<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><lastBuildDate>Sun, 20 Sep 2026 10:45:08 +0000</lastBuildDate><title>iG Economia - Notícias sobre a Bolsa, Finanças e Investimentos</title><description>Confira todas as notícias sobre a bolsa, finanças, investimentos e faça seus planejamentos com nossos simuladores financeiros.</description><link>https://economia.ig.com.br</link><atom:link href="https://economia.ig.com.br/rss/v1/feed" rel="self" type="application/rss+xml" /><item><guid isPermaLink="false">6aadc7c895fe3db46cfa3792</guid><pubDate>Sat, 19 Sep 2026 09:00:00 +0000</pubDate><title>Bacias-esponjas podem evitar inundações nas cidades</title><description>Conceito, defendido por especialistas, considera o funcionamento natural dos rios urbanos, desde as nascentes até a foz</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7t/fa/22/7tfa227jdovsdsqqf8j2nvn8i.jpg"><figcaption>infraestruturas verdes, caminhos permeáveis, jardins de chuva e corpos d'água integrados ao espaço urbano evitam enchentes<span class="copyright">Imagem gerada por IA </span></figcaption></figure><p>As chuvas intensas das últimas semanas vêm castigando o Sul e o Sudeste do país e as inundações nas grandes cidades têm sido cada vez mais frequentes.</p><p>Para alguns especialistas em <strong>planejamento urbano</strong> e gestão hídrica, em vez de concentrar esforços apenas em obras de engenharia nas áreas urbanas afetadas pelas cheias, é preciso planejar o caminho que a água percorre antes de chegar às cidades.</p><p>Uma das soluções propostas são as chamadas bacias-esponjas. Tratam-se de estratégias que buscam orientar intervenções capazes de <strong>armazenar, infiltrar ou retardar o escoamento da água</strong> ao longo de seu percurso, aumentando a resiliência do território, reduzindo o risco de inundações e promovendo a sustentabilidade ambiental, social e urbana.</p><p>“É preciso superar a lógica de que é possível controlar o comportamento das águas por meio de obras de engenharia convencional. A crescente imprevisibilidade climática demanda estratégias abrangentes, capazes de tornar os territórios mais resilientes diante das <strong>incertezas do clima</strong> e, principalmente, da impossibilidade de conter a água em determinados cenários. </p><p>Para isso, é necessário combinar projetos de infraestrutura, conservação ambiental e planejamento territorial”, afirma a paisagista urbana Cecília Herzog, membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN) e consultora internacional em projetos que aplicam <strong>Soluções Baseadas na Natureza.</strong></p><p>De acordo com a especialista, toda bacia hidrográfica funciona como um sistema integrado e, por isso, as intervenções realizadas nas áreas mais altas influenciam diretamente o volume e a velocidade da água que chega às regiões mais baixas. </p><p>“Restaurar <strong>áreas naturais</strong>, proteger nascentes, recuperar matas ciliares, ampliar áreas permeáveis e utilizar Soluções Baseadas na Natureza nas cidades fazem parte de uma estratégia inteligente de adaptação climática”, diz. “Tudo isso precisa ser feito agora; não são projetos para o futuro”, salienta.</p><h2>Exemplo chinês</h2><p>O conceito de bacia-esponja tem inspirado soluções em outros países, como a China e alguns países da Europa. Ele ganhou força após uma tragédia em Pequim, na China, em 2012, quando <strong>chuvas intensas</strong> provocaram a morte de quase 80 pessoas. </p><p>Enquanto boa parte da capital chinesa estava submersa, a Cidade Proibida — construída séculos antes com um sofisticado sistema de drenagem — permaneceu seca. Isso porque usava métodos naturais para reter a água da chuva no próprio espaço urbano, reduzindo enchentes e assegurando reservas para períodos de estiagem.</p><p><strong>Leia também: <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/mariana-sgarioni/2026-09-11/empresas-passam-a-medir-as-emissoes-do-trajeto-casa-trabalho.html">Empresas passam a medir as emissões do trajeto casa-trabalho</a></strong> </p><p>Juliana Baladelli Ribeiro, gerente de projetos da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, ressalta que as Soluções Baseadas na Natureza devem ser combinadas com as obras convencionais de engenharia. </p><p>“A infraestrutura verde, que também tem muita engenharia e tecnologia por trás, não é simplesmente plantar árvores de qualquer jeito. Você tem que ter todos os cálculos de engenharia, toda uma <strong>infraestrutura pensada</strong>, uma tecnologia baseada na natureza”, reforça.</p><p>A especialista frisa que a infraestrutura verde, além de ajudar a sociedade a lidar com a chuva, reduzindo os transtornos, deixa benefícios duradouros. </p><p>“Além de evitar as <strong>enchentes</strong>, esse tipo de solução permite deixar o ar das cidades mais puro, as cidades ficam mais frescas, isso ajuda a gente a enfrentar essas ondas de calor dentro do ambiente urbano e envolvem o bem-estar para as pessoas, fazendo com que a gente tenha também o privilégio de ter a biodiversidade bem pertinho, ao nosso favor”, finaliza Juliana.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/colunas/mariana-sgarioni/2026-09-19/bacias-esponjas-podem-evitar-inundacoes-nas-cidades.html</link><dc:creator>Mariana Sgarioni</dc:creator><media:credit>Imagem gerada por IA </media:credit><author>Mariana Sgarioni</author><keywords>Controle de enchentes, Soluções Baseadas na Natureza, bacia esponja, cidade esponja, enchentes, inundações, mudanças climáticas, sustentabilidade, cidades sustentáveis, chuvas, tempestades</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1df14f881651c47c0ee44</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aadcf66913ea0d8648b325a</guid><pubDate>Sat, 19 Sep 2026 00:06:41 +0000</pubDate><title>Sem aposta vencedora, Lotofácil
acumula em R$ 5 milhões</title><description>O sorteio é transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e também no Facebook das Loterias Caixa; confira as dezenas sorteadas</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/c9/ep/55/c9ep55qg05yck4iji1t82xm7t.jpg"><figcaption>Lotofácil<span class="copyright">MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL </span></figcaption></figure><p>As dezenas do <strong>concurso 3783 da Lotofácil</strong> foram sorteadas às 21h (horário de Brasília) desta sexta-feira (18), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.</p><p>O prêmio estava estimado em R$ 2 milhões. Sem aposta vencedora, o prêmio acumulou em R$ 5 milhões para o sorteio desde domingo (20).</p><p>O sorteio é transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e também no Facebook das Loterias Caixa.</p><p>Confira as dezenas sorteadas:</p><p><strong>24-22-05-25-04-19-16-01-14-03-15-12-17-06-23</strong></p><p>Premiação 15 acertos Não houve acertador</p><p>14 acertos 151 apostas ganhadoras, R$ 2.096,78</p><p>13 acertos 7402 apostas ganhadoras, R$ 35,00</p><p>12 acertos 96791 apostas ganhadoras, R$ 14,00</p><p>11 acertos 462638 apostas ganhadoras, R$ 7,00</p><h2>Confira os demais sorteios desta noite desta sexta (18)</h2><p><strong>Quina – concurso 7121</strong></p><p>Prêmio estimado em R$ 550 mil  Confira as dezenas sorteadas:</p><p><strong> 22-47-60-23-64</strong></p><p>1 ganhador - RIO GRANDE/RS</p><p>Premiação 5 acertos 1 aposta ganhadora, R$ 545.810,37</p><p>4 acertos 31 apostas ganhadoras, R$ 7.545,77</p><p>3 acertos 1.628 apostas ganhadoras, R$ 136,84</p><p>2 acertos 43.292 apostas ganhadoras, R$ 5,14</p><p></p><p><strong>Lotomania - concurso 2977</strong>  </p><p>Prêmio estimado em R$ 2,6 milhões  Confira as dezenas sorteadas:</p><p><strong> 09-54-44-98-01-37-63-18-38-96-21-15-05-87-46-47-41-30-42-12</strong></p><p><strong>Prêmio acumulou em R$ 3,5 milhões</strong></p><p>Premiação 20 acertos Não houve acertador</p><p>19 acertos 3 apostas ganhadoras, R$ 71.857,01</p><p>18 acertos 53 apostas ganhadoras, R$ 2.542,11</p><p>17 acertos 497 apostas ganhadoras, R$ 271,09</p><p>16 acertos 3151 apostas ganhadoras, R$ 42,75</p><p>15 acertos 19586 apostas ganhadoras, R$ 6,87</p><p>0 acertos Não houve acertador</p><p></p><p><strong>Dupla sena – concurso 3010</strong></p><p>Prêmio estimado em R$ 4,4 milhões  Confira as dezenas sorteadas:</p><p>1º sorteio: <strong>05-07-01-26-44-14</strong></p><p>2º sorteio: <strong>16-15-13-49-20-04</strong></p><p><strong>Prêmio acumulou em R$ 5 milhões</strong></p><p>Premiação - 1º Sorteio 6 acertos Não houve ganhadores</p><p>5 acertos 17 apostas ganhadoras R$ 4.768,39</p><p>4 acertos 889 apostas ganhadoras R$ 104,21</p><p>3 acertos 16.070 apostas ganhadoras R$ 2,88</p><p>Premiação - 2º Sorteio 6 acertos Não houve ganhadores</p><p>5 acertos 13 apostas ganhadoras R$ 5.612,02</p><p>4 acertos 678 apostas ganhadoras R$ 136,64</p><p>3 acertos 13.951 apostas ganhadoras R$ 3,32</p><p></p><p><strong>Dia da Sorte – concurso 1301</strong></p><p>Prêmio estimado em R$ 300 mil  Confira as dezenas sorteadas:</p><p><strong> 15-08-02-14-26-07-24 Mês da sorte - 08/agosto</strong></p><p><strong>Prêmio acumulou em R$ 450 mil</strong></p><p>Premiação 7 acertos Não houve ganhadores</p><p>6 acertos 32 apostas ganhadoras, R$ 1.956,67</p><p>5 acertos 936 apostas ganhadoras, R$ 25,00</p><p>4 acertos 11.262 apostas ganhadoras, R$ 5,00</p><p>Mês da Sorte Agosto35.935 apostas ganhadoras, R$ 2,50</p><p></p><p><strong>Super sete - concurso 900</strong></p><p>Prêmio estimado em R$ 8,3 milhões</p><p> Confira as dezenas sorteadas:</p><p>Coluna 1 - <strong>4</strong>  Coluna 2 - <strong>6</strong>  Coluna 3 - <strong>0</strong>  Coluna 4 - <strong>8</strong>  Coluna 5 - <strong>6</strong>  Coluna 6 – <strong>6</strong>  Coluna 7 -<strong> 1</strong></p><p><strong>Prêmio acumulou em R$ 8,5 milhões</strong></p><p>Premiação 7 acertos Não houve ganhadores</p><p>6 acertos 3 apostas ganhadoras, R$ 25.330,59</p><p>5 acertos 76 apostas ganhadoras, R$ 1.428,41</p><p>4 acertos 1.327 apostas ganhadoras, R$ 81,80</p><p>3 acertos 12.759 apostas ganhadoras, R$ 6,00</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/Loterias/2026-09-18/lotofacil-sorteia-r--2-milhoes-nesta-sexta-18.html</link><dc:creator>Marcia Bessa Martins</dc:creator><media:credit>MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL </media:credit><author>Marcia Bessa Martins</author><keywords>Sorte, Caixa, Loteria, Lotofácil, Sorteio</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5d8173069e5089db0fe22ff3</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aada60395fe3db46cfa3773</guid><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 21:47:48 +0000</pubDate><title>Aposentado que votar não precisará fazer Prova de Vida do INSS</title><description>De acordo com o Ministério da Previdência Social, a verificação vai ocorrer de forma automática</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8m/8n/u1/8m8nu1r4zcfoyehsw2io4l13y.jpg"><figcaption>INSS<span class="copyright">Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil </span></figcaption></figure><p><strong>Aposentados</strong> e pensionistas do<strong> Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)</strong> que comparecerem para <strong>votar</strong> nas <strong>eleições</strong> de outubro não precisarão fazer a verificação da <strong>Prova de Vida</strong> neste ano.</p><p>De acordo com o Ministério da Previdência Social, a verificação vai ocorrer de forma automática a partir do cruzamento das informações da Justiça Eleitoral com a base de dados do INSS.</p><p>A Prova de Vida é um procedimento anual cujo objetivo é identificar se o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos.</p><p>O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, disse que a medida facilita a vida dos pensionistas.</p><p>“A Prova de Vida pode se dar por meio do comparecimento eleitoral. Então, se você for votar no dia das eleições, você já terá a prova de vida realizada. O INSS recebe esses dados e já computa como prova de vida”, explicou.</p><p>Segundo a pasta, o procedimento abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.</p><p>Além disso, desde 2019, como forma de reduzir filas e custos para processo de Prova de Vida, o comparecimento presencial deixou de ser regra, estabelecendo que o INSS busque, de forma proativa, dados que confirmem a condição de vida do cidadão.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-18/aposentado-que-votar-nao-precisara-fazer-prova-de-vida-do-inss.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Geral, eleicoes 2026, Prova de Vida, INSS, Aposentados, Pensionistas</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aad9ad7913ea0d8648b3231</guid><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 20:11:03 +0000</pubDate><title>Montadoras alemãs querem jornadas maiores com mesmo salário</title><description>Automobilísticas defendem ampliar semana de trabalho de 35 para 40 horas sem aumento salarial para reduzir custos e enfrentar crise</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6k/z2/ar/6kz2arjbzxe6wa6mtlrb1stm3.jpg"><figcaption>Nenhum outro setor da economia alemã tem feito tantas demissões quanto o automobilístico<span class="copyright">Srinivas Mazumdaru </span></figcaption></figure><p></p><p>A indústria automobilística da Alemanha enfrenta uma crise profunda, pressionada por altos custos de produção, tarifaços dos Estados Unidos, concorrência cada vez mais intensa da China e por uma difícil transição para os veículos elétricos.</p><p>Gigantes do setor, como Volkswagen, Mercedes-Benz e BMW, anunciaram planos para reduzir a produção e cortar custos.</p><p>O segmento está eliminando empregos em ritmo mais acelerado do que qualquer outro setor industrial do país.</p><p>A Volkswagen, por exemplo, pretende cortar cerca de 15% de sua força de trabalho global, o equivalente a 100 mil postos de trabalho, até o fim da década. A BMW anunciou que eliminará até 8.000 vagas, cerca de 5% de seu quadro de funcionários, até o fim de 2027.</p><p>Fornecedoras do setor automotivo, como Bosch e ZF Friedrichshafen, também anunciaram milhares de cortes de empregos em meio às difíceis condições de mercado e à concorrência global.</p><p>A indústria automobilística alemã está perdendo competitividade à medida que os custos aumentam e a produção é transferida para outros países, afirma à DW Ferdinand Dudenhöffer, diretor do Centro de Pesquisa Automotiva, na cidade alemã de Bochum.</p><p>"Em 2018, a indústria empregava cerca de 830 mil pessoas. Atualmente, esse número está abaixo de 700 mil", explica. "Nossa projeção é que, por volta de 2030, chegue a 500 mil."</p><p>Segundo Dudenhöffer, recuperar a competitividade e garantir empregos no futuro exigirá um conjunto de medidas, incluindo redução dos custos de produção e energia, melhoria da infraestrutura logística e condições tributárias mais favoráveis.</p><h3>Custos de mão de obra altos demais na Alemanha?</h3><p>Executivos da indústria automobilística concordam que os custos trabalhistas na Alemanha são altos demais quando comparados aos dos concorrentes internacionais.</p><p>Os custos de mão de obra no país somam, em média, 3.307 dólares (aproximadamente R$ 17.063) por veículo, em comparação com dólares 769 (R$ 3.969) no Japão e 597 dólares (R$ 3.081) na China, segundo relatório publicado pela consultoria Oliver Wyman.</p><p>Para reduzir esses custos, as montadoras querem que os empregados na Alemanha trabalhem 40 horas por semana em vez das atuais 35 horas, sem aumento salarial.</p><p>A jornada semanal de 35 horas é há muito tempo o padrão em boa parte da indústria automobilística alemã, resultado de acordos coletivos negociados nas décadas de 1980 e 1990.</p><p>Ela reflete uma época em que a Alemanha era altamente competitiva, afirma Dudenhöffer. "Esse tempo acabou."</p><p>Os sindicatos, porém, se opõem de forma veemente à ampliação da jornada.</p><p>Christiane Benner, presidente do influente sindicato IG Metall, afirma que os trabalhadores já aceitaram reduções salariais e outras concessões equivalentes a vários bilhões de euros, mas agora estariam ouvindo que isso ainda não é suficiente.</p><p>O sindicato argumenta que as montadoras alemãs enfrentam demanda fraca e fábricas operando abaixo da capacidade, e não escassez de horas de trabalho. "Nem um único carro adicional será vendido apenas porque a força de trabalho trabalha mais horas", declarou a entidade.</p><p>O IG Metall convocou manifestações em mais de 200 locais em todo o país para a próxima segunda-feira (21/09), em protesto contra os cortes de empregos e outras medidas que afetam as condições de trabalho no setor automotivo.</p><h3>Jornadas mais longas podem salvar empregos?</h3><p>Para Dudenhöffer, o sindicato está "lutando por conceitos ultrapassados de 20 anos atrás, esquecendo a realidade atual".</p><p>O especialista estima que, se as montadoras passarem de uma jornada semanal de 35 para 40 horas, os custos com pessoal cairão 13%.</p><p>"Não estaríamos tirando dinheiro dos empregados, mas criando condições que tornariam possíveis os empregos na Alemanha, na indústria automobilística, no futuro", afirma.</p><p>Stefan Bratzel, diretor do Centro de Gestão Automotiva (CAM) de Bergisch Gladbach, diz que a semana de 35 horas representa uma conquista fundamental dos sindicatos em sua história de negociações coletivas e que, por isso, "o conflito é inevitável" entre empresas e trabalhadores.</p><p>Por outro lado, acrescenta, mais horas de trabalho pelo mesmo salário reduziriam matematicamente o custo da mão de obra por hora.</p><p>"No fim das contas, isso levanta a questão de como os custos da transformação atual devem ser distribuídos entre empresas e empregados", observa Bratzel.</p><h3>Como a indústria automobilística alemã pode se recuperar?</h3><p>Especialistas afirmam que melhorar os custos de mão de obra nas fábricas alemãs é necessário, mas isso, por si só, não resolverá os problemas estruturais mais profundos do setor.</p><p>"Trabalhar cinco horas a mais por semana, sozinho, não vencerá a corrida tecnológica contra a China", afirma Bratzel.</p><p>Segundo ele, para recuperar sua vantagem competitiva, as montadoras alemãs precisam oferecer veículos elétricos atraentes e acessíveis, investir pesadamente em software e inteligência artificial e aumentar a eficiência de seus processos de desenvolvimento e produção.</p><p>"Os fabricantes alemães precisam ser, em termos tecnológicos, pelo menos tão inovadores e eficientes quanto são caros pelos padrões internacionais", defende Bratzel.</p><p>Ao mesmo tempo, explica, a Alemanha precisa oferecer condições competitivas em áreas como energia, tributação, burocracia e infraestrutura.</p><p>Dudenhöffer compartilha dessa avaliação e afirma que o país precisará adotar reformas difíceis, mas necessárias.</p><p>"A Alemanha só poderá ser considerada uma alternativa viável para sua indústria automobilística e seus empregos se recuperarmos nossa competitividade", diz.</p><p>Para isso, argumenta, será necessário agir em várias frentes, incluindo a redução dos custos de trabalho e energia, ajustes tributários e a criação de uma infraestrutura logística mais eficiente.</p><p>"Mas os próximos anos serão muito difíceis", alerta Dudenhöffer. "E serão ainda mais difíceis se permanecermos no status quo e acreditarmos que podemos simplesmente viver da prosperidade que desfrutávamos há 20 anos."</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/agencias/dw/2026-09-18/montadoras-alemas-querem-jornadas-maiores-com-mesmo-salario.html</link><dc:creator>Deutsche Welle</dc:creator><media:credit>Srinivas Mazumdaru </media:credit><author>Deutsche Welle</author><keywords>Economia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68220ad74e8368192f52c6c3</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aad5c57a0d35b3b440d3fa4</guid><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 16:02:58 +0000</pubDate><title>BC anuncia novas regras para o Pix; veja o que muda</title><description>Medidas divulgadas hoje (18) terão diferentes prazos para começar a valer e incluem mudanças nas contas-salário, regras contra fraudes e cobranças</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9n/cc/lk/9ncclk1hfn4hdiwyk5nd28jx9.jpg"><figcaption>Pix<span class="copyright">Reprodução </span></figcaption></figure><p>O <strong>Banco Central (BC)</strong> anunciou, nesta quinta-feira (18), novas <strong>regras</strong> para a <strong>regulamentação</strong> e o funcionamento do <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2026-09-17/golpe-do-pix--qr-code-trocado-pode-te-fazer-perder-dinheiro.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Pix</a>. Parte das mudanças começa a valer <strong>imediatamente</strong>. Outras têm prazos maiores, que vão até julho de 2027.</p><p>Uma das principais novidades é a possibilidade de usar o <strong>Pix</strong> <strong>Automático</strong> em <strong>contas-salário.</strong> A mudança começa a valer em<strong> 1 de julho de 2027.</strong> Depois dessa data, essa será a única forma de fazer Pix por meio desse tipo de conta.</p><h2>O que vai mudar para o usuário?</h2><p>Para quem usa uma conta-salário, a principal alteração será na forma de realizar as transações pelo meio de pagamento <strong>Pix</strong>. A mudança faz parte das <strong>novas regras</strong> anunciadas pelo BC para o sistema.</p><p>Em 1 de fevereiro de 2027, também entram em vigor novas regras para deixar mais claras as responsabilidades dos participantes no registro de marcações de fundada suspeita de fraude no <a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/dict" target="_blank" rel="noopener nofollow">Diretório de Identificadores de Contas Transacionais</a> <strong>(DICT)</strong>.</p><p>Pelas novas regras, as instituições que aceitarem uma notificação de <strong>infração</strong> ou fizerem uma <strong>marcação</strong> passam a ser responsáveis por essas <strong>notificações</strong>.</p><p>Assim, o usuário deverá ser avisado quando houver uma marcação. A instituição terá que informar a data do registro e explicar que existe a possibilidade de pedir uma revisão.</p><p>Também devera ser criados <strong>canais</strong> para que o cliente possa tirar <strong>dúvidas</strong> sobre a marcação e fazer um pedido de revisão.</p><p>Outro ponto é o prazo, as instituições terão até sete dias para responder à solicitação.</p><p>Caso a <strong>análise</strong> mostre que não existem mais elementos que justifiquem a suspeita, a marcação deverá ser cancelada. Mesmo assim, a instituição deverá manter registrado o motivo que levou à decisão.</p><h2>Cobrança híbrida</h2><p>Também em 1 de fevereiro de 2027 entra em vigor a nova regulamentação da<strong> cobrança híbrida</strong>. A medida foi criada para evitar <strong>pagamentos indevidos ou em duplicidade.</strong></p><p><strong>Confira o que poderá e o que não poderá ser feito:</strong></p><ul><li>a cobrança híbrida será permitida apenas no Pix Cobrança com vencimento;</li><li>poderá ser usada somente em boletos comuns e boletos dinâmicos que não estejam vinculados a ativos financeiros;</li><li>boletos de proposta não poderão utilizar a modalidade;</li><li>boletos de depósito e de aporte também não poderão usar a cobrança híbrida;</li><li>o Pix Cobrança deverá ser cancelado quando o boleto for pago ou quando um boleto dinâmico passar a estar vinculado a um ativo financeiro;</li><li>o emissor do boleto deverá ser o mesmo prestador de serviços de pagamento do recebedor;</li><li>a oferta da funcionalidade será opcional para as instituições;</li><li>a instituição do recebedor deverá rejeitar a transação quando o boleto já tiver sido pago ou quando o boleto dinâmico estiver vinculado a um ativo financeiro; e</li><li>se uma falha operacional permitir a conclusão de uma transação indevida, a instituição deverá corrigir a situação com recursos próprios, protegendo pagadores e recebedores.</li></ul><h2>E o que já muda no Pix?