>Adolfo Sachsida, um dos responsáveis pela área econômica da campanha, também afirmou nesta quinta-feira que a proposta prevê redução de ministérios, corte de desperdícios e combate a supersalários no funcionalismo.</p><p>Daniella Marques, ex-presidente da Caixa e uma das principais vozes econômicas da campanha, atua na articulação de nomes para um eventual governo. Ela chegou a aparecer entre as possibilidades para a Fazenda, mas passou a ser citada também para um ministério ampliado na área social.</p><h2>Disputa econômica ganha peso no segundo turno</h2><p>Além da escolha da equipe, Lula e Flávio passaram a confrontar diretamente seus planos fiscais.</p><p>Durigan criticou nesta quinta-feira a proposta atribuída à campanha de Flávio de fazer um ajuste de até R$ 200 bilhões nas despesas e afirmou que não está claro de onde sairiam os cortes.</p><p class="     ">A equipe de Flávio, por outro lado, promete reduzir despesas, impostos e o tamanho da máquina pública. Integrantes da campanha têm dito que programas sociais como Bolsa Família e BPC serão preservados.</p><p>As duas campanhas ainda não fecharam publicamente quem comandará a Fazenda em 2027.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-09/lula-flavio-bolsonaro-o-que-cada-um-propoe-fazenda.html</link><dc:creator>Pedro Emerenciano</dc:creator><media:credit>Divulgação </media:credit><author>Pedro Emerenciano</author><keywords>Eleições 2026, Flávio Bolsonaro, Lula, Fazenda</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac84f27aa9574ca5cbf1956</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 02:19:22 +0000</pubDate><title>Justiça autoriza bet seguir operando após MP de Lula</title><description>Decisão da 9ª Vara Cível Federal de SP garante atuação da bet até 25 de outubro e suspende bloqueio do site; empresa alegou R$ 128 mi em aportes</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1p/kw/vq/1pkwvqq73pp3rkiq9o71umhjr.jpg"><figcaption>MP proíbe as bets no Brasil<span class="copyright">Antonio Cruz/ Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>A <strong>Stake Brazil</strong> obteve uma vitória importante na tarde desta quinta-feira (8). A <strong>9ª Vara Cível Federal de São Paulo</strong> concedeu uma liminar que autoriza a casa de apostas a continuar operando no Brasil, suspendendo os efeitos da <strong>Medida Provisória</strong> assinada pelo presidente <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/2026-10-07/lula-flavio-escala-6x1-propostas-segundo-turno.html">Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</a><strong> que proibiu a atuação do setor no país</strong>.</p><p>A decisão, proferida pela juíza Cristiane Farias Rodrigues dos Santos, garante à empresa de origem australiana o direito de manter suas atividades até 25 de outubro de 2026 — exatamente 30 dias após a publicação da MP. A medida também suspende qualquer tentativa de bloqueio, indisponibilização ou redirecionamento do domínio stake.bet.br, mantendo toda a sua estrutura tecnológica no ar.</p><h2>Quebra de expectativa e investimentos de R$ 128 milhões</h2><p>Ao analisar o pedido, a magistrada destacou que a mudança abrupta nas regras impacta investimentos já consolidados sob o regramento anterior.</p><p>“A própria cronologia descrita na inicial indica que o setor foi objeto de legislação, regulamentação, fiscalização, certificação e autorização estatal durante período prolongado” e que “a Administração teria, portanto, escolhido inicialmente a regulação do mercado, recebido outorgas, autorizado operadores e exigido investimentos sob esse regime”, ponderou a juíza na decisão.</p><p>Outro argumento apresentado pela Justiça é que “não é possível, em cognição sumária, concluir que a posterior adoção da proibição integral seja manifestamente inconstitucional, mas também não é possível presumir que a transição entre modelos regulatórios possa ocorrer de forma instantânea, sem preservar minimamente as situações individuais constituídas, sobretudo quando a própria medida provisória estabeleceu prazo de trinta dias para extinção das autorizações”.</p><p>Para fundamentar o pedido, a defesa da Stake apresentou números concretos sobre sua operação nacional, que possuía autorização administrativa válida até o fim de 2029. </p><p>Além de comprovar o pagamento de R$ 30 milhões em outorga ao governo federal e a integralização de R$ 87,8 milhões em capital social, a empresa detalhou um investimento total de R$ 128,2 milhões no país em áreas como tecnologia, marketing, tributos e patrocínios. </p><p>Atualmente, a estrutura da bet no Brasil conta com 41 funcionários contratados diretamente nas áreas de suporte, jurídico e operações.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-08/justica-autoriza-bet-seguir-operando-apos-mp-de-lula.html</link><dc:creator>Luis Antonio Souza</dc:creator><media:credit>Antonio Cruz/ Agência Brasil </media:credit><author>Luis Antonio Souza</author><keywords>bets, stake, justiça, MP das Bets, LULA</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac84634aa9574ca5cbf194e</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 01:41:10 +0000</pubDate><title>Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 112 milhões nesta quinta</title><description>Lotofácil teve três apostas vencedoras; Quina, Timemania e Dia de Sorte também acumularam nos sorteios desta quinta-feira (08) à noite</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bd/qu/dc/bdqudcytqq902on2iuah8u31u.jpg"><figcaption>Mega-Sena <span class="copyright">MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL </span></figcaption></figure><p>Ninguém acertou as seis dezenas da <strong>Mega-Sena</strong> nesta quinta-feira (08), e o prêmio principal acumulou para R$ 112 milhões. O concurso 3.068 sorteou R$ 100 milhões no<strong> Espaço da Sorte,</strong> em<strong> São Paulo.</strong></p><p>Os números foram:</p><p>07 - 10 - 39 - 40 - 43 - 57</p><p>A quina teve 62 apostas vencedoras, que receberão R$ 51.808,94 cada. Outras 4.884 apostas acertaram quatro números e levarão R$ 1.084,10.</p><p>O próximo concurso da Mega-Sena, de número 3.069, será realizado no domingo (11).</p><h2>Lotofácil tem três ganhadores</h2><p>Três apostas acertaram as 15 dezenas do concurso 3.800 da Lotofácil. Os bilhetes vencedores foram registrados em canal eletrônico, Timon (MA) e Osasco (SP). Cada um receberá R$ 1.805.183,78.</p><p>As dezenas sorteadas foram:</p><p>01 - 02 - 03 - 04 - 05 - 07 - 08 - 09 - 10 - 12 - 13 - 14 - 15 - 19 - 21</p><p>A Lotofácil volta a ser sorteada nesta sexta-feira (09), com prêmio estimado em R$ 2 milhões.</p><h2>Quina acumula para R$ 30 milhões</h2><p>Nenhuma aposta acertou as cinco dezenas da Quina. O concurso 7.138 sorteou:</p><p>14 - 16 - 27 - 34 - 52</p><p>Cem apostas fizeram a quadra e receberão R$ 6.543,56 cada. O prêmio principal subiu para R$ 30 milhões no concurso desta sexta-feira (09).</p><h2>Timemania chega a R$ 19,3 milhões</h2><p>A Timemania também terminou sem vencedor na faixa principal. As dezenas do concurso 2.452 foram:</p><p>39 - 40 - 60 - 62 - 64 - 68 - 72</p><p>O Time do Coração foi o Confiança (SE).</p><p>Quatro apostas acertaram seis números e receberão R$ 39.472,19 cada. O próximo sorteio será no domingo (11), com prêmio estimado em R$ 19,3 milhões.</p><h2>Dia de Sorte acumula</h2><p>O concurso 1.318 do Dia de Sorte não teve acertador das sete dezenas. Foram sorteados:</p><p>01 - 02 - 03 - 11 - 20 - 25 - 27</p><p class="    ">O Mês da Sorte foi Setembro.</p><p class="   ">Cinquenta e uma apostas acertaram seis números e levarão R$ 3.656,52 cada. O próximo concurso será nesta sexta-feira (09), com prêmio estimado em R$ 4,1 milhões.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/Loterias/2026-10-08/mega-sena-acumula-premio-chega-r-112-milhoes-nesta-quinta.html</link><dc:creator>Pedro Emerenciano</dc:creator><media:credit>MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL </media:credit><author>Pedro Emerenciano</author><keywords>Loteria, Megasena, Quina, Sorteio</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5d8173069e5089db0fe22ff3</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac7e71caa9574ca5cbf18e9</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 20:46:15 +0000</pubDate><title>Fiscalização encontra fezes de animais em mercadorias no Atacadão</title><description>Produtos vencidos também estão entre irregularidades apontadas em empresa do grupo Carrefour, no Tocantins; Justiça dá 15 dias para adoção de medidas</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/48/re/hl/48rehlvayct70hz711zoewqxd.jpg"><figcaption>Unidade do Atacadão, do grupo Carrefour Brasil<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>Mercadorias vencidas e em decomposição acumuladas em depósitos, presença de gatos e fezes de animais foram algumas das irregularidades encontradas durante<strong> fiscalização da Vigilância Sanitária</strong> em uma unidade do Atacadão e outras três empresas, todas do grupo Carrefour Brasil, instaladas nas cidades de <strong>Palmas e Gurupi, no Tocantins</strong>. Também foram constatadas ventilação inadequada e equipamentos de combate a incêndio bloqueados por paletes e produtos, problemas que colocavam em risco a saúde e segurança de funcionários.</p><p>Diante da denúncia, a <strong>Justiça do Trabalho</strong> determinou a adoção de medidas para corrigir as irregularidades. A liminar foi concedida pela 1ª Vara do Trabalho de Palmas em ação civil pública ajuizada pelo <strong>Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal e no Tocantins (MPT-DF/TO).</strong></p><p>A decisão, assinada pelo juiz Reinaldo Martini em 1º de outubro, estabelece prazo máximo de 15 dias para o cumprimento das obrigações, que incluem a manutenção dos ambientes limpos em todas as unidades das empresas rés no estado.</p><p>As empresas também terão que separar e descartar diariamente mercadorias vencidas, avariadas ou em decomposição e garantir um <strong>programa permanente de controle de pragas</strong> e manejo de animais domésticos. Ainda deverão assegurar o acesso e a sinalização de extintores e hidrantes e instalar sistemas de ventilação ou exaustão suficientes nos depósitos.</p><p>Em caso de descumprimento, a Justiça determinou multa diária de R$ 20 mil por unidade do <strong>Atacadão no Tocantins</strong>, limitada inicialmente a R$ 1 milhão por estabelecimento.</p><h2>Investigação começou há mais de um ano</h2><p>A investigação do MPT teve início em agosto de 2025, a partir de denúncias sobre as condições de trabalho. Inspeções do órgão e relatórios da <strong>Vigilância Sanitária Municipal de Palmas</strong> documentaram a repetição dos problemas.</p><p>O MPT informou que as empresas recusaram a assinatura de um <strong>Termo de Ajuste de Conduta (TAC)</strong>, alegando que as providências já adotadas seriam suficientes para solucionar as irregularidades. Novas inspeções, porém, constataram a permanência das falhas.</p><p>Em <strong>Gurupi</strong>, uma fiscalização realizada em abril de 2026 voltou a identificar problemas relacionados aos equipamentos de combate a incêndio.</p><p class="  ">Ao conceder a liminar, o juiz destacou os riscos de contaminação e a dificuldade de resposta a um eventual incêndio.</p><p>A ação também pede a condenação das empresas ao pagamento de R$ 50 milhões por danos morais coletivos. Esse pedido ainda será julgado.</p><p>A reportagem do<strong> iG</strong> entrou em contato com o grupo Carrefour, que, por meio de nota encaminhada pela assessoria de imprensa, afirmou que tomou conhecimento do processo recentemente e que as condições apresentadas não condizem com a conduta da empresa nem com a forma como se relaciona com seus colaboradores.</p><p>Na nota, o grupo informa ainda que "as <strong>lojas foram prontamente notificadas</strong> para realizarem todos os ajustes necessários e que está à disposição dos órgãos competentes para esclarecimentos".</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-08/fiscalizacao-encontra-fezes-de-animais-em-mercadorias-no-atacadao.html</link><dc:creator>Marcia Bessa Martins</dc:creator><media:credit>Divulgação </media:credit><author>Marcia Bessa Martins</author><keywords>irregularidades, Atacadão, Fiscalização, Vigilância, Tocantins, Grupo Carrefour, Fezes, produtos, vencidos</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac7cbaa3746b0de50c3bb63</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 16:58:18 +0000</pubDate><title>Empreendedorismo jovem cresce; estudo revela qual é o caminho do sucesso</title><description>POR RODRIGO SCHOENACHER O mercado de trabalho brasileiro está passando por uma transformação profunda. Cada...</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b1/26/kg/b126kg4v2tiwb7uvxg8xiu64q.jpg"><figcaption>Empreendedorismo jovem cresce<span class="copyright">The Conversation </span></figcaption></figure><p></p><p>POR RODRIGO SCHOENACHER</p><p>O mercado de trabalho brasileiro está passando por uma transformação profunda. Cada vez mais jovens decidem pular a busca pelo primeiro emprego formal para abrir o próprio negócio.</p><p><a href="https://agenciasebrae.com.br/dados/jovens-brasileiros-estao-empreendendo-mais-e-registram-remuneracao-recorde/" target="_blank" rel="noopener">Dados recentes</a> mostram que o número de empreendedores com até 29 anos subiu de 3,9 milhões em 2012 para 4,9 milhões em 2024. Esse movimento sugere um desejo por autonomia, mas será que apenas o entusiasmo juvenil garante o sucesso?</p><p>Um <a href="https://www.bdtd.uerj.br:8443/handle/1/19503" target="_blank" rel="noopener">novo estudo</a>, publicado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), traz evidências que ajudam a entender melhor esse fenômeno.</p><div class="taxonomy-post_tag wp-block-post-terms"><span class="wp-block-post-terms__prefix">Mais sobre </span><a href="https://esginsights.com.br/tag/documentos-e-estudos/" rel="tag">documentos e estudos</a><span class="wp-block-post-terms__separator">, </span><a href="https://esginsights.com.br/tag/empreendedorismo/" rel="tag">empreendedorismo</a><span class="wp-block-post-terms__separator">, </span><a href="https://esginsights.com.br/tag/empresas-brasileiras/" rel="tag">empresas brasileiras</a><span class="wp-block-post-terms__separator">, </span><a href="https://esginsights.com.br/tag/jovem/" rel="tag">jovem</a><span class="wp-block-post-terms__separator">, </span><a href="https://esginsights.com.br/tag/mercado-de-trabalho/" rel="tag">mercado de trabalho</a><span class="wp-block-post-terms__separator">, </span><a href="https://esginsights.com.br/tag/pesquisa/" rel="tag">pesquisa</a><span class="wp-block-post-terms__separator">, </span><a href="https://esginsights.com.br/tag/startups/" rel="tag">startups</a><span class="wp-block-post-terms__separator">, </span><a href="https://esginsights.com.br/tag/trabalho/" rel="tag">trabalho</a></div><h2 class="wp-block-heading">O mito do jovem prodígio versus a realidade dos dados</h2><p><a href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/06/14/em-vez-do-1o-emprego-a-1a-empresa-cresce-numero-de-jovens-que-comecam-a-vida-profissional-pelo-empreendedorismo.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Reportagem</a> publicada pelo jornal <em>O Globo</em> destaca histórias de sucesso de jovens com pouco mais de 20 anos. No entanto, a pesquisa acadêmica faz um alerta importante sobre o perfil de quem realmente prospera. O estudo identifica que o perfil de fundadores com maiores chances de êxito é o de profissionais maduros, acima de 40 anos.</p><p>Essa evidência refuta a ideia comum de que o empreendedorismo é um “jogo apenas para jovens”. A maturidade traz uma menor aversão ao risco calculado e maior capacidade de realização. Além disso, o sucesso está muito ligado à experiência prévia em outras empresas e a uma formação acadêmica sólida.</p><ul class="wp-block-list"><li><a href="https://esginsights.com.br/ninguem-quer-mais-trabalhar/">Ninguém quer mais trabalhar</a></li><li><a href="https://esginsights.com.br/o-futuro-do-trabalho/">O futuro do trabalho</a></li></ul><h2 class="wp-block-heading">O diferencial entre sobreviver e crescer</h2><p>O <a href="https://agenciasebrae.com.br/dados/numero-de-jovens-empreendedores-aumentou-23-na-ultima-decada/" target="_blank" rel="noopener">levantamento</a> do Sebrae mostra que o nível de escolaridade desses novos empresários aumentou. O grupo com ensino médio completo passou de 33% para 47% em pouco mais de uma década. Além disso, 17% dos jovens empreendedores já concluíram o ensino superior. Nosso estudo ratifica a formação acadêmica como um fator essencial para o sucesso.</p><p>De forma mais específica, o estudo revela que 70% dos fundadores de startups de sucesso possuem pós-graduação. Pessoas com mais tempo de estudo sentem-se mais confiantes para detectar oportunidades de negócio. A educação formal ajuda a transformar a “vontade de fazer” em processos de gestão estruturados. Sem isso, o empreendimento corre o risco de ser apenas uma ocupação temporária por falta de opção.</p><div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><a href="https://www.linkedin.com/showcase/42081634/" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="210" src="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ESG_Insights_no_LinkdeIn.webp" alt="ESG Insights no LinkedIn" class="wp-image-55472" srcset="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ESG_Insights_no_LinkdeIn.webp 750w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ESG_Insights_no_LinkdeIn-300x84.webp 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px"></a></figure></div><h2 class="wp-block-heading">Tecnologia, inovação e design</h2><p>Um ponto comum entre a reportagem indicada e a pesquisa é a importância da tecnologia e da diferenciação. Muitos jovens usam ferramentas digitais para baratear a entrada no mercado. Mas o estudo da Uerj mostra que um dos segredos para inovação sustentável está numa boa gestão do Design.</p><p>Para muitos, o design é apenas a estética do produto. Do ponto de vista acadêmico, ele é um processo de tomada de decisão para resolver problemas de forma criativa. O uso estratégico do design permite que a empresa entenda melhor as necessidades do cliente.</p><p>Isso acontece por meio do que os pesquisadores chamam de abordagem Design Thinking. O Design Thinking organiza o pensamento crítico de forma criativa e colaborativa para criar soluções que as pessoas realmente queiram usar.</p><h2 class="wp-block-heading">O desafio do aprendizado constante</h2><p>Durante uma <a href="https://coppe.ufrj.br/planeta-coppe/programas-da-faperj-para-alavancar-o-empreendedorismo-no-estado-do-rio-de-janeiro-foram-apresentados-na-coppe/" target="_blank" rel="noopener">palestra em 2024</a> a professora da Uerj e assessora da diretoria de Tecnologia da Faperj, Renata Angeli, explicou que a troca de informações e experiências é vital para esses jovens. Esta afirmação é consistente com os achados acadêmicos e está associado ao conceito de meta-aprendizado.</p><p>O meta-aprendizado é, basicamente, a capacidade de “aprender a aprender” de forma contínua. Os programas de aceleração apoiam diretamente no desenvolvimento dessa competência ao permitir que o empreendedor se dedique à sua ideia.</p><p>Em um mundo onde as tecnologias mudam rápido, o empreendedor não pode parar de estudar. O estudo sugere que as universidades precisam ensinar liderança e autonomia de forma transversal. Isso prepararia o jovem para lidar com o fracasso, que ainda é um grande tabu no Brasil. Aprender com o erro é um pré-requisito para inovar em ambientes de incerteza.</p><p>O crescimento do empreendedorismo jovem é uma notícia positiva para a economia. No entanto, para que esses 4,9 milhões de brasileiros gerem riqueza real, é preciso ir além do CNPJ. A ciência mostra que a combinação de educação superior, experiência de mercado e gestão do design é um dos caminhos que separam uma ideia passageira de um negócio escalável.</p><p>O jovem empreendedor de 2026 tem a tecnologia a seu favor. Mas ele precisará da disciplina da gestão e da sensibilidade do design para transformar sua energia em inovação duradoura.</p><p><a href="https://theconversation.com/profiles/rodrigo-schoenacher-1501386" target="_blank" rel="noopener">Rodrigo Schoenacher</a> – Doutor em empreendedorismo e inovação na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).</p><p><em>Este texto foi republicado de <a href="https://theconversation.com/" target="_blank" rel="noopener">The Conversation</a> sob uma licença Creative Commons. <a href="https://theconversation.com/pesquisa-afasta-ideia-de-que-startups-e-empreendedorismo-sao-apenas-para-jovens-285762" target="_blank" rel="noopener">Leia o artigo original.</a></em></p><p><a href="https://esginsights.com.br/category/artigos/">Leia mais artigos do ESG Insights</a>.</p><div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><a href="https://esginsights.com.br/newsletter/" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="210" src="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Insights_no_seu_e-mail.webp" alt="Insights no seu e-mail: assine a newsletter gratuita" class="wp-image-55471" srcset="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Insights_no_seu_e-mail.webp 750w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Insights_no_seu_e-mail-300x84.webp 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px"></a></figure></div><div class="some_credito"><media:credit>Foto: GaudiLab/Getty Images</media:credit><figcaption>Evidências refutam a ideia comum de que o empreendedorismo é um “jogo apenas para jovens”</figcaption></div><p> </p><div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow"><h5 class="has-text-align-center wp-block-heading">ÚLTIMAS NOTÍCIAS</h5><ul class="wp-block-latest-posts__list is-grid columns-2 has-dates alignwide wp-block-latest-posts"><li><div class="wp-block-latest-posts__featured-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="304" src="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/10/congresso_pautas_ambientais-1024x537.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Congresso pautas ambientais" srcset="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/10/congresso_pautas_ambientais-1024x537.jpg 1024w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/10/congresso_pautas_ambientais-300x157.jpg 300w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/10/congresso_pautas_ambientais-768x403.jpg 768w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/10/congresso_pautas_ambientais-1536x806.jpg 1536w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/10/congresso_pautas_ambientais-1200x629.jpg 1200w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/10/congresso_pautas_ambientais.