</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7o/kl/f1/7oklf1aij3rxmksxmfn122cdm.jpg"><figcaption>Pix<span class="copyright">Divulgação/Visa </span></figcaption></figure><p>Algumas medidas anunciadas pelo BC já irão acontecer. Entre elas estão a possibilidade de dispensa da participação obrigatória no Pix, alterações nas <strong>regras de adesão</strong> e participação e a aplicação imediata da <strong>penalidade</strong> de<strong> exclusão de participantes.</strong></p><p>No caso da participação obrigatória, instituições com mais de <strong>500 mil contas transacionais ativas</strong> poderão ser dispensadas da exigência quando as características de seus clientes e seu modelo de negócio não justificarem o acesso ao Pix.</p><h2>Principais mudanças</h2><ol><li>aprovações obtidas com informações falsas ou omissões relevantes poderão ser anuladas;</li><li>instituições submetidas à liquidação extrajudicial serão imediatamente suspensas. O liquidante poderá solicitar ao BC, em até 30 dias, um processo de saída ordenada, que facilita a retirada de recursos pelos próprios clientes;</li><li>haverá tratamento diferenciado para casos de rescisão de contrato com o participante responsável;</li><li>serão ajustadas as regras sobre cancelamento ou cassação da autorização de funcionamento; e</li><li>serão criados prazos para a saída ordenada em determinadas situações.</li></ol><p>Entre essas situações está um prazo adicional de <strong>30 dias</strong> para que instituições que não comprovarem o cumprimento dos limites mínimos de <strong>capital social</strong> e <strong>patrimônio líquido</strong>. O período permitirá que os clientes retirem com mais facilidade os recursos depositados.</p><h2>Exclusão de participantes será imediata</h2><p>Atualmente, o desligamento por penalidade de exclusão ocorre após em 30 dias. Com a nova regra, a exclusão deverá ser efetivada <strong>imediatamente</strong> após a comunicação de uma decisão definitiva.</p><p><em>*Estagiária sob supervisão</em></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-18/bc-anuncia-novas-regras-para-o-pix--veja-o-que-muda.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Reprodução </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Atualização, Pix, Banco Central, dict, 2027, imediato, Instituicao Financeira</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aad475ca0d35b3b440d3f7e</guid><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 15:04:35 +0000</pubDate><title>Planos de saúde superam SUS em número de novas ações na Justiça</title><description>Especialista explica que o cenário envolve diferentes fatores e que o volume de processos, sozinho, não indica aumento nas negativas</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ef/57/lc/ef57lcsicrpz2c6xh23g815pm.jpg"><figcaption>Planos de saúde superam SUS em número de novas ações na Justiça<span class="copyright">iStock </span></figcaption></figure><p>A <strong>judicialização</strong> da <strong>saúde</strong> suplementar atingiu um marco inédito neste ano de 2026. De acordo com levantamento do <strong>Conselho Nacional de Justiça</strong> (CNJ), até junho foram registradas em torno de<strong> 181 mil novas ações relacionadas a planos de saúde</strong>, contra <strong>164 mil</strong> envolvendo o<a href="https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-09-17/medicina-no-sus-une-conhecimento--humanidade-e-cuidado-com-quem-mais-precisa.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong> Sistema Único de Saúde</strong></a> (SUS).</p><p>Isso significa que, pela primeira vez, o número de novos processos envolvendo planos de saúde passou a ser registrado contra o SUS. A diferença é de <strong>10,4%.</strong></p><h2>Mas o que explica esse aumento?</h2><p>Para <strong>Anna Júlia Goulart, especialista em Direito Médico</strong>, não existe apenas um motivo. A profissional, que é bacharel em Direito pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), com pós-graduação em Direito à Saúde pelo Instituto Israelita Albert Einstein, foi consultada pelo <strong>iG</strong> para esclarecer a questão.</p><p>O crescimento das ações envolve conflitos entre <strong>pacientes e operadoras,</strong> maior acesso à informação e <strong>mudanças</strong> recentes nas<strong> regras</strong> e decisões <strong>judiciais</strong> sobre a <strong>saúde</strong> pública e suplementar.</p><h2>Quais são os principais motivos das ações?</h2><p>De acordo com a análise, os tratamentos <strong>médico-hospitalares</strong> representam cerca de<strong> 43%</strong> das ações contra planos de saúde. Já os medicamentos aparecem em<strong> 15% dos processos.</strong></p><p class="   ">Outra questão que chama atenção são as ações relacionadas aos reajustes desses planos. Os processos passaram de <strong>19.328</strong> em <strong>2020</strong> para <strong>61.475 em 2025</strong>. O aumento foi de <strong>218%</strong> em apenas cinco anos.</p><p>Então, além das <strong>discussões</strong> sobre tratamentos e medicamentos, questões relacionadas ao próprio contrato também têm levado consumidores à <strong>Justiça</strong>.</p><h2>Mudanças nas regras também entram na conta</h2><p>De acordo com a Anna Júlia, para entender a diferença entre as ações contra planos de saúde e as que envolvem o SUS, também é preciso considerar mudanças atuais nas decisões do <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-09-16/crise-no-stf-chega-a-disputa-presidencial-de-2026.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>Supremo Tribunal Federal</strong></a> (<strong>STF</strong>).</p><p>Na saúde suplementar, a especialista cita ainda o julgamento da <strong>ADI</strong> <strong>7.265</strong>, onde definiu critérios para a cobertura excepcional de tratamentos que não estão previstos no rol da <strong>Agência Nacional de Saúde Suplementar</strong> (ANS).</p><p>O <strong>rol</strong> da ANS é a lista de <strong>procedimentos</strong>, <strong>exames</strong>, <strong>consultas</strong> e <strong>tratamentos</strong> que devem ter cobertura obrigatória pelos planos, de acordo com as regras da agência.</p><p>Entre os critérios estão a <strong>ausência</strong> de uma alternativa adequada já prevista no rol, a comprovação da eficácia e segurança do tratamento por evidências científicas, além da existência de registro na Anvisa.</p><h2>Mais processos significam mais negativas?</h2><p>Não necessariamente, a especialista faz um alerta de que o número de ações, sozinho não permite afirmar que os planos de saúde passaram a negar mais procedimentos.</p><p>O aumento pode estar relacionado a diferentes fatores ao mesmo tempo, como <strong>conflitos</strong> <strong>assistenciais</strong>, maior conhecimento dos direitos e mudanças nos critérios jurídicos utilizados nesses processos, segundo Anna Júlia.</p><h2>Quando pode procurar a Justiça?</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5h/6s/pk/5h6spkcpdmebvzba80f45pq24.jpg"><figcaption>Justiça<span class="copyright">Shuttersock </span></figcaption></figure><p>Entre os casos mais comuns estão negativas de medicamentos, cirurgias, exames, internações, terapias continuadas, tratamentos oncológicos e procedimentos de alta complexidade.</p><p>Também existem processos relacionados a:</p><ul><li>reajustes dos planos;</li><li>cancelamento de contratos;</li><li>períodos de carência;</li><li>reembolsos;</li><li>limitação de sessões;</li><li>problemas com a rede credenciada;</li><li>substituição de hospitais ou profissionais.</li></ul><p>Para Anna Júlia, cada situação precisa ser analisada <strong>individualmente</strong>. A <strong>judicialização</strong> pode ser necessária quando há uma negativa, omissão ou demora injustificada que coloque o paciente em situação de risco.</p><p>A especialista destaca, porém, que entrar com uma ação não deve ser considerado um caminho automático para conseguir tratamento.</p><p>Por isso, antes de buscar a Justiça, o paciente deve entender quais são seus direitos e quais caminhos podem ser usados para resolver o problema.</p><p>Com as mudanças recentes nas regras, a análise de cada caso ganha ainda mais importância para definir quando recorrer ao <strong>Judiciário</strong> realmente é necessário.</p><p><em>*Estagiária sob supervisão</em></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-18/planos-de-saude-superam-sus-em-numero-de-novas-acoes-na-justica.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>iStock </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Justiça, Plano de Saúde, SUS, processos, Judiciário</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aad403ea0d35b3b440d3f74</guid><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 14:56:00 +0000</pubDate><title>Aumento do Bolsa Família: quanto vou receber?</title><description>Reajuste sobe o valor mínimo do benefício para R$ 691; veja quando o novo pagamento começa e quais são as regras para ter direito ao programa</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/70/7z/g6/707zg6m4xzehtz3d419oxu6pl.jpg"><figcaption>Bolsa Família<span class="copyright">Foto: MDAS/Divulgação </span></figcaption></figure><p><a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-17/governo-anuncia-reajuste-de-15--no-bolsa-familia--veja-novo-valor.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciar, nesta quinta-feira (17), o reajuste nos valores do Bolsa Família</a>, muitas pessoas ficaram em dúvida sobre quanto vão receber.</p><p>Atualmente, o programa atende cerca de <strong>19,3 milhões</strong> de famílias em todo o Brasil. O Bolsa Família foi criado para auxiliar pessoas em situação de <strong>pobreza e extrema pobreza,</strong> garantindo uma renda mínima para famílias que muitas vezes dependem do benefício para manter as <strong>necessidades básicas</strong> dentro de casa.</p><p>Mesmo cumprindo os <strong>pré-requisitos</strong> exigidos, <strong>440.692 famílias</strong> ainda esperam na fila para receber a assistência. A entrada no programa não é automática e depende de uma certa análise dos dados cadastrados e da disponibilidade orçamentária.</p><h2>Quanto vou receber com o aumento?</h2><p>O programa funciona a partir de um valor calculado para cada integrante da família. A ideia é oferecer um <strong>suporte</strong> maior para famílias com crianças, adolescentes, gestantes e nutrizes.</p><p>Com o reajuste de <strong>15,04%</strong>, o benefício médio pago pelo programa deverá subir de <strong>R$ 675 </strong>para<strong> R$ 777.</strong> Já o <strong>valor mínimo garantido</strong> por família passa de <strong>R$ 600 </strong>para<strong> R$ 691.</strong></p><p>Além do valor mínimo, existem benefícios complementares, que variam conforme a composição familiar.</p><p>Entre eles estão:</p><ul><li>R$ 164 por integrante da família, por meio do Benefício de Renda de Cidadania;</li><li>R$ 173 por criança de até 6 anos, pelo Benefício Primeira Infância;</li><li>R$ 58 por gestante;</li><li>R$ 58 por nutriz;</li><li>R$ 58 por criança ou adolescente, dentro do Benefício Variável Familiar.</li></ul><p>Assim, o valor recebido por cada família varia conforme a quantidade de integrantes e quem tem direito aos benefícios adicionais.</p><h2>Quando o novo valor começa a ser pago?</h2><p>O reajuste não vale para os <strong>pagamentos</strong> de <strong>setembro</strong>, que começaram ontem (17). Os novos valores serão aplicados em outubro.</p><p>O primeiro pagamento com os novos valores está previsto para 19  do mês que vem entre o primeiro e o segundo turno das <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-08-03/eleicoes-2026--veja-os-candidatos-a-presidencia-ja-confirmados.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">eleições</a>, caso haja segunda rodada. Os depósitos seguem de acordo com o final do <strong>Número de Identificação Social</strong> (NIS).</p><h2>Calendário do Bolsa Família de outubro</h2><ul><li>Final do NIS 1: 19/10</li><li>Final do NIS 2: 20/10</li><li>Final do NIS 3: 21/10</li><li>Final do NIS 4: 22/10</li><li>Final do NIS 5: 23/10</li><li>Final do NIS 6: 26/10</li><li>Final do NIS 7: 27/10</li><li>Final do NIS 8: 28/10</li><li>Final do NIS 9: 29/10</li><li>Final do NIS 0: 30/10</li></ul><p><strong>Leia mais: <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-17/bolsa-familia-2026--pagamentos-de-setembro-comecam-hoje-17.html#google_vignette" target="_blank" rel="noopener nofollow">Calendário de pagamentos de setembro do Bolsa Família</a></strong></p><h2>Quem pode receber o Bolsa Família?</h2><p>A principal porta de entrada para o programa é o <strong>Cadastro Único</strong> (CadÚnico). Para participar, é necessário que a família esteja cadastrada e mantenha os dados sempre atualizados no sistema.</p><p>A principal regra para ter direito ao <strong>Bolsa Família</strong> é possuir <strong>renda mensal</strong> de até <strong>R$ 218 por pessoa da família.</strong></p><p>O Governo soma toda a renda da casa e divide pela quantidade de moradores. Se o resultado for dentro do limite estabelecido, a família pode ser incluída no programa.</p><p>Porém, estar dentro do limite de renda e ter cadastro no CadÚnico não garante a entrada automática no Bolsa Família. A inclusão depende da seleção do Governo e da disponibilidade de recursos para o programa.</p><p>Além da renda, também é necessário cumprir algumas regras nas áreas da saúde e educação.</p><p><strong>Entre elas estão:</strong></p><ol><li>acompanhamento pré-natal para gestantes;</li><li>vacinação em dia, conforme o calendário nacional;</li><li>acompanhamento nutricional de crianças menores de 7 anos;</li><li>frequência escolar mínima de 60% para crianças entre 4 e 6 anos;</li><li>frequência escolar mínima de 75% para crianças e adolescentes de 6 a 18 anos incompletos.</li></ol><p>O Bolsa Família não tinha uma atualização geral dos valores desde a retomada do programa, no ano de 2023.</p><p>O novo reajuste foi de <strong>15,04%</strong>, considerando a inflação acumulada medida pelo<strong> Índice Nacional de Preços ao Consumidor </strong> (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026.</p><p>O programa voltou a se chamar Bolsa Família ainda no mesmo ano, durante o <strong>Governo Lula,</strong> depois de ter sido chamado de <strong>Auxílio Brasil</strong> durante o <strong>Governo Jair Bolsonaro.</strong></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1u/9c/lb/1u9clbqofcy0t4zul6guyhc1c.jpg"><figcaption>Bolsa Família x Auxílio Brasil<span class="copyright">Brasil Econômico </span></figcaption></figure><p>Segundo o Governo, a correção busca preservar o poder de compra das famílias beneficiárias diante da <strong>inflação acumulada no período.</strong></p><p>O limite de renda para participar do programa continua a mesma de R$ 218 por pessoa e não foi alterada mesmo com o reajuste.</p><p><em>*Estagiária sob supervisão</em></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-18/aumento-do-bolsa-familia--quanto-vou-receber-.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Foto: MDAS/Divulgação </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Atualização, Bolsa Família, Valor, Benefício, CadÚnico, Governo</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aad27518786841c26db8ff2</guid><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 12:03:18 +0000</pubDate><title>Mega-Sena: bolão do interior de SP leva mais de R$ 100 milhões</title><description>Aposta feita em Presidente Venceslau (SP) , acertou as 6 dezenas sorteadas ontem (17); prêmio será dividido entre os participantes</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3u/28/bj/3u28bjsuidx2ixv1iqpqjodln.jpg"><figcaption>Mega - Sena <span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>Um <strong>bolão</strong> feito em<strong> Presidente Venceslau</strong>, no <strong>interior</strong> de<strong> São Paulo,</strong> acertou as seis dezenas do <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-17/mega-sena-sorteia-premio-de-r--102-milhoes-hoje-17.html#google_vignette" target="_blank" rel="noopener nofollow" title="Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 102 milhões "><strong>concurso 3059 da Mega-Sena</strong></a> e levou o prêmio de<strong> R$ 101.970.706,13</strong>, sorteado pela <strong>Caixa Econômica Federal</strong> nesta quinta-feira (17).</p><p>O bolão tinha nove cotas e foi registrado em uma <strong>lotérica</strong> do <strong>município</strong>. Com o acerto das seis dezenas, os participantes ficaram com o prêmio principal do concurso.</p><h2>Confira os números sorteados</h2><p><strong>01 – 02 – 07 – 18 – 33 – 35</strong></p><p>Além do <strong>prêmio</strong> principal, outras apostas também foram premiadas nas faixas de cinco e quatro acertos:</p><ul><li><strong>6 acertos:</strong> 1 aposta ganhadora, de R$ 101.970.706,13</li><li><strong>5 acertos:</strong> 98 apostas ganhadoras, de R$ 31.664,29 cada</li><li><strong>4 acertos:</strong> 6.697 apostas ganhadoras, de R$ 763,77 cada</li></ul><h2>Próximo sorteio</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1a/w3/x6/1aw3x6pekqc29ip9evh3rolim.jpg"><figcaption>Sorteio da Loteria da Caixa<span class="copyright">Reprodução Youtube Caixa </span></figcaption></figure><p>Com o prêmio principal saindo no<strong> concurso 3059,</strong> o próximo sorteio da <strong>Mega-Sena</strong> acontece no domingo (20). A estimativa da <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-17/empregados-da-caixa-decidem-na-proxima-semana-sobre-fim-da-greve.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Caixa </a>é de<strong> R$ 28 milhões.</strong></p><p>Atualmente os sorteios acontecem às <strong>terças e quintas-feiras</strong>, a partir das <strong>21h</strong>, e aos domingos, a partir das<strong> 11h, no horário de Brasília.</strong> A mudança para os domingos ocorreu em julho de 2026.</p><h2>Como apostar na Mega-Sena?</h2><p>Quer tentar a sorte no próximo concurso? A aposta mínima custa <strong>R$ 6</strong> e permite escolher <strong>seis números</strong> entre os <strong>60 disponíveis.</strong></p><p>As apostas podem ser feitas em casas <strong>lotéricas</strong> de todo o país. Também é possível jogar pela <strong>internet</strong>, pelo<strong> Portal Loterias</strong> <strong>Caixa</strong> ou pelo <strong>aplicativo da instituição</strong>, disponível para <strong>Android e iOS.</strong></p><p>Quem acertar as 6 dezenas fica com o prêmio principal. Também existem premiações para quem acertar cinco números, na chamada quina, ou quatro, na quadra.</p><p><strong>Confira o passo a passo:</strong></p><ul><li>Acesse o Portal Loterias Caixa ou o aplicativo;</li><li>Faça login com CPF e senha ou realize um cadastro;</li><li>Escolha a modalidade Mega-Sena;</li><li>Selecione de seis a 20 dezenas;</li><li>Caso prefira, use a opção “Surpresinha”, em que os números são escolhidos automaticamente pelo sistema;</li><li>Adicione a aposta ao carrinho;</li><li>Faça o pagamento, que pode ser realizado pelos meios disponibilizados pela Caixa;</li><li>Depois do sorteio, o resultado pode ser consultado na área “Minhas apostas”.</li></ul><p>A Caixa também permite que clientes façam apostas pelo <strong>Internet Banking.</strong> Nesse caso, basta acessar a plataforma, selecionar a opção <strong>“Loterias”</strong> e escolher a Mega-Sena.</p><h2>Como retirar o prêmio?</h2><p>Quem acertar as seis dezenas pode retirar o prêmio em uma agência da Caixa. Para receber o valor, é necessário apresentar um documento oficial de identificação com <strong>CPF</strong> e o <strong>comprovante original da aposta</strong> ou o recibo emitido no momento da compra.</p><p>No caso de o prêmio ser retirado por outra pessoa, é necessária uma <strong>procuração pública</strong> com <strong>autorização para o saque.</strong></p><p>Os prêmios podem ser retirados em até <strong>90 dias</strong> após a data do sorteio. Depois desse prazo, os valores não resgatados são repassados ao Tesouro Nacional e destinados ao <a href="https://economia.ig.com.br/2026-05-08/fies--fazenda-anuncia-incentivo-para-quem-mantem-pagamento-em-dia.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Fies </a> (Fundo de Financiamento Estudantil).</p><p><em>*Estagiária sob supervisão</em></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-18/mega-sena--bolao-do-interior-de-sp-leva-mais-de-r--100-milhoes.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Divulgação </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Vencedor, Mega Sena, interior de São Paulo, prêmio, Milionário, Caixa Econômica Federal</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aad1d848786841c26db8fee</guid><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 11:42:38 +0000</pubDate><title>Casas Bahia: novo leilão vai até hoje (18); veja como participar</title><description>Micro-ondas, máquinas lava e seca, geladeiras, fogões e ar-condicionados estão entre os itens disponíveis; descontos chegam a 69% em alguns lotes</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/30/wt/2n/30wt2nfqfqzbrynynwx7z2yja.jpg"><figcaption>Casas Bahia: Novo leilão vai até hoje (18); veja como participar<span class="copyright">Reprodução: Casas Bahia </span></figcaption></figure><p>Quem está de olho em <strong>eletrodomésticos</strong> com <strong>preços abaixo dos valores</strong> do <strong>mercado</strong>, pode participar do novo <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-14/casas-bahia-abre-leiloes-relampagos-nesta-semana--saiba-como-participar.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">leilão virtual das Casas Bahia.</a> Os interessados têm até hoje (18) para dar seus <strong>lances</strong> e tentar <strong>arrematar</strong> um dos <strong>itens</strong> disponíveis.</p><p>As ofertas podem ser registradas até as 10h desta sexta-feira, por meio do <a href="https://www.kwara.com.br/evento/leilao-de-refrigeradores-lavadoras-e-fogoes-casas-bahia-K-3004" target="_blank" rel="noopener nofollow">site da Kwara</a>, responsável pelo leilão. Entre os itens disponíveis estão: <strong>refrigeradores, lavadoras, fogões, micro-ondas, máquinas lava e seca, ar-condicionados</strong> e outros eletrodomésticos.</p><p>Os produtos arrematados deverão ser retirados em <strong>Duque de Caxias</strong>, no <strong>Rio de Janeiro.</strong></p><h2>Quais são os valores dos produtos?</h2><p>Na manhã de ontem (17), o lote mais barato estava em <strong>R$ 263,</strong> era um <strong>Fogão 4 Bocas Atlas Coliseum Plus</strong>, onde o valor de mercado é de <strong>R$ 468,53.</strong> O desconto chegava a <strong>44%.</strong></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/c8/22/t6/c822t6kdzmpfdgxk8vmbc5f6g.jpg"><figcaption>Fogão 4 Bocas Atlas Coliseum Plus<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>O produto de maior valor disponível é um <strong>Refrigerador Samsung</strong>, por<strong> R$ 6.367.</strong> Ainda sim, o item tinha <strong>desconto de 52%</strong> em relação ao valor original.</p><h2>Qual o maior desconto?</h2><p>Um lote com aproximadamente<strong> 25 eletrodomésticos</strong> tem uma redução de <strong>69%.</strong> Entre os itens estão: <strong>ventiladores, cafeteiras, ferros de passar, liquidificadores, secadores,</strong> entre outros. O lote esta em <strong>R$ 1.417</strong>, enquanto o valor de mercado era de <strong>R$ 4.500,41.</strong></p><p>De acordo com a empresa, a realização dos leilões não tem relação com a atual crise nem com o <a href="https://economia.ig.com.br/2026-08-18/casas-bahia-recuperacao-judicial--o-que-muda-para-consumidores-.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">pedido de recuperação judicial do grupo</a>.</p><h2>Como participar? </h2><p>O primeiro passo é fazer um cadastro na plataforma responsável pelo leilão (<strong>Kwara</strong>), concordar com os termos de <strong>adesão</strong> e solicitar a <strong>habilitação</strong> para participar da disputa.</p><p>Conforme com as <strong>regras</strong> divulgadas, essa solicitação precisa ser feita com pelo menos <strong>uma hora de antecedência</strong> em relação ao horário previsto para o início do lote, então no caso de hoje, corra para conferir.</p><p>Depois, acompanhe o produto escolhido e faça os lances. As ofertas precisam superar o valor que já estiver registrado, com um incremento mínimo de <strong>R$ 50.</strong></p><h2>Lance automático</h2><p>Nesse caso, o participante escolhe o valor máximo que está disposto a pagar e o próprio sistema faz novas ofertas <strong>automaticamente</strong>, até chegar ao limite definido.</p><h2>Cuidado com o fim do lote</h2><p>O horário de encerramento pode mudar, se uma nova oferta for feita nos <strong>minutos finais</strong>, o sistema pode prorrogar automaticamente a disputa. Normalmente, a é apenas um minuto, porém, o período pode variar conforme as regras de cada lote.</p><h2>Os produtos estão novos?</h2><p>Se você está pensando em participar, vale conferir a descrição e as <strong>condições</strong> de cada lote. Os produtos disponíveis são provenientes de devoluções de clientes e podem apresentar diferentes tipos de problemas.</p><p>Tem itens com riscos, amassados, sinais de uso, sujeira e desgaste. Alguns também podem estar <strong>sem peças, componentes, acessórios</strong> ou manuais.</p><p>O edital também informa que há produtos com <strong>senhas ou bloqueios,</strong> mercadorias que não funcionam e até itens classificados como sucata.</p><p>Ou seja, aquele produto com um <strong>preço</strong> bem abaixo do mercado pode não estar em perfeito estado.</p><h2>E se eu desistir depois?</h2><p>A arrematação não pode ser cancelada depois da compra. Em caso de desistência ou falta de pagamento, pode ter uma <strong>multa de 30%</strong> sobre o valor do produto escolhido, conforme as regras do evento.</p><p class="  ">Além disso, os custos e as responsabilidades relacionados à retirada dos produtos ficam por conta do comprador.</p><h2>Procura aumentou após recuperação judicial</h2><p>Conforme o <strong>Thiago da Mota, CEO da Kwara</strong>, a recuperação judicial das Casas Bahia aumentou a procura por buscas relacionadas a "<strong>leilões Casas Bahia".</strong></p><p>Com o aumento do interesse, também surgiram alertas sobre <strong>sites falsos e pagamentos desviados.</strong></p><p>Fique atento, antes de participar, confira se o leilão está realmente no site ofical, leia o edital e não faça pagamentos para terceiros fora das instruções oficiais.</p><h2>O que conferir antes do lance?</h2><ul><li>Leia o edital e a descrição do lote escolhido;</li><li>Confira se o produto tem avarias, sinais de uso ou peças faltando;</li><li>Verifique se o item foi testado e se está funcionando;</li><li> Considere as taxas de 20% sobre o lance;</li><li>Some possíveis custos de retirada, transporte e impostos;</li><li>Confira o local e as regras para retirar a mercadoria;</li><li>Veja se o lance depende da aprovação do vendedor;</li><li>Acesse o leilão pelos canais oficiais para evitar golpes.</li></ul><h2>Como funciona o pagamento?</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/92/j7/ny/92j7ny3smwemaxbdfckod2p3q.jpg"><figcaption>Nova função pretende coibir fraudes<span class="copyright">Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>O pagamento deve ser feito via <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2026-09-17/golpe-do-pix--qr-code-trocado-pode-te-fazer-perder-dinheiro.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Pix </a>em <strong>até um dia útil </strong>após a aprovação da oferta. Caso o prazo não seja cumprido, o arrematante pode ser considerado desistente e ficar sujeito à multa prevista no edital. Depois do pagamento, ainda é preciso organizar a retirada. Também é possível realizar a compra por <strong>cartão de crédito.</strong></p><p>Os itens arrematados só podem ser retirados mediante <strong>agendamento prévio com a equipe da Kwara</strong>. Também é necessário enviar os dados do usuário vencedor do leilão e da pessoa responsável pela retirada.</p><h2>Regras para buscar o produto</h2><p>Os editais estabelecem algumas exigências de segurança e <strong>vestimenta</strong>. É obrigatório, por exemplo, usar <strong>sapato de segurança.</strong></p><p>Também é preciso usar um <strong>veículo apropriado</strong>, com espaço para carga, como uma <strong>Kombi</strong>, e vazio.</p><p>Não é permitido buscar os produtos <strong>a pé ou de motocicleta.</strong> Também não é possível retirar apenas uma parte do lote.</p><p>Antes de fazer uma oferta, confira as condições da mercadoria, coloque na conta as <strong>taxas</strong> e possíveis <strong>custos extras</strong> e veja como funciona a retirada. Assim, fica mais fácil saber se o valor final realmente compensa para você.</p><p><em>*Estagiária sob supervisão</em></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-18/casas-bahia--novo-leilao-vai-ate-hoje-18--veja-como-participar.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Reprodução: Casas Bahia </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Nova oportunidade, Leilão, Casas Bahia, Eletrodomésticos, Kwara</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aac472609ec2fa44ec87a7c</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 20:24:55 +0000</pubDate><title>Empregados da Caixa decidem na próxima semana sobre fim da greve</title><description>Os empregados pleiteiam o restabelecimento da proporção de 70% para a Caixa e 30% para os empregados</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/90/8i/7z/908i7zzrbhq114ecoufvkx202.jpg"><figcaption>Agência da Caixa fechada, no centro de Belo Horizonte<span class="copyright">Luís Felipe Granado/iG </span></figcaption></figure><p>Em <strong>greve</strong> há uma semana, os empregados da <strong>Caixa</strong> Econômica Federal devem decidir na <strong>próxima</strong> segunda-feira (21) se retornam às atividades ou mantêm a <strong>paralisação</strong>. Nesta data, a categoria deverá votar se acata a nova <strong>proposta</strong> apresentada pelo banco para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2026/2028.</p><p>O custeio do plano de saúde, o Saúde Caixa, é uma das principais pautas de reivindicação da categoria.</p><p>Os empregados pleiteiam o restabelecimento da proporção de 70% para a Caixa e 30% para os empregados. A proposta apresentada pela Caixa na madrugada desta quinta-feira (17) amplia de 6,5% para 9% da folha de pagamento o teto de participação do banco no custeio do Saúde Caixa, a partir de 2027.</p><p>Pela proposta, será mantido o modelo solidário do plano de saúde, sem cobrança diferenciada por faixa etária. O acordo prevê que não haverá reajuste das mensalidades em 2026, com a Caixa assumindo o déficit do plano.</p><p>A proposta também estabelece a presença de pelo menos um empregado dedicado em cada Gerência de Pessoas e Representação Regional de Pessoas (Repes) para trabalhar exclusivamente com o Saúde Caixa. Outro ponto previsto é a constituição, em até 60 dias, de grupo de trabalho para discutir um novo modelo de gestão do plano.</p><p>A coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT) Juvandia Moreira avaliou como um avanço a nova proposta apresentada pela Caixa.</p><p>“A ampliação da participação da Caixa de 6,5% para 9% é um avanço importante, pois representa um aumento recorrente da participação da Caixa de cerca de R$ 900 milhões”, disse.</p><p>A Caixa disse que vai manter também todos os direitos já pactuados nos ACTs específicos e na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. Segundo Juvandia, a nova proposta é resultante da mobilização dos trabalhadores.</p><p>“A mobilização mostrou que era necessário colocar mais recursos da empresa no Saúde Caixa e preservar um princípio fundamental do nosso plano, que é o pacto intergeracional. E só conquistamos isso em mesa de negociações graças à mobilização dos trabalhadores”, completou.</p><h2>Outras propostas</h2><p>A negociação iniciada na última quarta-feira resultou também em alterações no programa de remuneração variável Super Caixa. Para o 2º semestre de 2026, a proposta aumenta de 25% para 50% a premiação inicial por habilitação.</p><p>Em relação ao Plano de Funções Gratificadas (PFG) , a Caixa assumiu o compromisso de criar espaços de escuta e discussão com a representação dos empregados, incluindo um debate em grupo paritário sobre o plano.</p><p>A Caixa manteve ainda a proposta de pagamento de um prêmio de R$ 3 mil por empregado, em reconhecimento à superação do Índice de Eficiência Operacional (IEO) de 2026, já atingido em junho 2026.</p><h2>Plenária</h2><p>A greve dos empregados da Caixa foi deflagrada no último dia 10. A votação da proposta apresentada pela Caixa será realizada dia 21 de forma virtual, das 11h às 18h, com plenária para esclarecimento de dúvidas entre 9h e 11h.</p><p>Em caso de aprovação, o dia paralisado no dia 20 de agosto será abonado. Os dias úteis de greve devem ser compensados em até 180 dias.</p><p>A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com a Caixa para ter um posicionamento, mas não recebeu retorno até a publicação.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-17/empregados-da-caixa-decidem-na-proxima-semana-sobre-fim-da-greve.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Luís Felipe Granado/iG </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, Caixa, greve da caixa, trabalhdores da caixa</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aac48774e8dc952267188be</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 20:13:25 +0000</pubDate><title>Após salas VIP em aeroportos, bancos disputam estádios e arenas</title><description>Instituições oferecem hospitalidade em locais onde clientes escolhem passar o tempo, transformando entretenimento em novo território de relacionamento</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d5/tw/p4/d5twp49vk4cde4bzgsvcodwha.jpg"><figcaption>Lounge exclusivo no American Express Stadium, em Brighton, Inglaterra<span class="copyright">Divulgação/American Express </span></figcaption></figure><p>Durante anos, a <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-05-08/cartoes-faceis-aprovar-salas-vip-aeroportos.html">sala VIP de aeroporto</a> foi um dos principais ativos de relacionamento dos bancos para portadores de <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-09-01/cartoes-de-credito-alta-renda-e-patrimonio.html">cartões de crédito premium.</a> O benefício atende a uma necessidade objetiva do viajante ao transformar o tempo de espera pelo voo em uma experiência mais confortável, reservada e exclusiva.</p><p>Esse modelo de hospitalidade começa agora a avançar para fora dos aeroportos. Nos Estados Unidos, <strong>American Express</strong> e <strong>Chase</strong> estão levando lounges e outros benefícios para arenas, estádios e casas de entretenimento. A aposta é ocupar também o tempo livre do consumidor e associar a marca a eventos dos quais ele escolheu participar.</p><p>O movimento merece atenção porque vai além de ingressos ou ativações pontuais. O que surge é uma espécie de infraestrutura física dos programas de relacionamento, distribuída por lugares onde os consumidores passam o tempo e gastam dinheiro.</p><h2>Aeroporto deixa de ser o limite</h2><p>A sala VIP tradicional está ligada a uma necessidade criada pela viagem. O consumidor vai ao aeroporto porque precisa embarcar, e o cartão melhora aquele intervalo. Em uma arena, o contexto é outro, já que ele comprou o ingresso porque queria assistir ao jogo ou ao show. O cartão passa a fazer parte de uma experiência que já tinha valor para aquela pessoa.</p><p>Essa diferença ajuda a explicar a estratégia. Os cartões premium começam a disputar não apenas os momentos em que o consumidor precisa de um serviço, mas também aqueles em que escolhe como quer passar seu tempo.</p><p>A mudança ganha relevância em um mercado no qual benefícios associados a experiências se tornaram uma frente importante de diferenciação.</p><h2>Rede de espaços da Amex</h2><p>A American Express já mantém lounges próprios em diferentes arenas e casas de entretenimento. Entre os principais estão a O2 Arena, em Londres; o <strong>Hard Rock Stadium,</strong> em Miami; a Uber Arena, em Berlim; o TikTok Entertainment Centre, em Sydney; e a Crypto.com Arena, em Los Angeles.</p><p>Os formatos variam de acordo com o local. No Hard Rock Stadium, por exemplo, clientes elegíveis têm acesso a lounge exclusivo, entrada dedicada e ingressos reservados ou em pré-venda para determinados eventos. Em outros espaços, os lounges oferecem áreas de descanso, alimentos e bebidas e serviços exclusivos.</p><p>Os lounges, porém, são apenas a parte mais visível da Venue Collection. A Amex também oferece, conforme o local, filas e entradas exclusivas, acesso antecipado ou reservado a ingressos, descontos e cashback em alimentos e bebidas, além de outras vantagens durante os eventos. Nos Estados Unidos, por exemplo, clientes elegíveis podem receber 10% de volta em compras qualificadas de alimentos e bebidas em espaços participantes, dentro das condições da oferta.</p><p>O resultado é uma ampliação do espaço ocupado pelo cartão. O benefício deixa de aparecer apenas no aeroporto ou no momento da compra e passa a acompanhar o consumidor dentro de arenas, estádios e casas de entretenimento que ele pode frequentar várias vezes ao ano.</p><h2>Chase segue pelo mesmo caminho</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/au/87/86/au87866xq5jltt112htmdu4q0.jpg"><figcaption>Chase Lounge no Madison Square Garden, em Nova York<span class="copyright">Divulgação/Madison Square Garden </span></figcaption></figure><p>O Chase — maior banco dos EUA — também vem transformando espaços de entretenimento em pontos de contato com clientes de cartões premium. No <strong>Madison Square Garden,</strong> em <strong>Nova York,</strong> mantém um lounge exclusivo, utilizado durante jogos dos Knicks e Rangers, além de shows e outros eventos realizados no local.</p><p>A estratégia se estende a outros espaços. No Chase Center, em San Francisco, clientes elegíveis têm acesso ao Chase Lounge durante determinados eventos. Em Las Vegas, a parceria com o Sphere combina benefícios de hospitalidade com experiências e eventos no local.</p><p>O princípio é semelhante ao da Amex: o banco não precisa esperar o próximo voo para entregar uma experiência premium. O benefício pode acompanhar o consumidor em diferentes momentos do ano.</p><h2>O próximo lounge </h2><p>O que se observa no mercado americano tem potencial para ser reproduzido no Brasil. Os bancos brasileiros estão investindo cada vez mais para fidelizar clientes de alta renda. Além dos benefícios financeiros tradicionais dos cartões premium, há patrocínios e experiências em eventos esportivos, de música, gastronomia e entretenimento, com ativações voltadas a públicos selecionados.</p><p>Um patrocínio associa a marca a um evento. Um lounge dentro de uma arena pode associá-la a dezenas de eventos ao longo do ano. O consumidor deixa de encontrar o banco apenas em uma campanha e passa a reconhecê-lo como parte daquele lugar.</p><p>Essa diferença pode ganhar importância em um mercado no qual os cartões premium estão cada vez mais parecidos na oferta de benefícios tradicionais. Quando eles oferecem salas VIP, pontos e experiências semelhantes, o território em que esses benefícios são entregues pode se tornar um novo elemento de diferenciação.</p><p>Foi justamente esse ponto que o CMO global da <strong>Visa,</strong> Frank Cooper III, destacou em conversa com a coluna, em junho. Segundo ele, pontos, milhas e outras <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-06-16/visa-experiencias-fidelizacao-clientes.html">recompensas financeiras se tornaram uma expectativa básica</a> do mercado. O diferencial passa a estar no acesso a experiências que os concorrentes não conseguem reproduzir com facilidade, como acesso a áreas exclusivas em um estádio.</p><p>American Express e Chase oferecem um possível vislumbre dessa próxima etapa. A sala VIP de aeroporto não está desaparecendo. O conceito de hospitalidade dos cartões é que está ficando maior.</p><p>O aeroporto foi um dos primeiros lugares em que os bancos transformaram espaço físico em ativo de relacionamento. Estádios, arenas e casas de shows têm tudo para ser os próximos territórios dessa disputa.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-09-17/cartoes-premium-lounges-estadios.html</link><dc:creator>Fernando Mellis</dc:creator><media:credit>Divulgação/American Express </media:credit><author>Fernando Mellis</author><keywords>Lounges exclusivos, american express, cartão de crédito, chase, sala vip</keywords><internationalize>false</internationalize><section>69cc24196caeaf336a37a094</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aac438a4e8dc952267188b8</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 20:01:27 +0000</pubDate><title>Cimed aposta em varejo forte e divulgação orgânica em redes</title><description>Durante o Latam Retail Show 2026, executiva da empresa conta como a empresa usou de diferentes estratégias para aproximar o consumidor da marca</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/21/qf/m2/21qfm22jywyn07eqzvc4noe4a.jpg"><figcaption>Juliana Felmanas, Diretora de Planejamento Estratégico da Cimed, durante o Latam Retail Show 2026<span class="copyright">Giovanna Hueb/iG </span></figcaption></figure><p>A Diretora de Planejamento Estratégico da Cimed, Juliana Felmanas, compartilhou a estratégia de como a marca tem construído sua relação com o consumidor final durante a palestra "Indústrias mais próximas do consumidor: soluções para as demandas e liderança em tendências", apresentada no terceiro dia do Latam Retail Show 2026. A farmacêutica brasileira, que completa 50 anos em 2027, pretende fortalecer o varejo físico como centro do seu negócio e, ao mesmo tempo, apostar na produção orgânica e espontânea de conteúdo nas redes sociais, sem uma estrutura tradicional de mídia paga. </p><p>Neta do fundador da empresa e representante da terceira geração à frente do negócio, Felmanas é responsável pela área de promoção estratégica da Cimed, através de fusões e aquisições, e pela frente de transformação tecnológica da companhia também. "Toda ideia de novo canal, de novo produto que foge um pouco do nosso core business vem para mim, para a gente estudar o que dá para fazer", contou, citando como exemplos recentes a linha de estética Milimetric, que conta com produtos como ácido hialurônico e toxina botulínica, e o Urso, nova marca de suplementação do grupo.</p><p>Segundo Juliana, o propósito da Cimed sempre foi levar saúde a todos os brasileiros, um objetivo concretizado historicamente por meio dos medicamentos genéricos disponibilizados pela empresa. "É a coisa mais importante que a gente tem dentro de casa", disse sobre a linha, que segundo ela permite entregar qualidade com acessibilidade a um país de mais de 200 milhões de pessoas com poder de compra limitado.</p><p>Ao longo dos anos, no entanto, a companhia vem deixando de se posicionar apenas como uma indústria farmacêutica para se tornar, nas palavras da executiva, uma “companhia de bens de consumo". Esse movimento, segundo ela, se apoia em cinco pontos diferentes.</p><p>Segundo Felmanas, o primeiro ponto é a relação direta com o varejo farmacêutico, em especial as farmácias independentes, que somam 83% dos pontos de venda do setor no Brasil. Diferentemente de boa parte da indústria, que historicamente trabalhou por meio de distribuidores ou apenas com grandes redes nacionais, a Cimed manteve, desde a década de 1990, uma equipe própria de vendedores visitando lojas em todo o país; hoje a equipe conta com cerca de 1.300 representantes.</p><p>"O varejo é o nosso termômetro do consumidor", afirmou a executiva, destacando que a proximidade com o ponto de venda permite que a companhia entenda rapidamente o que o consumidor busca.</p><p>De acordo com Juliana, a missão da Cimed é justamente entregar mais rentabilidade ao varejo, o que amplia a disponibilidade dos produtos nas prateleiras e melhora a experiência de compra. "A pior coisa que tem é entrar numa loja e não achar o produto, isso é uma experiência de compra péssima para o consumidor", disse. Segundo a executiva, quanto maior a rentabilidade do ponto de venda, maior o interesse do lojista em vender o produto e mantê-lo disponível na loja.</p><p>O segundo pilar apontado pela executiva foi o reposicionamento de marca promovido pela companhia em 2017. Até então, os produtos da Cimed tinham identidades visuais independentes, que não “conversavam entre si”, o próprio medicamento genérico, por exemplo, já teve embalagem nas cores verde, amarelo e azul, inspiradas na bandeira do Brasil.</p><p>Com o rebranding, a Cimed decidiu adotar o amarelo como cor oficial da companhia e padronizar a identidade visual de todos os seus produtos, para Felmanas, a estrtégia foi um ponto importante para a empres:  "Assim, o consumidor consegue fazer essa identificação e essa conexão com a marca em qualquer produto que ele pegue na prateleira"</p><p>O terceiro ponto destacado pela diretora é levar a marca Cimed para além dos pontos de contato tradicionais de consumo. Segundo a executiva, falar sobre indústria farmacêutica nunca foi um assunto agradável, sendo comumente associado a doença, remédio e dor, o que dificulta a sensação de afeto pela marca; por isso, a companhia passou a investir em outras formas de estar presente, como moletons e roupas amarelas de uso cotidiano, ou parcerias em categorias como alimentação, para criar pontos de conexão emocional com o consumidor fora do universo da farmácia.</p><p>A ideia, segundo Felmanas, é tratar a Cimed não apenas como uma marca de produtos, mas como um estilo de vida presente em diferentes momentos da vida do consumidor;</p><p>O quarto pilar é um dos que mais desperta curiosidade do mercado, segundo Felmanas, que é a estratégia das redes sociais adotada pela companhia. Tudo começou de forma espontânea por volta de 2015 e 2016, quando o CEO João Adibe abriu uma conta pessoal no Instagram para se comunicar diretamente com os colaboradores da empresa, um público que não estava conseguindo alcançar apenas por canais internos tradicionais.</p><p>O conteúdo, inicialmente voltado a temas de empreendedorismo e gestão feito para os colaboradores, aos poucos começou a atrair também clientes e, na sequência, consumidores sem nenhuma relação direta com o setor, atraídos somente pelo tom espontâneo das publicações. </p><p>"A gente não tem um time de mídia, a gente tem um time de marketing enxuto que faz conteúdo orgânico e se conecta com o consumidor porque é um conteúdo genuíno"- Juliana </p><p>Segundo a executiva, somando todos os perfis da empresa nas redes sociais, a Cimed alcançou 600 milhões de pessoas no último ano, com investimento quase nulo em mídia paga. A empresa também estimula seus próprios funcionários a compartilharem o dia a dia de trabalho nas redes, sem revelar informações sensíveis ou estratégicas, criando o que Felmanas chama de "cinco mil influenciadores dentro de casa", cada um com sua própria rede de seguidores. </p><p>"O que a gente vê com a nossa estratégia de marketing é que o consumidor se conecta com a pessoa", disse Juliana, citando como exemplo os consumidores que pedem o genérico da Cimed na farmácia citando o nome de João Adibe como referência de confiança. Atualmente, o CEO conta com 6M de seguidores somente no Instagram.</p><p>Por fim, Felmanas destacou o uso ativo das redes sociais como canal de escuta e atendimento ao consumidor, inclusive por parte do próprio CEO que, segundo ela, frequentemente identifica reclamações ou dúvidas de consumidores em suas mensagens diretas e as repassa internamente para que sejam tratadas. </p><p>"Isso é o que faz diferença, não é só postar publicidade, é estar lá se conectando com as pessoas e capturando o feedback do consumidor para dentro do nosso ecossistema"- Juliana</p><h2>Estudos de caso</h2><p>Felmanas encerrou a apresentação com três exemplos de aplicação prática dessas estratégias.