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px"></div><a class="wp-block-latest-posts__post-title" href="https://esginsights.com.br/congresso-70-dos-eleitos-sao-contra-agenda-ambiental/">Congresso: 70% dos eleitos são contra agenda ambiental</a><time datetime="2026-10-07T11:39:13-03:00" class="wp-block-latest-posts__post-date">7 de outubro de 2026</time><div class="wp-block-latest-posts__post-excerpt">Estudo do Observatório do Clima aponta queda na adesão às pautas ambientais, quando comparados os atuais e os futuros parlamentares</div></li><li><div class="wp-block-latest-posts__featured-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="303" src="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2024/03/wirestock_freepik_amazonia-1024x535.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Vista aérea da Floresta Amazônica" srcset="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2024/03/wirestock_freepik_amazonia-1024x535.jpg 1024w, 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nacionais para preservação da biodiversidade ainda estão longe das metas para 2030</div></li><li><div class="wp-block-latest-posts__featured-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="303" src="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/09/mercados-de-carbono-brasil-1024x535.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Incêndios florestais no município de Trairão, Pará" srcset="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/09/mercados-de-carbono-brasil-1024x535.jpg 1024w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/09/mercados-de-carbono-brasil-300x157.jpg 300w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/09/mercados-de-carbono-brasil-768x401.jpg 768w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/09/mercados-de-carbono-brasil-1536x802.jpg 1536w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/09/mercados-de-carbono-brasil-1200x627.jpg 1200w, 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srcset="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/07/aquecimento-global-crise-ambiental-1024x535.jpg 1024w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/07/aquecimento-global-crise-ambiental-300x157.jpg 300w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/07/aquecimento-global-crise-ambiental-768x401.jpg 768w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/07/aquecimento-global-crise-ambiental-1536x802.jpg 1536w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/07/aquecimento-global-crise-ambiental-1200x627.jpg 1200w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/07/aquecimento-global-crise-ambiental.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px"></div><a class="wp-block-latest-posts__post-title" href="https://esginsights.com.br/mundo-deve-ultrapassar-a-meta-climatica-de-15c-aponta-relatorio-da-onu/">Mundo deve ultrapassar a meta climática de 1,5°C, aponta relatório da ONU</a><time datetime="2026-09-11T14:49:34-03:00" class="wp-block-latest-posts__post-date">11 de setembro de 2026</time><div class="wp-block-latest-posts__post-excerpt">Já não é mais possível limitar o aquecimento global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, mas o jogo ainda não acabou</div></li><li><div class="wp-block-latest-posts__featured-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="303" src="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/09/el-nino-brasil-1024x535.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Três furacões avançam simultaneamente pelo Oceano Pacífico naprimeira semana de setembro" srcset="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/09/el-nino-brasil-1024x535.jpg 1024w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/09/el-nino-brasil-300x157.jpg 300w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/09/el-nino-brasil-768x401.jpg 768w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/09/el-nino-brasil-1536x802.jpg 1536w, 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src="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mudancas_climaticas_nepal-1024x535.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Povoado no centro-norte do Nepal soterrado após inundações na fronteira com o Tibete" srcset="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mudancas_climaticas_nepal-1024x535.jpg 1024w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mudancas_climaticas_nepal-300x157.jpg 300w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mudancas_climaticas_nepal-768x401.jpg 768w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mudancas_climaticas_nepal-1536x802.jpg 1536w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mudancas_climaticas_nepal-1200x627.jpg 1200w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mudancas_climaticas_nepal.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px"></div><a class="wp-block-latest-posts__post-title" href="https://esginsights.com.br/tragedia-no-nepal-revela-como-as-mudancas-climaticas-multiplicam-riscos-ambientais/">Tragédia no Nepal revela como as mudanças climáticas multiplicam riscos ambientais</a><time datetime="2026-09-02T08:30:00-03:00" class="wp-block-latest-posts__post-date">2 de setembro de 2026</time><div class="wp-block-latest-posts__post-excerpt">Episódio na fronteira entre Nepal e Tibete ilustra como um desastre pode criar as condições para o próximo</div></li><li><div class="wp-block-latest-posts__featured-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="303" src="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/08/fazenda_eucalipto_cerrado-1024x535.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Fazenda de eucalipto no Cerrado" srcset="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/08/fazenda_eucalipto_cerrado-1024x535.jpg 1024w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2025/08/fazenda_eucalipto_cerrado-300x157.jpg 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outros problemas ambientais</div></li><li><div class="wp-block-latest-posts__featured-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="303" src="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transicao_energetica-1024x535.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Vista de satélite do Parque Solar de Bhadla, na Índia: Energia limpa às custas de alumínio, silício, cobre, prata e outros materiais extraídos em diferentes partes do mundo" srcset="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transicao_energetica-1024x535.jpg 1024w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transicao_energetica-300x157.jpg 300w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transicao_energetica-768x401.jpg 768w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transicao_energetica-1536x802.jpg 1536w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transicao_energetica-1200x627.jpg 1200w, 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que as mudanças climáticas elevam as temperaturas e aumentam os problemas de saúde" srcset="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/brasilia_mudancas_climaticas-1024x535.jpg 1024w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/brasilia_mudancas_climaticas-300x157.jpg 300w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/brasilia_mudancas_climaticas-768x401.jpg 768w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/brasilia_mudancas_climaticas-1536x802.jpg 1536w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/brasilia_mudancas_climaticas-1200x627.jpg 1200w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/brasilia_mudancas_climaticas.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px"></div><a class="wp-block-latest-posts__post-title" href="https://esginsights.com.br/plantio-de-guerrilha-leva-sombra-e-areas-verdes-a-periferia-de-brasilia/">Plantio de guerrilha leva sombra e áreas verdes à periferia de Brasília</a><time datetime="2026-08-14T17:23:10-03:00" class="wp-block-latest-posts__post-date">14 de agosto de 2026</time><div class="wp-block-latest-posts__post-excerpt">Ilhas de calor nas favelas da capital brasileira aumentam riscos à saúde – sintoma da desigualdade no acesso a áreas verdes</div></li><li><div class="wp-block-latest-posts__featured-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="303" src="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mudancas-climaticas-esg-1024x535.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="A mitigação atua diretamente sobre as causas do aquecimento global e a adaptação atua sobre os efeitos já observados ou inevitáveis das mudanças climáticas" srcset="https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mudancas-climaticas-esg-1024x535.jpg 1024w, https://esginsights.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mudancas-climaticas-esg-300x157.jpg 300w, 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href="https://esginsights.com.br/empreendedorismo-jovem-cresce-mas-estudo-revela-qual-e-o-caminho-do-sucesso/">Empreendedorismo jovem cresce; estudo revela qual é o caminho do sucesso</a> apareceu primeiro em <a href="https://esginsights.com.br">ESG Insights</a>.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/parceiros/esginsights/2026-10-08/empreendedorismo-jovem-cresce--estudo-revela-qual-e-o-caminho-do-sucesso.html</link><dc:creator>ESG Insights</dc:creator><media:credit>The Conversation </media:credit><author>ESG Insights</author><keywords>ESG Insights</keywords><internationalize>false</internationalize><section>65c4e63a52316e310125fb27</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac7b7de3746b0de50c3bb51</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 15:41:56 +0000</pubDate><title>Leilão da Casas Bahia tem 124 lotes com lance a partir de R$ 211</title><description>Entre os produtos disponíveis estão sofás, colchões, geladeiras, fogões e TVs com até 98 polegadas; leilão termina em 20 de outubro</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/30/wt/2n/30wt2nfqfqzbrynynwx7z2yja.jpg"><figcaption>Leilão da Casas Bahia tem 124 lotes e ofertas a partir de R$ 211<span class="copyright">Reprodução: Casas Bahia </span></figcaption></figure><p>Quem pensa em renovar a casa pode encontrar uma oportunidade no novo leilão da <a href="https://www.google.com/goto?url=CAESogEB6zswFbqPjHEWTj-JYJV8OnW40MfLGBqBYp2XvjABub-DBu-JezRkxUi4-fsBdw-1zLiEu_eI8UTf8d7KGtTmtMwYUjgjcq856BGPkvy3BjMLJAAXwTMYblDhjwOLJ1D4PUb86k9n3Q2g4UzfsqkQvMw2cxG_zMaOxQZylqD2560uRBVlERihx8uDnP6Jd9HLjH8R06WfgdQEaejf07pMjaw" target="_blank" rel="noopener nofollow">Casas Bahia</a>. A empresa colocou <strong>124 lotes de móveis</strong> e <strong>eletrodomésticos</strong> à venda, com produtos como: <strong>sofás, colchões, geladeiras, fogões, máquinas de lavar e televisores.</strong></p><p>O leilão é realizado pela <a href="https://www.kwara.com.br/busca?sellerIds[]=1478326660515235346" target="_blank" rel="noopener nofollow">plataforma Kwara</a> e termina no dia 20 de outubro, a partir das <strong>10h.</strong></p><p>Os valores começam com <strong>R$ 211</strong>, mas podem subir até o encerramento, já que os participantes podem aumentar os <strong>lances</strong> durante a disputa.</p><h2>O que está à venda?</h2><p>Entre os itens disponíveis estão uma <strong>bancada Atla</strong>s, uma <strong>lavadora</strong> <strong>Brastemp</strong> de 15 kg, uma <strong>mesa de centro Patrimar Laila</strong>, <strong>refrigeradores Electrolux</strong> e <strong>Smart TVs TCL de 75 e 98 polegadas.</strong></p><p>Nos lotes de móveis, há, por exemplo:</p><ul><li>6 sofás Linoforte por R$ 996;</li><li>Cerca de 10 colchões e boxes Cama in Box por R$ 1.516;</li><li>7 colchões Umaflex por R$ 1.018;</li><li>Cerca de 10 boxes Umaflex por R$ 544;</li><li>Aproximadamente 15 colchões e cabeceiras Hellen por R$ 734.</li></ul><p>Também há outras opções de sofás. Um lote com 5 unidades da Luizzi aparece com lance de <strong>R$ 1.097</strong>. Outro reúne <strong>7 sofás Hellen por R$ 867.</strong> Já um terceiro lote tem <strong>3 sofás Luizzi</strong> por<strong> R$ 841.</strong></p><h2>Eletrodomésticos</h2><p>Nessa categoria, os preços também chamam atenção.</p><p>Um <strong>fogão</strong> Atlas Dako Magister aparece com lance de <strong>R$ 386</strong>. Já um lote com dois fogões tem oferta de <strong>R$ 326.</strong></p><p>Para quem está procurando geladeira, há modelos como:</p><ul><li>Electrolux IT56S: R$ 1.073;</li><li>Samsung RT46K6A4KS9: R$ 1.274;</li><li>Brastemp BRM44HB: R$ 894.</li></ul><p>Os valores acima são os lances registrados no momento da consulta. Ou seja: eles podem aumentar até o fim do leilão.</p><h2>O preço do lance não é o valor final</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7n/wo/6x/7nwo6x8rr352l8d0wjhousut8.jpg"><figcaption>Veja com está a reputação da loja virtual no site do Reclame Aqui ou no Procon do seu estado<span class="copyright">iStock </span></figcaption></figure><p class="    ">É importante colocar as <strong>taxas</strong> na conta da compra. A Kwara cobra<strong> 5%</strong> de <strong>comissão</strong> para o leiloeiro e mais<strong> 15%</strong> de despesas administrativas. Juntas, as cobranças representam <strong>20%</strong> sobre o valor do arremate.</p><p class="   ">Funciona assim: se você arrematar um produto por <strong>R$ 1.000</strong>, terá mais<strong> R$ 200</strong> em taxas. Assim, o item vai custar <strong>R$ 1.200</strong>, sem contar o transporte.</p><h2>Produtos podem ter defeitos</h2><p>Os produtos são vendidos no estado em que se encontram. Isso significa que podem ter marcas de <strong>uso, riscos, avarias, peças</strong> faltando ou até problemas de funcionamento.</p><p>Além dos itens não possuir garantia eles não podem ser trocados depois da compra.</p><p>As fotos publicadas no site ajudam a mostrar a condição dos produtos, mas não são garantia de que eles estejam em perfeito estado.</p><p><strong>Leia também: <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-01/leiloes-das-casas-bahia--de-onde-vem-os-produtos-vendidos-.html#google_vignette" target="_blank" rel="noopener nofollow">Leilões das Casas Bahia: de onde vêm os produtos vendidos?</a></strong> </p><p>Alguns itens podem também  estar <strong>bloqueados</strong> ou exigir <strong>senhas, códigos ou cadastros</strong> para funcionar. Nesses casos, o comprador pode ter que resolver a situação por conta própria.</p><p>Por isso, leia todas as informações do lote e o edital antes de dar o lance.</p><h2>Como dar um lance?</h2><p>Primeiro, faça o cadastro na plataforma e aguardar a aprovação.</p><p>Depois, escolha os lotes que deseja e pode começar a oferecer os valores.</p><p>É possível dar o lance <strong>manualmente</strong> ou usar uma ferramenta de lance <strong>automático</strong>, que permite programar ofertas.</p><p>Quem vencer precisa ficar atento a como funciona o pagamento. O <strong>valor</strong> do arremate deve ser pago via <a href="https://economia.ig.com.br/2026-10-01/pix-por-aproximacao-deixa-de-ter-teto-de-r--500-a-partir-de-hoje.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Pix </a>em até um dia útil após a aprovação do lance vencedor. O atraso pode gerar multa.</p><h2>E para retirar o produto?</h2><p>Depois do <strong>pagamento</strong>, o comprador precisa agendar a retirada com a equipe responsável.</p><p>É necessário levar um <strong>veículo</strong> <strong>adequado</strong> e vazio para transportar os produtos. A retirada não pode ser feita a pé ou de moto. Também é obrigatório usar calçado de segurança no local.</p><p>Caso o lote tiver vários <strong>produtos</strong>, o comprador precisa levar todos os itens. Não dá para escolher apenas os que interessam depois do arremate.</p><h2>Leilão acontece durante recuperação judicial</h2><p>O leilão ocorre em um momento delicado para a <strong>Casas Bahia</strong>.<a href="https://economia.ig.com.br/2026-08-17/casas-bahia-pede-recuperacao-judicial-com-r--17-3-bi-em-divida.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"> O Grupo Casas Bahia está em recuperação judicial</a>, processo usado para <strong>reorganizar</strong> as <strong>dívidas</strong> e tentar manter as atividades da empresa enquanto são feitas negociações com os credores.</p><p>A companhia entrou com o pedido em 16 de agosto. Em 2024, a empresa já havia recorrido a uma <strong>recuperação extrajudicial</strong> envolvendo cerca de <strong>R$ 4,1 bilhões em dívidas.</strong></p><p>Nos últimos meses, a Casas Bahia também anunciou medidas para reduzir despesas, como fechamento de lojas e redução de investimentos.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2v/rd/ua/2vrdua8bmnrof31id78yolpex.jpg"><figcaption>Loja Casas Bahia fechada<span class="copyright">Lívia Coimbra/iG </span></figcaption></figure><p>Conforme a empresa, os leilões fazem parte de uma operação recorrente com produtos do <strong>Departamento de Assistência Técnica</strong> (DAT).</p><p>A Casas Bahia afirma que as lojas físicas e o comércio eletrônico continuam funcionando normalmente.</p><h2>Cuidado com golpes</h2><p>Antes de participar, confira se você está realmente acessando o <strong>site oficial da Kwara</strong>. Desconfie de páginas, anúncios ou pessoas que peçam <strong>pagamentos</strong> fora dos canais indicados no edital. Também vale ler todas as regras antes de fazer qualquer oferta.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-08/leilao-da-casas-bahia-tem-124-lotes-e-ofertas-a-partir-de-r--211.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Reprodução: Casas Bahia </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>LEILAO, casas bahia, Itens para casa, Eletrodomésticos</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac7a02b3746b0de50c3bb23</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 14:17:53 +0000</pubDate><title>Amazon anuncia demissões e revela como ficam operações no Brasil</title><description>Cortes atingem operações nos EUA, Índia e Reino Unido, mas companhia mantém investimentos em logística e expansão no mercado brasileiro</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cb/cr/tg/cbcrtgultw4ah5x7j3npi7ffm.jpg"><figcaption>Empregos na Amazon<span class="copyright">Divulgação/Amazon </span></figcaption></figure><p>A <strong>Amazon</strong> anunciou nesta quinta-feira (8) uma nova rodada de <strong>demissões</strong> que afeta funcionários nos<strong> Estados Unido</strong>s, na <strong>Índia</strong> e no <strong>Reino Unido</strong>. Os cortes acontecem justamente durante um dos períodos mais movimentados para eles, o <strong>Prime Big Deal Days. </strong> </p><p>De acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto, menos de <strong>1.000 funcionários</strong> de áreas <strong>administrativas</strong> foram desligados nesta nova rodada. A informação foi divulgada anteriormente pelo <strong>Business Insider.</strong></p><p><strong>Funcionários</strong> afetados compartilharam mensagens em canais internos da <a href="https://igmais.ig.com.br/2026-08-25/echo-dot-fica-quase-pela-metade-do-preco-na-amazon.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Amazon </a>após receberem os avisos de <strong>demissão</strong>. Entre as equipes que mais foram atingidas estão setores de <strong>atendimento</strong> ao <strong>cliente</strong> e serviços destinados a vendedores parceiros da plataforma.</p><p>Em nota, um <strong>porta-voz da Amazon</strong> explicou que a empresa está reorganizando algumas áreas para atender melhor às suas prioridades.</p><h2>Cortes fazem parte de uma reestruturação</h2><p>Essa não é a primeira vez que isso acontece na <strong>Amazon</strong>, os novos <strong>desligamentos</strong> acontecem depois de uma grande<strong> rodada de demissões</strong> que começou no <strong>ano passado</strong> e terminou em <strong>janeiro deste ano</strong>, com cerca de 3<strong>0 mil empregos eliminados.</strong></p><p class="  ">Durante uma entrevista à<strong> Fox News</strong> exibida nesta quarta-feira (08), <strong>Jeff Bezos, fundador e presidente executivo da Amazon,</strong> comentou os cortes anteriores.</p><p>Conforme o Bezos, a empresa acabou contratando funcionários além do necessário durante a <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2022-03-12/memorial-verde-e-plantado-em-sao-paulo-para-lembrar-pandemia-no-pais.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">pandemia de Covid-19</a>. Aquele período, com milhões de pessoas em casa, as compras pela <strong>internet</strong> cresceram rapidamente e a Amazon precisou aumentar sua equipe para atender à demanda.</p><h2>E como ficam as operações no Brasil?</h2><p>Apesar dos novos cortes em algumas áreas, a Amazon continua <strong>investindo</strong> no <strong>Brasil</strong>.</p><p>A empresa mantém seus <strong>planos de expansão</strong> da estrutura <strong>logística</strong> no país, incluindo <strong>centros de distribuição</strong> e pontos de retirada de pedidos. Até o momento, não tem indicios de que a companhia pretenda deixar o mercado brasileiro.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-08/amazon-anuncia-demissoes-e-revela-como-ficam-operacoes-no-brasil.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Divulgação/Amazon </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>centro de distribuição, Amazon, demissão em massa, Trabalhadores, Cortes</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac77a25f3e927de45b60ce8</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 12:49:45 +0000</pubDate><title>Nove contêineres com produtos da China são apreendidos no Rio</title><description>Fiscalização encontrou brinquedos e produtos com indícios de falsificação escondidos em cargas declaradas como mercadorias de baixo valor</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4u/9x/pn/4u9xpnzhunltecunea7orvakt.jpg"><figcaption>Operação Play Fake<span class="copyright">Receita Federal/ Divulgação </span></figcaption></figure><p class="  ">Em <strong>duas operações no Porto do Rio de Janeiro</strong>, a <strong>Receita Federal</strong> apreendeu <strong>nove contêineres com mercadorias irregulares provenientes da China</strong>, no âmbito da <strong>Operação Play Fake</strong>. São 135 toneladas, equivalentes a R$ 63 milhões em mercadorias ocultas em contêineres.</p><p>Na primeira fase, iniciada em setembro, foram retidos cinco contêineres, com mercadorias avaliadas em R$ 35 milhões. A ação teve origem em análise de risco que identificou inconsistências nas informações declaradas na importação dos produtos chineses.</p><p>Na fase seguinte, concluída neste mês, a fiscalização identificou mais quatro contêineres, com valor estimado de R$ 28 milhões, que apresentavam o mesmo padrão observado na fase anterior.</p><h2>Mercadorias ocultas </h2><p>De acordo com a Receita Federal, os contêineres traziam declarações de mercadorias de baixo valor agregado. Na conferência física, os fiscais verificaram que os produtos declarados ocupavam apenas a parte frontal das cargas.</p><p>Ao fundo, estavam ocultas mercadorias “com indícios de fraude aduaneira, como brinquedos, pelúcias, bonecos colecionáveis, cartas de jogos, canetas e outros itens associados a franquias conhecidas’.</p><p>As equipes também identificaram indícios de falsificação de produtos protegidos por direitos de propriedade intelectual e brinquedos sem a certificação obrigatória do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), o que impede sua comercialização regular no Brasil.</p><h2>Orientação </h2><p>Com a proximidade do Dia das Crianças, a Receita Federal orienta os consumidores a verificarem a procedência dos brinquedos antes da compra. Produtos vendidos no país devem exibir o selo de certificação do Inmetro. Mercadorias sem o selo não passam pela avaliação de segurança exigida.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-08/nove-conteineres-com-produtos-da-china-sao-apreendidos-no-rio.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Receita Federal/ Divulgação </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, Receita Federal, Operacao Play Fake, Porto do Rio, produtos da China, Apreensao</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac78694022ec4b146848b31</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 12:10:05 +0000</pubDate><title>Novo golpe da prova de vida mira segurados do INSS via celular</title><description>Criminosos enviam mensagens para roubar dados bancários e cadastrais; órgãos oficiais reforçam que a verificação ocorre de forma automática</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/36/g0/ae/36g0aee5001zj8n23utcko06w.jpg"><figcaption>Aposentados do INSS são alvo de golpe com falsa prova de vida<span class="copyright">Conteúdo gerado por IA </span></figcaption></figure><p><strong>Aposentados</strong> e <strong>pensionistas</strong> do <strong>Instituto Nacional do Seguro Social</strong> (INSS) precisam ficar atentos para um novo golpe que começou a circular nesses últimos dias por mensagens de celular. </p><p><strong>Criminosos</strong> fingem que são funcionários do <strong>órgão</strong>  afirmam que é necessário realizar suposta atualização da <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-18/aposentado-que-votar-nao-precisara-fazer-prova-de-vida-do-inss.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>prova de vida</strong></a> para evitar o <strong>bloqueio </strong>ou<strong> corte do benefício.</strong></p><p>Os golpistas podem pedir dados pessoais, documentos e até <strong>informações bancárias</strong>. Em alguns casos, a vítima também recebe links para acessar <strong>páginas falsas</strong> e realizar uma <em><strong>“atualização cadastral”.</strong></em></p><h2>Prova de vida não precisa ser feita dessa forma</h2><p>Hoje em dia, o INSS realiza a comprovação de vida, na maioria dos casos, de<strong> maneira automática</strong>, com o cruzamento de informações disponíveis em bases de dados oficiais.</p><p>Se tiver alguma dúvida quanto a situação do benefício, procure os canais oficiais do <strong>INSS</strong>, como o <strong>aplicativo Meu INSS </strong>ou a<strong> Central 135.</strong></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/76/6j/ir/766jirj0xlx9j9a5ilndvrtl9.jpg"><figcaption>Meu INSS é um dos serviços digitais do governo<span class="copyright">Reprodução/GOV </span></figcaption></figure><p></p><h2>INSS não pede senha nem transferência de dinheiro</h2><p>O INSS reforça que os beneficiários devem ficar atentos a contatos suspeitos. O órgão <strong>não solicita senhas, dados bancários ou transferências de dinheiro</strong> por telefone ou mensagens.</p><p>Também é importante desconfiar de pessoas que afirmam ser <strong>servidores</strong> e tentam obter informações pessoais fora dos <strong>canais oficiais.</strong></p><p>Outra orientação é <strong>nunca clicar em links recebidos</strong> de remetentes desconhecidos.</p><h2>Cuidado com o phishing</h2><p>O golpe também pode envolver uma prática conhecida como phishing. Nesse tipo de fraude, os <strong>criminosos</strong> enviam links que parecem verdadeiros e imitam sites ou <strong>serviços oficiais.</strong></p><p>Ao acessar a página falsa, a vítima pode ser induzida a informar <strong>CPF</strong>, <strong>senha, dados bancários</strong>, número de documentos e outras informações pessoais.</p><p>Esses dados podem ser utilizados posteriormente em outras fraudes, como abertura de contas, contratação de serviços ou movimentações financeiras em nome da vítima.</p><h2>Como se proteger de golpes digitais?</h2><p><strong>Não compartilhe seus dados com desconhecidos:</strong> CPF, RG, endereço, número de cartão, senhas e outras informações pessoais são dados importantes e devem ser protegidos.</p><p>Antes de fornecer informações, confirme se o pedido realmente vem de uma instituição oficial e se o canal é seguro.</p><p><strong>Crie senhas fortes e diferentes:</strong> Evite usar senhas fáceis de descobrir, como nome, data de nascimento ou sequências simples de números.</p><p>Sempre que possível, use combinações com letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos. Também evite utilizar a mesma senha em diferentes serviços.</p><p><strong>Ative a autenticação em dois fatores: </strong>A autenticação de dois fatores tem uma proteção maior às contas.</p><p>Mesmo que um criminoso consiga descobrir sua senha, ele ainda precisará de um segundo código para acessar o serviço.</p><p>Esse recurso pode ser ativado em aplicativos bancários, e-mails, redes sociais e outras plataformas que armazenam informações importantes.</p><p><strong>Desconfie de mensagens com urgência: </strong>Frases como “seu benefício será bloqueado”, “atualize agora” ou “evite a suspensão do pagamento” podem ser usadas pelos criminosos para assustar a vítima e fazê-la agir sem pensar.</p><p class="  ">Antes de tomar qualquer atitude, procure o canal oficial da instituição e confirme a informação.</p><p><strong>Não clique em links suspeitos: </strong>Recebeu uma mensagem com um link inesperado? Não clique.</p><p>Em caso de dúvida, entre diretamente no aplicativo ou site oficial da instituição, sem utilizar o link recebido na mensagem.</p><h2>Governo Federal possui canal para denúncias</h2><p>Quem identificar uma possível fraude digital também pode denunciar o caso às autoridades.</p><p>O Governo Federal mantém o <a href="https://semfraude.cisc.sisp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener nofollow">canal Sem Fraude</a>, destinado ao recebimento de denúncias relacionadas a golpes digitais, páginas falsas, campanhas de<strong> phishing, vazamentos de dados e outros incidentes.</strong></p><p>As informações registradas podem ajudar na identificação de fraudes e nas ações de investigação e combate aos crimes digitais.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-08/novo-golpe-da-prova-de-vida-mira-segurados-do-inss-via-celular.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Conteúdo gerado por IA </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Cuidado!, Golpes, INSS, Aposentados, Pensionistas, Mensagens celular</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac778c8022ec4b146848b1c</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 11:31:20 +0000</pubDate><title>Shake Shack chega ao Brasil com primeira loja prevista para 2027</title><description>Rede americana de hambúrgueres fechou acordo com a Bold Hospitality, grupo que reúne Outback, Abbraccio e Aussie no país</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a4/mc/2q/a4mc2q95aqamgp93qtdea9tr5.jpg"><figcaption>Shake Shack chega ao Brasil com primeira loja em 2027 e plano de 40 unidades<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>A <strong>Shake Shack</strong>, uma famosa rede americana de <strong>lanchonetes</strong>, finalmente chegará ao <strong>Brasil</strong>. A empresa fechou um acordo com a <strong>Bold Hospitality</strong> <strong>Company</strong>, grupo responsável por marcas como <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2026-09-04/mulher-encontra-aparelho-dentario-dentro-de-prato-do-outback.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Outback</a>, <strong>Abbraccio</strong> e <strong>Aussie</strong>, para abrir 40 restaurantes no país até o ano de 2036. </p><p>O plano é ampliar a presença da marca aos poucos e levar o famoso <strong>hambúrguer norte</strong> <strong>americano</strong> para outras <strong>regiões brasileiras.</strong></p><p><a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-10-05/eleicoes-2026--veja-os-deputados-federais-eleitos-por-sao-paulo.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">São Paulo</a> foi escolhida para receber a primeira unidade da Shake Shack no país.</p><p>A possibilidade já vinha sendo discutida por um tempo. Em setembro de 2024, o diretor de <strong>marketing</strong> da rede visitou <strong>São Paulo</strong> e indicou que o <strong>Brasil</strong> estava entre os mercados avaliados para uma futura expansão, e será realizada uma unidade em 2027. </p><p>A Shake Shack pretende abrir no país até 2036 em torno de <strong>40 lojas.</strong></p><p><strong>Leia também: <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-10-08/para-ficar-de-olho--5-assuntos-que-podem-bombar-hoje.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Para ficar de olho: 5 assuntos que podem bombar hoje</a> </strong></p><h2>A rede que nasceu em Nova York</h2><p>A Shake Shack começou em 2004, no<strong> Madison Square Park,</strong> em <strong>Nova York</strong>. Onde começou como uma pequena operação e se transformou em uma marca internacional. Hoje em dia. a rede tem mais de<strong> 740 unidades</strong> espalhadas pelo mundo.</p><p>Nos<strong> Estados Unidos</strong>, são cerca de<strong> 475 restaurantes</strong> distribuídos por 36 estados e pelo Distrito de <strong>Columbia</strong>. Outros 265 estão espalhados por cidades como <strong>Londres</strong>, <strong>Tóquio</strong>, <strong>Seul</strong>, Dubai e Cidade do <strong>México</strong>.</p><p>Na <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2026-09-28/trump-revoga-vistos-de-autoridades-da-america-latina--brasil-fica-de-fora.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>América Latina,</strong></a> a marca já está presente no <strong>México</strong> há sete anos e também tem planos de iniciar operações no <strong>Panamá</strong>.</p><h2>Brasil já estava no radar</h2><p>Conforme<strong> o Michael Kark</strong>, <strong>presidente</strong> <strong>de licenciamento global da Shake Shack,</strong> o mercado brasileiro era um dos mais pedidos pelos clientes da rede.</p><p>A escolha faz parte de uma estratégia maior de crescimento da empresa pela<strong> América Latina.</strong> E pelo visto, a Shake Shack não será a única marca americana de alimentação de olho no país.</p><p>Em setembro, a <strong>Papa Johns</strong>, uma das maiores redes de <strong>pizzarias</strong> do mundo, informou que procura parceiros para abrir sua primeira unidade brasileira. A previsão é que a estreia aconteça também em<strong> São Paulo</strong> entre o fim de 2027 e o início de 2028.</p><h2>Quem está por trás da chegada?</h2><p>Para entrar no Brasil, a Shake Shack escolheu uma parceira que já conhece bem o mercado de restaurantes. A <strong>Bold Hospitality</strong> tem sede em São Paulo e reúne marcas conhecidas dos brasileiros, como:</p><ul><li>Outback Steakhouse</li><li>Abbraccio</li><li>Aussie</li></ul><p>Criada em 2025, a holding é controlada por um fundo administrado pela Vinci Compass. A<strong> Bloomin’ Brands International</strong>, dona global do Outback, possui participação <strong>minoritária</strong>.</p><p>A empresa atua no segmento conhecido como casual <strong>dining </strong> ( Ato de jantar ou de fazer refeições, especialmente de forma mais formal ou em restaurantes).</p><h2>O famoso hambúrguer vai ser igual ao dos EUA?</h2><p>A ideia é manter a identidade da marca, mas também adaptar alguns produtos ao gosto brasileiro.</p><p>Entre os itens que devem aparecer no cardápio estão alguns dos maiores sucessos da rede:</p><ul><li>ShackBurger: o hambúrguer mais conhecido da marca</li><li>Chicken Shack: sanduíche de frango</li><li>Batatas onduladas: um dos acompanhamentos tradicionais</li><li>Frozen custard: sobremesa cremosa feita à base de leite e ovos</li></ul><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7c/4s/bp/7c4sbpkpvbjjkqip1qi6abe2a.jpg"><figcaption>Produtos da Shake Shack<span class="copyright">Reprodução: Redes Sociais </span></figcaption></figure><p>Mas também terá novidades.</p><p>A empresa pretende criar produtos inspirados na <strong>culinária brasileira</strong> e trabalhar com produtores e <strong>fornecedores</strong> locais do país.</p><p>A proposta segue o conceito <strong>Stand For Something Good,</strong> lema da Shake Shack relacionado à qualidade dos ingredientes, às comunidades e à escolha de parceiros.</p><h2>Quem vai comandar a operação brasileira?</h2><p>A operação terá uma estrutura própria dentro da Bold. <strong>Mauro Guardabassi</strong> será o <strong>presidente</strong> da Shake Shack Brasil e ficará à frente da chegada da marca ao país.</p><p>Para <strong>Pierre Berenstein, CEO da Bold Hospitality,</strong> a parceria representa um novo momento para o grupo.</p><p>As empresas, de acordo com ele, tem em comum a aposta em comida de qualidade e em uma experiência diferenciada para o consumidor.</p><p>E você, ficou curioso para provar os famosos hambúrgueres americanos?  A espera já tem data para acabar. Para quem gosta de conhecer novas marcas e experimentar sabores diferentes, a chegada da Shake Shack promete ser uma boa novidade. Agora é só aguardar para descobrir se o queridinho dos americanos irá conquistar os brasileiros. </p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-08/shake-shack-chega-ao-brasil-com-primeira-loja-prevista-para-2027.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Divulgação </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Novidade, shek shack, hambúrger, Outback, América Latina</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac6ed63fa0406c82e0fa6bc</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 01:13:11 +0000</pubDate><title>Cate abre 570 vagas para mulheres trabalharem em escolas públicas</title><description>Oportunidade oferece bolsa de R$ 1.702 para mães e mulheres da comunidade escolar atuarem em unidades de ensino de SP; inscrições vão até dia 13</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0d/8j/k0/0d8jk0s3fy4qjuhaw29xm0rmr.jpg"><figcaption>Unidade central do Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo em São Paulo<span class="copyright">Ciete Silvério/ Prefeitura de São Paulo </span></figcaption></figure><p>O <a href="https://economia.ig.com.br/2026-10-06/cate-oferece-4-mil-vagas-com-salarios-de-ate-r--4-mil-em-sp.html">Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo (Cate)</a> abriu inscrições para <strong>570 vagas</strong> no programa POT Mães Guardiãs, voltado a mães de alunos e mulheres da comunidade escolar para atuarem na rede municipal de ensino. As interessadas podem se cadastrar pelo Portal Cate até o dia 13 de outubro.</p><p>Com bolsa-auxílio de R$ 1.702,05 e carga horária de 30 horas semanais (seis horas diárias, de segunda a sexta-feira), as vagas são destinadas à substituição de participantes que estão concluindo a permanência no programa. As selecionadas atuarão por 12 meses — com possibilidade de renovação por mais seis — em equipamentos como <strong>EMEIs, Ciejas e CEIs,</strong> em um raio de até dois quilômetros de suas residências.</p><h2>O que é o POT Mães Guardiãs?</h2><p>Criada em 2021 pelas secretarias municipais de Educação e de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, a iniciativa abrange funções de busca ativa para combate à evasão escolar, apoio em hortas pedagógicas e incentivo à sustentabilidade (Guardiãs da Alimentação Escolar), além de ações para a promoção da cultura de paz e acolhimento nos ambientes escolares.</p><h2>Quais são os requisitos para participar do processo seletivo?</h2><p>Para se candidatar, é necessário preencher o formulário on-line no Portal Cate, informando dados pessoais e a região onde reside e prefere trabalhar. Os critérios exigidos para participação incluem:</p><ul><li>Ter entre 18 e 59 anos e residir na capital paulista há pelo menos dois anos;</li><li>Estar desempregada há pelo menos seis meses e não receber benefícios como seguro-desemprego ou FGTS;</li><li>Possuir renda familiar de até meio salário-mínimo por pessoa;</li><li>Ter filho matriculado na rede municipal ou pertencer à comunidade escolar (como avós, cuidadoras e responsáveis legais);</li><li>Escolaridade a partir do ensino fundamental incompleto e comprovante de vacinação contra a Covid-19.</li></ul><p>Após a triagem das inscrições, a equipe técnica da Prefeitura convocará as pré-selecionadas para a entrega e verificação dos documentos comprobatórios e a assinatura do termo de compromisso. As aprovadas passarão por capacitação on-line no <strong>Portal Cate</strong> e formação especializada oferecida pela Secretaria Municipal de Educação.</p><p><a href="https://cate.prefeitura.sp.gov.br/">Clique aqui para acessar o Portal Cate e se inscrever nas vagas</a></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-07/cate-abre-570-vagas-para-mulheres-trabalharem-em-escolas-publicas.html</link><dc:creator>Luis Antonio Souza</dc:creator><media:credit>Ciete Silvério/ Prefeitura de São Paulo </media:credit><author>Luis Antonio Souza</author><keywords>emprego, cate, vagas, oportunidades, são paulo</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac6b0a1fa0406c82e0fa67c</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 20:52:48 +0000</pubDate><title>Carrefour abre mais de 7,6 mil vagas de emprego pelo país</title><description>Processo seletivo contempla variadas carreiras e impulsiona o ingresso de jovens no mercado</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5j/eb/wp/5jebwpdjzm2jvpm18mv78um6r.jpg"><figcaption>Carrefour, supermercado<span class="copyright">SHOX art/ Divulgação </span></figcaption></figure><p>O Carrefour abriu um processo seletivo com <strong>mais de 7,6 mil vagas</strong> de trabalho espalhadas por <strong>várias regiões do Brasil</strong>, com foco principal na <strong>área operacional</strong> das unidades. As oportunidades contemplam diferentes cargos e estão disponíveis para <strong>candidatos com ou sem experiência prévia.</strong></p><p>No perfil do Grupo Carrefour <strong>na plataforma de recrutamento Pandapé</strong> <strong>(integrada ao Infojobs)</strong>, estão abertas oportunidades para carreiras como repositor, atendente, jovem aprendiz, fiscal de prevenção e perdas, operador e líder de caixa, operador de loja, auxiliar de vendas, auxiliar de depósito e auxiliar de estoque, além de outros postos. </p><p>Embora os critérios mudem conforme a função desejada, cabe ressaltar que grande parcela das vagas <strong>solicita apenas o ensino médio concluído.</strong> Adicionalmente, a empresa disponibiliza posições <strong>sem a exigência de vivência profissional anterior</strong>, impulsionando o ingresso de jovens em busca do primeiro trabalho no Carrefour.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-07/carrefour-abre-mais-de-7-6-mil-vagas-de-emprego-pelo-pais.html</link><dc:creator>Letícia Rodrigues</dc:creator><media:credit>SHOX art/ Divulgação </media:credit><author>Letícia Rodrigues</author><keywords>Carreira, Carrefour, Processo Seletivo</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac6a0637c891ac9174075da</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 20:41:01 +0000</pubDate><title>O que é o Jota.ai? Conheça a IA que organiza sua vida financeira</title><description>Agente de inteligência artificial funciona pelo WhatsApp e aplicativo, conecta contas bancárias e permite fazer Pix, pagar boletos e controlar saídas</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8n/v6/z5/8nv6z5yi77yazywkyb2t0yuzo.jpg"><figcaption>Jota.ia<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>O Jota.ai é um agente de <a href="https://gente.ig.com.br/colunas/burburinho/2026-10-03/ia-pode-mudar-sua-profissao--expert-explica-o-avanco-da-ia.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">inteligência artificial</a> criado para ajudar a cuidar da vida financeira. A ferramenta funciona pelo <strong>WhatsApp</strong> e por <strong>aplicativo</strong> e permite realizar tarefas como <strong>consultar saldos, fazer Pix, pagar boletos, analisar gastos e controlar despesas</strong>. A empresa ganhou notoriedade após assumir o patrocínio master do <a href="https://esporte.ig.com.br/noticias/corinthians" target="_blank" rel="noopener nofollow">Corinthians</a> (saiba mais abaixo).</p><p>O usuário conversa com o Jota e faz o pedido por texto, áudio, foto ou arquivo. A plataforma também permite conectar contas de diferentes bancos por meio do Open Finance.</p><p>O Jota foi fundado por Davi Holanda, ex-executivo do PagBank e um dos fundadores da Bankly. A empresa foi lançada em janeiro de 2025 inicialmente com foco em microempreendedores e pequenas empresas.</p><h2>Como funciona o Jota.ai? </h2><p>O Jota funciona como uma conversa. O usuário pode, por exemplo, enviar uma mensagem pedindo um Pix, mandar uma foto de um boleto para pagamento ou perguntar quanto tem disponível em determinada conta.</p><p>O Jota afirma que bancos como Nubank, Itaú e Mercado Pago podem ser conectados à plataforma, por meio do Open Finance.</p><p>Além das finanças pessoais, a ferramenta possui recursos para empresas e pequenos negócios, como controle de despesas, cobranças e acompanhamento de recebimentos.</p><h2>O que o Jota.ai pode fazer?</h2><p>Entre as principais funções estão:</p><ul><li>consultar saldos e extratos;</li><li>fazer Pix;</li><li>pagar boletos;</li><li>analisar faturas;</li><li>organizar gastos;</li><li>avisar sobre contas próximas do vencimento;</li><li>criar cobranças;</li><li>gerar QR Code para pagamentos;</li><li>conectar diferentes contas bancárias;</li><li>pesquisar preços e fornecedores.</li></ul><p>A plataforma também pode interpretar comandos enviados por áudio e informações presentes em fotos e arquivos.</p><h2>Jota.ai e Corinthians</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b7/ny/et/b7nyetfxw0y12gygz2af99irf.jpg"><figcaption>Anúncio do Corinthians<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>O Jota também ganhou visibilidade fora do mercado financeiro por sua parceria com o Corinthians. A empresa passou a investir no futebol como parte da estratégia de expansão da marca.</p><p>Na prática, o diferencial do Jota.ai está na tentativa de transformar operações financeiras que normalmente exigem vários aplicativos em tarefas feitas por meio de uma conversa. O usuário pede o que precisa e a inteligência artificial interpreta o comando para realizar a operação ou apresentar a informação solicitada.