</p><p>Entre elas, a marca de vitaminas Lavitan, líder no segmento no Brasil desde 2004. Historicamente, a marca foi trabalhada com o modelo tradicional de força de distribuição e acessibilidade no varejo, mas, recentemente, a companhia identificou que a categoria de vitaminas exige um esforço adicional de conscientização do consumidor sobre a necessidade do produto, o que levou a marca a reforçar também a comunicação de massa, inclusive na TV aberta, como forma de “romper a bolha natural das redes sociais” e atingir públicos que não seguem os perfis da empresa.</p><p>Já o caso do Carmed, produto que viralizou nas redes sociais, ilustra os desafios operacionais de um crescimento repentino de demanda. Segundo Felmanas, as vendas do produto saltaram de 25 mil para 500 mil unidades em uma única semana após viralizar no TikTok, obrigando a companhia a elevar sua produção mensal de cerca de 30 mil para 2,5 milhões de unidades em apenas 30 dias.</p><p>"A verdade é que a gente faz as coisas acontecerem a partir da operação, do dia a dia, você não faz previsão de demanda, você vive a demanda", resumiu a executiva.</p><p>Por fim, o caso do Urso, nova marca de suplementos vendida diretamente ao consumidor, que nasceu de forma inesperada: através de uma publicação nas redes sociais antes mesmo de haver produto, estrutura, equipe ou fábrica definidos. A publicação gerou, segundo Felmanas, um salto imediato de seguidores em uma página que ainda não existia formalmente horas antes. </p><p>Para Felmanas, o conjunto dessas iniciativas resume a filosofia da companhia diante da nova relação entre indústria, varejo e consumidor final: </p><p>"As pessoas compram de pessoas, e num mundo cada vez mais dominado pela inteligência artificial, isso só vai se tornar mais importante".- Juliana</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-17/cimed-aposta-em-varejo-forte-e-divulgacao-organica-em-redes.html</link><dc:creator>Micaela Wentz</dc:creator><media:credit>Giovanna Hueb/iG </media:credit><author>Micaela Wentz</author><keywords>estratégia, Cimed, varejo, varejo farmacêutico, marketing orgânico, redes sociais, Latam Retail Show, estratégia de marketing</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aac2a4009ec2fa44ec87a5c</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:39:29 +0000</pubDate><title>Empresas afetadas por tarifaço ou guerra podem pedir empréstimo</title><description>BNDES abriu habilitação para R$ 22,6 bilhões em crédito destinado a empresas afetadas por tarifas dos EUA e pela guerra no Oriente Médio</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2a/2q/eb/2a2qebwqk7m1n8a117yr851kz.jpg"><figcaption>Empresas podem pedir empréstimo<span class="copyright">Rafa Neddermeyer/Agência Brasil </span></figcaption></figure><p class="  ">Empresas afetadas pelo <strong>tarifaço americano</strong> e por <strong>impactos da guerra</strong> no Oriente Médio já podem se habilitar a empréstimos do <strong>Plano Brasil Soberano</strong>, que disponibiliza <strong>R$ 22,6 bilhões em crédito</strong>.</p><p>O <strong>Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social</strong> (<strong>BNDES</strong>) abriu nesta quinta-feira (17) o protocolo para empresários se habilitarem aos financiamentos.</p><p>O programa inclui também empresas de setores considerados indispensáveis, como fertilizantes e minerais críticos.</p><p>O pacote de crédito é formado por R$ 13,5 bilhões em recursos do <strong>Tesouro Nacional</strong> e R$ 9,1 bilhões do BNDES, banco estatal ligado ao <strong>Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços</strong>.</p><h2>Terceira fase </h2><p>Essa é a terceira fase do programa, iniciado em meados de 2025. O programa surgiu como apoio do governo brasileiro após os Estados Unidos terem sobretaxado exportadores brasileiros.</p><p>A segunda versão foi lançada em março de 2026, incluindo negócios afetados pela guerra no Oriente Médio.</p><p>Na terceira fase, três grupos de empresas têm direito ao crédito, conforme portaria do governo:</p><p>Grupo 1: exportadoras de bens (e fornecedores) afetadas pelo tarifaço dos EUA</p><p>Grupo 2: setores industriais relevantes para o comércio exterior ou identificados como estratégicos para a transição para uma economia de baixo carbono.</p><p>Grupo 3: exportadoras de bens (e seus fornecedores) para países do Golfo Pérsico (Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Irã, Iraque, Kuwait e Omã)</p><p>Integram o grupo 2 empresas de ramos como o têxtil, químico, farmacêutico, automotivo, minerais críticos e de máquinas e equipamentos.</p><h2>Condições </h2><p>Para o grupo de afetados pelo tarifaço ou conflito no Oriente Médio, é preciso cumprir condicionantes, como pelo menos 1% do faturamento vindo do comércio com os países envolvidos.</p><p>Empresários podem verificar a elegibilidade da empresa por meio do site do programa. Os financiamentos são direcionados para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos, e projetos de investimentos.</p><p>Os juros cobrados variam de 4,3% a 17,5% ao ano. As condições dependem de fatores como porte da empresa e destinação dos recursos.</p><p>Os detalhes e a forma de habilitação para o crédito podem ser consultados no site do BNDES.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-17/empresas-afetadas-por-tarifaco-ou-guerra-podem-pedir-emprestimo.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Rafa Neddermeyer/Agência Brasil </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, Plano Brasil Soberano, tarifaco</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aac21f109ec2fa44ec87a4e</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 17:29:33 +0000</pubDate><title>Latam Retail Show 2026: varejo global vive divisão estrutural</title><description>A Analista Sênior de Pesquisa da Euromonitor International, Leah Boston, trouxe dados que comprovam a mudança do mercado global</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4h/mq/27/4hmq27wfqvb2iwre4fikefksf.jpg"><figcaption>Leah Boston, analista Sênior de Pesquisa da Euromonitor International, durante o Latam Retail Show 2026<span class="copyright">Micaela Wentz/iG </span></figcaption></figure><p>Durante o terceiro e último dia de Latam Retail Show 2026, a Analista Sênior de Pesquisa da Euromonitor International, Leah Boston, apresentou a palestra “Crescimento nos Extremos: Onde o Varejo está Ganhando e Onde está sendo Espremido”, onde falou sobre como o comércio varejista mundial caminha para uma polarização entre negócios de grande escala e negócios especializados. Explicando como o "meio" do mercado está cada vez mais espremido</p><p>De acordo com a especialista, o varejo mundial está passando por uma reconfiguração estrutural que separa cada vez mais os mercados de grande escala, que competem por preço e conveniência, dos negócios especializados, que são voltados a nichos e experiências de marca. </p><h2>O estado atual do varejo</h2><p>De acordo com Leah, o varejo global viveu uma retomada em 2025, impulsionada pela diminuição da inflação, mercados de trabalho resilientes e o cansaço dos consumidores após anos de contenção de gastos. As vendas globais do setor cresceram 2% em termos reais (descontada a inflação) naquele ano, medidas em dólares.</p><p>Para 2026, a expectativa é de aceleração e um crescimento projetado de 2,4%, levando o total de vendas do varejo global a ultrapassar US$ 20 trilhões. Ainda que o cenário geopolítico possa reduzir um pouco essa projeção nos próximos meses, a Euromonitor prevê uma demanda consistentemente acima de 2% em termos reais, com crescimento médio anual de cerca de 2,5% entre 2026 e 2030.</p><p>O e-commerce segue como o principal motor dessa expansão. A projeção é de um crescimento de 7,4% em termos reais em 2026, respondendo por um quarto de todas as transações de varejo no mundo em valor. Entre 2026 e 2030, as vendas online devem representar 75% de todo o crescimento absoluto do varejo global.</p><p>"Se você não está crescendo no digital, ou se o seu crescimento ali está desacelerando, isso pode ser um sinal de alerta", afirmou Boston.</p><h2>A divisão entre o negócio de massa e o especializado </h2><p>O centro da apresentação de Boston foi o que ela chama de "esvaziamento do meio" do varejo, um fenômeno que, segundo ela, começou com o surgimento dos hipermercados e ganhou uma nova fase com a chegada dos marketplaces. Hoje, esse “esvaziamento” atinge com força o canal de lojas de departamento, historicamente o mais afetado por essa polarização.</p><p>"Nos últimos dois anos, vimos essa erosão do meio realmente acelerar, e é um fenômeno global", disse a analista. Segundo ela, o resultado é "uma polaridade crescente entre massa e especialistas", que obriga os varejistas a se posicionarem claramente em uma das pontas do espectro.</p><p>Para Boston, a inteligência artificial é uma das grandes responsáveis pela aceleração desse processo, ao permitir que o consumidor seja direcionado diretamente a uma marca ou ao produto de menor preço e melhor avaliação, sem necessariamente passar pelo site de um varejista. "A IA está mudando o jogo quando o assunto é descoberta de produto", resumiu.</p><p>Ao mesmo tempo, ela discorre que o modelo de venda direta ao consumidor (D2C, na sigla em inglês) e o comércio social também tornaram mais acessível a atuação do negócio no formato “especializado”:</p><p>"Do ponto de vista de quem tenta operar como varejista especialista, nunca houve um momento tão promissor e ao mesmo tempo tão desafiador para lançar uma nova marca"</p><h2>Os grandes ficam maiores</h2><p>Os dados apresentados pela analista mostram que os dez maiores varejistas do mundo concentravam, no fim de 2025, 19% do mercado global. Em 2025, pela primeira vez, a Amazon ultrapassou o Walmart como líder global em vendas no varejo.</p><p>Segundo Boston, o que torna modelos como o da Amazon e do Walmart tão fortes é a diversificação de suas linhas de receita, que permite que eles operem com uma margem baixa ou até sofrendo prejuízo em algumas categorias sem comprometer o negócio como um todo, algo que exige escala para funcionar.</p><p>Para Leah, “Os grandes estão ficando maiores”, ou seja, os primeiros nomes do mercado costumam brigar entre si, compartilhando as primeiras posições e, comumente, crescendo juntos.</p><p>O destaque do ano, segundo a analista, é o crescimento do TikTok Shop, que hoje se posiciona como o quarto maior varejista global, à frente inclusive de nomes tradicionais do setor. "É um modelo único, que combina redes sociais e marketplace, colapsando descoberta e compra em uma única etapa", explicou. A expectativa de crescimento da plataforma para 2026 é de 68,7%, número ainda elevado, mas menor que os registrados nos últimos anos. </p><p>Outro pilar da polarização identificado por Boston é o avanço das marcas próprias (chamadas por ela de private label), impulsionado por canais de descontos e clubes de compras, que cresceram, respectivamente, 4,7% e 3,9% em termos reais, bem acima da inflação média. Em 2025, as marcas próprias já respondiam por 17% de todo o valor das vendas globais de produtos de higiene, um recorde para a categoria.</p><p>No Brasil, porém, a analista destacou espaço amplo para crescimento: as marcas próprias representaram apenas 2,1% da categoria de alimentos no país em 2025, contra 16% no mundo, e 5% do gasto do consumidor em higiene, contra os mais de 17% identificados através do globo.</p><h2>IA na descoberta de produtos </h2><p>A analista também chamou atenção para o papel crescente da inteligência artificial como fonte de descoberta de produtos, crescendo mais rápido até do que as redes sociais e marketing com influenciadores. </p><p>Por mais que a IA abra esse caminho nas buscas, Leah afirmou que  "As recomendações da IA generativa são binárias, a marca pode ou não aparecer ", lembrando que isso depende tanto da clareza da busca do consumidor quanto do investimento das marcas em catalogar adequadamente seus produtos.</p><p>Um levantamento da Euromonitor com quase 37 mil marcas de skincare no mundo mostrou que apenas cerca de 8% das empresas registraram uma atividade mensurável nas buscas de IA generativa em 2025. De acordo com Boston, essa pesquisa evidência que "muitas marcas simplesmente não estão aparecendo" nesse novo canal de descoberta.</p><h2>Pontos finais destacados </h2><p>Ao encerrar a apresentação, a analista afirmou que o preço baixo “veio para ficar”,  impulsionado, inclusive, por marcas próprias “premium”. </p><p>Outro ponto destacado foi que a estratégia de varejo precisa mostrar um motivo claro para que o consumidor compre de determinado varejista, seja marca própria exclusiva, seja um portfólio de marcas que atenda a uma necessidade específica.</p><p>De acordo com Boston, o comércio digital deve ser encarado como um espaço de comunicação, e não apenas de transação entre o varejista e o consumidor, sendo necessário entender quais marcas precisam de parceria e como a empresa está se posicionando nesses canais.</p><p>Para a especialista, o “offline” ainda concentra a maior parte do gasto do varejo no mundo, e continuará relevante desde que a marca tenha um propósito claro definido, uma vez que os marketplaces são mais caros para que o consumidor descubra a marca e a IA generativa ainda tem alcance limitado.</p><p>"Há espaço para o varejista atuar tanto online quanto offline, mas o seu negócio físico precisa ter um propósito", concluiu Leah Boston.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-17/latam-retail-show-2026--varejo-global-vive-divisao-estrutural.html</link><dc:creator>Micaela Wentz</dc:creator><media:credit>Micaela Wentz/iG </media:credit><author>Micaela Wentz</author><keywords>ecommerce, varejo global, comércio digital, mercado varejista, Latam Retail Show, TikTok Shop, varejo especializado</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aac144409ec2fa44ec87a41</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 16:24:39 +0000</pubDate><title>IA e economia circular marcam 2ª dia do Latam Retail Show 2026</title><description>Evento reúne executivos de Wellhub, iFood, Centauro, Buddha Spa, Peça Rara e Magazine Luiza, com debates sobre futuro do trabalho e gestão de pessoas</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4p/uj/jb/4pujjb6sm1jnwlwayagc38o07.jpg"><figcaption>Latam Retail Show 2026 reúne mais de 200 palestrantes em edição no Distrito do Anhembi, em São Paulo<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>O segundo dia do <strong>Latam Retail Show 2026</strong>, realizado nesta quarta-feira (16), reuniu executivos e especialistas para discutir as transformações que estão mudando o <strong>varejo</strong> e o <strong>consumo</strong>. Ao longo da programação, temas como<strong> inteligência artificial</strong>, novos modelos de negócio, <strong>ecossistemas</strong>, comércio eletrônico, <strong>economia circular</strong> e gestão de pessoas mostraram diferentes caminhos para empresas que buscam responder às mudanças no comportamento do consumidor e no ambiente de negócios.</p><p>O painel “A Evolução do E-commerce potencializado pela Inteligência Artificial” discutiu os caminhos para o desenvolvimento do comércio eletrônico a partir de quatro pilares: inteligência artificial no centro do negócio, hiperpersonalização, logística de alta performance e novas formas de interação com o consumidor. A conversa foi mediada por Roberto Wajnsztok, sócio-diretor da Gouvêa Consulting, e contou com William Spinola, diretor de Tecnologia do Buddha Spa, e Flávia Navas, head de Digital & Marketplace da Centauro.</p><p>O debate apontou que a inteligência artificial passa a ocupar espaço central na estratégia das empresas, e não apenas como uma ferramenta tecnológica. A hiperpersonalização amplia a capacidade de compreender o contexto e as necessidades de cada consumidor, enquanto a logística rápida e eficiente se consolida como um componente importante da experiência de compra. Outro ponto discutido foi a evolução da comunicação entre marcas e consumidores, com o uso de dados para transformar informações sobre o cliente em experiências e ofertas mais relevantes.</p><h2>Novos ecossistemas criam fontes de receita</h2><p class="    ">A transformação dos modelos de negócio esteve no centro do painel “A Reinvenção dos Negócios através de Ecossistemas e Novas Receitas”, mediado por Eduardo Yamashita, CEO da Gouvêa Inteligência, com Ricardo Guerra, head Brasil do Wellhub, e Samuel James, VP de Ads e Pricing do iFood. A partir das experiências das duas empresas, o debate mostrou como negócios que nasceram com uma proposta específica podem ampliar sua atuação ao conectar consumidores, empresas e parceiros.</p><p>Nesse modelo, o produto ou serviço original funciona como uma porta de entrada para uma relação mais ampla e recorrente com o cliente. A discussão abordou a diversificação das fontes de receita a partir de ativos como audiência, dados, tecnologia, logística, publicidade, serviços financeiros e parcerias. O crescimento passa, assim, pela capacidade de participar de diferentes momentos da jornada do consumidor e conectar ofertas, serviços e parceiros.</p><h2>RH amplia atuação diante da inteligência artificial</h2><p>Em um momento em que a inteligência artificial redefine processos, competências e formas de trabalhar, o desafio das áreas de Recursos Humanos vai muito além da adoção de novas tecnologias. Foi a partir dessa provocação que a Friedman by Gouvêa Ecosystem realizou o 1º Fórum de Pessoas e Performance, evento integrado do Latam Retail Show. Com o macrotema “O RH para Além da IA”, o encontro reuniu executivos e especialistas para discutir como o RH pode ampliar seu protagonismo, conectando tecnologia, desenvolvimento humano, performance e sustentabilidade dos resultados.</p><p>O painel  “(Re)Alfabetização em IA: Como gerar Transformação e Resultados a partir do RH e da Inteligência Artificial”, foi mediado por Gustavo Faria, CEO da Versa Educação, e contou com Carol Rosignoli, People Excellence da Alice Saúde, e Regina Frederico Durante, vice-presidente de Gente da Renner. Um dos pontos centrais da discussão foi o papel do RH como agente da transformação. Em sua apresentação, Gustavo Faria defendeu que a função da área não é simplesmente colocar mais ferramentas de IA nas mãos das pessoas, mas criar um ambiente seguro para que elas consigam trabalhar, criar, aprender e evoluir com a tecnologia.</p><p>A experiência da Alice Saúde trouxe essa discussão para a prática. O programa AcelerAI foi estruturado como uma jornada de transformação e desenvolvimento em inteligência artificial conectada à estratégia e à cultura da companhia, tendo como objetivos excelência, eficiência e escalabilidade. A iniciativa trabalha a fluência em IA a partir de competências como delegação, comunicação com a tecnologia, discernimento crítico e diligência no uso responsável dos resultados.</p><h2>Moda circular transforma relação com o produto</h2><p>No Mega Fórum “Moda Circular é Tudo: O Negócio para Além do Produto”, Bruna Vasconi, sócia-fundadora do Peça Rara, e Deborah Secco, sócia e embaixadora da empresa, discutiram a evolução do mercado de segunda mão e a mudança na percepção dos consumidores sobre produtos usados. A conversa foi mediada por Aiana Freitas, editora-executiva do Mercado&Consumo.</p><p>Bruna apresentou o crescimento da rede, que conta atualmente com 130 lojas, mais de mil colaboradores e registrou faturamento de R$ 300 milhões em 2025. Segundo os dados apresentados durante o painel, o Peça Rara recebe cerca de 30 novos fornecedores por dia e comercializa aproximadamente 340 mil peças usadas por mês. O modelo coloca o consumidor em dois lados da operação: como comprador e também como fornecedor.</p><p>A tecnologia participa desse processo desde a entrada das peças, com um aplicativo que permite o envio de fotos e a indicação da loja de destino. A inteligência artificial faz uma pré-seleção dos itens, apontando aqueles com potencial de interesse para cada unidade. Deborah Secco contou que seu interesse pela moda circular ganhou força após o nascimento da filha, quando percebeu a quantidade de roupas que deixavam de ser utilizadas em pouco tempo. Segundo ela, atualmente cerca de 90% de seu guarda-roupa é composto por peças de moda circular.</p><h2>Varejo, participação social e inovação encerram segundo dia</h2><p>O Mega Fórum “Momentum do varejo e consumo e suas perspectivas” reuniu Marcos Gouvêa, fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem, e Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho do Magazine Luiza e presidente do Grupo Mulheres do Brasil. Luiza falou sobre sua trajetória e sobre a importância de assumir um papel ativo na transformação do país. Na conversa, os empresários destacaram a união do setor varejista em torno de pautas comuns e relembraram iniciativas que aproximaram marcas concorrentes para discutir o desenvolvimento do varejo e sua relação com o poder público.</p><p>A conversa também passou por inovação e tecnologia. Marcos falou sobre o novo livro do ecossistema, (Retail Services) AI, que tem prefácio de Luiza Trajano, enquanto ela mostrou o manifesto da Galeria Magalu. </p><p>O Latam Retail Show chega ao último dia nesta quinta-feira, dia 17, com uma programação que reúne executivos de empresas como Euromonitor, CIMED, Riachuelo, VESTE S/A, Troiano e Ipsos Brasil.</p><h2>Serviço</h2><p>Latam Retail Show – “Everything As A Service potencializado pela inteligência artificial” Data: 15 a 17 de setembro de 2026 Local: Distrito Anhembi – Teatro Celso Furtado – Hall 3 Endereço: Rua Olavo Fontoura, 1209, São Paulo – SP Horário: das 8h30 às 18h Veja a programação completa no site do Latam Retail Show.</p><h2>Sobre a Gouvêa Experience</h2><p>A Gouvêa Experience integra a Gouvêa Ecosystem e atua na vertical de experiências de marca, eventos e relacionamento com as principais lideranças do setor de varejo, consumo, serviços e soluções no Brasil e no exterior. Suas missões internacionais e eventos proporcionam acesso direto a negócios, inovações e tendências que moldam o varejo global.</p><h2>Sobre a Gouvêa Ecosystem</h2><p>A Gouvêa Ecosystem é um ecossistema de consultorias, soluções e serviços que atua em todas as frentes do setor de consumo, varejo e distribuição. Fundada em 1988, é referência no Brasil e no mundo por sua visão estratégica, atuação prática e profunda compreensão do setor. É membro do Ebeltoft Group, consórcio global de consultorias especializadas em varejo.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-17/ia-e-economia-circular-marcam-2-dia-do-latam-retail-show-2026.html</link><dc:creator>Rian Fernandes</dc:creator><media:credit>Divulgação </media:credit><author>Rian Fernandes</author><keywords>Varejo e consumo, inteligência artificial, Latam Retail Show 2026, economia circular, novos ecossistemas, Economia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aabee1e09ec2fa44ec87a16</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 15:51:11 +0000</pubDate><title>Produção agrícola brasileira superou R$ 927 bilhões em 2025</title><description>Produção agrícola cresceu 18,2% em 2025 e atingiu 345,4 milhões de toneladas, enquanto valor das lavouras chegou ao recorde de R$ 927,2 bilhões</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3p/b0/gc/3pb0gcj7eswltlwud2xcb4yyq.jpg"><figcaption>Produção Agrícola brasileira cresce<span class="copyright">Imagem de Arquivo/Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>Após ter sofrido com condições climáticas desfavoráveis em 2024, a <strong>agricultura</strong> do <strong>Brasil</strong> chegou a 345,4 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2025. O volume supera em 18,2% o registrado no ano anterior, quando a produção foi prejudicada por efeitos do fenômeno <strong>El Niño</strong>.</p><p>O <strong>valor da produção</strong>, que combina o volume físico produzido com os preços praticados na venda, foi de R$ 927,2 bilhões, um salto de 18,4% na comparação com 2024.</p><p>Os valores são em moeda corrente do ano de cada pesquisa, ou seja, não estão corrigidos pela inflação. O montante de 2025 é o maior, pelo menos, desde quando o <strong>Plano Real</strong> foi criado, em 1994.</p><p>Os dados fazem parte da <strong>Produção Agrícola Municipal</strong> (<strong>PAM</strong>), divulgada nesta quinta-feira (17) pelo <strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</strong> (<strong>IBGE</strong>).</p><h2>Avanço de área </h2><p>O levantamento mostrou também que, pela primeira vez, o Brasil rompeu a marca de 100 milhões de hectares de área colhida. Os 100,6 milhões de 2025 representam avanço de 4,4% na comparação com o ano anterior.</p><p>A área equivale a 1 milhão de quilômetros quadrados (km²), maior que todo o estado do Mato Grosso (903,2 mil km²) ou a quase toda a Bolívia (1,10 milhão km²).</p><h2>Soja </h2><p>Segundo o levantamento, a soja representou mais de um terço (34%) do valor da produção agrícola brasileira (R$ 315,2 bilhões), desempenho que mantém o Brasil como o maior produtor e exportador do mundo. A safra de soja cresceu 14,4% em um ano, alcançando 165,2 milhões de toneladas, isto é, 20,8 milhões a mais que 2024.</p><p>O IBGE explica que o cenário internacional contribuiu para a manutenção do preço da soja.</p><p>“A conjuntura mostra que a guerra tarifária entre Estados Unidos e China fez com que o país asiático aumentasse a procura pelo grão de soja do Brasil, mantendo os preços internos da commodity estáveis ao longo dos últimos meses do ano”.</p><h2>Principais produtos agrícolas </h2><p>Veja os dez principais produtos agrícolas por valor da produção em 2025:</p><ul><li>Soja: R$ 315,2 bilhões</li><li> Milho: R$ 122,1 bilhões</li><li> Cana-de-açúcar: R$ 108,9 bilhões</li><li> Café (em grão): R$ 100 bilhões</li><li> Algodão (em caroço): R$ 40,6 bilhões</li><li> Laranja: R$ 23,0 bilhões</li><li> Arroz (em casca): R$ 19,6 bilhões</li><li> Mandioca: R$ 18,9 bilhões</li><li> Banana : R$ 16,4 bilhões</li><li> Fumo (em folha): R$ 14,4 bilhões</li></ul><p>O IBGE aponta que avanços tecnológicos na produção ajudaram a produção de algodão a crescer 16,4% em um ano e chegar a 6 milhões de toneladas, permitindo que o Brasil se tornasse o maior exportador mundial do produto.</p><p>“Resultado de investimentos em tecnologia, sustentabilidade e eficiência produtiva, principalmente no Cerrado brasileiro, tendo como destaque o Mato Grosso”, afirma.</p><p>“Essa conquista não apenas fortalece a economia, gerando bilhões em divisas e milhares de empregos diretos e indiretos, como também posiciona o país como referência global em práticas agrícolas modernas e competitivas, ampliando sua influência nos mercados têxtil e de commodities [matérias-primas negociadas em preços internacionais], completa.</p><p>O levantamento mostra que o valor da produção do café subiu 44,7%, ficando em quase R$ 100 bilhões. A produção atingiu 3,4 milhões de toneladas, alta de 3%, limitada por fatores climáticos e naturais, como exaurimento das plantas. No entanto, o aumento do valor da produção foi explicado pela “supervalorização do preço da saca no mercado internacional”.</p><h2>Produção por estados </h2><p>Em 2025, Mato Grosso se manteve como principal celeiro do Brasil em valor da produção, que avançou 37,1% em um ano. Tudo o que foi colhido no estado representa 17,9% do total do país.</p><p>Confira os dez estados com maior valor da produção agrícola:</p><ul><li>Mato Grosso: R$ 165,6 bilhões</li><li> São Paulo: R$ 124 bilhões</li><li> Minas Gerais: R$ 109,4 bilhões</li><li> Paraná: R$ 87,7 bilhões</li><li> Goiás: R$ 72,7 bilhões</li><li> Rio Grande do Sul: R$ 71,3 bilhões</li><li> Bahia: R$ 55,5 bilhões</li><li> Mato Grosso do Sul: R$ 47,8 bilhões</li><li> Pará: R$ 38,4 bilhões</li><li> Espírito Santo: R$ 33,7 bilhões</li></ul><h2>Centro-Oeste supera Sudeste </h2><p>A análise dos valores da produção revela que, em 2025, o Centro-Oeste voltou a ultrapassar o Sudeste, invertendo a ordem de 2024.</p><p>No ano passado, o Centro-Oeste viu o valor crescer 31,8%, atingindo R$ 288 bilhões, impulsionado por soja, milho e algodão.</p><p>O Sudeste apresentou R$ 271 bilhões, com destaque para café e cana-de-açúcar.</p><p>Até 2017, o Sudeste sempre esteve à frente. De 2018 a 2023, o Centro-Oeste tomou a liderança, perdendo-a novamente em 2024, antes de retomá-la em 2025.</p><p>Ranking do valor de produção agrícola por regiões:</p><ul><li>Centro-Oeste: R$ 288 bilhões</li><li> Sudeste: R$ 271 bilhões</li><li> Sul: R$ 181,1 bilhões</li><li> Nordeste: R$ 113,7 bilhões</li><li> Norte: R$ 73,4 bilhões</li></ul>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-17/producao-agricola-brasileira-superou-r--927-bilhoes-em-2025.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Imagem de Arquivo/Agência Brasil </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, Producao Agricola Municipal, IBGE, Producao Agricola, agricultura</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aabff0d09ec2fa44ec87a26</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 15:40:55 +0000</pubDate><title>Greve na Caixa: banco apresenta nova proposta para plano de saúde</title><description>Proposição apresentada durante a madrugada prevê mudanças nas mensalidades, critérios de premiação, trabalho remoto e atendimento híbrido</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/di/42/t5/di42t5uo6xjxkz3e2jdbkcov7.jpg"><figcaption>Passeata dos funcionários da Caixa durante a greve<span class="copyright">Daniel Leite Andrade/iG </span></figcaption></figure><p>Com a <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-16/caixa-retoma-negociacao-com-funcionarios-hoje--greve-continua.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">greve dos funcionários acontecendo em todo o país, a Caixa Econômica Federal apresentou, na madrugada desta quinta-feira (17), uma nova proposta</a> para o <strong>Acordo Coletivo de Trabalho</strong> (ACT). </p><p>Um dos principais pontos é a elevação do teto de custeio do <strong>Saúde Caixa</strong> pelo banco, que passará de <strong>6,5% para 9%</strong> da folha de pagamento a partir de 2027.</p><p>A oferta também mantém o chamado <strong>pacto intergeracional</strong>, sem cobrança diferenciada por faixa etária, e o plano de saúde dentro do <strong>ACT</strong>.</p><p>A negociação com o<strong> Comando Nacional dos Bancários</strong>, assessorado pela <strong>Comissão Executiva dos Empregados da Caixa</strong> (CEE/Caixa), começou na quarta-feira (16), em <strong>São Paulo,</strong> e avançou durante a madrugada.</p><p><strong>Leia mais:<a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-15/com-a-greve-da-caixa--como-fica-pagamento-dos-beneficios-sociais-.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"> Greve da Caixa: como fica o pagamento dos benefícios sociais?</a></strong> </p><h2>O que muda no Saúde Caixa?</h2><p>Nesse ano, não terá reajuste nas mensalidades, e a Caixa ficará responsável pelo <strong>déficit do plano.</strong></p><p>A partir do próximo ano, em 2027, a contribuição do <strong>titular</strong> será de<strong> 3,7%</strong> da <strong>remuneração-base</strong>. Já os dependentes terão os seguintes valores:</p><ul><li>R$ 560 para dependentes diretos;</li><li>R$ 660 para filhos entre 21 e 24 anos, considerados dependentes indiretos;</li><li>R$ 900 para filhos de 24 a 27 anos e pais ou mães remanescentes.</li></ul><p>O limite de contribuição do <strong>grupo familiar</strong>, formado pelo titular e dependentes diretos é de<strong> 9%.</strong></p><p>Em comparação com a oferta anterior, a cobrança por consulta em pronto atendimento caiu de <strong>R$ 150</strong> para <strong>R$ 120.</strong> A <strong>isenção</strong> de <strong>coparticipação</strong> na <strong>telemedicina</strong> foi mantida também.</p><p>Outro ponto previsto é a presença de pelo menos um <strong>empregado</strong> em cada <strong>Gerência de Pessoas</strong> (Gipes) e <strong>Representação Regional de Pessoas</strong> (Repes) dedicado exclusivamente ao Saúde Caixa.</p><p>Para a <strong>Juvandia Moreira presidenta da Contraf-CUT e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários</strong>, o aumento da participação da Caixa representa uma mudança importante na negociação.</p><p>Ela destacou  também a mobilização dos trabalhadores durante as negociações.</p><h2>Mudanças para 2026 (NS, CSAT e habilitação)</h2><p>A habilitação dos empregados passará a considerar o <strong>NS individual</strong>, e não mais a nota da unidade. Isso é para evitar que toda a agência seja penalizada por ocorrências relacionadas a apenas um empregado. O <strong>gestor-chefe</strong> continuará ligado aos indicadores da unidade.</p><p>Já o <strong>CSAT</strong> deixará de ser aplicado <strong>individualmente</strong> aos demais empregados e ficará apenas para o gestor-chefe. Quem não tiver <strong>NS</strong> individual calculado continuará utilizando o resultado da unidade.</p><h2>Premiação inicial</h2><p>A <strong>habilitação inicial</strong> no Super Caixa passará de <strong>25%</strong> para<strong> 50%</strong> da premiação neste <strong>segundo semestre do ano.</strong></p><p>Assim, o empregado pode chegar a <strong>100% do valor da remuneração</strong>, de acordo com a evolução nos marcos de desempenho de cada dimensão do Alcance Caixa.</p><h2>Atualização dos resultados</h2><p>A Caixa também se comprometeu a acelerar a atualização das vendas e dos resultados no painel do programa.</p><p>Quando a informação não puder ser registrada de maneira imediata, deverá aparecer em até <strong>D+5,</strong> prazo contado a partir do <strong>pagamento</strong> realizado pelo cliente.</p><h2>Recursos</h2><p>Uma comissão ficará responsável por analisar casos individuais e recursos. A Caixa afirmou que todos os pedidos são avaliados, mas reconheceu que o volume de solicitações pode causar demora nas respostas.</p><h2>O que fica para 2027?</h2><ul><li>divulgação do regulamento do Super Caixa já no início de janeiro;</li><li>estudo para inclusão de novos produtos e ampliação das possibilidades de premiação;</li><li>revisão da metodologia de satisfação do cliente e de negócios sustentáveis, incluindo varejo e atacado;</li><li>revisão das regras de gatilho, com escalonamento na faixa de premiação.</li></ul><h2>Figital, Genesys e atendimento híbrido</h2><p>O <strong>atendimento híbrido</strong> também entrou nas negociações. Sobre os projetos <strong>Figital e Genesys, </strong>a Caixa informou que não haverá penalização em 2026. O intervalo considerado atualmente, de <strong>cinco minutos</strong>, deverá passar para <strong>dez minutos</strong> para o próximo ano.</p><p>O indicador também não será utilizado para o <strong>Alcance.Caixa.</strong> O projeto continuará em fase piloto e deverá ser discutido com os representantes dos empregados antes da definição das regras para o próximo ano.</p><h2>Trabalho remoto, carreira e TI</h2><p>O trabalho remoto será incluído nas discussões do GT Trajetória. Segundo a Caixa, serão definidas reuniões específicas, <strong>cronograma</strong> e <strong>prazo</strong> para avaliar possíveis mudanças no modelo atual.</p><p>Sobre carreira e <strong>Plano de Funções Gratificadas</strong> (PFG), o banco se comprometeu a criar espaços de discussão com os representantes dos empregados, incluindo um grupo paritário.</p><p>Na parte de <strong>Tecnologia</strong> da Informação, a <strong>Caixa</strong> informou que o estudo de um<strong> novo piso salarial</strong> específico para os empregados de TI foi incluído no trabalho realizado pela Deloitte.</p><p>A Caixa manteve a proposta de pagamento de um prêmio extraordinário de <strong>R$ 3 mil por empregado</strong> pela superação do<strong> Índice de Eficiência Operacional</strong> (IEO) de 2026, atingido em junho. Segundo a proposta, o pagamento está garantido.</p><h2>E os dias de greve?</h2><p>A oferta prevê o abono do dia de <strong>paralisação</strong> realizado em 20 de agosto. Já os <strong>dias úteis</strong> de greve deverão ser compensados pelos empregados em até 180 dias, caso a proposta seja aprovada.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4b/29/mi/4b29mieb3jlnrm9xgqwrck64v.jpg"><figcaption>Greve na Caixa: banco apresenta nova proposta para plano de saúde<span class="copyright">Reprodução / Seeb-SP </span></figcaption></figure><p>Os demais direitos previstos nos<strong> ACT</strong>s específicos, na <strong>Convenção Coletiva de Trabalho</strong> (CCT) e nas negociações da <strong>Campanha Nacional dos Bancários</strong> de 2026 também serão mantidos.</p><h2>Quando será a votação?</h2><p>Os empregados da Caixa devem analisar a nova proposta em <strong>assembleia virtual</strong> na segunda-feira (21), das 11h às 18h.</p><p>Até a <strong>votação</strong>, a greve continua. <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-09/greve-de-bancarios-avanca-e-afeta-caixa-e-banco-do-brasil.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">A categoria está paralisada desde 10 de setembro, após rejeitar uma proposta anterior apresentada pelo banco.</a></p><p>Caso a nova oferta seja aprovada, a <strong>PLR,</strong> o Super Caixa, o bônus e o prêmio de<strong> R$ 3 mil</strong> serão pagos até o dia <strong>30 de setembro,</strong> conforme as condições apresentadas na negociação.</p><p><em>*Estagiária sob supervisão</em></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-17/greve-na-caixa--banco-apresenta-nova-proposta-para-plano-de-saude.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Daniel Leite Andrade/iG </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>atualizacao, Caixa Econômica Federal, Greve, Paralisação, Direitos, Bancários, plano de saúde</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aabf5e609ec2fa44ec87a1f</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 15:27:55 +0000</pubDate><title>Petrobras vai buscar petróleo na margem equatorial da África</title><description>De acordo com comunicado divulgado pela Petrobras, a iniciativa está alinhada à estratégia de recomposição das reservas de óleo</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cl/qu/o9/clquo9gfc30xy234vfudi0aaz.jpg"><figcaption>Sede Petrobras<span class="copyright">Fernando Frazão/Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>A <strong>Petrobras</strong> assinou contrato de exploração para buscar petróleo na margem equatorial da Costa do Marfim, país da costa oeste africana. A companhia brasileira terá o direito de explorar oito blocos exploratórios offshore, ou seja, em "alto-mar".</p><p>A celebração do contrato com a Costa do Marfim ocorreu nesta quinta-feira (17), em Abidjan, capital econômica do país africano e sede do governo. A empresa brasileira foi representada pela diretora executiva de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos.</p><p>Os contratos são sob regime de partilha de produção. A Petrobras atuará no país por meio da subsidiária (espécie de “empresa-filha”) Petrobras Netherlands B.V. (PNBV), que terá 90% de participação dos blocos, além de ser a operadora da exploração. Os 10% restantes ficarão com a estatal marfinense Petroci Holding.</p><p>Os blocos adquiridos são CI-513, CI-600, CI-601, CI-602, CI-603, CI-605, CI-701 e CI-702.</p><p>De acordo com comunicado divulgado pela Petrobras, a iniciativa está alinhada à estratégia de recomposição das reservas de óleo e gás por meio da exploração de novas fronteiras, tanto no Brasil quanto no exterior.</p><h2>Elevado potencial</h2><p>A companhia ressalta que os contratos asseguram participação em áreas exploratórias “de elevado potencial na margem equatorial africana”.</p><p>A diretora Sylvia Anjos afirmou que o novo negócio dá à Petrobras “presença relevante” na Costa do Marfim, “país localizado numa região de alto potencial exploratório, com características geológicas semelhantes às de nossas bacias sedimentares”.</p><p>“Vamos aplicar nesses blocos nossa experiência e capacidade técnica e estamos confiantes de que poderemos, com elas, descortinar todas as possibilidades que acreditamos existir na margem atlântica africana", completou.</p><h2>Margem equatorial</h2><p>A margem equatorial é uma faixa geográfica que compartilha características geológicas relacionadas à abertura do oceano Atlântico. Assim como há no norte da América do Sul, está presente também na África Ocidental.</p><p>Descobertas recentes na Guiana e do Suriname fazem a margem equatorial ser considerada fronteira promissora para produção de óleo e gás.</p><p>No Brasil, a Petrobras já faz perfurações exploratórias no litoral do Amapá e do Rio Grande do Norte.</p><p>No litoral colombiano, a empresa identificou reservatórios significativos de gás na margem equatorial.</p><h2>Petrobras no mundo</h2><p>A assinatura dos contratos na Costa do Marfim representa avanço da Petrobras na exploração de petróleo e gás no África e no mundo.</p><p>No continente, a estatal opera também na Namíbia, São Tomé e Príncipe e África do Sul. Em agosto de 2026, a companhia iniciou negociação para blocos exploratórios em Gana.</p><p>O movimento de presença na África é uma retomada. No começo dos anos 2000, a empresa chegou a ter atuação em países como Nigéria, Tanzânia, Angola, Benin, Gabão e Namíbia, participações que foram vendidas.</p><h2>Américas</h2><p>Além do Brasil e África, a Petrobras atua na exploração e produção de petróleo na Argentina, Bolívia, Colômbia e Estados Unidos.</p><p>Em junho de 2026, a empresa firmou entendimento para estabelecer cooperação estratégica e técnica com a estatal Pemex, com foco no Golfo do México.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-17/petrobras-vai-buscar-petroleo-na-margem-equatorial-da-africa.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Fernando Frazão/Agência Brasil </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, Petrobras, margem equatorial, Costa do Marfim</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aac009609ec2fa44ec87a2a</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 15:08:06 +0000</pubDate><title>Governo anuncia reajuste de 15% no Bolsa Família; veja novo valor</title><description>Aumento será pago aos beneficiários do programa a partir do dia 19 de outubro; mudança não estava prevista na proposta orçamentária de 2027</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2q/1f/zd/2q1fzdz860b9wkskg7awnr0ur.jpg"><figcaption>Servidora alegou desespero por necessidades financeiras para cuidar do filho autista<span class="copyright">Foto: Lyon Santos/MDS </span></figcaption></figure><p>O <strong>Governo Federal</strong> anunciou na manhã desta quinta-feira (17) um <strong>reajuste</strong> de 15% no <strong>Bolsa Família</strong>. Com o <strong>aumento</strong>, o piso do programa, que era de R$ 600, passa a ser de R$ 691 a partir de outubro, conforme o calendário mensal de pagamentos. </p><p>Essa foi a primeira atualização no<a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-17/bolsa-familia-2026--pagamentos-de-setembro-comecam-hoje-17.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"> valor do<strong> Bolsa Família</strong> </a>em mais de três anos. No anúncio, o <strong>governo </strong>afirmou que a correção recompõe a inflação acumulada desde o relançamento do programa, no período entre março de 2023 até agosto deste ano.</p><h2>Como o valor novo será pago </h2><p>O reajuste será aplicado a partir da folha de outubro e os pagamentos estão previstos para começar no dia 19, de acordo com o calendário de <strong>beneficiários</strong> do programa.</p><p>Com a mudança, além do piso que passou de R$ 600 para R$ 691, o <strong>Ministério do Planejamento e Orçamento</strong> informou que, considerando os pagamentos adicionais previstos pelo programa, a média de valores pagos por família sobe de R$ 675 para R$ 777.</p><p>Isso ocorre porque além do valor mínimo, o programa prevê pagamentos complementares considerando a composição familiar. Entre eles estão:</p><ul><li> R$ 150 por criança de até 6 anos;</li><li>R$ 50 para gestantes;</li><li>R$ 50 para jovens de 7 a 18 anos incompletos;</li><li>R$ 50 para bebês de até 6 meses.</li></ul><h2>Impacto nas contas públicas </h2><p class="   ">Segundo o <strong>ministro do Planejamento e Orçamento,</strong> Bruno Moretti, o governo identificou espaço fiscal para realizar essa atualização e deve incorporar o aumento à<strong> proposta orçamentária de 2027.</strong></p><p>Em agosto de 2026, a proposta de orçamento do próximo ano foi enviada pelo governo ao Congresso Nacional e não previa inicialmente um reajuste nos valores do Bolsa Família.</p><p>De acordo com a pasta, esse aumento terá impacto de R$ 5,8 bilhões nas contas públicas ainda em 2026. Para o ano que vem, a estimativa é que esse reajuste aumente aproximadamente R$ 22 bilhões nas despesas do Governo Federal com o programa passando de R$ 157,1 bilhões para cerca de R$ 179 bilhões. </p><p>Segundo dados do Governo Federal, em agosto cerca de 19,3 milhões de famílias receberam o Bolsa Família em todo o país.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-17/governo-anuncia-reajuste-de-15--no-bolsa-familia--veja-novo-valor.html</link><dc:creator>Cadu Barbosa</dc:creator><media:credit>Foto: Lyon Santos/MDS </media:credit><author>Cadu Barbosa</author><keywords>Já em outubro, bolsa família, reajuste, governo federal, ministério do planejamento e orçamento</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aabd00509ec2fa44ec879f4</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 13:37:08 +0000</pubDate><title>Petrobras aumenta diesel, mas subsídio mantém valor final</title><description>Subvenção de R$ 1 por litro vai compensar integralmente o reajuste anunciado pela Petrobras, mantendo inalterado o preço do diesel nas refinarias</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/45/r6/w6/45r6w6jihcxcl6wi5ka4f9hrk.jpg"><figcaption>Combustível<span class="copyright">Marcello Casal Jr/ Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>A <strong>Petrobras</strong> anunciou na quarta-feira (16) que vai <strong>aumentar o preço</strong> do <strong>diesel nas refinarias em R$ 1 por litro</strong> a partir desta quinta-feira, (19). No entanto, de acordo com a companhia, o reajuste será neutralizado pela subvenção econômica ao óleo diesel A de uso rodoviário, também no valor de R$1 por litro, em decorrência da portaria MF 2.813/2026 publicada na mesma data, com vigência imediata e prazo de 30 dias.</p><p>Como o <strong>desconto anula o aumento</strong>, o combustível continuará sendo vendido pelo mesmo valor nas refinarias.</p><h2>Adesão ao programa </h2><p>Segundo a Petrobras, a adesão ao programa de subvenção econômica é considerada compatível com os interesses da companhia, mesmo sendo facultativo.</p><p>“A Petrobras ressalta que mantém sua estratégia comercial orientada pela participação de mercado, pela otimização de seus ativos de refino e pela busca de rentabilidade de forma sustentável, evitando o repasse imediato aos preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, diz nota da estatal.