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-07/jota-ai-o-que-e.html</link><dc:creator>Luís Felipe Granado</dc:creator><media:credit>Divulgação </media:credit><author>Luís Felipe Granado</author><keywords>o que é, jota.ia, inteligencia artificial, corinthians, patrocinio, conheça</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac6923c7c891ac9174075c2</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 19:05:25 +0000</pubDate><title>Bets começam a informar bancos sobre R$ 1,3 bilhão a devolver</title><description>Os dados, separados por Cadastro de Pessoa Física (CPF) e vinculados à conta bancária usada</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9u/4h/tt/9u4htt6uab8rbrta0jmlkzwqn.jpg"><figcaption>Dúvida é dos apostadores que têm saldo nas contas das plataformas<span class="copyright">Gerado por IA </span></figcaption></figure><p>As <strong>empresas</strong> de <strong>apostas</strong> on-line autorizadas a operar no <strong>Brasil</strong> começam nesta quarta-feira (7) a informar aos bancos os <strong>saldos</strong> que ainda estão nas contas dos apostadores. Ao todo, R$ 1,325 bilhão de cerca de 26,5 milhões de pessoas aguardam <strong>devolução</strong> após o fim das operações das bets no país.</p><p>Os dados, separados por Cadastro de Pessoa Física (CPF) e vinculados à conta bancária usada nos depósitos, deverão ser enviados pelas plataformas até quinta-feira (8). Com essas informações, as instituições financeiras terão de devolver os valores de 9 a 14 de outubro.</p><h2>Veja os números</h2><p>R$ 1,325 bilhão ainda aguarda devolução;</p><p>26,5 milhões de apostadores têm saldo nas plataformas;</p><p>86,2 milhões de contas têm menos de R$ 1;</p><p>R$ 15,5 milhões estão nessas contas com saldo entre R$ 0,01 e R$ 0,99;</p><p>188 sites legalizados tiveram a autorização cancelada;</p><p>13.241 sites ilegais foram encaminhados para bloqueio.</p><h2>Como será a devolução</h2><p>Os bancos deverão transferir os valores diretamente para as contas utilizadas pelos apostadores para fazer os depósitos nas plataformas.</p><p>O cronograma definido pelo governo estabelece:</p><p>7 e 8 de outubro: bets enviam aos bancos os saldos por CPF e os dados bancários;</p><p>9 a 14 de outubro: bancos fazem a devolução aos apostadores;</p><p>14 de outubro em diante: valores que não puderem ser devolvidos são encaminhados à Caixa Econômica Federal;</p><p>após o repasse à Caixa: a instituição fica responsável por concluir a restituição.</p><p>O prazo para o saque voluntário diretamente nas plataformas terminou às 23h59 de segunda-feira (5).</p><h2>Saldo pulverizado</h2><p>Grande parte dos valores ainda não retirados está concentrada em contas com quantias muito pequenas.</p><p>Segundo o governo, 86,2 milhões de contas têm saldo entre R$ 0,01 e R$ 0,99. Juntas, elas somam R$ 15,5 milhões.</p><p>O número de contas é superior ao de apostadores porque uma mesma pessoa pode ter cadastro em mais de uma plataforma.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-07/bets-comecam-a-informar-bancos-sobre-r--1-3-bilhao-a-devolver.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Gerado por IA </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, bets, Caixa Economica</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac6978b7c891ac9174075ca</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 19:03:39 +0000</pubDate><title>Congresso: 70% dos eleitos são contra agenda ambiental</title><description>Sete em cada dez parlamentares eleitos para o Congresso Nacional são contra a agenda socioambiental....</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3h/lr/8q/3hlr8qpeqtdwqvcqo7wt0lnip.jpg"><figcaption>Congresso: 70% dos eleitos são contra agenda ambiental<span class="copyright">ESG Insights </span></figcaption></figure><p></p><p class="has-text-align-left">Sete em cada dez parlamentares eleitos para o Congresso Nacional são contra a agenda socioambiental.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704597&o=rss"> A análise consta do documento <em>Mapa do Novo Congresso: Perfil Ambiental da 58ª Legislatura</em>, produzido pelo Observatório do Clima.</p><p>A metodologia é baseada principalmente no Índice de Convergência Ambiental, do Instituto Democracia e Sustentabilidade, que analisa o alinhamento da atuação e os votos dos congressistas com a pauta de clima e meio ambiente. O índice estabelece quatro faixas para a medição, conforme o percentual de alinhamento: muito baixa (0 a 25%), baixa (26 a 50%), boa (51 a 69%) e muito boa (70 a 100%).</p><p>Com os novos eleitos, o índice de convergência nas duas Casas do Congresso Nacional é 68,9% baixo ou muito baixo. Na faixa muito baixa, são 201 (33,8%) congressistas e na faixa baixa aparecem 208 (35%).</p><p>Nas faixas alinhadas às pautas de clima e socioambiental 52 (8,75%), parlamentares foram classificados na faixa boa e outros 133 (22,4%), muito boa.</p><p>A coordenadora de Políticas Públicas do Observatório do Clima, Suely Araújo, avalia que esse cenário colocar em risco parte importante da proteção ambiental do país, com possíveis retrocessos como o enfraquecimento da atuação dos órgãos ambientais, a anistia a grileiros e a diminuição da proteção às florestas e biomas brasileiros.</p><h2 class="wp-block-heading">Senado</h2><p>No Senado, o índice é de 79% de baixo ou muito baixo, com 64 dos 81 senadores da próxima legislatura com pouquíssimo ou nenhum alinhamento às pautas como iniciativas de conservação, enfrentamento das mudanças climáticas e adaptação das cidades, por exemplo.</p><p>Apenas 17 senadores, o equivalente a 21%, estão nas faixas boa ou muito boa de convergência, sendo 12 (14,8%) na faixa boa e apenas 5 (6,1%) na faixa muito boa.</p><p>Na comparação com a legislatura que encerrará este ano, o Senado aumentou o distanciamento das pautas ambientais, crescendo de 58 (71,6%) para 64 (79%) dos senadores com índice de convergência ambiental baixo ou muito baixo.</p><h2 class="wp-block-heading">Câmara</h2><p>Dos 513 parlamentares que integrarão a Câmara dos Deputados, 67,3% estão nas faixas baixa ou muito baixa, somando um total de 345 deputados e deputadas federais. Estão na faixa boa 40 (7,8%) e muito boa 128 (25%).</p><p>Na avaliação do Observatório do Clima, a piora decorre do crescimento de partidos de extrema direita nas Casas, que historicamente apresentam convergência ambiental muito baixa.</p><p>“Esse quadro evidencia quatro anos de muito esforço para aqueles que atuam em clima e meio ambiente, e muita preocupação tanto com graves retrocessos quanto com as terríveis consequências disso tudo para a crise climática”, destaca Suely Araújo.</p><ul class="wp-block-list"><li><a href="https://oc.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/OC_Novo_Congresso_Outubro-2026_final.pdf" data-type="link" data-id="https://oc.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/OC_Novo_Congresso_Outubro-2026_final.pdf" target="_blank" rel="noopener">Leia o estudo na íntegra.</a></li></ul><p><em>Com informações da Agência Brasil.</em></p><div class="some_credito"><media:credit>Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</media:credit><figcaption>Congresso Nacional: sem foco para questões ambientais no novo mandato</figcaption></div><p> </p> <p>O post <a href="https://esginsights.com.br/congresso-70-dos-eleitos-sao-contra-agenda-ambiental/">Congresso: 70% dos eleitos são contra agenda ambiental</a> apareceu primeiro em <a href="https://esginsights.com.br">ESG Insights</a>.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/parceiros/esginsights/2026-10-07/congresso--70--dos-eleitos-sao-contra-agenda-ambiental.html</link><dc:creator>ESG Insights</dc:creator><media:credit>ESG Insights </media:credit><author>ESG Insights</author><keywords>ESG Insights</keywords><internationalize>false</internationalize><section>65c4e63a52316e310125fb27</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac691707c891ac9174075bd</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 19:03:11 +0000</pubDate><title>Receita envia cartas a 498 mil que estão na malha fina</title><description>O contribuinte pode verificar a situação da declaração pelo serviço Meu Imposto de Renda</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/c6/y7/wn/c6y7wncxmyf1za8jprhnu6k1j.jpg"><figcaption>Receita Federal, Imposto de Renda, IRPF, IR<span class="copyright">Marcello Casal JR/ABr </span></figcaption></figure><p>Os contribuintes que tiveram a Declaração do <strong>Imposto de Renda</strong> da Pessoa Física (DIRPF) 2026 retida na malha fina começaram a ser avisados pelo Fisco. A <strong>Receita Federal</strong> está encaminhando os avisos em lotes semanais até o dia 20 de <strong>outubro</strong>, para estimular a regularização voluntária antes de uma eventual intimação ou notificação.</p><p>Quem identificar algum erro na declaração pode fazer a correção por meio de uma declaração retificadora, sem precisar comparecer a uma unidade da Receita. A regularização antecipada reduz o risco de multas e de atraso no pagamento da restituição.</p><h2>Como consultar</h2><p>O contribuinte pode verificar a situação da declaração pelo serviço Meu Imposto de Renda, disponível no site da Receita Federal e no aplicativo do órgão para celulares.</p><p>É necessário ter uma conta Gov.br nos níveis prata ou ouro.</p><p>No serviço, uma declaração retida na malha fina aparece com o status “Com Pendência”. Ao acessar a informação, o contribuinte consegue identificar o motivo da retenção e consultar as orientações para regularizar a situação.</p><h2>Serviço</h2><p>Quem recebe as cartas: 498.487 contribuintes;</p><p>Período de envio: de 5 a 20 de outubro;</p><p>Onde consultar: Meu Imposto de Renda, no site ou aplicativo da Receita;</p><p>Acesso: conta Gov.br nível prata ou ouro;</p><p>Sinal de pendência: status “Com Pendência”;</p><p>Como corrigir: declaração retificadora;</p><p>Atendimento presencial: não é necessário.</p><h2>Como corrigir</h2><p>Depois de consultar a pendência, o contribuinte deve conferir se os valores informados na declaração estão corretos e se possui documentos que comprovem as informações prestadas.</p><p>Se houver erro ou omissão, é possível enviar uma declaração retificadora pelos canais digitais da Receita Federal.</p><p>O procedimento deve ser feito antes de uma eventual intimação ou notificação. Segundo a Receita, essa iniciativa pode evitar o risco de multas e de atraso na restituição.</p><p>Caso a declaração esteja correta e o contribuinte tenha os documentos que comprovem as informações, a orientação é não fazer alterações. Nesse caso, é necessário guardar a documentação e aguardar eventual solicitação da Receita.</p><h2>Erros mais comuns</h2><p>A Receita Federal destaca alguns dos principais problemas que podem levar uma declaração à malha fina:</p><p>Esquecer de informar rendimentos recebidos de forma pontual durante o ano;</p><p>Não incluir rendimentos recebidos por dependentes;</p><p>Não informar todos os rendimentos de aposentadoria quando há mais de uma fonte pagadora;</p><p>Informar o ano errado de uma despesa médica;</p><p>Declarar valor diferente do efetivamente pago em uma despesa médica;</p><p>Incluir como despesa médica gastos que não são dedutíveis;</p><p>Informar Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) como despesa dedutível.</p><p>No caso do VGBL, a Receita esclarece que esse tipo de plano não é considerado previdência privada para fins de dedução do Imposto de Renda e, portanto, não pode ser utilizado para reduzir a base de cálculo do imposto.</p><h2>Cartas</h2><p>O objetivo do Projeto Cartas 2026 é permitir que o próprio contribuinte corrija eventuais inconsistências antes de uma ação formal do Fisco.</p><p>Embora esteja enviando correspondências, os contribuintes que tiverem dúvida sobre a situação da declaração devem confirmar diretamente a existência de pendências pelo Meu Imposto de Renda.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-07/receita-envia-cartas-a-498-mil-que-estao-na-malha-fina.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Marcello Casal JR/ABr </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, Receita Federal, fisco, Imposto de Renda, malha fina, contribuinte</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac6924e7c891ac9174075c3</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 18:41:19 +0000</pubDate><title>De que adianta IA se o Bradesco falha no atendimento ao cliente?</title><description>Banco lidera ranking de reclamações do BC e expõe o contraste entre investimento em tecnologia e capacidade de resolver problemas</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/db/13/f4/db13f4qazbur19j3bqy71ukba.jpg"><figcaption>Central manteve ligação ativa por mais de uma hora sem atender<span class="copyright">Imagem editada com IA </span></figcaption></figure><p>Recentemente, perdi quase duas horas tentando resolver um problema relativamente simples com o <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-08-30/bradesco-novo-cartao-alta-renda-aeternum.html">Bradesco:</a> contestar duas compras que eu não reconhecia que apareceram no meu cartão de crédito. Recebi os alertas por SMS, procurei primeiro o estabelecimento, um grande marketplace, e solicitei o cancelamento das transações. Ainda assim, a orientação foi procurar o banco para garantir que aqueles lançamentos não fossem parar na minha fatura.</p><p>Entrei no <strong>aplicativo do Bradesco</strong> e as compras já apareciam lá. O problema é que não havia, naquele momento, uma opção para contestá-las. Foi quando começou uma experiência que revela muito mais sobre o estágio atual do atendimento ao cliente na instituição.</p><p>Liguei para a central. Fui atendido rapidamente, contei o que havia acontecido e fui transferido para a área responsável por contestação. A partir daí, passei <strong>uma hora e 14 minutos</strong> ouvindo música e uma gravação dizendo que seria atendido em breve. Ninguém atendeu.</p><p>Desliguei e liguei novamente. O roteiro se repetiu: atendente, confirmação de dados, explicação do problema, transferência para outro departamento e, novamente, espera sem atendimento por <strong>mais de meia hora.</strong> No fim, o problema continuava exatamente onde estava no início da ligação.</p><p>Só consegui avançar depois de levar a reclamação para uma rede social. A partir daí, recebi um protocolo e, no dia seguinte, minha gerente entrou em contato para dar seguimento ao caso. Foi preciso tornar pública uma dificuldade para que uma instituição com milhões de clientes encontrasse uma maneira de tratá-la.</p><p>Esse detalhe é mais importante do que a minha experiência individual. Bancos gostam de falar em personalização, inteligência artificial, experiência digital e relacionamento, mas a fidelidade de um cliente é colocada à prova em momentos muito menos sofisticados — quando uma compra não reconhecida aparece na fatura, quando um <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-07-02/pix-cartao-debito.html">Pix</a> dá problema, quando o cartão é bloqueado ou quando uma cobrança precisa ser contestada. É nesses momentos que a tecnologia deixa de ser uma promessa e passa a ser uma questão de serviço.</p><h2>Descompasso entre propaganda e vida real</h2><p>A comunicação recente do Bradesco vende a promessa de usar tecnologia para facilitar a vida do cliente. Em 2025, a campanha com Boninho falava em “facilitar a vida das pessoas”. Em 2026, o Meu Bradesco passou a defender um banco personalizado para cada cliente, enquanto a b.ia ganhou o papel de antecipar necessidades e simplificar decisões.</p><p>Minha experiência mostrou o outro lado dessa promessa. Quando precisei contestar uma compra que não reconhecia, a tecnologia não encurtou o caminho até a solução. Pelo contrário, tive que recorrer ao atendimento telefônico, fui transferido entre áreas e acabei o dia praticamente sem solução.</p><p>Enquanto a publicidade apresenta um banco capaz de entender o cliente antes mesmo que ele peça ajuda, uma necessidade básica ainda pode terminar em uma jornada longa e pouco resolutiva. </p><h2>Ranking do BC dá outra dimensão ao problema</h2><p>Minha experiência não permite concluir que o atendimento do Bradesco seja assim para todos os clientes. Contudo, há um dado que torna difícil tratar o episódio apenas como uma ocorrência isolada.</p><p>No segundo trimestre de 2026, o <strong>Bradesco liderou com folga o ranking de reclamações do Banco Central</strong> entre os maiores bancos, com 9.375 queixas procedentes e índice de 84,90 reclamações por milhão de clientes. O C6, segundo colocado, registrou índice de 59,77. Desde o começo de 2025, o Bradesco está sempre no “top 3” do levantamento.</p><p>O número não explica sozinho as causas das reclamações nem é capaz de atribuir todas elas a problemas de atendimento. Entretanto, revela uma diferença relevante na experiência reportada pelos consumidores e coloca uma instituição do porte do Bradesco diante de uma questão que não deveria ser ignorada.</p><p>Se o banco quer ser o principal parceiro financeiro do cliente, quanto esforço ele está exigindo desse cliente quando surge um problema?</p><p>Essa pergunta, ainda que retórica, ganha ainda mais importância porque a relação bancária está cada vez mais fragmentada. O consumidor pode receber salário em uma instituição, concentrar investimentos em outra, usar um cartão de uma terceira e manter diferentes aplicativos no celular. A principalidade deixou de ser uma posição garantida pela inércia. É algo que precisa ser conquistado continuamente.</p><h2>Fidelidade também se decide quando algo dá errado</h2><p>Fraudes em transações fazem parte da rotina dos bancos. E aí eu lhes pergunto: qual é a dificuldade em oferecer um mecanismo de contestação rápido, que dê ao cliente segurança e perspectiva de solução no momento em que ele mais precisa?</p><p>É curioso que o setor financeiro tenha avançado tanto na tentativa de antecipar o que o cliente quer e ainda encontre dificuldades para responder ao que ele já disse que precisa. </p><p>A inteligência artificial poderá, muito em breve, <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-10-02/hiperpersonalizacao-fidelidade-bancaria.html">identificar padrões de consumo,</a> sugerir produtos, personalizar benefícios e antecipar necessidades. Mas existe uma etapa anterior, que é resolver bem os problemas que chegam até o banco.</p><p>Também vejo aí uma das próximas fronteiras da competição bancária. É improvável que algum banco transforme a agilidade na resolução de fraudes em argumento de campanha publicitária. No boca a boca, porém, os clientes sabem quais instituições resolvem seus problemas com mais eficiência.</p><p>No meu caso, foram quase duas horas perdidas e uma reclamação pública para conseguir algo que deveria ter sido resolvido dentro do próprio fluxo de atendimento.</p><p>Se a promessa da tecnologia é tornar a relação com o banco mais simples, seu teste mais importante precisa aparecer quando alguma coisa dá errado. Não basta a IA saber recomendar um produto ou benefício. O banco tem de ser capaz de resolver o problema do cliente quando ele mais precisa.</p><p>Em um mercado no qual os produtos se parecem cada vez mais, a qualidade dessa resposta pode se tornar um dos fatores que definem a preferência do cliente.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-10-07/bradesco-reclamacoes-atendimento.html</link><dc:creator>Fernando Mellis</dc:creator><media:credit>Imagem editada com IA </media:credit><author>Fernando Mellis</author><keywords>Líder de reclamações, Bradesco, Banco Central, atendimento, demora, central de atendimento bradesco, contestação de compras, cartão de crédito</keywords><internationalize>false</internationalize><section>69cc24196caeaf336a37a094</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac6782ddf0ad9985948998e</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 17:27:23 +0000</pubDate><title>Maior leilão do pré-sal termina com sete de 13 blocos arrematados</title><description>Sete áreas foram arrematadas por Petrobras, Prio e grupos estrangeiros; empresas assumiram compromisso de investir ao menos R$ 778,4 milhões</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0d/6w/o4/0d6wo4x1ysgqn88b9fa90wndx.jpg"><figcaption>Navio sonda da Petrobras<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>O <strong>maior leilão de blocos de exploração e produção de petróleo e gás</strong> do chamado <strong>Polígono do Pré-Sal</strong> terminou com sete dos 13 blocos ofertados sendo arrematados. O <strong>4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção</strong> foi realizado na manhã desta quarta-feira (7).</p><p>A disputa organizada pela <strong>Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis</strong> (<strong>ANP</strong>), na sede da instituição, no Centro do Rio de Janeiro, permitiu ao governo arrecadar R$ 530 milhões em bônus de assinatura. Se todos os blocos tivessem sido contratados, o valor somaria R$ 1,24 bilhão.</p><p>Esse foi o leilão do pré-sal com mais blocos arrematados. O anterior (3º Ciclo, em 2025), teve cinco áreas licitadas. Com o resultado, a área exploratória sob regime de partilha aumenta 58%, alcançando 39,2 mil km², o equivalente a cerca de 90% do território do estado do Rio de Janeiro (43,8 mil km²).</p><p>Havia 19 companhias habilitadas, mas apenas seis apresentaram propostas, sendo quatro estrangeiras. Não houve disputa, ou seja, em todos os sete blocos arrematados, apenas uma competidora ofereceu lance.</p><p>As maiores vencedoras foram as brasileiras Petrobras e Prio (antiga PetroRio), cada uma com dois blocos. A norueguesa Equinor também levou duas áreas, uma delas em consórcio com a portuguesa Galp.</p><p>Para explorar os blocos, todos localizados nas bacias de Santos e Campos, na costa do Sudeste, as petroleiras se comprometeram a fazer investimentos mínimos na ordem de R$ 778,4 milhões.</p><h2>Modelo de partilha </h2><p>Assim como os bônus de assinatura, os investimentos mínimos são previstos no edital da ANP, agência reguladora do setor de óleo e gás no país, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME).</p><p>Além de aval do MME, as áreas exploratórias levadas ao leilão receberam sinal verde também do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).</p><p>No leilão do modelo de partilha, vence a empresa que oferecer à União a maior parcela de óleo excedente ─ a produção que sobra após pagamento dos custos. O acordo funciona como uma forma de repartição do lucro com o Estado brasileiro.</p><p>O edital prevê um valor mínimo para cada bloco. A disputa tem caráter sigiloso na apresentação das ofertas, ou seja, as empresas não ficam sabendo previamente qual é o percentual de excedente em óleo que as concorrentes estão oferecendo e em quais áreas farão oferta.