</p><p><em>*Com informações Agência Brasil</em></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-17/petrobras-aumenta-diesel--mas-subsitio-mantem-valor-final.html</link><dc:creator>Redação iG</dc:creator><media:credit>Marcello Casal Jr/ Agência Brasil </media:credit><author>Redação iG</author><keywords>Economia, Refinaria, Petrobras, diesel, Reajuste, subvencao, Combustivel</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aabdabd09ec2fa44ec879fc</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 12:31:24 +0000</pubDate><title>Bolsa Família 2026: pagamentos de setembro começam hoje (17)</title><description>Calendário do benefício segue normalmente durante a greve dos empregados da Caixa; beneficiários com NIS terminado em 1 recebem primeiro</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7u/4x/06/7u4x06081hw5706sb6hbkld1n.jpg"><figcaption>Bolsa Família é pago a novo grupo nesta quinta ; veja quem recebe<span class="copyright">Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>Os pagamentos do <strong>Bolsa Família</strong> referentes a <strong>setembro</strong> começam nesta quinta-feira (17) e <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-15/com-a-greve-da-caixa--como-fica-pagamento-dos-beneficios-sociais-.html#google_vignette" target="_blank" rel="noopener nofollow">serão realizados normalmente, mesmo com a greve dos empregados da Caixa Econômica Federal</a>. Segundo o <strong>banco</strong>, os <strong>canais</strong> <strong>de pagamento</strong> dos benefícios sociais continuam funcionando durante a paralisação.</p><p>Os primeiros a receber são os beneficiários com <strong>Número de Identificação Social</strong> (NIS) terminado em 1. Os demais pagamentos seguem de forma escalonada, de acordo com o último dígito do <strong>NIS</strong>. </p><p>Os pagamentos são feitos nos últimos dez dias úteis de cada mês, de forma escalonada, conforme o final do NIS. Exceto por <strong>dezembro</strong>, quando os valores são antecipados.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2026-05-27/bolsa-familia--como-funciona-o-programa-.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Atualmente, o programa atende cerca de 19 milhões de famílias em todo o Brasil.</a> O Bolsa Família tem como objetivo <strong>auxiliar pessoas em situação de pobreza</strong>, garantindo uma renda mínima para famílias que muitas vezes dependem do benefício para manter as <strong>necessidades básicas dentro de casa.</strong></p><p>O valor varia de acordo com a <strong>composição familiar</strong> e pode contar com adicionais.</p><h2>Calendário em setembro</h2><ul><li>Final do NIS 1: 17/9</li><li>Final do NIS 2: 18/9</li><li>Final do NIS 3: 21/9</li><li>Final do NIS 4: 22/9</li><li>Final do NIS 5: 23/9</li><li>Final do NIS 6: 24/9</li><li>Final do NIS 7: 25/9</li><li>Final do NIS 8: 28/9</li><li>Final do NIS 9: 29/9</li><li>Final do NIS 0: 30/9</li></ul><h2>Próximos pagamentos</h2><ul><li>Outubro: de 19/10 a 30/10;</li><li>Novembro: de 16/11 a 30/11;</li><li>Dezembro: de 10/12 a 23/12.</li></ul><p><strong>Leia mais:  <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-03/calendario-do-mes--veja-informacoes-dos-principais-beneficios.html#google_vignette" target="_blank" rel="noopener nofollow">Calendário do mês: veja informações dos principais benefícios</a></strong></p><h2>Não sabe como verificar seu NIS? Saiba como</h2><p>O NIS pode ser consultado em diferentes documentos e aplicativos. Confira:</p><p><strong>Cartão do Bolsa Família ou Cartão Cidadão:</strong> o número aparece impresso no cartão.</p><ol><li><strong>Meu CadÚnico:</strong> o NIS também pode ser consultado pelo aplicativo ou site do Cadastro Único.</li><li><strong>Caixa Tem:</strong> quem recebe o benefício pela Poupança Social Digital pode consultar informações do Bolsa Família pelo aplicativo.</li><li><strong>CRAS:</strong> caso não consiga localizar o número pelos canais digitais, é possível procurar um Centro de Referência de Assistência Social com os documentos pessoais.</li></ol><p>Também é possível buscar atendimento pelos<strong> telefones 111, da Caixa, e 121, do Disque Social.</strong></p><h2>Quem pode receber?</h2><p>Para participar, é necessário estar inscrito no <a href="https://economia.ig.com.br/2023-06-23/cadastro-unico-confira-novos-documentos-para-inscricao.html.ampstories" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>Cadastro Único</strong></a> (CadÚnico) e manter os dados sempre atualizados.</p><p>A principal regra para ter direito ao Bolsa Família é possuir <strong>renda mensal</strong> de até <strong>R$ 218 por pessoa</strong> da família. Para chegar ao valor, o <strong>Governo</strong> soma toda a renda da casa e divide pela quantidade de moradores.</p><p>Além disso, é necessário cumprir algumas condições nas áreas de saúde e educação, como:</p><ul><li>acompanhamento pré-natal para gestantes;</li><li>vacinação em dia, conforme o calendário nacional;</li><li>acompanhamento nutricional de crianças menores de 7 anos;</li><li>frequência escolar mínima de 60% para crianças de 4 e 5 anos;</li><li>frequência mínima de 75% para crianças e adolescentes de 6 a 18 anos incompletos que ainda não concluíram a educação básica.</li></ul><h2>Quais são os valores pagos?</h2><p>O Bolsa Família não possui um valor único para todas as famílias brasileiras. O pagamento varia conforme o número de integrantes e a composição familiar.</p><p>Atualmente, o programa garante <strong>R$ 600</strong> como valor mínimo por família, além de aumento  com possíveis adicionais.</p><p>O <strong>Benefício Primeira Infância</strong> paga <strong>R$ 150</strong> para cada criança de até 6 anos.</p><p>Já o<strong> Benefício Variável Familia</strong>r oferece <strong>R$ 50</strong> adicionais para <strong>gestantes</strong>, <strong>nutrizes, crianças e adolescentes de 7 a 18 ano</strong>s incompletos.</p><p>De acordo com o<strong> Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome</strong> (MDS), o valor médio pago às famílias chegou a <strong>R$ 678,01</strong> por residência em maio de 2026.</p><h2>E se a renda da família aumentar?</h2><p>O programa possui a chamada <strong>Regra de Proteção</strong>, que permite que algumas famílias continuem recebendo parte do benefício mesmo após um aumento na renda, desde que atendam aos critérios estabelecidos.</p><p>Nesses casos, o valor pode ser reduzido para <strong>50% do benefício</strong>. O período de permanência varia conforme a situação da família.</p><h2>Onde se cadastrar?</h2><p>Para receber o Bolsa Família, é necessário estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico), principal instrumento do <strong>Governo Federal</strong> para identificar famílias de baixa renda.</p><p>Estar no CadÚnico, não significa entrada automática no Bolsa Família, já que o programa possui regras específicas e a família precisa passar por uma avaliação.</p><h2>Como sacar o Bolsa Família?</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cq/fi/a6/cqfia6iwu9s6tatx6wfnnct6a.jpg"><figcaption>Aplicativo da CaixaTem<span class="copyright">Caixa/Divulgação </span></figcaption></figure><p>Os beneficiários podem movimentar o dinheiro pelo <strong>aplicativo Caixa Tem,</strong> sem a necessidade de ir até uma <strong>agência da Caixa.</strong></p><p>Também é possível utilizar o <strong>cartão do programa</strong> para realizar compras em estabelecimentos comerciais na função <strong>débito</strong>.</p><p>Os saques podem ser feitos em terminais de autoatendimento, casas lotéricas, correspondentes <strong>Caixa Aqui e agências da Caixa.</strong></p><p><em>*Estagiária sob supervisão</em></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-17/bolsa-familia-2026--pagamentos-de-setembro-comecam-hoje-17.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Agência Brasil </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Benefício social, Bolsa Família, Pagamento, Calendário, Setembro, Caixa Econômica Federal</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aabc87f09ec2fa44ec879f1</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 11:22:57 +0000</pubDate><title>Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 102 milhões hoje (17)</title><description>Apostas podem ser feitas em casas lotéricas ou online até as 20h; dezenas serão anunciadas a partir das 21h, com transmissão ao vivo</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ci/tv/xi/citvxi8ikb9fo9d32ydk9u1v3.jpg"><figcaption>Mega-Sena sorteia prêmio hoje (17)<span class="copyright">Lívia Coimbra / iG </span></figcaption></figure><p>O <strong>concurso 3.059</strong> da <strong>Mega-Sena</strong> irá sortear, nesta quinta-feira (17), o prêmio de <strong>R$ 102 milhões</strong>. As seis dezenas serão anunciadas a partir das 21h (horário de Brasília).</p><p>O volante com seis dezenas marcadas custa <strong>R$ 6</strong>, enquanto o bilhete com sete números assinalados sai por <strong>R$ 42</strong>.</p><p>Segundo dados da <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-15/com-a-greve-da-caixa--como-fica-pagamento-dos-beneficios-sociais-.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Caixa</a>, a probabilidade de ganhar o prêmio máximo com uma aposta simples, de seis dezenas, é de uma em 50.063.860. Já com uma aposta de 20 números, maior quantidade permitida, as chances aumentam para uma em 1.292. A jogada, no entanto, custa R$ 232.560.</p><p><strong>Leia também: <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-09-17/para-ficar-de-olho--5-assuntos-que-podem-bombar-hoje.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Para ficar de olho: 5 assuntos que podem bombar hoje</a></strong></p><h2>Como apostar online?</h2><p>Além das lotéricas, as apostas podem ser feitas online pelo <strong>Loterias Caixa</strong> ou pelo<strong> aplicativo da instituição,</strong> disponível para <strong>iOS</strong> e <strong>Android</strong>. Os sorteios da Mega-Sena acontecem: terças, quintas-feiras e domingos.</p><p><strong>Confira o passo a passo:</strong></p><ol><li>Acesse o portal das Loterias Caixa ou o aplicativo;</li><li>Faça login com CPF e senha ou realize um cadastro;</li><li>Escolha a modalidade da Mega-Sena;</li><li>Selecione de seis a 20 dezenas;</li><li>Caso prefira, utilize a opção “Surpresinha”, em que os números são escolhidos automaticamente pelo sistema;</li><li>Adicione a aposta ao carrinho e faça o pagamento, que pode ser realizado por Pix ou cartão de crédito;</li><li>Após o sorteio, o resultado poderá ser consultado na área “Minhas apostas”.</li></ol><h2>Internet Banking também permite apostas</h2><p>Clientes da Caixa também podem apostar pelo <strong>Internet Banking</strong>. Basta acessar a plataforma, selecionar a opção<strong> “Loterias”</strong> e escolher a <strong>Mega-Sena.</strong></p><h2>Bolão é alternativa para apostar em grupo</h2><p>Quem prefere jogar em grupo pode participar do <strong>Bolão Caixa.</strong> Na Mega-Sena, o valor mínimo do bolão é de<strong> R$ 18, </strong>e cada <strong>cota</strong> deve custar pelo menos<strong> R$ 6.</strong></p><p>A modalidade permite que os participantes <strong>dividam</strong> <strong>o valor</strong> das apostas e, caso haja premiação, recebam de acordo com a quantidade de cotas adquiridas.</p><h2>Como funciona a Mega-Sena?</h2><p>O volante da Mega-Sena possui <strong>60 números disponíveis</strong>, e o apostador pode escolher de seis a <strong>20 dezenas por jogo.</strong></p><p>Além do prêmio principal para quem acerta as seis dezenas, chamado de sena, a loteria também premia quem faz cinco acertos, a quina, e quatro acertos, a quadra.</p><h2>Quais são as chances de ganhar?</h2><p>Para uma aposta simples, as probabilidades são:</p><ul><li>Sena (6 acertos): 1 em 50.063.860;</li><li>Quina (5 acertos): 1 em 154.518;</li><li>Quadra (4 acertos): 1 em 2.332.</li></ul><p>Embora as chances sejam pequenas, os concursos com prêmios acumulados costumam atrair milhões de apostas em todo o país.</p><h2>Como retirar o prêmio?</h2><p>Quem acertar as seis dezenas poderá retirar o prêmio em qualquer agência da Caixa, independentemente de a aposta ter sido feita em uma lotérica, pelo portal Loterias Caixa, aplicativo ou Internet Banking da instituição.</p><p class="   ">Para receber, é necessário apresentar um <strong>documento oficial de identificação com CPF</strong> e <strong>o comprovante original da aposta</strong> ou o recibo emitido no momento da compra. No caso de resgate por outra pessoa, é necessária uma procuração pública com autorização para o saque.</p><p>Os prêmios podem ser retirados em até <strong>90 dias</strong> após a data do sorteio. Depois desse prazo, os valores não resgatados são repassados ao Tesouro Nacional e destinados ao <a href="https://economia.ig.com.br/2026-05-08/fies--fazenda-anuncia-incentivo-para-quem-mantem-pagamento-em-dia.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Fundo de Financiamento Estudantil</a> (Fies).</p><h2>Onde acompanhar o sorteio?</h2><p>O evento será realizado no <strong>Espaço da Sorte, em São Paulo,</strong> e é aberto ao público. A transmissão ao vivo estará disponível nos<strong> canais oficiais da Caixa no YouTube e no Facebook.</strong></p><p>Quem não conseguir acompanhar em tempo real, poderá conferir o resultado completo e a confirmação dos ganhadores pelo <strong>iG</strong> logo após a divulgação.</p><p>Vai apostar? As apostas ficam abertas somente até as <strong>20h de hoje</strong>. Depois disso, resta torcer para que as seis dezenas escolhidas sejam as grandes vencedoras da noite.</p><p>A Mega-Sena é um jogo destinados para maiores de 18 anos . As apostas devem ser feitas com responsabilidade e sem comprometer o orçamento do mês .</p><p><em>*Estagiária sob supervisão</em></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-17/mega-sena-sorteia-premio-de-r--102-milhoes-hoje-17.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Lívia Coimbra / iG </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>apostas, MegaSena, Milionário, Caixa Econômica Federal, Resultado</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aab533ff546fab5109cd33e</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 03:04:11 +0000</pubDate><title>Selic cai para 13,75%: veja quanto rendem R$ 1 mil agora</title><description>Corte reduz retorno da renda fixa, mas aplicações seguem atrativas; simulação compara poupança, CDB, Tesouro Direto, LCI e LCA por 12 meses</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2a/2q/eb/2a2qebwqk7m1n8a117yr851kz.jpg"><figcaption>Dinheiro<span class="copyright">Rafa Neddermeyer/Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>O <strong>Comitê de Política Monetária (Copom)</strong> reduziu nesta quarta-feira (16) a <strong>taxa Selic</strong> de 14% para 13,75% ao ano. Foi o quinto corte consecutivo de 0,25 ponto percentual e a decisão foi tomada por unanimidade.</p><p>Para quem tem dinheiro aplicado, a redução diminui um pouco o retorno de investimentos ligados aos juros, como <strong>CDBs</strong> e <strong>Tesouro Selic.</strong> Mesmo assim, a renda fixa continua oferecendo rendimentos elevados diante do atual nível da taxa básica.</p><p>O mercado financeiro já projetava a redução para 13,75% antes da reunião do Copom. A taxa estava em 14% desde agosto.</p><h2>Quanto R$ 1 mil rendem em um ano</h2><p>Uma simulação considera um aporte único de R$ 1 mil mantido durante 12 meses. Para CDB e Tesouro, os valores abaixo já consideram Imposto de Renda de 17,5% sobre os ganhos. <strong>Poupança, LCI</strong> e <strong>LCA</strong> são isentas de IR para pessoa física.</p><p>Os cálculos foram adaptados proporcionalmente de uma simulação feita pelo <strong>planejador financeiro Jeff Patzlaf</strong>f e publicada pelo <strong>Money Times</strong> após a decisão do Copom. O estudo considera CDI de 13,65% ao ano e diferentes condições de mercado para cada aplicação.</p><ul><li>LCI a 90% do CDI: R$ 1.122,85, ganho de R$ 122,85</li><li>LCA a 85% do CDI: R$ 1.116,00, ganho de R$ 116</li><li>Tesouro Selic: R$ 1.114,04, ganho líquido de R$ 114,04</li><li>CDB a 100% do CDI: R$ 1.112,61, ganho líquido de R$ 112,61</li><li>Poupança: R$ 1.083,39, ganho de R$ 83,39</li></ul><p>Os resultados são estimativas. A rentabilidade efetiva pode variar conforme a taxa contratada, o momento da aplicação e eventuais mudanças nos juros durante o período.</p><h2>Poupança continua atrás</h2><p>Com a Selic acima de 8,5% ao ano, a regra da poupança não muda. O rendimento permanece em 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR). A remuneração é isenta de<strong> Imposto de Renda.</strong></p><p>Na simulação, a caderneta deixa R$ 1 mil em aproximadamente R$ 1.083,39 depois de 12 meses, rendimento inferior aos demais investimentos analisados.</p><p>A diferença ocorre mesmo com CDB e Tesouro sujeitos ao Imposto de Renda.</p><p>LCIs e LCAs aparecem à frente no exemplo principalmente por causa da isenção tributária. O retorno, porém, depende do percentual do CDI oferecido pelo banco e das condições de resgate. Nem todo título disponível no mercado paga 90% ou 85% do CDI.</p><p class="    ">CDBs também variam bastante. Uma instituição pode oferecer 100% do CDI, enquanto outras pagam percentuais maiores ou menores. Prazo, liquidez e risco do emissor também mudam de um produto para outro.</p><p>A redução da Selic afeta ainda o custo do crédito. Juros menores tendem a aliviar, ao longo do tempo, empréstimos e financiamentos, embora as taxas cobradas dos consumidores também dependam de inadimplência, custos bancários e margem das instituições.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-17/selic-cai-para-13-75-veja-quanto-rendem-r-1-mil-agora.html</link><dc:creator>Pedro Emerenciano</dc:creator><media:credit>Rafa Neddermeyer/Agência Brasil </media:credit><author>Pedro Emerenciano</author><keywords>Corte, Economia, Selic</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aab23b986820096245ea38c</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 23:18:53 +0000</pubDate><title>Bruna
Vasconi e Deborah Secco avaliam o mercado de segunda mão</title><description>Através do brechó Peça Rara, as sócias discorrem sobreo futuro da moda circular no palco da Latam Retail Service 2026</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6k/hm/o9/6khmo9me74gwfygn2boadlyi2.jpg"><figcaption>Bruna Vasconi e Deborah Secco, sócia e fundadora do brechó Peça Rara, na Latam Retail Service 2026<span class="copyright">Micaela Wentz/iG </span></figcaption></figure><p>Deborah Secco e Bruna Vasconi, sócia e fundadora do brechó Peça Rara, respectivamente, participaram do <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-16/latam-retail-show-2026-comeca-com-debates-sobre-ia-e-varejo.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Latam Retail Service 2026</a> para falar sobre a evolução do <strong>mercado de segunda mão dentro da moda</strong>.</p><p>Para Bruna, “a realidade dentro do presente e no futuro da moda é muito gratificante”. Deborah complementou ao afirmar que o crescimento da empresa foi evidente: “Quem imagina? Eu entrei no Peça Rara há alguns anos e as pessoas tinham um grande preconceito, né? Com a roupa usada, com a roupa velha. E hoje a gente está dentro do varejo”.</p><p>De acordo com dados da <strong>GlobalData,</strong> apresentados por Bruna, a economia circular deve representar o dobro do que a indústria convencional da moda movimenta em 2030. Para as sócias, o trabalho da empresa já evidencia o início desse movimento.</p><p>Durante a palestra, a fundadora da rede destacou a importância dos consumidores dos produtos, que deixam de ser “somente” clientes e se transformam em uma espécie de “cliente fornecedor”: pessoas que passaram a contribuir ativamente para o desenvolvimento do trabalho do <strong>Peça Rara</strong> ao levar artigos usados para a curadoria do brechó.</p><p>Deborah Secco contou que não tinha o costume de comprar peças de segunda mão, mas que entrou no Peça Rara com muita simpatia pela moda circular. Segundo a sócia, a falta de hábito vinha da falta de informação e conhecimento sobre a importância de mudar a forma de consumir.</p><p>De acordo com a atriz, a decisão de conhecer mais sobre o assunto veio após o nascimento de sua filha.</p><p>Hoje, Deborah afirma que virou, de fato, uma adepta ao mercado e acrescentou: “Posso falar que hoje o meu armário é 90% feito através da moda circular, eu sou uma apaixonada”.</p><p>A atriz também afirmou que seu carinho pelo mercado vem de uma <strong>preocupação com o futuro do planeta</strong>, por meio da reutilização de materiais têxteis que, dessa forma, não terão de ser descartados.</p><h2>O negócio</h2><p>A empresa começou com Bruna, em Brasília. No início, o brechó já apresentou popularidade entre os clientes e cresceu significativamente. Durante os primeiros anos, a criadora desenvolveu sete lojas no<strong> Distrito Federal.</strong></p><p>Com a alta demanda, Bruna decidiu expandir os serviços para outros estados e atraiu a atenção de Deborah, que se interessou em se tornar sócia do Peça Rara.</p><p>Atualmente, a empresa conta com mais de mil pessoas trabalhando diariamente nas 130 lojas que estão em operação pelo país. No ano passado, a rede de brechós registrou um<strong> faturamento de R$ 300 milhões.</strong></p><p>De acordo com Bruna, o crescimento do empreendedorismo é evidente. Nas 130 lojas, a rede recebe, em média, 30 novos fornecedores por dia levando peças. Diariamente, cerca de 500 novos itens únicos são cadastrados no sistema da rede.</p><p>“Isso porque o consumidor passou a ver muito valor, não só nesse projeto, mas nesse serviço, que é o que a gente acaba fazendo”, afirmou Bruna.</p><p>Dados recentes apresentados no palco mostram que mais de 700 mil fornecedores já foram atendidos pela rede e mais de 200 mil usuários utilizam o aplicativo digital da marca. Atualmente, cerca de <strong>340 mil peças usadas são vendidas nas lojas todos os meses</strong>, uma média de 3 mil peças por loja, representando 85% do volume recebido que volta a circular por meio da venda.</p><p>“São peças usadas que talvez não estivessem passando pelo processo dessa área ou ficassem acumulando e ocupando espaço nas casas, nos armários das pessoas”, afirmou Bruna.</p><h2>Tecnologia como parceira de negócios</h2><p>Por diversas vezes, as sócias deixaram claro que não teriam tanta eficiência no trabalho se não fosse a tecnologia. Para auxiliar os consumidores nas compras, o Peça Rara fornece um aplicativo que é uma das principais formas de conectar a marca aos seus fornecedores.</p><p>Por meio do aplicativo, os fornecedores podem fotografar as peças e escolher para qual loja querem destinar os itens, onde quer que estejam. Logo em seguida, a inteligência artificial do aplicativo faz uma pré-seleção e responde ao fornecedor quais itens são de interesse da loja e quais ele deve ou não levar.</p><p>Em média, cada loja conta com três avaliadoras, que são as responsáveis por receber os fornecedores com seus itens para fazer a triagem, a precificação e o cadastro das peças no sistema. Com a <strong>inteligência artificial oferecida pelo aplicativo</strong>, parte desse trabalho é feita de forma automática a partir de algumas fotos.</p><p>“A gente não vai substituir uma pessoa, mas a gente vai utilizar o trabalho dessa pessoa, e ela gasta de um a dois minutos para fazer o cadastro. Com a IA, em dois minutos a gente provavelmente vai cadastrar cinco, seis peças”, afirmou Bruna.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-16/bruna-vasconi-e-deborah-secco-falam-sobre-a-evolucao-do-mercado-de-segunda-mao.html</link><dc:creator>Micaela Wentz</dc:creator><media:credit>Micaela Wentz/iG </media:credit><author>Micaela Wentz</author><keywords>Latam Retail Service 2026, Bruna, Deborah Secco, Palco, Moda</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aab1284f546fab5109cd314</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 22:10:28 +0000</pubDate><title>Copom reduz Selic para 13,75% ao ano</title><description>Comitê cita desaceleração da economia brasileira, inflação acima da meta e incertezas no exterior como motivos para diminuir a taxa básica de juros</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/aj/mk/ar/ajmkaryt1f74ivneau6pmwahd.jpg"><figcaption>Dinheiro<span class="copyright">Marcello Casal Jr/Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu nesta quarta-feira (16) a <strong>taxa básica de juros</strong>, a <strong>Selic</strong>, de 14% para <strong>13,75%</strong> ao ano. </p><p>Segundo o órgão, a decisão foi justificada pelo momento de <strong>desaceleração</strong> gradual da economia brasileira, mercado de trabalho aquecido, <a href="https://economia.ig.com.br/2026-08-10/expectativa-do-mercado-para-inflacao-de-2026-cai-para-5-02-.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>inflação</strong> ainda acima da meta de 3%</a> e incertezas no cenário internacional.</p><p>Os dados mais recentes mostram uma redução no ritmo de <strong>crescimento dos preços</strong>. Tanto a inflação geral quanto outros indicadores que atuam sobre os preços desaceleraram. Mesmo assim, a inflação continua acima da meta estabelecida para o país.</p><p>De acordo com a <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-14/mercado-projeta-corte-da-selic-para-13-75-.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">pesquisa Focus</a>, as projeções para a inflação são de 4,9% em 2026 e 4,3% em 2027. Para os primeiros três meses de 2028, data limite usada pelo Copom para avaliar os efeitos da política de juros, a previsão é de inflação de 3,2%.</p><ul><li><strong>ENTENDA</strong>: <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-15/reuniao-do-copom-comeca-com-expectativa-de-nova-reducao-da-selic.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Reunião do Copom começa com expectativa de nova redução da Selic</a></li></ul><h2>Economia perde ritmo</h2><p>Os dados do comitê mostram que a economia brasileira está crescendo em um <strong>ritmo mais lento</strong> e acompanham uma trajetória de desaceleração da economia ao longo de 2026. </p><p>Essa desaceleração aparece principalmente nos setores que costumam sentir mais rapidamente os efeitos das mudanças nos juros. Mesmo com a perda de ritmo, o mercado de trabalho continua aquecido.</p><p>Entre os fatores citados pelo Copom para a cautela estão as dúvidas sobre os <strong>conflitos armados no Oriente Médio</strong> e sobre os próximos passos dos juros em algumas das principais economias do mundo.</p><p>Essas incertezas podem provocar mudanças maiores nos preços de investimentos e de produtos negociados no mercado internacional, como o <strong>petróleo</strong>.</p><p>Para fazer as projeções, o Copom considera a taxa de câmbio em R$ 5,15 por cada dolar.</p><h2>O que é a Selic</h2><p class="        ">A <a href="https://economia.ig.com.br/2026-08-07/o-que-e-a-taxa-selic--entenda-sua-influencia.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Selic é a taxa básica de juros</a> da economia. Ela serve de referência para empréstimos, financiamentos e outras formas de crédito.</p><p class="  ">Na prática, ela é a média dos juros cobrados em negociações de títulos públicos feitas entre bancos e outras instituições financeiras.</p><p class="  ">O Banco Central usa a Selic para tentar controlar a inflação. Quando os juros sobem, pegar dinheiro emprestado fica mais caro, as pessoas tendem a consumir menos e a inflação pode cair. Quando os juros caem, empréstimos e financiamentos ficam mais baratos, o consumo pode aumentar e a economia pode ganhar força.</p><p>Mesmo assim, os bancos também levam em conta outros fatores na hora de definir os juros cobrados do consumidor, como risco de calote, custos de operação e lucro.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-16/copom-reduz-selic-para-13-75-ao-ano.html</link><dc:creator>Vitor Hugo Girotto</dc:creator><media:credit>Marcello Casal Jr/Agência Brasil </media:credit><author>Vitor Hugo Girotto</author><keywords>taxa básica de juros, selic, Banco Central, Copom</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aaafadb86820096245ea365</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 21:38:04 +0000</pubDate><title>Petrobras tem maior margem de lucro entre grandes petroleiras</title><description>O estudo compara resultados financeiros de grandes petroleiras desde 2020</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cl/qu/o9/clquo9gfc30xy234vfudi0aaz.jpg"><figcaption>Sede Petrobras<span class="copyright">Fernando Frazão/Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>A <strong>Petrobras</strong> alcançou, no primeiro <strong>semestre</strong> de 2026, a maior margem de <strong>lucro</strong> em um grupo de grandes <strong>petroleiras</strong> internacionais, superando gigantes como a saudita Saudi Aramco e as americanas ExxonMobil e Chevron.</p><p>A constatação está em um estudo divulgado nesta quarta-feira (16) pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), que reúne sindicatos que representam mais de 105 mil trabalhadores da indústria do petróleo.</p><p>O levantamento é coordenado pelo economista Cloviomar Cararine, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), instituição de pesquisa ligada ao movimento sindical.</p><p>O estudo compara resultados financeiros de grandes petroleiras desde 2020. É a primeira vez em que a Petrobras alcança o topo do ranking de margem de lucro.</p><h2>Margem x lucro</h2><p>Lucro é quanto dinheiro sobra para a empresa depois de descontados os custos, despesas e tributos. Já a margem de lucro mede a eficiência da empresa ao mostrar qual proporção da receita (vendas totais, como combustíveis, óleo cru e derivados) realmente se transforma em lucro.</p><p>Por exemplo, se uma companhia tem uma margem líquida de 15%, significa que, para cada R$ 100 em vendas, R$ 15 sobram como lucro líquido para o negócio após todos os custos, despesas e tributos terem sido pagos.</p><p>No ranking do Dieese, a Petrobras aparece no topo, com margem de 29,15% no primeiro semestre de 2026. No período, a estatal brasileira teve lucro líquido de R$ 85,1 bilhões.</p><p>Confira a margem de lucro das grandes petroleiras acompanhadas pelo Dieese:</p><p>Petrobras: 29,15%</p><p>Saudi Aramco: 25,48%</p><p>Chevron: 18,01%</p><p>ExxonMobil: 16,33%</p><p>BP (Reino Unido) 14,83%</p><p>Equinor (Noruega) 12,84%</p><p>Shell (anglo-holandesa): 9,94%</p><p>TotalEnergies (França): 9,44%</p><p>De 2020 até 2025, a Saudi Aramco figurava como dona da maior margem de lucro. Em todos esses anos, a Petrobras era vice-líder, com exceção de 2024.</p><p>A fonte dos dados são informações divulgadas pelas próprias empresas. O pesquisador não incluiu no comparativo empresas chinesas, como Sinopec e PetroChina.</p><h2>TOP 3 em lucro</h2><p>O economista do Dieese comparou também o lucro das companhias. Os resultados do primeiro semestre apontam a Petrobras como terceiro maior lucro no ranking em dólar.</p><p>Saudi Aramco: US$ 65,4 bilhões</p><p>ExxonMobil: US$ 18,7 bilhões</p><p>Petrobras: US$ 16,6 bilhões</p><p>Shell: US$ 15,5 bilhões</p><p>Chevron: US$ 14,3 bilhões</p><p>TotalEnergies: US$ 11,8 bilhões</p><p>BP: US$ 9,5 bilhões</p><p>Equinor: US$ 7,9 bilhões</p><p>ConocoPhillips (EUA): US$ 6,1 bilhões</p><h2>Fatores para eficiência</h2><p>Para o economista, o resultado inédito reflete a “grande eficiência operacional da companhia”.</p><p>O desempenho, completa ele, foi sustentado pelo aumento da produção, alta dos preços internacionais do petróleo (reflexo da guerra no Oriente Médio), redução dos gastos gerais e por ser ainda uma empresa integrada, que produz e refina o óleo.</p><p>Cloviomar Cararine acredita que essa combinação permite à Petrobras maior capacidade de atravessar crises que as concorrentes internacionais.</p><p>No segundo trimestre de 2026, a produção de petróleo e gás natural da Petrobras foi a maior da história, atingindo 3,34 milhões de barris de óleo equivalente (boe, unidade resultante da conversão do gás natural em equivalente energético de petróleo, que permite somar os dois produtos) por dia.</p><p>Cerca de 30% do que foi produzido foi vendido para o exterior (996 mil barris/dia).</p><p>A companhia chegou também ao recorde histórico do Fator de Utilização (FUT) das refinarias, atingindo a marca de 101,2%. Quanto maior o FUT, mais as refinarias estão sendo utilizadas.</p><p>Leia aqui: Entenda como refinarias da Petrobras operam com mais de 100% de capacidade.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-16/petrobras-tem-maior-margem-de-lucro-entre-grandes-petroleiras.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>Fernando Frazão/Agência Brasil </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Economia, Petroleo, Dieese, Federacao unica dos Petroleiros, petroleiras, petroleo</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aaaef6a86820096245ea351</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 19:41:36 +0000</pubDate><title>iPhone 18 Pro pode render passagem internacional com pontos</title><description>Apesar do elevado preço no Brasil, é possível obter um retorno interessante ao adquirir o novo smartphone da Apple</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1b/gv/58/1bgv58kt18yooygte8aahd1kf.jpg"><figcaption>iPhone 18 Pro começa a ser vendido no Brasil<span class="copyright">Reprodução/imagem editada com IA </span></figcaption></figure><p>O recém-lançado <a href="https://inmagazine.ig.com.br/tech/apple-iphone-18-pro">iPhone 18 Pro</a> começa a ser vendido no Brasil a preços muito mais altos do que em outros países. Mas há um alento para quem planeja adquirir o smartphone da <strong>Apple</strong> aqui: é possível acumular pontos suficientes para realizar uma viagem internacional.</p><p>O Shopping <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-08-12/livelo-pontos-valor-financeiro-programas-fidelidade.html">Livelo</a> está oferecendo 4 pontos por real na compra do aparelho na loja parceira <strong>iPlace.</strong> O modelo mais barato (iPhone 18 Pro de 256 GB) sai por R$ 11.999, valor que gera cerca de 47 mil pontos. A versão mais cara, o <strong>iPhone 18 Pro Max</strong> de 2 TB, custa R$ 21.999, acumulando quase 88 mil pontos.</p><h2>Cartão de crédito pode aumentar ainda mais a pontuação</h2><p>A estratégia pode ficar mais interessante quando o consumidor combina os pontos do Shopping Livelo com a pontuação do cartão de crédito usado para pagar o aparelho.</p><p>Considerando um cartão que acumula 2,5 pontos por dólar gasto e uma cotação de R$ 5,15 por dólar, a compra do iPhone 18 Pro mais barato acrescentaria aproximadamente 5.825 pontos. Com isso, o total chegaria a cerca de 52.825 pontos.</p><p>No iPhone 18 Pro Max de 2 TB, o pagamento acrescentaria aproximadamente 10.679 pontos, elevando o total para 98.675 pontos.</p><table class="mce-item-table"><tbody><tr><td><strong>Modelo</strong></td><td><strong>Preço</strong></td><td><strong>Pontos Livelo</strong></td><td><strong>Pontos cartão</strong></td><td><strong>Total</strong></td></tr><tr><td>iPhone 18 Pro 256 GB</td><td>R$ 11.999</td><td>47.000</td><td>5.825</td><td>52.825</td></tr><tr><td>iPhone 18 Pro Max 2 TB</td><td>R$ 21.999</td><td>87.996</td><td>10.679</td><td>98.675</td></tr></tbody></table><p>A pontuação do cartão é uma simulação e pode variar conforme a metodologia de conversão e a cotação utilizada pela instituição financeira. Além disso, a oferta do Shopping Livelo precisa estar vigente no momento da compra. Se o pagamento for feito em parcelas, a pontuação será creditada a cada mês.</p><p>Essa é a primeira oportunidade interessante para quem está procurando por um iPhone novo. No entanto, é possível que nos próximos meses outras varejistas ofereçam pontuações vantajosas na compa do aparelho por meio de programas de fidelidade como Livelo e Esfera, por exemplo. </p><h2>Pontos precisam ser bem utilizados</h2><p>Acumular quase 53 mil ou 99 mil pontos é apenas metade da estratégia. O valor que eles podem entregar depende de como serão utilizados.</p><p>Uma alternativa é aguardar uma promoção de transferência para um programa de fidelidade de companhia aérea. Campanhas com bônus podem aumentar consideravelmente o saldo convertido e, consequentemente, o poder de compra das milhas.</p><p>Mesmo sem considerar qualquer bônus, porém, a pontuação obtida com o iPhone 18 Pro de 256 GB já pode ser suficiente para algumas viagens internacionais. A coluna consultou a disponibilidade da <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-08-20/latam-pass-emissao-passagens-milhas-terceiros.html">Latam</a> para janeiro e encontrou trechos entre São Paulo e Santiago a partir de 20 mil milhas por trecho, enquanto as opções para Buenos Aires começavam em 25 mil milhas por trecho.</p><p>Nesse cenário, os cerca de 52,8 mil pontos do modelo de 256 GB seriam suficientes para uma viagem de ida e volta a Santiago, consumindo 40 mil milhas, ou para uma ida e volta a Buenos Aires, por 50 mil milhas, desde que haja disponibilidade nos valores encontrados pela coluna.</p><p>No caso do iPhone 18 Pro Max de 2 TB, os quase 98,7 mil pontos ampliam ainda mais as possibilidades. Pelos mesmos valores de referência, seriam suficientes para até duas viagens de ida e volta a Santiago, utilizando 80 mil milhas, e ainda restariam aproximadamente 18,7 mil.</p><p>Os valores de resgate variam conforme data, destino e disponibilidade. Por isso, os preços em milhas encontrados pela coluna representam emissões específicas consultadas para janeiro, e não uma tarifa fixa da Latam.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-09-16/iphone-18-pro-pontos-milhas.html</link><dc:creator>Fernando Mellis</dc:creator><media:credit>Reprodução/imagem editada com IA </media:credit><author>Fernando Mellis</author><keywords>Compra bonificada, iPhone 18 Pro, preço, Livelo, comprar iphone, preço iphone, pontos, milhas, viagem, passagem com milhas</keywords><internationalize>false</internationalize><section>69cc24196caeaf336a37a094</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aaadab58c5dc9e375024eda</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 18:06:47 +0000</pubDate><title>Latam Retail Show: a transformação dos negócios para Shoppings</title><description>Executivos se reúnem para debater como os centros comerciais mudam juntamente com a modernização do varejo</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1p/ak/a7/1paka7krlyexg75cxq4kkgs46.jpg"><figcaption>Latam Retail Show<span class="copyright">Micaela Wentz / iG </span></figcaption></figure><p>Durante o segundo dia do <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-16/latam-retail-show-2026-comeca-com-debates-sobre-ia-e-varejo.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Latam Retail Show 2026</a>, o painel "A transformação e os novos <strong>modelos</strong> de <strong>negócios</strong> para <strong>Shopping</strong> <strong>Centers</strong>", reuniu Francisco Ritondaro, CEO do Gouvêa Malls e mediador do debate, Adriano Sartori, CEO da CBRE Brasil, e Renato Floh, diretor executivo comercial da Allos, para debater a <strong>evolução</strong> dos centros comerciais de acordo com as modernizações do setor.</p><p>Ao longo da conversa, os três executivos defenderam que o setor vive uma reinvenção estrutural, não apenas uma resposta à concorrência do e-commerce.</p><p>Renato Floh abriu sua fala reconstruindo a trajetória recente da Allos, formada pela fusão de três companhias que, segundo ele, somavam 73 empreendimentos em 2019. Depois de um processo de revisão de portfólio para concentrar ativos "dominantes e relevantes", a empresa chegou a 43 shoppings: </p><p>“Um portfólio mais simples e mais homogêneo, mas também com a abrangência e relevância nacional.”</p><p>Para Floh, esse movimento não foi apenas um ajuste nos negócios, mas parte de uma transformação mais profunda, na qual o executivo deixa de ser “dono de imóveis” para se tornar um elo entre consumidores, marcas e sociedade.</p><p>Adriano Sartori, da CBRE, acrescentou  a perspectiva do mercado imobiliário ao redor dos shoppings na discussão. Para o CEO, o desafio não é apenas identificar que existe demanda por prédios, residenciais ou corporativos, e espaços dedicados à saúde no entorno de um shopping, mas entender o perfil dos arredores de cada investimento para decidir que tipo de produto realmente faz sentido para aquela região, através de dados. </p><h2>O que dizem os números do setor</h2><p>Antes de entrar nos estudos de caso, Ritondaro apresentou um panorama do mercado brasileiro de shopping centers ao longo da última década. Segundo os dados citados, o país conta atualmente com 651 shopping centers em operação, somando cerca de 17 milhões de metros quadrados de área bruta locável.</p><p>Os dados também mostram que, há dez anos, cerca de 74% das lojas de um shopping médio eram lojas satélite, lojas menores com produtos nichados; hoje essa fatia teria recuado cerca de 20%, dando espaço a outros formatos, como “lojas âncoras” ou magalojas. Em contrapartida, os segmentos de lazer e alimentação permaneceram com valores parecidos com os anos anteriores, além da categoria de serviços, que teria crescido cerca de 50% no intervalo de dez anos, através de conveniência, saúde e itens do dia a dia. O estacionamento já responde por cerca de 15% do faturamento dos shoppings brasileiros.</p><p>Do lado da Allos, os números apresentados por Renato Floh reforçam a escala dos investimentos, com mais de R$ 48 bilhões em vendas dos lojistas na rede, receita líquida de R$ 2,8 bilhões e uma base de visitantes constante.</p><p>Juntas, as duas camadas da apresentação, tanto a narrativa de inovação quanto as estatísticas apresentadas do setor, contam a mesma história por ângulos diferentes: o shopping center brasileiro está deixando de ser avaliado apenas pelo aluguel por metro quadrado para ser pensado como uma plataforma de serviços, dados e experiências, com o consumidor.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-16/latam-retail-show--a-transformacao-dos-negocios-para-shoppings.html</link><dc:creator>Micaela Wentz</dc:creator><media:credit>Micaela Wentz / iG </media:credit><author>Micaela Wentz</author><keywords>conomia, shopping, latam retail show, negocios, empreendedorismo</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aaabe5220ba49436c82868f</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 16:06:01 +0000</pubDate><title>Companhia aérea tem índice secreto para avaliar clientes fiéis</title><description>O site One Mile at a Time revelou que a British Airways atribui um Corporate Individual Value aos membros de seu programa de fidelidade</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ao/n2/n5/aon2n5alp0ya1552wxl7ormtb.jpg"><figcaption>Ranking individual pode ser útil para upgrades<span class="copyright">Divulgação/British Airways </span></figcaption></figure><p>A <strong>British Airways</strong> possui um índice interno para classificar os clientes de seu <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-04-20/programas-de-fidelidade--os-principais-no-brasil-e-como-funcionam.html">programa de fidelidade,</a> segundo uma investigação publicada pelo site especializado One Mile at a Time. Chamado de <strong>Corporate Individual Value</strong> (CIV), o indicador atribui uma pontuação aos membros do <strong>British Airways Club</strong> que pode ser consultada pela tripulação durante o atendimento.</p><p>A existência do sistema não é oficialmente detalhada pela companhia. Segundo o site, os funcionários são orientados a não informar aos passageiros suas respectivas pontuações, e a metodologia utilizada para calcular o CIV também não é divulgada. As informações disponíveis são baseadas em relatos e registros anteriores, portanto podem ter sofrido alterações ao longo do tempo.</p><p>O levantamento mais recente citado pelo One Mile at a Time aponta para uma escala de 0 a 105 pontos, distribuída de acordo com as categorias do programa. Clientes Blue ficariam entre 0 e 5 pontos; Bronze, de 6 a 13; Silver, de 14 a 35; e Gold, de 36 a 96. As categorias superiores, como Gold Guest List e Premier, aparecem nas faixas mais altas.</p><p>A divisão chama atenção porque o status público do passageiro não conta toda a história. Dois clientes Gold, por exemplo, podem ocupar posições muito diferentes dentro da faixa atribuída à categoria. O que determina essa diferença não está claro.</p><p>O próprio site levanta a possibilidade de que o indicador seja utilizado para priorizar passageiros em situações como upgrades ou escolhas de serviço, mas ressalta que não há informações públicas suficientes para confirmar como a pontuação é aplicada no atendimento.</p><h2>Segmentação de clientes</h2><p>O conceito por trás do CIV é conhecido no marketing como Customer Lifetime Value (CLV), ou valor do ciclo de vida do cliente. A ideia é estimar quanto cada consumidor representa economicamente para uma empresa ao longo da relação, considerando seu comportamento e sua contribuição futura.</p><p>No setor aéreo, essa análise é particularmente relevante porque o programa de passageiro frequente fornece uma quantidade extensa de informações sobre os hábitos de cada cliente. </p><p>Estudos acadêmicos há anos investigam modelos para segmentar passageiros de acordo com seu valor econômico e prever sua contribuição futura para as companhias. Um trabalho publicado em 2007, por exemplo, desenvolveu um modelo de segmentação de clientes de uma companhia aérea europeia com base justamente no valor gerado ao longo do relacionamento.</p><p>Outro estudo, baseado em dados de um programa de fidelidade de uma companhia aérea da Indonésia, encontrou diferenças expressivas entre os grupos de clientes. Cerca de 20% dos participantes respondiam por aproximadamente 75% da receita analisada, e a pesquisa concluiu que a avaliação do valor do passageiro poderia ser mais precisa quando considerasse outros indicadores além das milhas voadas.</p><p>A própria Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) trata os programas de passageiros frequentes como uma ferramenta de gestão do relacionamento com o cliente e oferece às companhias análises sobre necessidades, preferências e comportamento de seus passageiros mais fiéis.</p><p>É nesse contexto que o caso da British Airways se sobressai. O programa de fidelidade cria uma hierarquia que o passageiro conhece. O CIV, aparentemente, acrescenta uma segunda camada, que fica do lado da companhia.</p><p>O cliente sabe se é Blue, Bronze, Silver ou Gold e conhece os benefícios associados a cada categoria. O que ele não sabe é como a empresa enxerga seu valor dentro daquela mesma categoria.</p><p>Essa diferença é importante porque fidelidade e valor econômico não são necessariamente a mesma coisa. Um passageiro pode permanecer muitos anos em um programa, acumular status e concentrar suas viagens em uma companhia, mas a empresa pode utilizar outras variáveis para determinar quanto aquele relacionamento representa para o negócio.</p><p>No caso da British Airways, o que chama atenção é justamente a transformação dessa avaliação em um número individual, associado ao passageiro e acessível à equipe que presta o serviço. A fórmula permanece desconhecida, mas a existência do indicador revela uma característica pouco visível dos programas de fidelidade: enquanto o consumidor acompanha sua evolução em pontos e status, a companhia também pode estar calculando o valor que ele representa. </p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-09-16/british-airways-indice-secreto-clientes.html</link><dc:creator>Fernando Mellis</dc:creator><media:credit>Divulgação/British Airways </media:credit><author>Fernando Mellis</author><keywords>Programa de fidelidade, british airways, executive club, status, companhia aérea, índice, fidelidade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>69cc24196caeaf336a37a094</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aaab4b925b5a2b37c4f9318</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 15:24:41 +0000</pubDate><title>Japão vai cobrar por resgates de helicóptero no Monte Fuji</title><description>Alpinistas que escalarem fora da temporada sem avisar as autoridades terão que pagar se precisarem ser resgatados</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3r/8q/k6/3r8qk6ves08j3omo3g9jgrj69.jpg"><figcaption>Monte Fuji é um vulcão ativo de 3.776 metros de altitude, localizado na ilha de Honshu<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>As operações de resgate por helicóptero de alpinistas que escalarem o Monte Fuji fora da temporada e sem avisar passarão a ser cobradas, anunciou nesta segunda-feira (14/09) a província de Yamanashi, no Japão.