</p><p>Dessa forma, mesmo não tendo havido disputa nos blocos, todos foram arrematados com ágio, que variou de 8% a quase 495%. O ágio médio foi de 108,38%.</p><p>Estavam em oferta cinco áreas na Bacia de Campos (Magnetita, Turmalina, Hematita, Larimar e Azurita) e oito na Bacia de Santos (Jade, Aragonita, Cruzeiro do Sul, Opala, Granada, Cerussita, Rubi e Rodocrosita).</p><p>Confira a relação de vencedores em cada área arrematada:</p><ul><li>Magnetita</li><li>Vencedora: Prio</li><li>Percentual de óleo excedente: 32,80%</li><li>Ágio: 132,79%</li><li>Hematita</li><li>Prio</li><li>Óleo excedente: 7,18%</li><li>Ágio: 315,03%</li><li>Azurita</li><li>Petrobras</li><li>Óleo excedente: 30%</li><li>Ágio: 139,81%</li><li>Jade</li><li>Vencedoras: chinesas CNOOC (70% do consórcio) e Sinopec (30%).</li><li>Óleo excedente: 18,20%</li><li>Ágio: 65,76%</li><li>Cruzeiro do Sul</li><li>Vencedora: Petrobras</li><li>Óleo excedente: 15,27%</li><li>Ágio: 8,07%</li><li>Rubi</li><li>Vencedora: norueguesa Equinor</li><li>Óleo excedente: 25,02%</li><li>Ágio: 91,72%</li><li>Rodocrosita</li><li>Vencedoras: norueguesa Equinor (70% do consórcio) e portuguesa Galp (30%)</li><li>Óleo excedente: 15,52%</li><li>Ágio: 494,64%</li></ul><p>As empresas vencedoras precisam, a partir de agora, seguir as demais etapas previstas no cronograma, como apresentação de documentos e pagamento do bônus de assinatura, para, então, serem assinados os contratos, o que está previsto para 26 de fevereiro de 2027.</p><p>Não foram arrematados os blocos Turmalina, Larimar, Aragonita, Opala, Granada e Cerussita. Eles ficam na "prateleira" da próxima rodada de licitação.</p><h2>Pré-sal </h2><p>O pré-sal fica sob uma espessa camada de sal, que pode chegar a 7 mil metros de profundidade. Atualmente, é a principal área de produção no país. Em setembro, por exemplo, respondeu por 82,6% do petróleo e gás brasileiros.</p><p>Conforme declarou antes do início do leilão o diretor-geral da ANP, Artur Watt Neto, o pré-sal continua sendo "uma das mais relevantes fronteiras exploratórias do mundo".</p><p>"Temos que continuar trabalhando para ofertar blocos vizinhos às oportunidades identificadas", disse ele, que se refere ao pré-sal como "grande riqueza que o país tem".</p><h2>Leilão fora do pré-sal </h2><p>A partir das 14h desta quarta-feira, a ANP realiza o 6º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão, que coloca em disputa 313 blocos de exploração em 22 setores, que incluem exploração terrestre (onshore) e marítima (offshore), como o pós-sal na costa do Sudeste.</p><p>A diferença é que no modelo de concessão, que exclui as áreas do pré-sal, a vencedora é a empresa que oferecer o maior bônus de assinatura. Não há proposta de compartilhar barris de petróleo diretamente com a União.</p><p>No leilão da tarde, dois setores pertencem à Bacia do Ceará, localizada na Margem Equatorial Brasileira. A área é vista pela indústria do petróleo como fronteira promissora.</p><p>Ao todo, 46 empresas estão habilitadas para participar.</p><p>Tanto na partilha quanto na concessão, durante a fase de produção, as petroleiras pagam royalties e participação especial (no caso de campos de grande produção) ao governo, uma forma de compensação ambiental.</p><h2>Reações </h2><p>O Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), um centro de estudos vinculado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), e o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), entidade privada que reúne empresas do setor, enxergam nos leilões uma forma de dinamizar a indústria do petróleo, gerando emprego e renda, além de avanço para a segurança energética do país.</p><p>Por outro lado, ativistas ambientais veem os leilões com preocupação. O Instituto Arayara, organização não governamental dedicada a questões socioambientais, chegou a entrar com uma Ação Civil Pública na Justiça Federal pedindo a não realização do leilão.</p><p>A organização alega que há sobreposições das áreas em disputa com territórios indígenas e quilombolas, assentamentos da reforma agrária, áreas de conservação e regiões de pesca artesanal.</p><p>Desde antes do início do leilão de partilha, manifestantes fazem protestos em frente à sede da ANP.</p><h2>Novas áreas </h2><p>No início do leilão de partilha, o secretário nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME, Renato Dutra, afirmou que o petróleo é um fator que concede vantagem ao Brasil no cenário internacional.</p><p>Ele acrescentou que o MME trabalha em conjunto com o MMA para aumentar a oferta de blocos exploratórios para "preservar a segurança energética nacional".</p><p>Segundo ele, nos próximos meses, o governo deve colocar à disposição mais de 50 blocos exploratórios na Bacia de Pelotas, litoral Sul do país. A área também é vista como promissora por ter características geológicas semelhantes à costa africana, onde há produção de petróleo.</p><p>"É um próximo passo", antecipou.</p><p>Ele reafirmou o interesse do governo na exploração conhecida como "não convencional", o fraturamento hidráulico (fracking, em inglês).</p><p>Essa técnica utiliza injeção sob alta pressão de uma mistura de água, areia e aditivos químicos para provocar fraturas nas formações rochosas e permitir a extração dos combustíveis fósseis.</p><p>A proposta encontra resistência de ambientalistas e é tema de processo no Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-07/maior-leilao-do-pre-sal-termina-com-sete-de-13-blocos-arrematados.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Divulgação </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, PreSal, ANP, Petroleo, Gas Natural, Bacia de Santos, Bacia de Campos, Petrobras, ministerio de minas e energia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac67381317c910b14ff72cc</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 17:04:07 +0000</pubDate><title>Herdeiro de 40 anos assume comando de holding por trás da C&amp;A</title><description>Florian Brenninkmeyer vai presidir o conselho da Cofra Holding a partir de abril do próximo ano; mudança faz parte da sucessão da família</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6b/6z/9w/6b6z9wdsym3o3mm689bt3vznh.jpg"><figcaption>C&A<span class="copyright">Divulgação/C&A </span></figcaption></figure><p>A família por trás da <strong>C&A</strong>, uma das varejistas mais tradicionais do país, <strong> </strong>prepara mais uma mudança em seu comando. A partir de abril do próximo ano, <strong>Florian</strong> <strong>Brenninkmeyer</strong>, de 40 anos, assumirá a presidência do conselho da <strong>Cofra Holding</strong>, conglomerado responsável por administrar os negócios e investimentos do grupo familiar. A informação foi divulgada pela <strong>Bloomberg</strong>.</p><p>Florian atualmente ocupa cargo de diretor financeiro da <strong>Cofra</strong>, com sede na <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-08-30/tiroteio-em-rave-deixa-uma-morta-e-cinco-feridos-na-suica.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Suíça</a>. Ele permanecerá na função até o fim de 2026 e, após o período, deixará o posto para se dedicar à nova posição. Quem irá substituí-lo como diretor <strong>financeiro</strong> ainda não foi definido.</p><h2>Mudança faz parte da sucessão familiar</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/am/r3/rc/amr3rcvmnni1fxmgxp5yyrfc9.jpg"><figcaption>Florian Brenninkmeyer<span class="copyright">Divulgação: Cofra </span></figcaption></figure><p><strong>Florian assumirá</strong> o lugar de <strong>Martijn Brenninkmeijer,</strong> de <strong>56 anos, q</strong>ue está na <strong>presidência</strong> da holding desde 2018. Martijn pertence à quinta geração da família, de origem holandesa e alemã, que mantém o controle dos negócios há mais de um <strong>século</strong>.</p><p>A troca no comando é mais um capítulo do processo de <strong>sucessão da família Brenninkmeijer</strong>, responsável por um conglomerado construído em cerca de <strong>185 anos de história.</strong></p><p>Apesar de ser da mesma família, Florian utiliza uma grafia diferente no sobrenome: <strong>Brenninkmeyer.</strong></p><h2>Grupo administra mais de 40 bilhões de euros</h2><p>A Cofra Holding concentra os investimentos da família em diferentes setores e atualmente supervisiona mais de <strong>40 bilhões de euros (R$ 235,15 milhões)</strong> em ativos.</p><p>O grupo possui negócios em diversas áreas, como de<strong> imóveis, gestão de investimentos e private equity</strong>, modalidade em que investidores colocam dinheiro em empresas que não estão listadas na <strong>Bolsa</strong>.</p><p>Nesses últimos anos, a Cofra também passou a atrair recursos de investidores de fora da família.</p><p>A entrada de <strong>capital externo</strong> ajudou a ampliar o volume de dinheiro administrado pelo grupo, que adicionou bilhões de euros aos seus ativos nos últimos anos.</p><h2>Aonde entra a C&A nessa história?</h2><p>A <strong>C&A</strong> é um dos negócios mais conhecidos ligados à família. A <strong>varejista</strong> de moda foi criada no ano de 1841, na <strong>Holanda</strong>, pelos <strong>irmãos Clemens e August Brenninkmeijer.</strong> O nome da marca vem justamente das iniciais dos fundadores. Mais de um século depois, a empresa chegou ao Brasil.</p><p>A primeira loja brasileira foi inaugurada em <strong>1976</strong>, no <strong>Shopping Ibirapuera, em São Paulo.</strong></p><p class="   ">Desde então, a C&A cresceu no país e hoje possui <strong>339 lojas,</strong> além de operações digitais por meio do aplicativo. A companhia também é listada na <strong>B3</strong>, a<strong> Bolsa de Valores brasileira,</strong> desde outubro de 2019.</p><p>Atualmente, a empresa conta com aproximadamente 15 mil funcionários no país e afirma atender cerca de 1 milhão de clientes por dia.</p><p>A marca oferece diversos produtos para <strong>mulheres</strong>, <strong>homens</strong> e <strong>crianças</strong> e vem investindo na integração entre<strong> lojas físicas e digitais.</strong></p><p>A estratégia busca aproximar as experiências de compra online e presencial e ampliar os serviços oferecidos aos consumidores.</p><p>Com a mudança na Cofra, a família Brenninkmeijer dá mais um passo na <strong>renovação</strong> de seu comando mantendo nas mãos da nova geração a administração de um <strong>patrimônio bilionário</strong> construído ao longo de quase dois séculos.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-07/herdeiro-de-40-anos-assume-comando-da-holding-por-tras-da-c-a.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Divulgação/C&A </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>MUDANCA, ca, Loja, Varejista, renovação, empresa familiar</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac66298317c910b14ff72be</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 16:55:43 +0000</pubDate><title>Entidades alertam para impacto econômico com o fim da escala 6x1</title><description>Setor produtivo estima alta de 6,2% nos preços ao consumidor e alerta para aumento dos custos das empresas caso proposta seja aprovada pelo Senado</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1i/tx/71/1itx712rhjj5qyqu2j7qzbjrb.jpg"><figcaption>Entidades alertam para impacto econômico com o fim da escala 6x1<span class="copyright">Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>O <strong>fim da escala 6x1</strong> pode trazer impactos para o bolso dos consumidores brasileiros e para o <strong>mercado de trabalho</strong>, conforme entidades que representam setores da <strong>economia brasileira.</strong></p><p>Em documento divulgado em conjunto, as organizações afirmam que a redução da jornada de trabalho de<strong> 44 para 40 horas semanais</strong> pode <strong>aumentar custos das empresas, pressionar a inflação e dificultar novas contratações.</strong></p><p>A proposta está em discussão no <strong>Senado</strong> e projeta, além da redução da jornada, dois dias de descanso remunerado por semana.</p><p><strong>Leia também: <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-10-06/senado-comeca-analisar-fim-escala-6x1-nesta-terca.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Senado começou a analisar fim da escala 6x1 nesta terça (06)</a></strong></p><h2>Preços podem ficar mais altos</h2><p>De acordo com as estimativas apresentadas pela<strong> Confederação Nacional da Indústria</strong> (CNI), a mudança pode provocar uma alta média de <strong>6,2%</strong> nos <strong>preços</strong> pagos por consumidores.</p><p>Alguns produtos teriam aumentos maiores. As compras em <strong>supermercados</strong>, por exemplo, podem subir <strong>5,7%</strong>, enquanto roupas e calçados teriam alta de até <strong>6,6%.</strong></p><p>A <strong>CNI</strong> calcula que o segundo dia obrigatório de descanso semanal também elevaria em <strong>9,1%</strong> o custo do emprego formal.</p><p>Para o setor industrial, o impacto financeiro seria de aproximadamente <strong>R$ 267,2 bilhões.</strong></p><h2>PIB pode cair</h2><p>Outro efeito apontado pelas entidades é sobre a <strong>atividade econômica</strong>. Conforme a CNI, caso a jornada seja realmente reduzida para 40 horas sem redução salarial, o <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2026-10-02/ibge-deve-incluir-mercado-de-drogas-ilicitas-no-calculo-do-pib.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Produto Interno Bruto</a> (PIB) poderia recuar <strong>0,7%,</strong>  equivalente a aproximadamente R<strong>$ 76,9 bilhões.</strong></p><p>A justificativa é que as empresas teriam que arcar com custos a mais para manter o mesmo nível de produção, especialmente nos setores que dependem de funcionamento contínuo.</p><p><strong>Indústria, comércio, transporte, saúde </strong>e<strong> agricultura</strong> estão entre as áreas que podem sentir os efeitos da mudança.</p><h2>Comércio e transporte também calculam prejuízos</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cy/o1/9o/cyo19oshm6px3nq41ihezgf8o.jpg"><figcaption>Trabalhar em dias de comércio é um assunto que gera polêmica<span class="copyright">Tânia Rêgo/Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>A preocupação também aparece em outros setores. A <strong>Confederação Nacional do Comércio</strong> <strong>de Bens, Serviços e Turismo</strong> (CNC) estima que a mudança poderia gerar uma alta de pelo menos <strong>13% na inflação.</strong></p><p>Já a <strong>Confederação Nacional do Transporte</strong> (CNT) calcula um custo adicional inicial de<strong> R$ 11,9 bilhões</strong> com mão de obra.</p><p>Na agricultura, a dificuldade de encontrar trabalhadores também é apontada como um problema.</p><p>Pesquisa realizada pelo <strong>Cepea/Esalq/USP</strong> em parceria com a <strong>Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil</strong> (CNA) mostra que <strong>94,8%</strong> dos produtores têm dificuldades para contratar funcionários.</p><p>Para o setor, a combinação em falta de <strong>mão de obra</strong> e redução da jornada pode elevar os custos de produção e pressionar os <strong>preços</strong> <strong>dos alimentos</strong>.</p><h2>Mudança pode afetar contratações</h2><p>Apesar da proposta ser reduzir a jornada dos trabalhadores, as entidades afirmam que o efeito sobre o emprego pode não ser positivo.</p><p>A avaliação é que empresas que precisam funcionar por mais horas teriam de contratar mais funcionários para compensar a redução da jornada.</p><p>Por outro lado,  temos o aumento dos <strong>custos</strong> poderia fazer algumas empresas <strong>diminuir</strong> <strong>contratações</strong>, <strong>investimentos</strong> ou até repassar as <strong>despesas extras</strong> para os preços.</p><p>As entidades afirmam ainda que o impacto pode atingir até empresas que já adotam jornadas de <strong>40 horas semanais.</strong></p><h2>O que prevê a proposta?</h2><p>A <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/174386" target="_blank" rel="noopener nofollow">PEC 221/2019</a> prevê a redução da jornada máxima de trabalho de <strong>44</strong> para 40 horas por semana e o <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2026-09-02/senado--oposicao-obstrui-e-fim-da-escala-6x1-nao-vai-a-plenario.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">fim da escala 6x1.</a> O texto também garante dois dias de descanso remunerado.</p><p>A mudança, porém, não seria imediata. Pela proposta, a jornada cairia primeiro para 42 horas semanais, dois meses após a promulgação da emenda. Um ano depois, chegaria às 40 horas.</p><p class="  ">A <strong>proposta</strong> começou a tramitar na <strong>Câmara dos Deputados</strong> no ano de 2019 e foi aprovada pelos deputados em maio deste ano de 2026.</p><p>No Senado, o texto avançou na <strong>Comissão de Constituição e Justiça</strong> (CCJ) em setembro, sem alterações, e agora começou a ser discutido no<strong> plenário.</strong></p><h2><strong>Votação pode demorar</strong></h2><p>O Senado marcou três sessões para discutir a proposta nesta semana. No entanto, são necessárias cinco sessões antes da votação, de acordo com as regras da Casa.</p><p>Com isso, a votação pode ficar para depois do<a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/agencias/dw/2026-10-06/brasil-nunca-teve-virada-no-2-turno-da-eleicao-presidencial.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"> segundo turno das eleições, marcado para<strong> 25 de outubro.</strong></a></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/87/8l/jj/878ljj1nhvg4l0hmjt0zehyef.jpg"><figcaption>A PL agora segue ritmo regular e dispensa votação em Plenário, mas passa por comissões técnicas<span class="copyright">Conteúdo gerado por IA </span></figcaption></figure><p>Para uma PEC ser aprovada, são necessários <strong>49 votos</strong> dos 81 senadores, em dois turnos de votação.</p><p>O tema enfrenta também uma <strong>resistência</strong> de <strong>grupos</strong> de oposição e de <strong>frentes parlamentares, </strong>que articulam<strong> estratégias</strong> para dificultar a formação de <strong>quórum</strong> (número mínimo de pessoas ou de votos necessários para que uma reunião, sessão ou votação de um órgão coletivo possa ser aberta e suas decisões sejam válidas.)</p><h2>Setor produtivo quer negociação</h2><p>Para as entidades <strong>empresariais</strong> não são contrárias discussão sobre mudanças na jornada, mas defendem que uma eventual alteração seja feita de forma gradual.</p><p>O setor também quer que as regras sejam discutidas por meio de negociações coletivas entre trabalhadores e empregadores, levando em consideração as características de cada atividade.</p><p>O documento é assinado pela <strong>CNI, CNT, CNC, CNA, CNseg</strong> e Organização das Cooperativas do Brasil (<strong>OCB</strong>).</p><p>A principal preocupação das entidades é que uma mudança rápida aumente os custos para as empresas, pressione os preços e prejudique a competitividade da economia brasileira.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-07/entidades-alertam-para-impacto-economico-com-o-fim-da-escala-6x1.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Agência Brasil </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>CNI, Fim da escala 6x1, CLT, Trabalhador, Mercado de trabalho, PIB, impacto econômico</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac64758df0ad99859489961</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 16:30:00 +0000</pubDate><title>Aposentados do INSS podem receber 25% a mais no benefício; veja</title><description>Acréscimo é destinado a aposentados por incapacidade permanente que precisam de ajuda contínua para realizar atividades do dia a dia</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7r/z7/gc/7rz7gcgo7qb7pwp3ue77bwitl.jpg"><figcaption><span class="copyright">Reprodução/INSS </span></figcaption></figure><p>Alguns <strong>aposentados</strong> do INSS <strong>podem</strong> ter direito a um aumento de <strong>25% no valor </strong>que recebe do benefício. Este adicional é destinado a <strong>segurados</strong> que precisam da ajuda permanente de outra pessoa para realizar tarefas básicas do dia a dia, como: <strong>tomar banho,</strong> se <strong>alimentar</strong> ou se <strong>locomover</strong>.</p><p>O <strong>benefício</strong> pode representar um reforço importante  no orçamento de quem enfrenta essas devidas limitações na qual exigem acompanhamento constante.</p><h2>Quanto o aposentado pode receber a mais?</h2><p>O adicional corresponde a <strong>25% do valor</strong> da aposentadoria. Considerando o <a href="https://economia.ig.com.br/2025-12-10/governo-reajusta-salario-minimo-para-r--1621-em-2026.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">salário mínimo de R$ 1.621 em 2026</a>, por exemplo, um segurado que recebe nesse valor pode ter um acréscimo de <strong>R$ 405,25</strong>. Nesse caso, o benefício chegaria a <strong>R$ 2.026,25</strong> no mês.</p><p>O adicional não é concedido de maneira automtica a todos os <strong>aposentados</strong> que recebem o salário mínimo. É necessário cumprir os <strong>requisitos</strong> e comprovar que existe uma necessidade permanente de assistência.</p><h2>Quem pode receber o adicional?</h2><p>Este pagamento é destinado aos segurados que recebem <a href="https://economia.ig.com.br/2026-08-11/inss-amplia-regras-do-auxilio-por-incapacidade-temporaria.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">aposentadoria por incapacidade</a> permanente e dependem da ajuda de outra pessoa para realizar atividades da vida diária.</p><p>Dentre as situações estão:</p><ul><li>cegueira total;</li><li>perda de nove ou mais dedos das mãos;</li><li>paralisia dos dois braços ou das duas pernas;</li><li>perda das pernas quando não for possível utilizar prótese;</li><li>perda de uma das mãos e de dois pés, ainda que seja possível utilizar prótese;</li><li>perda de um braço e uma perna quando não for possível utilizar prótese;</li><li>alterações graves das faculdades mentais que dificultem o pensamento, o raciocínio e a tomada de decisões;</li><li>doença que deixe o segurado acamado;</li><li>incapacidade permanente para realizar atividades básicas do dia a dia.</li></ul><p>A presença de uma dessas condições, não garante automaticamente o pagamento. O <strong>INSS</strong> precisa avaliar cada caso e confirmar a necessidade de assistência permanente.</p><h2>Como o INSS verifica se o segurado tem direito?</h2><p>Para receber o adicional, o aposentado precisa passar por uma avaliação <strong>médica do INSS.</strong></p><p>Durante a <strong>perícia</strong>, é analisado se a pessoa realmente necessita da ajuda de outra pessoa para realizar suas atividades diárias.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2f/7m/rg/2f7mrg704z4yrc3dgerb8hgat.jpg"><figcaption>Perícia Médica do INSS<span class="copyright">Reprodução / JusBrasl </span></figcaption></figure><p>Após a avaliação, o resultado passa pela análise responsável pela perícia médica. Somente após dessa etapa é que o pedido poderá ser aprovado ou negado.</p><h2>Como solicitar?</h2><p>O pedido pode ser feito de forma online, pelo <strong>aplicativo ou site Meu INSS,</strong> ou pela <strong>Central 135.</strong></p><p>Depois de solicitar o adicional, o segurado poderá ser chamado para uma perícia médica. </p><p>É importante apresentar documentos médicos que ajudem a demonstrar as limitações enfrentadas no dia a dia.</p><p>Para quem depende de cuidados constantes, esse valor a mais pode fazer diferença. Por isso, aposentados que acreditam se enquadrar nas regras devem ficar atentos e buscar informações antes de fazer a solicitação. O pedido passa por análise do INSS e a concessão depende da comprovação da necessidade de assistência permanente.</p><h2>Atenção aos golpes</h2><p>Quem pretende solicitar o adicional deve ficar atento a possíveis <strong>golpes</strong>. O <strong>INSS</strong> não cobra valores antecipados para liberar o benefício e o segurado não precisa pagar terceiros para fazer o pedido.</p><p>Desconfie de pessoas que prometem aprovação garantida, solicitam pagamentos ou pedem <strong>senhas</strong> e <strong>dados pessoais</strong>. Para evitar possiveis problemas, utilize somente os canais oficiais, como o aplicativo ou site Meu INSS e a Central 135.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-07/aposentados-do-inss-podem-receber-25--a-mais-no-beneficio--veja.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Reprodução/INSS </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Benefício, INSS, Aposentadoria por incapacidade, Aumento, Dinheiro, Pagamento, 25</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac62ac1317c910b14ff7261</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 12:40:33 +0000</pubDate><title>Aneel adia discussão sobre fim de contrato da Enel em São Paulo</title><description>Diretora da Aneel votou pela caducidade da concessão da Enel SP, mas pedido de vista adiou a análise do processo por 60 dias</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/11/8q/f4/118qf49xnbw2y96rcn8rzicd1.jpg"><figcaption>Funcionários da Enel<span class="copyright">Rovena Rosa/Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>A <strong>Agência Nacional de Energia Elétrica</strong> (<strong>Aneel</strong>) adiou julgamento sobre a <strong>suspensão do contrato de concessão com a Enel SP</strong>, para distribuição na região metropolitana de São Paulo. O assunto foi discutido em reunião pública nessa terça-feira (6) e será retomado em 60 dias, após <strong>pedido de vista de um dos diretores da Aneel</strong>.</p><p>A discussão teve por relatora a diretora Agnes da Costa, que <strong>se posicionou a favor da caducidade (perda da validade)</strong> do contrato de distribuição da Enel. Segundo ela, persistiram falhas na prevenção e resolução dos problemas de distribuição, que permanecem sem resolução definitiva.</p><p>A diretora expôs o voto, ancorado em extensa demonstração da suficiência das provas obtidas, do direito de defesa da concessionária e da suficiência dos procedimentos tomados no processo. Destacou, ainda, que a empresa tenta dificultar o processo, por meio de medidas jurídicas e detalhes técnicos, desconsiderados por falta de relação com o observado na fiscalização.</p><h2>Pedido de vista </h2><p>O debate sobre a suspensão do contrato segue suspenso após pedido de vista do diretor Gentil Nogueira. O assunto deve retornar à pauta em 60 dias.</p><h2>Enel </h2><p>Na sessão, o representante da Enel SP Tiago de Barros Correia afirmou que a empresa atingiu os índices necessários de atendimento e atendeu adequadamente às emergências ocorridas no último ano. A empresa expôs, ainda, manifestações de prefeitos de cidades onde atua e de organizações da sociedade civil, argumentos que não convenceram a diretora.</p><h2>Memória </h2><p>O processo de caducidade foi iniciado após sequência de multas e ações fiscalizatórias com pouca efetividade, e depois de reclamações reiteradas do prefeito da capital paulista e do governador do estado. Eles chegaram a propor a transferência de responsabilidade regulatória para o estado.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-07/aneel-adia-discussao-sobre-fim-de-contrato-da-enel-em-sao-paulo.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Rovena Rosa/Agência Brasil </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, Aneel, Enel, Energia Eletrica, Sao Paulo</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac63975df0ad9985948994c</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 12:35:46 +0000</pubDate><title>Bets deixam de operar e R$ 1,3 bilhão espera apostadores</title><description>Governo retirou milhares de endereços irregulares da internet; instituições financeiras começam a devolver saldos a partir de sexta-feira (9)</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0n/gq/yo/0ngqyo1z9mo9c6kvlfgqcs5yy.jpg"><figcaption>Governo Federal deve anunciar medidas que restringem as apostas online<span class="copyright">Gerado por IA </span></figcaption></figure><p>O<strong> Governo Federal</strong> já tirou do ar mais de <strong>11 mil sites de apostas ilegais</strong> desde o início da proibição das <strong>bets</strong> no <strong>Brasil </strong>e foi finalizado <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-10-06/bets-comecam-a-sair-do-ar-nesta-terca-feira.html">o prazo</a><strong> </strong>para<a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-10-06/bets-comecam-a-sair-do-ar-nesta-terca-feira.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"> que as casas de apostas autorizadas deixassem seus respectivos sites fora do ar.</a> Segundo o Ministério da Fazenda, <strong>188</strong> <strong>plataformas</strong> <strong>regularizadas</strong> já encerraram suas atividades.</p><p>Mesmo depois da proibição de apostas, essas empresas ainda estavam funcionando temporariamente para permitir que os usuários retirassem o <strong>dinheiro</strong> que ainda estava nas contas.</p><p><strong>Leia também: <a href="https://economia.ig.com.br/2026-10-06/a-bet-saiu-do-ar-e-seu-dinheiro-ficou-preso--veja-como-receber.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Bet saiu do ar e seu dinheiro ficou preso? Veja como receber</a></strong> </p><h2>R$ 1,3 bilhão ainda está nas contas dos apostadores</h2><p>De acordo com <strong>Durigan</strong>, cerca de <strong>R$ 1,3 bilhão</strong> ainda está nas contas de <strong>26,5 milhões</strong> de apostadores que não fizeram o saque dos valores disponíveis.</p><p>Com o encerramento das plataformas, as empresas devem informarn aos <strong>bancos</strong> as informações sobre os saldos que cada cliente ainda possui. Os dados serão relacionados ao <strong>CPF</strong> dos <strong>usuários</strong> e à<strong> conta bancária</strong> utilizada para realizar os depósitos.</p><p>A partir de sexta-feira (09), os bancos começarão os processos para a devolução desses valores aos apostadores.</p><p>O ministro afirma ainda que em torno de <strong>R$ 650</strong> milhões movimentados diariamente pelas bets deixarão de sair da renda das famílias.</p><h2>Poucos apostadores concentram a maior parte do dinheiro</h2><p>O dinheiro que ainda está nas plataformas não está distribuído de maneira uniforme entre usuários.</p><p>De acordo com o ministro, cerca de<strong> 1%</strong> dos apostadores concentra <strong>80%</strong> do saldo. Já aproximadamente <strong>3,4%</strong> dos usuários concentram <strong>90%</strong> dos valores que permanecem nas contas.</p><p>Também tem contas com valores entre<strong> R$ 500 mil</strong> e <strong>R$ 1 milhão</strong>. De acordo com <strong>Durigan</strong>, 40 contas nessa faixa estão sendo investigadas por suspeita de lavagem de <strong>dinheiro</strong>.</p><h2>Sites bloqueados agora levam para página do Governo</h2><p>Quem tentar acessar algumas das plataformas proibidas encontrará uma página do governo federal com a mensagem de acesso bloqueado.</p><p>Os endereços passaram a redirecionar os usuários para o site<em><strong> “Brasil sem Bets”,</strong></em> que informa que as plataformas estão fora do ar por determinação da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/mpv/mpv1394.htm" target="_blank" rel="noopener nofollow">Medida Provisória nº 1.394/26.</a> </p><p>A medida, foi assinada pelo presidente<strong> Luiz Inácio Lula da Silva</strong> no mês passado em 25 de setembro, proibiu no <strong>país</strong> a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de <strong>apostas</strong> de quota fixa, incluindo <strong>apostas esportivas</strong> e<strong> jogos on-line.</strong></p><h2>Mais de 13 mil sites foram encaminhados para bloqueio</h2><p>O número de <strong>páginas</strong> atingidas pela operação é ainda maior do que as plataformas que já foram efetivamente retiradas do ar.</p><p>Segundo o balanço mais recente do Governo, <strong>13.241 sites ilegai</strong>s foram encaminhados para <strong>bloqueio entre 25 de setembro</strong> e esta terça-feira (6). Isso representa uma média de aproximadamente <strong>1.103 endereços </strong>por dia.</p><p>Além dos sites, a fiscalização também atingiu as redes sociais utilizadas para divulgar as apostas.</p><p>O Governo informou que <strong>3.489 páginas,</strong> perfis e grupos já foram removidos. Em um levantamento mais amplo, foram feitos pedidos para retirar do ar 3.552 páginas, <strong>canais</strong>, perfis, grupos e servidores em plataformas como <strong>Facebook</strong>, <strong>Instagram</strong>, <strong>Telegram</strong>, <strong>TikTok</strong>, <strong>WhatsApp</strong> e <strong>Discord</strong>.</p><h2>O que acontece com o dinheiro que ainda não foi devolvido?</h2><p>A devolução dos valores seguirá um <strong>cronograma</strong>. Primeiro, as empresas de apostas deverão informar aos bancos quanto cada usuário ainda possui e os dados necessários para realizar o pagamento.</p><p>A partir de sexta-feira (09) às <strong>instituições</strong> <strong>financeiras</strong> começam a devolver os valores aos titulares.</p><p>Caso algum dinheiro não possa ser devolvido pelos bancos dentro do prazo previsto, os valores serão transferidos para a <strong>Caixa Econômica Federal</strong> a partir do dia 14 de outubro.</p><p>Depois disso, a <strong>Caixa</strong> ficará responsável pelo processo de devolução aos donos dos recursos.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-07/bets-deixam-de-operar-e-r--1-3-bilhao-espera-apostadores.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Gerado por IA </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Dario Durigan, Bets, Dinheiro, Apostadores, Devolução</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac625e4df0ad9985948993e</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 12:34:14 +0000</pubDate><title>ANP espera leiloar mais de 320 blocos de petróleo nesta quarta</title><description>Rodadas da ANP oferecem áreas no pré-sal, na Margem Equatorial e em outras bacias; 19 empresas estão habilitadas para a partilha e 46 para concessões</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d5/4i/ir/d54iirgck7mwhysclqny98wfg.jpg"><figcaption>Plataforma Petrobras<span class="copyright"> Tânia Rêgo/Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>Dois leilões da <strong>Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis</strong> (<strong>ANP</strong>) vão colocar em disputa 326 blocos de exploração e produção de petróleo e gás natural nesta quarta-feira (7). De acordo com a agência, os leilões são os maiores já realizados.</p><p>As ofertas incluem 13 áreas no pré-sal e dois setores na Bacia do Ceará, que faz parte da Margem Equatorial, considerada a nova fronteira de exploração.</p><p>A concorrência pública será na sede da ANP, no Centro do Rio de Janeiro. A agência, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), é o órgão regulador da indústria de petróleo no país.</p><h2>Pré-sal </h2><p>Às 9h, começa o primeiro leilão, o 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção, que oferece os 13 blocos de exploração no pré-sal, no litoral do Sudeste.</p><p>São cinco áreas na Bacia de Campos (Magnetita, Turmalina, Hematita, Larimar e Azurita) e oito na Bacia de Santos (Jade, Aragonita, Cruzeiro do Sul, Opala, Granada, Cerussita, Rubi e Rodocrosita).</p><p>Atualmente, o pré-sal ─ que está sob uma espessa camada de sal, que pode chegar a 7 mil metros de profundidade ─ é a principal área de produção no país. Em setembro, por exemplo, respondeu por 82,6% do petróleo e gás brasileiros.</p><p>Foram habilitadas 19 empresas licitantes. Entre elas estão a Petrobras e outras empresas nacionais e multinacionais, como BP (Reino Unido), Chevron (Estados Unidos), Equinor (Noruega), Shell (anglo-holandesa), Sinopec (China) e TotalEnergies (França).</p><p>Pela lei, no leilão de partilha, a Petrobras tem o chamado direito de preferência. Isto é, pode escolher se quer ou não ser operadora no bloco exploratório. Em caso positivo, fica com participação de pelo menos 30% do consórcio vencedor.</p><h2>Bacias para concessão </h2><p>A partir das 14h, está previsto o 6º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão, que coloca em disputa 313 blocos de exploração em 22 setores, que incluem exploração terrestre (onshore) e marítima (offshore), como o pós-sal na costa do Sudeste.</p><p>Dois setores pertencem à Bacia do Ceará, localizada na Margem Equatorial Brasileira. A área é vista pela indústria do petróleo como fronteira promissora.</p><p>Descobertas significativas recentes na Guiana e no Suriname reforçam a expectativa. No Brasil, a Petrobras anunciou na semana passada a segunda descoberta de petróleo em um poço exploratório na Bacia da Foz do Amazonas, que também fica na Margem Equatorial.</p><p>Apesar de a Margem Equatorial abranger a costa de estados das Regiões Norte e Nordeste, apenas a Bacia do Ceará está incluída no leilão desta quarta-feira. Outros blocos estão sem estudo para eventuais ofertas da ANP em rodadas seguintes.</p><p>O 6º Ciclo inclui ainda cinco blocos, nos setores Potiguar e Tucano Sul, de áreas da chamada “acumulação marginal”, campos onde a produção de petróleo está inativa ou que foram devolvidos à ANP por falta de interesse econômico.</p><p>Ao todo, 46 empresas estão habilitadas para participar. No entanto, assim como no modelo de partilha, a habilitação não significa necessariamente que a companhia fará ofertas.</p><h2>Blocos excluídos </h2><p>Na última segunda-feira (5), a ANP informou que retirou do leilão cinco blocos da Bacia do Parnaíba, que abrange Maranhão e Sergipe.</p><p>A decisão foi adotada após a área técnica da ANP identificar “erro material na aplicação dos recortes necessários em função dos critérios socioambientais determinados na Manifestação Conjunta das áreas”.</p><h2>Leilões anteriores </h2><p>Em outubro do ano passado, o 3º Ciclo da Oferta de Partilha terminou com cinco dos sete blocos em disputa arrematados. Na ocasião, os bônus de assinatura chegaram a quase R$ 104 bilhões, com previsão de investimento mínimo na fase de exploração de R$ 451,5 milhões.</p><p>O leilão do 5º Ciclo da Oferta de Concessão ocorreu em junho de 2025, com a assinatura de 34 contratos de concessão de blocos. A arrecadação de bônus de assinatura foi de cerca de R$ 989 milhões, com investimentos mínimos estimados em R$ 1,5 bilhão na fase de exploração.</p><h2>Partilha x concessão </h2><p>Descoberto há 20 anos, o petróleo do pré-sal mostrou-se tão significativo para o potencial de produção brasileiro que levou o governo a mudar, em 2010, o regime que autorizava as empresas a explorar a riqueza submersa.</p><p>Dessa forma, nas áreas de pré-sal vigora o regime de partilha. Nesse modelo, a produção de óleo excedente (saldo após pagamento dos custos) é dividida entre a empresa e a União.</p><p>Quando ocorre leilão em uma área, a companhia vencedora é aquela que oferece a maior parcela do óleo à União.</p><p>Essa regra é diferente do modelo de concessão, válido nos demais blocos de óleo e gás. Na concessão, o risco de investir e encontrar, ou não, petróleo é da concessionária, que se torna dona de todo o óleo e gás que venham a ser descobertos.</p><p>Em contrapartida, além do bônus de assinatura ao arrematar o leilão, a petrolífera paga royalties e participação especial (no caso de campos de grande produção) ao governo.</p><p>Junto com o modelo de partilha, foi criada uma estatal, a Pré-Sal Petróleo (PPSA), sediada no Rio de Janeiro e vinculada ao Ministério de Minas e Energia, que representa a União no recebimento das receitas. Ou seja, a PPSA vende o petróleo entregue pelas petroleiras à União.</p><h2>Reposição e dinamismo </h2><p>O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), entidade privada que reúne empresas do setor, lembra que a projeção é de que, sem mais descobertas, a produção de óleo e gás no país deve entrar em declínio na década de 2030.</p><p>Para o presidente do IBP, Roberto Ardenghy, a realização dos leilões é fundamental para acelerar a reposição de reservas.</p><p>"Em uma indústria com investimentos de longo prazo e que demanda previsibilidade, a oferta de novas áreas é uma necessidade", disse à Agência Brasil.</p><p>O IBP acrescenta que os leilões também se destacam por ofertar diversas áreas terrestres e marginais.</p><p>"Essa característica atrai um perfil de empresas menores, o que viabiliza novos negócios, desenvolve a cadeia de fornecedores e dinamiza fortemente as economias locais", avalia Ardenghy.</p><p>"Entendemos que as empresas que atuam no setor de óleo e gás brasileiro enxergam o leilão como boa oportunidade para repor reservas em um mercado com segurança jurídica, rotas logísticas consolidadas e distante de regiões com instabilidade geopolítica, como o Oriente Médio", conclui.</p><h2>Interesse de petroleiras </h2><p>O Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), um centro de estudos vinculado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), considera que a combinação entre preços elevados do petróleo, tensões geopolíticas no cenário internacional e consolidação do Brasil como importante produtor mundial tende a ampliar o interesse de petroleiras.</p><p>O coordenador de pesquisas do Ineep, Francismar Ferreira, destaca que a Petrobras não exerceu o direito de preferência em nenhum dos blocos. Para ele, essa condição amplia a possibilidade de expansão das operações de petroleiras multinacionais.</p><p>“Assim, ao completar 20 anos de sua descoberta, o pré-sal poderá ter parcela crescente de seu potencial energético apropriada por agentes externos”, avalia.</p><p>Ferreira projeta que, na porção offshore, as áreas de pós-sal das bacias do Sudeste (Espírito Santo, Campos e Santos) tendem a atrair grandes petroleiras e, possivelmente, algumas companhias independentes médias nacionais e estrangeiras.</p><p>Ele considera que, apesar de localizadas em bacias consideradas maduras, as áreas contam com infraestrutura consolidada para exploração e produção.</p><p>O coordenador do Ineep defende que a Petrobras participe ativamente do leilão, de modo a assegurar maior coordenação estatal sobre as áreas exploratórias do país.</p><p>“Sem uma Petrobras com participação relevante e capacidade de coordenação, o Brasil corre o risco de aprofundar a desnacionalização das reservas e da produção e limitar a capacidade do Estado de transformar a riqueza petrolífera em soberania energética, desenvolvimento industrial e desenvolvimento nacional”, sustenta.</p><h2>Preocupação socioambiental </h2><p>Enquanto a indústria do petróleo e o governo olham para os leilões com interesse, ativistas e algumas entidades da sociedade civil enxergam com preocupação.</p><p>O Instituto Arayara, organização não governamental dedicada a questões socioambientais, chegou a entrar com uma Ação Civil Pública na Justiça Federal pedindo a não realização do leilão.</p><p>A organização ingressou com cinco ações que questionam a oferta de blocos e apontam sobreposições com territórios indígenas e quilombolas, assentamentos da reforma agrária, áreas de conservação e regiões de pesca artesanal.</p><p>À Agência Brasil, o presidente do Arayara, Juliano Bueno, atribuiu a exclusão de cinco blocos pela ANP na segunda-feira à pressão da ONG, “reconhecendo erros técnicos que foram denunciados pelos estudos e diagnósticos promovidos pelas ações civis”.</p><p>O Arayara pretende fazer uma série de manifestações em frente à sede da ANP durante a quarta-feira.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-07/anp-espera-leiloar-mais-de-320-blocos-de-petroleo-nesta-quarta.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit> Tânia Rêgo/Agência Brasil </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, Petrobras, Petroleo, Gas Natural, margem equatorial, PreSal, ANP</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac6350c317c910b14ff7266</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 12:03:24 +0000</pubDate><title>Salário das mulheres despenca com a idade na Coreia do Sul</title><description>País lidera há décadas o ranking da OCDE de desigualdade salarial de gênero</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0w/ur/tb/0wurtbtnkuov4ajqomakrwprr.jpg"><figcaption>Potência em tecnologia e indústria, a Coreia do Sul mantém há décadas a maior diferença salarial de gênero da OCDE<span class="copyright">Yousra Drioua </span></figcaption></figure><p>Aos 27 anos, uma mulher na Coreia do Sul ganha, em média, 8% menos que seus colegas homens. No fim dos 50 anos, essa diferença chega a 50%. Os dados constam de estatísticas salariais do governo citadas em um relatório recente da ONG de direitos humanos Human Rights Watch (HRW).</p><p>A Coreia do Sul é uma potência global nos setores de tecnologia e indústria, mas mantém a maior diferença salarial entre homens e mulheres entre os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) desde o início da série histórica comparável, em 1992.</p><p>"A divisão de trabalho por gênero dentro de casa leva diretamente a uma divisão de trabalho por gênero no mercado de trabalho", afirmou Min Hee Kim, ativista sul-coreana pelos direitos trabalhistas das mulheres.</p><p>Segundo ela, o problema não se resume ao fato de as mulheres receberem salários menores que os homens. Com o avanço da idade, as opções de trabalho disponíveis para elas diminuem, enquanto os efeitos de salários mais baixos, interrupções na carreira e empregos precários se acumulam.</p><p>Para elaborar o relatório, a HRW entrevistou 41 sul-coreanas entre 28 e 87 anos sobre suas trajetórias profissionais.</p><h2>Barreiras estruturais às carreiras das mulheres</h2><p>Segundo Kim, a discriminação mudou de forma, mas não desapareceu. Até os anos 1980, era legal que empresas demitissem mulheres simplesmente por se casarem, prática conhecida como "demissão por casamento". Os empregadores presumiam que uma mulher casada deixaria o trabalho em pouco tempo para cuidar dos filhos.</p><p>Hoje, acrescentou a ativista, "é difícil dizer abertamente: 'Não vamos contratar você porque é mulher'". Ainda assim, as responsabilidades de cuidado continuam recaindo principalmente sobre as mulheres, levando muitas delas a aceitar empregos de menor remuneração quando tentam retornar ao mercado de trabalho.</p><p>De acordo com o relatório da HRW, as mulheres superam os homens em formação universitária desde os anos 1980. Em tese, níveis mais elevados de educação sugeririam igualdade de oportunidades após a graduação, mas o mercado de trabalho apresenta outra realidade.</p><p>Um estudo de 2024 mostrou que, apenas um ano após a conclusão do curso superior, as mulheres já ganham 22% menos que os homens. Muitas entrevistadas relataram à HRW que, após deixarem o emprego por causa do casamento ou da maternidade, suas possibilidades de retorno ao mercado se restringiam a poucas ocupações, como atendimento em call centers, serviços de limpeza ou trabalho de cuidado.</p><p>As mulheres que optam por priorizar a carreira também encontram obstáculos. Em 2024, elas ocupavam apenas 18% dos cargos de gerência no país, e apenas cinco dos 38 altos funcionários da administração pública eram mulheres.</p><h2>Salários atingem o pico e depois caem</h2><p>Os salários das mulheres atingem seu nível mais alto no fim dos 30 anos e, a partir daí, entram em trajetória de queda constante, segundo dados de pesquisas do Ministério do Trabalho citados pela HRW.O Ministério da Igualdade de Gênero da Coreia do Sul informou à organização que interrupções na carreira, segregação ocupacional e discriminação dentro das instituições ajudam a explicar a diferença salarial.</p><p>J. Mi-sook, de 53 anos, relatou à HRW que seus três anos de experiência profissional não foram reconhecidos por seu empregador seguinte, o que a obrigou a recomeçar em um cargo de nível inicial e com salário inferior.</p><p>Quanto mais tempo as mulheres permanecem fora do mercado de trabalho, menos experiência conseguem acumular no currículo, o que resulta em salários menores e menor estabilidade profissional.</p><p>Kim destacou o conceito de discriminação estrutural, definido no relatório como um tipo de discriminação tão incorporado às práticas sociais e institucionais que até mesmo as afetadas podem não reconhecê-lo como um problema.</p><p>"Quando você está sozinha, é fácil pensar: 'É porque não sou suficientemente capaz' ou 'É porque estou ficando mais velha'", disse ela. Segundo a ativista, quando mulheres com experiências semelhantes se encontram e conversam, percebem que "isso não era apenas um problema meu".</p><h2>Avanço da idade piora desigualdade</h2><p>Park Jae-soon, de 61 anos, foi obrigada a se aposentar aos 60 de uma empresa de serviços públicos e hoje trabalha em meio período como cuidadora. Sua renda anual caiu de 55 milhões de won sul-coreanos (cerca de R$ 220 mil) para 15,6 milhões de won (cerca de R$ 62 mil), uma redução de 72%.</p><p>A HRW defende a extinção tanto da idade obrigatória para aposentadoria quanto do sistema conhecido como "salário de pico", que permite às empresas reduzirem a remuneração de trabalhadores mais velhos nos anos que antecedem a aposentadoria.</p><p>Segundo dados citados no relatório, em outubro de 2025 as mulheres recebiam, em média, apenas 53% do valor da pensão nacional por velhice paga aos homens. "Acho importante destacar que isso não é simplesmente um problema de mulheres de meia-idade que têm dificuldade para encontrar emprego", afirmou Kim.</p><p>"O trabalho que as mulheres tradicionalmente realizam dentro de casa, como limpeza, cozinhar, cuidar de outras pessoas e administrar emoções, é classificado como 'trabalho adequado para mulheres' quando entra no mercado de trabalho. Em seguida, salários baixos são atribuídos a essas atividades", acrescentou.</p><h2>Do primeiro salário à aposentadoria</h2><p>A HRW argumenta que a desvantagem econômica das mulheres se acumula etapa por etapa, desde o primeiro salário até a aposentadoria.</p><p>"A interrupção da carreira entre mulheres na faixa dos 30 anos já é uma questão previdenciária", disse Kim. "O trabalho de meio período entre mulheres na faixa dos 40 também é uma questão previdenciária, e os baixos salários entre mulheres na faixa dos 50 já representam igualmente uma questão previdenciária."</p><p>O governo sul-coreano informou que pretende implementar gradualmente o aumento da idade legal de aposentadoria de 60 para 65 anos. "Isso não pode ser resolvido com uma única política pública. Salário igual para trabalho igual precisa ser efetivamente aplicado, as estruturas salariais precisam ser transparentes e o cuidado deve ser tratado como uma responsabilidade pública, e não como algo transferido para famílias e mulheres individualmente", afirmou Kim.</p><p>A ativista considera o relatório um ponto de partida importante, mas avalia que o retrato apresentado ainda é incompleto. Segundo ela, a maior parte das entrevistadas foi recrutada por meio de organizações da sociedade civil e vivia principalmente em Seul. Mulheres com deficiência, trabalhadoras migrantes e outros grupos podem enfrentar uma combinação diferente de discriminações relacionadas à idade e ao gênero.</p><p>"A questão mais importante não é simplesmente: 'Quanta discriminação as mulheres enfrentam?'", afirmou. "A questão é quais mulheres, em quais posições, vão sendo progressivamente afastadas de determinados recursos e direitos à medida que envelhecem."</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/agencias/dw/2026-10-07/salario-das-mulheres-despenca-com-a-idade-na-coreia-do-sul.html</link><dc:creator>Deutsche Welle</dc:creator><media:credit>Yousra Drioua </media:credit><author>Deutsche Welle</author><keywords>Economia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68220ad74e8368192f52c6c3</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac5125acdda95a36503f912</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 09:00:00 +0000</pubDate><title>Feriado de 12 de outubro vem aí: veja quem tem direito à folga</title><description>Confira as regras para trabalhadores, situações em que o descanso é garantido e casos nos quais a jornada pode ser mantida normalmente</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3c/2l/6m/3c2l6mtl0bxsl5u4a45n80rti.jpg"><figcaption>Trabalho no feriado de 12 de outubro<span class="copyright">Imagem gerada por IA </span></figcaption></figure><p>O próximo <strong>feriado</strong> <strong>nacional</strong> está se aproximando e promete descanso prolongado para muita gente. O dia <strong>12 de outubro,</strong> feriado de <strong>Nossa Senhora Aparecida</strong>, padroeira do Brasil, será celebrado em uma segunda feira.</p><p>A data também marca o<strong> Dia das Crianças</strong> e pode garantir três dias seguidos de folga para quem normalmente não trabalha aos sábados e domingos.</p><p>Porém nem todos os trabalhadores terão direito a folga na segunda-feira. Alguns setores podem funcionar normalmente durante o feriado e, nesses casos, existem algumas regras para quem for chamado para trabalhar.</p><h2>Como fica o feriado de 12 de outubro?</h2><p>Para quem já tem folga aos sábados e domingos, o calendário fica  assim:</p><ul><li>10 de outubro, sábado: folga para quem não trabalha aos fins de semana.</li><li>11 de outubro, domingo: folga.</li><li>12 de outubro, segunda-feira: feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida.</li></ul><p>Com isso, muitos trabalhadores podem aproveitar 3 dias seguidos de descanso.</p><p>Quem trabalha aos sábados ou domingos, deve consultar sua escala e as regras da <strong>empresa</strong> ou da <strong>categoria</strong> para saber como ficará o <strong>expediente</strong>.</p><h2>Por que a data é feriado?</h2><p>A história do feriado está ligada na <strong>devoção</strong> a <a href="https://turismo.ig.com.br/destinos-nacionais/2026-10-06/santuario-de-aparecida-entra-no-4-dia-de-festa--veja-programacao.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>Nossa Senhora Aparecida,</strong> considerada a <strong>padroeira</strong> do Brasil.</a> Conforme a tradição, a imagem da santa foi encontrada por três pescadores no R<strong>io Paraíba do Sul,</strong> em <strong>São Paulo,</strong> em outubro de <strong>1717</strong>. A partir daí, a devoção foi crescendo e Aparecida se tornou um dos principais destinos de turismo religioso do país.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7x/ho/e3/7xhoe3wki19g75fquz7rqs1g1.jpg"><figcaption>Nossa Senhora Aparecida<span class="copyright">Reprodução da internet </span></figcaption></figure><p>Nossa Senhora Aparecida foi reconhecida oficialmente como padroeira do Brasil em<strong> 1930.</strong> Já o 12 de outubro só se tornou feriado nacional em 1980, durante o governo do <strong>presidente João Figueiredo.</strong></p><h2>Quem pode ser obrigado a trabalhar no feriado?</h2><p>Apesar de os feriados serem na teoria, dias de descanso, existem atividades que podem funcionar normalmente nessas datas.</p><p>É o caso de setores considerados essenciais e de outras atividades <strong>autorizadas pela legislação.</strong> Entre eles estão áreas como <strong>transporte</strong>, <strong>indústria</strong>, <strong>comércio</strong>, <strong>comunicação</strong>, <strong>segurança</strong> e<strong> serviços funerários.</strong></p><p>Também existem situações em que o trabalho no feriado é permitido por meio de convenções ou acordos coletivos.</p><p>Então, quem recebeu a escala para trabalhar no dia 12 de outubro deve verificar as regras previstas para sua categoria.</p><h2>Trabalhar no feriado dá direito a pagamento em dobro?</h2><p>Quem trabalha em um feriado pode ter direito a receber o dia em dobro ou ganhar uma <strong>folga</strong> em outra data.</p><p>A forma de compensação depende das regras aplicáveis ao trabalhador e dos acordos existentes entre a <strong>empresa e a categoria.</strong></p><p>Também pode existir a possibilidade de usar o <strong>banco de horas</strong>. Nessa situação, as horas trabalhadas podem ser compensadas depois, desde que o sistema esteja previsto de acordo com as regras trabalhistas.</p><p>Por isso, é importante conferir a convenção coletiva ou buscar informações com o setor de recursos humanos da empresa.</p><h2>Feriado e ponto facultativo são diferentes</h2><p>Apesar de muitas vezes serem confundidos, <strong>feriado</strong> e <strong>ponto facultativo</strong> não significam a mesma coisa.</p><p>O <strong>feriado</strong> é definido por lei e pode ser nacional, estadual ou municipal. A regra geral é que o trabalhador tenha direito ao descanso, embora algumas atividades possam funcionar.</p><p>Já o<strong> ponto facultativo</strong> costuma ser aplicado principalmente aos órgãos públicos. Nesses casos, o governo ou o órgão responsável pode decidir pela dispensa dos funcionários.</p><p>Nas empresas privadas, o ponto facultativo não significa necessariamente que o trabalhador terá folga.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/de/vj/d3/devjd31961hjm7357xgoxup2l.jpg"><figcaption>Infográfico: feriado vs ponto facultativo<span class="copyright">Gerado por IA </span></figcaption></figure><p>Também existem as chamadas <strong>datas comemorativas.</strong> Elas servem para marcar acontecimentos ou temas importantes, mas não são feriados.</p><h2>Quais são os próximos feriados do ano?</h2><p>Depois do feriado de 12 de outubro, o calendário ainda terá outras datas nacionais.</p><ul><li><strong>2 de novembro:</strong> Finados, segunda-feira.</li><li><strong>15 de novembro:</strong> Proclamação da República, domingo.</li><li><strong>20 de novembro:</strong> Dia da Consciência Negra, sexta-feira.</li><li>25 de dezembro: Natal, sexta-feira.</li></ul><p>As datas que caem em sexta ou segunda-feira podem facilitar a formação de feriados prolongados para quem já não trabalha aos fins de semana.</p><h2>E os próximos pontos facultativos?</h2><p>Além dos feriados, o calendário também prevê alguns pontos facultativos.</p><ul><li>28 de outubro: Dia do Servidor Público, quarta-feira.</li><li>24 de dezembro: véspera de Natal, após as 13h, quinta-feira.</li><li>31 de dezembro: véspera de Ano Novo, após as 13h, quinta-feira.</li></ul><p>No caso das empresas privadas, é importante lembrar que o ponto facultativo não significa, obrigatoriamente, que haverá dispensa do trabalho.</p><h2>Feriado também movimenta o turismo</h2><p>Os feriados prolongados não são bons apenas para quem quer descansar. Eles também costumam movimentar o <a href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-10-03/blefaroplastia-movimenta-o-turismo-de-saude-no-brasil.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">setor de turismo.</a></p><p><strong>Hotéis, restaurantes, agências de viagens</strong>, companhias aéreas e empresas de transporte costumam registrar maior procura nesses períodos.</p><p class="   ">Segundo projeções da <strong>Confederação Nacional do Comércio de Bens,</strong> Serviços e Turismo (CNC), os feriados nacionais devem movimentar cerca de<strong> R$ 218 bilhões no setor de turismo em 2026.</strong></p><p>A expectativa é de maior movimento principalmente quando o feriado fica próximo ao fim de semana.</p><p>Quem vai aproveitar o feriado pode começar a planejar os três dias de descanso. Já quem foi escalado para trabalhar deve ficar atento aos direitos previstos para sua categoria.</p><p>Antes de trabalhar no feriado, vale consultar a <strong>empresa</strong>, o <strong>sindicato</strong> ou a <strong>convenção coletiva</strong> para saber exatamente qual regra será aplicada.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-07/vai-trabalhar-no-feriado-de-12-de-outubro--veja-seus-direitos.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Imagem gerada por IA </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>CLT, Descanso, Empresa, Feriado, Nossa Senhora Aparecida, Sindicato</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac557e50edbd31c6150f462</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 09:00:00 +0000</pubDate><title>Talheres e porcelanas usados viram desconto na Tramontina</title><description>Campanha da empresa oferece abatimento de até 20% na compra de novos produtos</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/00/81/6n/00816n0rg6fsnr7iaabceokpu.jpg"><figcaption>Campanha Troque e Transforme da Tramontina<span class="copyright">Divulgação/Tramontina </span></figcaption></figure><p>Talheres e porcelanas que estão sem uso em casa podem virar desconto na compra de novos produtos. Durante o mês de outubro, a Tramontina está recebendo esses itens em suas lojas físicas oficiais e oferecendo abatimentos de até <strong>20%</strong> aos consumidores que participarem da campanha <em>Troque e Transforme</em>.</p><p>O desconto varia de acordo com a quantidade entregue: um produto usado dá direito a 5%; dois, a 10%; três, a 15%; e quatro ou mais, a 20%. A ação acontece de 1º a 31 de outubro. </p><p>Para mais informações, consulte o regulamento da promoção <a href="https://globaltramontina.zendesk.com/hc/pt-br/articles/48823187451149-Regulamento-Campanha-Troque-Transforme-2026">aqui</a>. </p><h2>Para onde vão os produtos usados?</h2><p>A iniciativa tem um componente comercial evidente, mas toca em uma questão importante: o destino dos produtos depois que deixam de ser úteis para quem os comprou.</p><p>A discussão sobre <strong>consumo responsável</strong> costuma se concentrar na escolha do que compramos, tais como origem das matérias-primas, durabilidade ou impactos da produção. Mas existe uma etapa igualmente relevante depois do consumo. Um objeto não deixa de gerar impacto ambiental simplesmente porque saiu de uma casa.</p><p>No caso da Tramontina, os produtos recolhidos recebem destinação <strong>ambientalmente</strong> adequada. A campanha faz parte do programa Seu Ambiente Mais Consciente, criado pela empresa em 2021 para receber produtos e embalagens sem uso e encaminhá-los para transformação em matéria-prima reciclada.</p><p>Desde a criação do programa, 36 toneladas de produtos foram coletadas e destinadas, segundo a companhia. Atualmente, todas as lojas oficiais da marca no Brasil funcionam como pontos de coleta.</p><p>O dado mostra a importância de uma questão bastante prática: para que o consumidor descarte corretamente um produto, ele precisa saber onde levá-lo.</p><p><strong>Leia também: <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/mariana-sgarioni/2026-10-01/nova-lei-reduz-limite-de-chumbo-nas-tintas-vendidas-no-brasil.html#google_vignette">Nova lei reduz limite de chumbo nas tintas vendidas no Brasil</a></strong> </p><p>Criar pontos de recebimento acessíveis é uma maneira de reduzir essa distância entre intenção e prática. O desconto acrescenta um incentivo econômico para estimular a devolução e, ao mesmo tempo, pode ajudar a incorporar um comportamento ainda pouco presente no cotidiano: devolver ao fabricante aquilo que não será mais utilizado.</p><p>Para as empresas, esse movimento significa assumir a responsabilidade também pelo que acontece depois da venda. Para quem compra, significa perceber que a <strong>decisão de consumo não termina no caixa</strong>.</p><p>Sabemos que campanhas de coleta não resolvem, sozinhas, a questão dos <strong>resíduos.</strong> Mas ajudam a criar um caminho concreto para produtos que, de outra forma, poderiam acabar simplesmente descartados e amontoados em aterros sanitários.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/colunas/mariana-sgarioni/2026-10-07/talheres-e-porcelanas-usados-viram-desconto-na-tramontina.html</link><dc:creator>Mariana Sgarioni</dc:creator><media:credit>Divulgação/Tramontina </media:credit><author>Mariana Sgarioni</author><keywords>Não jogue no lixo, Tramontina, pratos, talheres, louças, porcelanas, logística reversa, economia circular</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1df14f881651c47c0ee44</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac59fec0edbd31c6150f4a7</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 01:44:14 +0000</pubDate><title>Mega-Sena acumula para R$ 100 milhões; veja os resultados</title><description>Lotofácil teve duas apostas vencedoras; Quina e Timemania também acumularam nos concursos sorteados pela Caixa nesta terça-feira (06) à noite</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bh/mf/40/bhmf407b9xpyl890km1zp9i23.jpg"><figcaption>Mega-Sena <span class="copyright">Rafa Neddermeyer/Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>Ninguém acertou as seis dezenas da <strong>Mega-Sena</strong> nesta terça-feira (06), e o prêmio principal acumulou para R$ 100 milhões. O concurso 3.067 colocou em jogo pouco mais de R$ 90,1 milhões.</p><p>Os números sorteados foram:</p><p>01 - 04 - 17 - 33 - 41 - 52</p><p>O resultado manteve a<a href="https://economia.ig.com.br/Loterias/2026-10-04/mega-sena-acumula-e-proximo-concurso-pode-pagar-r--92-milhoes.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"> sequência sem vencedores na faixa principal.</a> O concurso anterior também havia acumulado, o que elevou o prêmio colocado em jogo nesta terça.</p><h2>Lotofácil tem dois ganhadores</h2><p>A<strong> Lotofácil</strong> foi na direção oposta. Duas apostas acertaram as 15 dezenas do concurso 3.798, uma registrada no <strong>Ceará</strong> e outra em <strong>São Paulo. </strong>Cada uma receberá cerca de R$ 1,5 milhão.</p><p>As dezenas foram:</p><p>01 - 02 - 04 - 05 - 06 - 07 - 08 - 09 - 10 - 11 - 14 - 18 - 19 - 20 - 23</p><p>O prêmio previsto para o concurso era de R$ 5 milhões.</p><h2>Quina acumula para R$ 26,8 milhões</h2><p>Nenhuma aposta acertou os cinco números da Quina. Com isso, o prêmio do próximo concurso subiu para R$ 26,8 milhões.</p><p>Os números do concurso 7.136 foram:</p><p>13 - 14 - 30 - 53 - 60</p><p>A bolada principal desta terça estava em R$ 25.252.212,99.</p><h2>Timemania vai a R$ 19 milhões</h2><p>A<strong> Timemania</strong> também acumulou. Ninguém acertou as sete dezenas do concurso 2.451, e o próximo prêmio está estimado em R$ 19 milhões.</p><p>Os números sorteados foram:</p><p>04 - 06 - 34 - 38 - 53 - 58 - 69</p><p>O<strong> América-RN</strong> foi o <strong>Time do Coração.</strong> Ao todo, 8.921 apostas acertaram o clube e receberam R$ 8,50 cada.</p><p class="    ">Quatro apostas fizeram seis pontos e ganharam R$ 39.745,89 cada. Outras 133 acertaram cinco dezenas e ficaram com R$ 1.707,66 por jogo.</p><h2>Dia de Sorte</h2><p>O concurso 1.316 do <strong>Dia de Sorte</strong> também estava programado para esta terça-feira, com prêmio estimado em R$ 2,9 milhões. Até o fechamento desta matéria, o resultado completo ainda não havia sido disponibilizado nas fontes consultadas.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/Loterias/2026-10-06/mega-sena-3067-acumula-100-milhoes-resultado-6-outubro.html</link><dc:creator>Pedro Emerenciano</dc:creator><media:credit>Rafa Neddermeyer/Agência Brasil </media:credit><author>Pedro Emerenciano</author><keywords>Prêmios da Noite, Megasena, Quina, Lotofacil, Time Mania, Dia de Sorte</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5d8173069e5089db0fe22ff3</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac594860edbd31c6150f49e</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 00:53:04 +0000</pubDate><title>Cate oferece 4 mil vagas com salários de até R$ 4 mil em SP</title><description>Oportunidades em setores como saúde, logística e serviços têm inscrições abertas até quarta-feira (7) pela internet ou nas 46 unidades</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8f/q8/54/8fq854skb8iuvz26mlu17e6wj.jpg"><figcaption>Unidade do Cate no Centro Histórico<span class="copyright">Ciete Silvério/ Prefeitura de São Paulo </span></figcaption></figure><p>O <strong>Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo (Cate)</strong> está com <strong>inscrições abertas até quarta-feira (7)</strong> para um processo seletivo com <strong>4 mil <a href="https://economia.ig.com.br/noticias/trabalho">oportunidades de emprego</a></strong> em áreas como saúde, logística, educação, comércio e serviços. Os salários variam de R$ 1.100 a R$ 4.000. Os interessados podem se candidatar pelo <strong>Portal Cate</strong> ou <strong>presencialmente em um dos 46 postos de atendimento</strong> espalhados pela capital paulista.</p><p>Na área de atendimento, são mais de 300 postos disponíveis com remunerações entre R$ 1.621 e R$ 2.221, voltados a candidatos com ensino fundamental ou médio completo, com ou sem experiência prévia. As vagas estão concentradas em bairros como Vila Formosa, Jardim Adutora, Parque São Lucas, Vila Ema e Tatuapé.</p><p>O setor de construção civil e manutenção também oferece mais de 50 oportunidades para cargos como pintor, pedreiro, serralheiro e auxiliar de manutenção predial. Com vencimentos entre R$ 1.889 e R$ 4.000, as posições atendem bairros como Vila Formosa, Jabaquara, Interlagos e Morumbi. A escolaridade mínima exigida vai do ensino fundamental incompleto ao médio completo, sendo que algumas funções não requerem prática anterior.</p><h2>Oportunidades na saúde e na gastronomia</h2><p>Na área da saúde, há mais de 30 postos de trabalho abertos para técnicos e auxiliares de enfermagem com atuação em Itaquera e na Mooca. Os vencimentos ficam entre R$ 2.000 e R$ 2.989. Para concorrer, é preciso ter ensino médio completo, experiência na função e apresentar as certificações e documentos específicos do Conselho de Classe.</p><p>Já o segmento de gastronomia soma mais de 70 postos para cozinheiro, ajudante, garçom e coordenador, distribuídos por regiões como Butantã, Carrão, Jabaquara, Tatuapé, Paraíso e Liberdade. Os salários variam de R$ 1.647 a R$ 2.555, e o perfil exige do ensino fundamental ao superior completo, além de experiência entre 3 e 6 meses na área.</p><p>Logística e atendimento móvel na zona norte Para o setor de logística, são ofertadas mais de 62 vagas em todas as regiões da capital, com ganhos de até R$ 2.182. A escolaridade mínima exigida é o ensino fundamental completo e a maioria das empresas contratantes oferece treinamento prático, sem exigência de vasta bagagem profissional.</p><h2>Processos seletivos no Cate Móvel</h2><p>Além dos postos fixos, o Cate Móvel realizará um mutirão de atendimento na Zona Norte no dia 14 de outubro, oferecendo mais de 150 vagas para porteiro e auxiliar de limpeza. Os salários ficam entre R$ 1.837 e R$ 2.031, acompanhados de pacote de benefícios com vale-alimentação, vale-transporte, convênios médico e odontológico, além de bônus por assiduidade.</p><p>A seleção ocorrerá das 9h às 16h na Rua Luís Pereira Rebouças, na altura do nº 565, no bairro de Santa Fé. Para o posto de porteiro, exige-se ensino médio completo, experiência na função e curso de formação na área. Já para a função de auxiliar de limpeza, basta ter o ensino fundamental completo, sem necessidade de experiência prévia.</p><p><a href="https://prefeitura.sp.gov.br/web/desenvolvimento/w/capital-abre-outubro-com-mais-de-4-mil-vagas-de-emprego-e-mutir%C3%A3o-para-a-f1">Clique aqui para conferir os endereços dos Cates na capital</a></p><p><a href="https://cate.prefeitura.sp.gov.br/">Clique aqui para acessar o Portal Cate e se inscrever nas vagas</a>  </p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-06/cate-oferece-4-mil-vagas-com-salarios-de-ate-r--4-mil-em-sp.html</link><dc:creator>Luis Antonio Souza</dc:creator><media:credit>Ciete Silvério/ Prefeitura de São Paulo </media:credit><author>Luis Antonio Souza</author><keywords>oportunidade, trabalho, vagas de emprego, RENDA, emprego, cate, são paulo, renda, s</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac5792fcdda95a36503f98c</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2026 22:53:40 +0000</pubDate><title>Bets
recebiam R$ 650 mi por dia com quase 100 milhões de contas</title><description>Os 188 sites autorizados antes da MP estão fora do ar e outros 13.241 ilegais foram encaminhados para bloqueio, diz a Secretaria de Prêmios e Apostas</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0n/gq/yo/0ngqyo1z9mo9c6kvlfgqcs5yy.jpg"><figcaption>Governo Federal proibiu as apostas online<span class="copyright">Gerado por IA </span></figcaption></figure><p>As <strong>bets</strong> recebiam, em média, R$ 650 milhões por dia antes da proibição das apostas no Brasil e chegaram a concentrar 99,9 milhões de contas de apostadores. Os números foram divulgados pelo portal ICL, nesta terça-feira (6), o <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-10-06/bets-comecam-a-sair-do-ar-nesta-terca-feira.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">primeiro dia sem operação das plataformas de bets</a> que tinham autorização para funcionar no Brasil. A suspensão das atividades de apostas e a retirada dos sites e aplicativos do ar seguem o cronograma da <strong>Medida Provisória nº 1.394/2026, que proibiu</strong> a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de apostas no país, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no último dia 25 de setembro.</p><h4>Leia também: <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-29/fim-das-bets-pode-injetar-bilhoes-em-supermercados-e-farmacias.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Fim das bets pode injetar bilhões em supermercados e farmácias</a>  </h4><p>Os 188 sites de bets que tinham autorização para operar legalmente no Brasil já foram retirados no ar, segundo o Governo Federal.</p><p>Já o <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2026-09-25/governo-federal-anuncia-fim-das-bets.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">prazo para a retirada voluntária de saldo das contas terminou às 23h59 desta segunda-feira (5)</a>. No entanto, segundo o boletim da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, R$ 1,325 bilhão ainda aguarda devolução, e cerca de 26,5 milhões de apostadores têm saldo nas plataformas.</p><p>Na avaliação do Governo Federal, um dos aspectos que podem estar relacionados ao ritmo de retirada é a quantidade de contas com valores pequenos. Ao todo, 86,2 milhões de contas têm entre R$ 0,01 e R$ 0,99, somando R$ 15,5 milhões. Uma mesma pessoa pode ter contas em diferentes plataformas, por isso o <strong>número de contas é maior que o de apostadores.</strong></p><p>A partir de agora, as empresas terão até esta quarta-feira (7) para encaminhar às instituições financeiras os saldos remanescentes de cada apostador, discriminados por CPF, além da conta bancária utilizada para os depósitos. Entre sexta-feira (9) e a próxima quarta-feira (14), as instituições financeiras deverão realizar a devolução dos valores aos apostadores. </p><h2>R$ 6,5 bilhões em 10 dias</h2><p>O tamanho do mercado das bets no Brasil, detectado pelos relatórios do <strong>Ministério da Fazenda,</strong> possibilita entender o impacto da medida. Antes da proibição, as bets recebiam aproximadamente R$ 650 milhões por dia, o que significa que R$ 6,5 bilhões deixaram de ser destinados às apostas. Isso equivale, segundo o Governo Federal, a 8 milhões de cestas básicas.</p><p>Entre as quase 100 milhões de contas identificadas, havia desde saldos mínimos até valores milionários. Quinze contas tinham mais de R$ 1 milhão, enquanto 32 estavam na faixa entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão e 399 tinham entre R$ 100 mil e R$ 500 mil.</p><p>A maior concentração, porém, estava nas contas com valores baixos. São 86,2 milhões de contas tinham entre R$ 0,01 e R$ 0,99, somando R$ 15,5 milhões.</p><p>As contas com saldos elevados, de acordo com a SPA, serão <strong>investigadas pela Polícia Federal (PF)</strong>, para que seja apurada eventual lavagem de dinheiro e possíveis vínculos com organizações criminosas. Segundo a SPA, a análise da origem e da movimentação dos recursos integra o trabalho de combate ao financiamento do crime organizado.</p><h2>Fiscalização</h2><p>Paralelamente ao encerramento das bets autorizadas, o governo ampliou o combate às plataformas ilegais. Entre 25 de setembro e 6 de outubro, ainda segundo relatório da SPA, 13.241 sites ilegais foram encaminhados para bloqueio pelo Ciberlab/Senasp, do <strong>Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).</strong> O total equivale a uma média de cerca de 1.103 sites encaminhados para bloqueio por dia no período.</p><p>Também foi solicitada às plataformas a remoção de 3.552 páginas, perfis, canais, grupos e servidores: 1.974 páginas no <strong>Facebook</strong>, 560 perfis no Instagram, 900 canais e grupos no Telegram, 103 perfis no <strong>TikTok</strong>, 14 grupos no <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2026-09-26/governo-vai-notificar-prazo-para-resgatar-saldo-de-bets.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>WhatsApp</strong> </a>e um servidor no <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2026-09-30/justica-determina-que-discord-aumente-protecao-a-menores.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Discord.</a></p><p>Só no Telegram, TikTok, WhatsApp e Discord, os perfis, canais, grupos e servidores identificados alcançavam cerca de <strong>17,2 milhões de usuários,</strong> membros e seguidores. Esse total pode incluir uma mesma pessoa em mais de um espaço.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-06/bets-recebiam-r--650-milhoes-por-dia-com-quase-100-milhoes-de-contas.html</link><dc:creator>Marcia Bessa Martins</dc:creator><media:credit>Gerado por IA </media:credit><author>Marcia Bessa Martins</author><keywords>Mercado de apostas, Bets, faturamento, MP, proibição, balanço, Governo, Lula</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a999fd0a9f25f6e373201d4</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2026 19:27:31 +0000</pubDate><title>PS5 por 212 mil pontos mostra por que viajar vale mais</title><description>A mesma pontuação poderia bancar até dez passagens entre o Brasil e países da América do Sul ou ida e volta em executiva para Nova York</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4z/hj/fr/4zhjfrn4l0gvgl4ovisla7ji1.jpg"><figcaption>PS5 Pro pode ser encontrado por cerca de R$ 7.000<span class="copyright">Imagem gerada por IA </span></figcaption></figure><p>Um usuário do Threads chamou atenção ao mostrar que conseguiu comprar um <strong>PlayStation 5 Pro</strong> com 212.970 pontos <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-09-28/nubank-livelo-pontos.html">Livelo,</a> sem desembolsar dinheiro pelo console. A operação parece vantajosa até que se faça a conta de quanto foi necessário gastar no cartão para acumular essa quantidade de pontos.</p><p>Considerando um cartão que acumula 5 pontos por dólar (algo difícil de conseguir hoje), seriam necessários cerca de R$ 217 mil em gastos, com dólar a R$ 5,10, para chegar aos 212.970 pontos. Em um cartão que acumula 2,2 pontos por dólar, a mesma pontuação exigiria quase R$ 494 mil em compras. Para obter um produto de R$ 6.999, o retorno sobre os gastos que geraram os pontos seria de 3,22% no primeiro caso e de apenas 1,42% no segundo.</p><p>O erro nesse tipo de operação está na forma de medir o valor dos pontos. Sempre há perdas para o consumidor ao usá-los nas lojas dos programas de fidelidade.</p><p>Se os mesmos 212.970 pontos fossem transferidos da Livelo para o <strong>Latam Pass</strong> durante uma promoção de 25% de bônus, chegariam a 266.213 milhas. Faltaria uma complementação de 3.788 milhas (R$ 280) para obter passagens de ida e volta São Paulo–Nova York em classe executiva pela tabela fixa atual, que exige 135 mil milhas por trecho.</p><p>Considerando que bilhetes no referido trecho em <strong>classe executiva na Latam</strong> custam em média R$ 25 mil, o retorno sobre o gasto que gerou os pontos chegaria a aproximadamente 11,35% para um cartão de 5 pontos por dólar. Em um cartão de 2,2 pontos por dólar, ficaria em 4,99%. No PS5, os mesmos cenários entregariam 3,22% e 1,42%, respectivamente <strong>(veja tabela abaixo).</strong></p><p>Ainda pela tabela fixa da Latam, em classe econômica, seria possível emitir dez trechos (24 mil milhas cada) entre o Brasil e países da América do Sul, quatro (57 mil milhas cada) para a América do Norte ou três para a Europa (80.700 milhas cada).</p><p>A Latam é apenas um exemplo. Em transferências bonificadas e promoções de emissão, há oportunidades o tempo todo em diversas companhias aéreas nacionais e internacionais.</p><table class="mce-item-table"><tbody><tr><td><strong>Resgate</strong></td><td><strong>Cartão 5 pts/US$</strong></td><td><strong>Cartão 2,2 pts/US$</strong></td></tr><tr><td><strong>PS5 Pro de R$ 6.999</strong></td><td>R$ 217.229 em gastos → 3,22% de retorno</td><td>R$ 493.703 em gastos → 1,42% de retorno</td></tr><tr><td><strong>São Paulo–Nova York em executiva (R$ 25 mil)</strong></td><td>R$ 217.509 em gastos → 11,49% de retorno</td><td>R$ 493.983 em gastos → 5,06% de retorno</td></tr></tbody></table><p><em>*Na viagem, o cálculo considera a transferência com bônus de 25% e a compra de 4.000 milhas por R$ 280 para completar as 270 mil necessárias.</em> </p><h2>Desconto em hospedagem</h2><p>Outra forma inteligente de extrair mais valor dos pontos está nas hospedagens. Programas como o <strong>ALL Accor</strong> oferecem descontos de 20 euros (ou equivalente na moeda local) a cada 1.000 pontos.</p><p>Na Livelo, é possível transferir pontos na proporção de 3,5 para 1. Mesmo sem bonificação, o mesmo saldo usado para comprar o PS5 renderia 60.849 pontos ALL Accor, suficiente para obter 1.217 euros (R$ 7.300) de desconto em hospedagem.</p><p>Cabe ressaltar que, dependendo da promoção, é possível incrementar o saldo no momento da transferência do programa de acúmulo para o da rede hoteleira. A Livelo ainda tem parcerias com outras duas redes hoteleiras: IHG e Hilton — com paridade de transferência de 2:1.</p><h2>Antes de trocar, descubra quanto seus pontos valem</h2><p>O caso do PS5 ilustra uma regra importante para quem participa de programas de fidelidade: antes de trocar pontos, é preciso saber quanto eles realmente valem. Isso não significa que todo consumidor deva escolher uma passagem aérea ou uma diária de hotel. </p><p>Uma das grandes vantagens desses programas está justamente na liberdade para decidir como utilizar a pontuação acumulada. O importante é conhecer o valor da moeda que se tem nas mãos para saber quando uma troca é vantajosa e quando existe uma alternativa melhor.</p><p>O próprio PS5 mostra que havia outra oportunidade antes mesmo do resgate. Se a compra de R$ 6.999 tivesse sido feita em uma loja parceira durante uma promoção de 3 pontos por real, o consumidor acumularia mais 20.997 pontos. Em uma campanha de 4 pontos por real, seriam 27.996 pontos adicionais. São pontos que poderiam ser usados posteriormente em uma viagem ou em outro resgate, elevando ainda mais o valor extraído da mesma compra.</p><p>Programas de fidelidade funcionam melhor quando o consumidor deixa de olhar apenas para a quantidade de pontos acumulados e passa a acompanhar o valor que consegue obter com eles. O melhor resgate depende dos objetivos de cada pessoa. Entender as alternativas é o que permite escolher conscientemente entre um desconto imediato, uma hospedagem, uma passagem ou qualquer outra recompensa disponível.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-10-06/ps5-pontos-cartao-de-credito.html</link><dc:creator>Fernando Mellis</dc:creator><media:credit>Imagem gerada por IA </media:credit><author>Fernando Mellis</author><keywords>Comparação, viajar com milhas, PS5, pontos, cartão de crédito, acumular pontos, trocar pontos, PlayStation</keywords><internationalize>false</internationalize><section>69cc24196caeaf336a37a094</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac536b50edbd31c6150f43c</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2026 18:09:03 +0000</pubDate><title>Casas Bahia tem redução de estoques e menos 4,6 mil funcionários</title><description>Perícia realizada em documentos e unidades do grupo, entre julho e agosto, dentro do processo de recuperação judicial, mostra queda nas venda on-line</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/e4/r7/3w/e4r73w8xcik1pggqk2mr9b0kh.jpg"><figcaption>Casas Bahia<span class="copyright">Reprodução </span></figcaption></figure><p>O <strong>grupo Casas Bahia</strong> registou redução de estoques e do quadro de funcionários, com 4,6 mil colaboradores a menos em agosto. Além disso, as vendas digitais caíram 35% entre julho e agosto, mês em que a companhia entrou com <a href="https://economia.ig.com.br/2026-08-18/casas-bahia-recuperacao-judicial--o-que-muda-para-consumidores-.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">pedido de recuperação judicial,</a> dia 17. As informações, divulgadas pelo O Globo, foram apontadas em uma perícia feita pela ACFB Administração Judicial; um procedimento exigido pela <strong>Justiça de São Paulo</strong> que avalia o pedido de reestruturação da varejista.</p><p>Com R$ 17,3 bilhões em débitos, o grupo fechou quase 300 lojas e <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-09/casas-bahia--ex-funcionarios-queimam-uniformes-em-protesto-contra.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">demitiu 3 mil funcionários.</a></p><p>A perícia visitou 744 lojas e 29 centros logísticos da Casas Bahia, e constatou que o grupo segue operando, mas há <strong>sinais de retração em parte da estrutura</strong>, inclusive com constatação de atividade irregular em nove lojas e três centros de distribuição. </p><p>De acordo com o documento, nas lojas em funcionamento, a perícia não encontrou desabastecimento perceptível nos mostruários. Em parte dos centros logísticos, porém, foram registrados estoques reduzidos e áreas ociosas.</p><p>A causa, ainda segundo à perícia, “foi relacionada pelas requerentes às dificuldades econômico-financeiras enfrentadas pelo grupo". </p><p>Já a<strong> fábrica da Bartira</strong>, marca de móveis do grupo, funciona normalmente.</p><h2>Queda nas vendas on-line</h2><p>Para avaliar a operação on-line, os peritos fizeram sete compras nos canais digitais da Casas Bahia e os pedidos foram entregues dentro dos prazos informados, diz o documento.</p><p>Apesar da normalidade nas operações, a perícia constatou que entre julho e agosto, quando a Casas Bahia procurou a Justiça para se reestruturar, as vendas digitais da varejista caíram 35,3% em valor transacionado. </p><p>Em relação aos pedidos, o quantitativo passou de 1.068.648 para 706.335 registros, uma diminuição de 33,9%, diz o documento. </p><h2>Redução dos funcionários</h2><p>O laudo da perícia identificou, o mesmo período, uma redução de 15,6% do quadro de funcionários, que passou de 29.737 trabalhadores no dia 3 contra 25.090 no dia 28 de agosto; 4.647 a menos. As <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-05/demitidos-da-casas-bahia-nao-receberam-rescisao--diz-sindicato.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">rescisões somam R$ 126,7 milhões.</a></p><p>Como não há informações sobre o dia de cada dispensa, o documento conclui que "não é possível atribuir integralmente ao período posterior ao ajuizamento da recuperação judicial a redução verificada".</p><p>No dia 28 de agosto, a juíza Tainá Maria Leonardo de Oliveira, da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, antecipou os efeitos da recuperação e<a href="https://economia.ig.com.br/2026-08-31/justica-de-sao-paulo-suspende-cobrancas-de-dividas-das-casas-bahia-por-180-dias.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"> garantiu proteção contra credores da varejista por 180 dias.</a></p><p>O <strong>iG</strong> entrou entrou em contato com o grupo, que, por meio da assessoria de imprensa, não quis se posicionar sobre o assunto. </p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-06/casas-bahia-reduz-estoques-e-soma-menos-4-6-mil-funcionarios.html</link><dc:creator>Marcia Bessa Martins</dc:creator><media:credit>Reprodução </media:credit><author>Marcia Bessa Martins</author><keywords>Perícia judicial, Casas Bahia, Varejista, Redução, Estoques, funcionários, vendas, internet, online</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac51ab50edbd31c6150f422</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2026 17:54:08 +0000</pubDate><title>BC cria indicador para acompanhar reajustes salariais negociados</title><description>Novos indicadores mostrarão reajustes nominais e reais negociados em convenções coletivas e permitirão acompanhar a relação entre salários e inflação</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/aj/mk/ar/ajmkaryt1f74ivneau6pmwahd.jpg"><figcaption>Indicador vai acompanhar reajustes salariais<span class="copyright">Marcello Casal Jr/Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>O <strong>Banco Central</strong> (<strong>BC</strong>) passará a divulgar mensalmente um novo conjunto de indicadores <strong>sobre reajustes salariais negociados</strong> em convenções coletivas de trabalho. A iniciativa deve ampliar a capacidade de <strong>monitorar as condições do mercado de trabalho</strong> e seus efeitos sobre a inflação.</p><p>Com base em informações do <strong>Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho</strong> (<strong>Mediador</strong>), do <strong>Ministério do Trabalho e Emprego</strong>, os indicadores mostrarão os percentuais de reajustes negociados e a proporção de acordos que resultaram em aumentos acima, abaixo ou em linha com a inflação.</p><p>As estatísticas incluirão os reajustes nominais, que representam o aumento dos salários em valores correntes, e os reajustes reais, que descontam a inflação e indicam se houve ganho efetivo de poder de compra para os trabalhadores.</p><p>A nova base permitirá ao BC acompanhar com maior precisão o comportamento das negociações salariais e avaliar como as condições do mercado de trabalho influenciam a dinâmica dos salários.</p><h2>Mercado de trabalho </h2><p>Estudo divulgado pelo BC mostra que ganhos reais de salário tendem a ser mais frequentes em períodos de mercado de trabalho aquecido e de baixa taxa de desemprego.</p><p>De acordo com a autoridade monetária, esse movimento foi observado entre 2012 e 2014 e voltou a aparecer a partir de 2023, quando cresceu a proporção de convenções coletivas com reajustes acima da inflação.</p><p>Segundo a análise, os reajustes negociados mantêm forte relação com a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).</p><p>Embora não haja obrigação legal de reposição integral das perdas inflacionárias, a inflação acumulada continua sendo uma das principais referências para trabalhadores e empregadores durante as negociações.</p><h2>Ferramenta adicional </h2><p>A divulgação regular dos indicadores ampliará o conjunto de informações disponíveis para a sociedade acompanhar a evolução dos salários negociados no país e sua relação com a inflação.</p><p>Os dados abrangem convenções coletivas de todas as regiões e dos principais setores da economia, como agropecuária, indústria, construção, comércio e serviços, e estarão disponíveis no Sistema Gerenciador de Séries Temporais (SGS) do Banco Central.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-10-06/bc-cria-indicador-para-acompanhar-reajustes-salariais-negociados.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Marcello Casal Jr/Agência Brasil </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, banco central, Emprego</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item></channel></rss>