</p><p>O governo regional está elaborando um pacote de medidas contra escaladas imprudentes fora da temporada no Monte Fuji que prevê, entre outras ações, a cobrança dos resgates realizados por helicóptero.</p><p>Autoridades da província vizinha de Shizuoka também disseram que montanhistas serão obrigados a registrar antecipadamente seus planos de escalada fora da temporada oficial, que vai de julho até o início de setembro. Aqueles que não fizerem o registro poderão estar sujeitos a penalidades caso posteriormente necessitem de resgate. Atualmente, esse registro é voluntário durante todo o ano.</p><p>Comunidades locais têm defendido que montanhistas que deixarem de registrar seus planos sejam cobrados pelos resgates de helicóptero. No entanto, as autoridades da província de Shizuoka afirmam que há obstáculos institucionais para a cobrança desse tipo de operação e que continuarão analisando a proposta juntamente com outras possíveis penalidades.</p><p>Yamanashi está localizada na parte sul dos Alpes Japoneses e compartilha o Monte Fuji com a província de Shizuoka, servindo como um dos principais pontos de acesso à mais alta montanha de todo o arquipélago japonês, localizada na ilha de Honshu.</p><h3>Mais de 200 mil visitantes por ano</h3><p>Esse vulcão ativo de 3.776 metros de altitude e baixo risco de erupção atrai mais de 200 mil visitantes todos os anos durante seu período oficial de abertura, que vai de julho até o início de setembro.</p><p>No entanto, algumas pessoas optam por escalar a montanha fora da temporada para testar suas condições extremas, como rajadas de vento congelantes e encostas cobertas de gelo. As autoridades locais observaram um aumento dessas escaladas improvisadas nesse período, informou a agência de notícias Kyodo News.</p><p>Essa tendência tem obrigado as equipes de resgate a subir a montanha em perigosas condições de inverno para socorrer gratuitamente pessoas que ficaram retidas, gerando insatisfação entre moradores e autoridades.</p><p>Os detalhes ainda estão sendo definidos, mas a imprensa local informou que a província de Yamanashi pretende cobrar cerca de 10 dólares por minuto de uso do helicóptero em operações de resgate realizadas fora da temporada.</p><p>Os custos previstos serão dispensados para os alpinistas que estiverem devidamente equipados e que tiverem enviado seu plano de escalada às autoridades competentes antes de iniciar a subida da montanha.</p><p>Segundo a emissora Fuji TV, o governo de Yamanashi pretende começar a aplicar essas cobranças a partir de setembro de 2027.</p><p>as/md (AFP, OTS)</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/agencias/dw/2026-09-16/japao-vai-cobrar-por-resgates-de-helicoptero-no-monte-fuji.html</link><dc:creator>Deutsche Welle</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>Deutsche Welle</author><keywords>Economia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68220ad74e8368192f52c6c3</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aaaaa6f25b5a2b37c4f930e</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 15:03:34 +0000</pubDate><title>Lotofácil da Independência: 72 apostas faturam R$ 4,4 milhões</title><description>Os 15 números sorteados foram 01-02-03-04-05-06-07-12-15-16-17-19-21-22-23</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1j/d1/7b/1jd17b8fvxok0fwf16m82d913.jpg"><figcaption>Lotofácil da Independência<span class="copyright">iG São Paulo </span></figcaption></figure><p>O concurso especial da <strong>Lotofácil</strong> da <strong>Independência</strong> 3.780 sorteou nesta terça-feira (15) um prêmio total de R$ 323.177.688, que será dividido entre <strong>72</strong> <strong>apostas</strong> vencedoras.</p><p>Cada aposta receberá R$ 4.488.579.</p><p>Os 15 números sorteados foram 01-02-03-04-05-06-07-12-15-16-17-19-21-22-23.</p><p>Segundo a Caixa, 61 apostas sorteadas foram feitas em canais físicos nas seguintes unidades federativas: Alagoas (2), Amazonas (1), Bahia (4), Ceará (6), Distrito Federal (3), Goiás (2), Maranhão (1), Minas Gerais (8), Mato Grosso do Sul (2), Mato Grosso (2), Paraíba (2), Piauí (1), Paraná (3), Rio de Janeiro (4), Rio Grande do Norte (2), Rio Grande do Sul (3) e São Paulo (15).</p><p>As outras 11 apostas foram feitas em canais eletrônicos.</p><p>Ainda segundo a Caixa, para os 8.978 jogos que acertaram 14 números, segunda faixa de premiação, o valor do prêmio é de R$ 2.762 para cada.</p><p>Considerando todas as cinco faixas de premiação, a Lotofácil da Independência premiou, neste ano, mais de 23 milhões de apostas.</p><p>Em nota, a Caixa destacou que prêmios com valor superior a R$ 2.259,20 são pagos exclusivamente em agências do banco.</p><p>“O bilhete é ao portador, sendo recomendável que o apostador escreva no verso do recibo da aposta premiada seu nome completo e CPF. Dessa forma, ninguém mais poderá retirar o prêmio”.</p><p>“Em caso de bolão, cada participante pode fazer o mesmo no verso de seu recibo individual de cota”, completou.</p><p>Ganhadores também devem ficar atentos aos prazos, já que prêmios de loterias prescrevem após 90 dias da data do sorteio, quando o valor é repassado ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), conforme Lei 13.756/18.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/Loterias/2026-09-16/lotofacil-da-independencia--72-apostas-faturam-r--4-4-milhoes.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>iG São Paulo </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Geral, LotoFacil, Loterias Caixa, Lotofacil da Independencia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5d8173069e5089db0fe22ff3</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aaaa5c325b5a2b37c4f9306</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 14:41:10 +0000</pubDate><title>Supermercado é condenado por escala de 9 dias sem folga</title><description>Justiça do Trabalho de Manaus pune empresa por submeter funcionário a jornadas exaustivas e oferecer refeições com aspecto de estragadas</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1j/cq/sb/1jcqsb18y7uqct1tqk61bndon.jpg"><figcaption>Justiça condena supermercado de Manaus por escala 9x1 e condições inadequadas<span class="copyright">Reprodução </span></figcaption></figure><p>A <strong>Justiça do Trabalho</strong> condenou uma rede de <strong>supermercados</strong> chamada<strong> Baratão da Carne,</strong> em <strong>Manaus</strong>, por submeter um <strong>operador de caixa</strong> a uma escala de nove dias trabalhados com apenas um dia de descanso.</p><p>De acordo com o funcionário, ele teria trabalhado por nove dias seguidos sem folga, além de enfrentar<strong> situações constrangedoras </strong>e <strong>condições inadequadas de higiene</strong> no ambiente de trabalho.   Se a rotina de trabalho na <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-06-17/escala-6x1--o-que-acontece-agora-com-a-retirada-da-urgencia-.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">escala 6x1</a> já é considerada desgastante por muitos trabalhadores, a situação relatada no processo chama <strong>atenção</strong> pelo período ainda maior sem descanso. </p><p>O processo também registra relatos de alimentos com aspecto de estragado fornecidos aos funcionários.</p><p>O<strong> juiz Diego Enrique Linares Troncoso, da 9ª Vara do Trabalho de Manaus,</strong> do TRT-11 (Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região), foi quem assinou a decisão.</p><p>Segundo o processo, o trabalhador foi contratado em <strong>julho de 2021</strong> para atuar na <strong>escala 6x1 </strong>com<strong>o operador de caixa e empacotador</strong>. Entre janeiro e <strong>outubro de 2025,</strong> ele teria trabalhado por até nove dias consecutivos sem descanso.</p><p><strong>Cartões de ponto</strong> foram apresentados no processo, segundo a sentença, também mostram outras escalas adotadas pelo supermercado, como oito dias de trabalho e um de descanso, além de sete dias trabalhados para uma <strong>folga</strong>.</p><p>A Justiça condenou a empresa ao pagamento de horas extras com adicional de <strong>100%</strong> referentes ao sétimo, oitavo e nono dias de cada ciclo. O cálculo realizado chegou a <strong>594 horas extras devida</strong>s, com reflexos em outros direitos trabalhistas, como aviso prévio, <strong>13º salário, férias, FGTS e multa.</strong></p><h2>Rescisão indireta</h2><p>O trabalhador também pediu a <strong>rescisão indireta do contrato.</strong> A medida permite que o funcionário encerre o vínculo por culpa do empregador e receba direitos semelhantes aos de uma demissão sem justa causa.</p><p>O juiz entendeu que a repetição da escala 9x1 configurou um descumprimento contratual grave e reconheceu o pedido do funcionário.</p><p>Com isso, a empresa deverá pagar verbas equivalentes a uma demissão sem justa causa, incluindo aviso prévio de 4<strong>2 dias, 13º salário, férias proporcionais, </strong>recolhimento de<strong> 8% do <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-04/fgts-deve-ser-dividido-no-divorcio--veja-o-que-decidiu-o-stj.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">FGTS</a>, indenização de 40%</strong> sobre os meses não depositados e outras verbas rescisórias definidas no processo.</p><h2>Alimentos e falta de higiene</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5q/lq/1m/5qlq1mch7sw3kla8vaer5mnee.jpg"><figcaption>falta de higiene<span class="copyright">Divulgação/MPT-RS </span></figcaption></figure><p>Além dessas questões relacionadas a <strong>jornada de trabalho,</strong> o funcionário relatou condições inadequadas no ambiente de trabalho.</p><p>Entre os relatos apresentados no processo está o reaproveitamento de <strong>panos sujos de sangue </strong>para a<strong> limpeza</strong> das caixas novas.</p><p>O trabalhador também afirmou que era obrigado a permanecer em pé mesmo quando havia cadeiras disponíveis. Conforme a ação, supervisores diziam que sentar <strong>"não pega bem aos olhos dos donos e dos clientes".</strong></p><p>A situação também teria ocorrido durante os <strong>intervalos</strong> para alimentação. Aos domingos, o operador de caixa relatou que não podia utilizar o <strong>refeitório</strong> da empresa e precisava fazer as refeições sentado no chão de corredores do mercado.</p><p>De acordo com uma das testemunhas ouvidas no processo, nesses dias eram fornecidos<strong> pão com ovo </strong>ou<strong> queijo </strong>que <strong>"vinha com aspecto estragado ou cheiro estranho".</strong></p><p>Na sentença, o juiz afirmou que o fornecimento de alimentos impróprios para consumo, associado à falta de condições adequadas de higiene, poderia colocar em <strong>risco a saúde do trabalhador</strong> e atingir sua dignidade. Devido essas situações, o magistrado concedeu indenização por danos morais.</p><p>O funcionário também afirmou ter trabalhado em uma cafeteria dentro do estabelecimento e pediu que as <strong>gorjetas</strong> fossem integradas ao <strong>salário</strong>, além do reconhecimento de vínculo trabalhista em período anterior à contratação. Esses pedidos foram negados pelo juiz por falta de <strong>provas documentais.</strong></p><h2>Empresa nega acusações</h2><p>Durante o processo, o Baratão da Carne negou as acusações apresentadas pelo trabalhador e contestou os documentos anexados à ação.</p><p>A empresa afirmou que não adotava a escala 9x1, que não pagava gorjetas e que os cartões de ponto eram válidos. Ao final, pediu que os pedidos do ex-funcionário fossem rejeitados pela Justiça. A sentença ainda cabe recurso.</p><p>A reportagem do <strong>iG</strong> entrou em contato com o <strong>Baratão da Carne,</strong> mas não recebeu retorno até a publicação desta matéria. O espaço permanece aberto para futuros esclarecimentos.</p><p><em>*Estagiária sob supervisão</em></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-16/supermercado-e-condenado-por-escala-de-9-dias-sem-folga.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Reprodução </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>condições inadequadas, Supermercado, Justiça do Trabalho, baratao da carne, Trabalhador, escala 9x1</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aaaa46e25b5a2b37c4f9305</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 14:15:13 +0000</pubDate><title>Latam Retail Show 2026 começa com debates sobre IA e varejo</title><description>Programação reuniu executivos de empresas como WGSN, Odontoprev, Grupo Hinode, JBS, Electrolux e de todos segmentos de varejo e consumo</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/95/hm/dx/95hmdxghuu6r3h8oti5g8t291.jpg"><figcaption>Latam Retail Show 2026 acontece no Distrito Anhembi, em São Paulo<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>O primeiro dia do <strong>Latam Retail Show 2026</strong>, realizado nesta terça-feira (15), no <strong>Distrito Anhembi</strong>, em <strong>São Paulo</strong>, reuniu executivos e especialistas para discutir as transformações provocadas pela <strong>inteligência artificial</strong>, as novas relações entre empresas e consumidores e os desafios da liderança em um ambiente de <strong>negócios</strong> em constante mudança. Ao longo da programação, realizada na plenária e em eventos integrados, temas como experiência física, personalização, tomada de decisão e adaptação dos negócios aos diferentes mercados estiveram entre os destaques.</p><p>A programação começou com a Keynote Session “Despertar Sensorial: Como a Inteligência Humana se tornará a Prioridade dos Consumidores até 2028”, apresentada por Andrea Bell, vice-presidente de Creative Intelligence da WGSN. A executiva discutiu como a expansão da inteligência artificial generativa, presente em diferentes aspectos do cotidiano, aumenta a importância das experiências humanas e sensoriais no relacionamento entre marcas e consumidores.</p><p>Segundo dados apresentados pela WGSN, 57% dos consumidores globais querem ver e tocar os produtos antes de comprar. Entre integrantes das gerações Z e Millennials, o percentual chega a 86%. A discussão apontou para uma valorização renovada da experiência física, em paralelo ao avanço das ferramentas digitais, e para a necessidade de as empresas compreenderem melhor os sentidos, desejos e comunidades de seus consumidores.</p><h2>Empresas discutem o papel do varejo na relação com o cliente</h2><p>Já o painel “Go-to-Retail: O Protagonismo do Varejo no Relacionamento com o Cliente”, mediado por Rodrigo Catani, sócio-diretor da Gouvêa Consulting, discutiu a importância das empresas construírem uma relação relevante com o consumidor final e o quanto o varejo pode desempenhar esse papel pela proximidade com o cliente e possibilidade de incorporar serviços e experiências. Participaram Elsen Carvalho, CEO da Odontoprev, e Sandro Rodrigues, CEO do Grupo Hinode. </p><p>O debate apresentou experiências de empresas com diferentes modelos de atuação. O Grupo Hinode, tradicionalmente ligado ao segmento de vendas diretas, apresentou a construção de seu canal de varejo, com a abertura da primeira loja em São Paulo. Já a Odontoprev abordou o varejo como parceiro estratégico na venda de planos odontológicos e as mudanças adotadas pela companhia para tornar esse relacionamento mais assertivo.</p><h2>IA acelera processos e amplia possibilidades na moda</h2><p>Outro destaque do dia foi a 4ª Fashion Retail Arena, evento integrado ao Latam Retail Show, que recebeu o painel “Como a IA Transforma o Varejo de Moda e Qual o Papel da Loja Física no Ecossistema Digital”. Mediado por Cinthia Kim, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Vestuário (ABIV), o encontro reuniu Igor Paparoto, diretor da BBRetail; Alisson Calgaroto, diretor de Tecnologia e Inovação do Grupo SOMA; e Luis Hwang, CEO da Ave Rara.</p><p>A discussão mostrou que a IA pode dar mais velocidade aos processos da indústria da moda e permitir entregas cada vez mais personalizadas, sem tornar o setor menos criativo ou mais pasteurizado. A diversidade dos exemplos apresentados mostrou ainda que o uso da tecnologia não está restrito às grandes empresas: marcas menores também podem desenvolver seus próprios agentes e soluções.</p><p>Para Cinthia, as experiências compartilhadas pelos painelistas mostraram como a IA já ajuda a planejar produção e coleções, desenvolver produtos e testar ideias antes mesmo de produzi-las, como ao transformar um croqui em uma imagem próxima do produto final. </p><h2>Prêmio Líder que Inspira Líderes</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/48/zu/ta/48zutatbrgl847vwyjodrbf76.jpg"><figcaption>Gilberto Tomazoni recebe prêmio 'Líder que Inspira Líderes - Abilio Diniz' no Latam Retail Show 2026<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>Na parte da tarde, o painel “Desafios da Liderança nos Tempos Atuais e Futuros” colocou em discussão as transformações que afetam a gestão de empresas e os caminhos para o próximo ciclo de crescimento do varejo e da indústria. O encontro foi mediado por Marcos Gouvêa, fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem, e teve como convidado Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.</p><p>Entre os temas discutidos esteve a estratégia da JBS de adaptar seus negócios às características de cada mercado em que atua. A companhia está presente em mais de 20 países e, segundo Tomazoni, busca compreender os consumidores, as cadeias de produção e de vendas e as particularidades locais para orientar sua atuação.</p><p>Ao final do painel, Gilberto Tomazoni recebeu o prêmio Líder que Inspira Líderes – Abilio Diniz, entregue por Marcos Gouvêa. A homenagem reconhece executivos por sua trajetória e contribuição para o mercado.</p><h2>Decisões estratégicas em um cenário de excesso de informação</h2><p>O painel “Decisões Estratégicas: Por que empresas inteligentes tomam decisões erradas” discutiu os desafios envolvidos nas escolhas que orientam os negócios. Mediado por Jean Paul Rebetez, sócio-diretor da Gouvêa Consulting, o encontro contou com Carlos Marcolin, Chief of Strategy and Business Development and Chief of Staff da Electrolux, e Rosa Bernhoeft, CEO e fundadora da Alba Consultoria.</p><p>O conteúdo abordou a diferença entre ter informação e saber decidir, já que o acesso a um grande volume de dados e ferramentas não significa, necessariamente, melhores decisões. “A gente nunca teve tanta informação disponível no mundo de hoje na história da humanidade. A gente sabe tudo, sabe quando o consumidor comprou, onde ele comprou, quem comprou, quando ele abandonou uma compra. Temos ferramentas de informação, dashboard, CRM, inteligência artificial, ferramentas que acabam monitorando tudo. E mesmo assim nunca foi tão difícil decidir como hoje em dia”, explica Jean Paul Rebetez.</p><p>De acordo com o executivo da Gouvêa, a tomada de decisão deve ser entendida como um processo, e não como um evento isolado, que começa com perguntas corretas, passa pela análise de dados e pela avaliação de alternativas e termina na decisão.</p><p>Carlos Marcolin trouxe para o debate sua experiência prática à frente da estratégia da Electrolux e os desafios de tomada de decisão no dia a dia da organização. Já Rosa Bernhoeft contribuiu com a perspectiva da psicologia organizacional e sua experiência de mais de 50 anos trabalhando com alta gestão e liderança, levando para a discussão aspectos da ciência relacionados à tomada de decisão e à atuação das lideranças.</p><h2>Shopping centers e a expansão dos fundos imobiliários</h2><p>O papel dos fundos imobiliários no desenvolvimento da indústria de shopping centers também esteve em discussão no primeiro dia do Latam Retail Show. O painel “A importância dos Fundos Imobiliários na Indústria de Shopping Centers do Brasil”, mediado por Francisco Ritondaro, CEO da Gouvêa Malls, reuniu Fábio Cabral Góes, Senior Partner da Capitânia Investimentos; Rafael Teixeira, Gestor de Real Estate da Vinci Partners; Felipe Teatini, Sócio-Gestor da XP Asset; Paulo Tilkian, Head de Investimentos em Shopping Centers da TRX Investimentos; e Giuliano Ricci, Senior Partner da Pátria Investimentos. O encontro discutiu a evolução desse mercado, a participação dos fundos na propriedade de ativos e as perspectivas para o setor.</p><p>O painel mostrou a evolução da indústria de shopping centers em três períodos. De 2001 a 2007, antes do IPO das principais companhias do setor, o mercado registrou crescimento. Entre 2007 e 2015, houve uma aceleração, com aumento superior a 70% da ABL no período. Nos dez anos seguintes, o ritmo desacelerou, com crescimento inferior a 30% e, em 2025, de apenas 1%. Nesse cenário, os fundos imobiliários ampliaram sua participação no mercado: passaram de cerca de 12 fundos, em 2015, para 40 atualmente, e hoje detêm aproximadamente 15% da ABL do mercado em sua propriedade.</p><p>Os participantes avaliaram que o setor ainda tem espaço para crescer, apesar dos desafios impostos pelo atual nível de juros e pelo desempenho do varejo. A discussão destacou ainda a adaptação dos shoppings às mudanças do mercado e a expectativa de que esses empreendimentos continuem relevantes.</p><p>A programação do Latam Retail Show segue nesta quarta-feira, dia 16, com atrações que reúnem executivos de empresas como CBRE Brasil, ALLOS, Oracle, Shopee, Google Brasil, Intelbras, Lojas Marisa e Peça Rara. O evento irá até quinta-feira, dia 17, com mais de 200 palestrantes, mais de 100 horas de conteúdo e nove eventos integrados.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1x/vu/ps/1xvupsyq46oooadq3e1a2j56f.jpg"><figcaption>11ª edição do Latam Retail Show 2026 reúne mais de 200 palestrantes em SP<span class="copyright">Latam Retail Show 2026 </span></figcaption></figure><h2>Serviço</h2><p>Latam Retail Show - “Everything As A Service potencializado pela inteligência artificial” Data: 15 a 17 de setembro de 2026 Local: Distrito Anhembi -  Teatro Celso Furtado - Hall 3.  Endereço: Rua Olavo Fontoura, 1209, São Paulo - SP Horário: das 8h30 às 18h Veja a programação completa no site do Latam Retail Show.</p><h2>Sobre a Gouvêa Experience</h2><p>A Gouvêa Experience integra a Gouvêa Ecosystem e atua na vertical de experiências de marca, eventos e relacionamento com as principais lideranças do setor varejista, serviços, consumo e soluções no Brasil e no exterior. Suas missões internacionais e eventos proporcionam acesso direto a negócios, inovações e tendências que moldam o varejo global.</p><h2>Sobre a Gouvêa Ecosystem</h2><p>A Gouvêa Ecosystem é um ecossistema de consultorias, soluções e serviços que atua em todas as frentes do setor de consumo, varejo e distribuição. Fundada em 1988, é referência no Brasil e no mundo por sua visão estratégica, atuação prática e profunda compreensão do setor. É membro do Ebeltoft Group, consórcio global de consultorias especializadas em varejo.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-16/latam-retail-show-2026-comeca-com-debates-sobre-ia-e-varejo.html</link><dc:creator>Rian Fernandes</dc:creator><media:credit>Divulgação </media:credit><author>Rian Fernandes</author><keywords>Negócios, Varejo, Economia, Latam Retail Show 2026, Distrito Anhembi, São Paulo, inteligência artificial</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aaa8bdf943d310b5ce5a135</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 13:13:16 +0000</pubDate><title>Aposta de R$ 11 vira prêmio de R$ 5,8 bilhões na Powerball</title><description>Bilhete simples sorteado nos Estados Unidos transforma investimento irrisório em uma das maiores boladas da história das loterias mundiais</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/de/g5/nm/deg5nmhotq7rgdy0fx0kf2pcx.jpg"><figcaption>Venda bilhete loteria<span class="copyright">Imagem gerada por IA </span></figcaption></figure><p>Um jogador anônimo de Illinois, nos Estados Unidos, finalmente reivindicou o prêmio de US$ 1,04 bilhão (R$ 5,35 bilhões) da <a href="https://economia.ig.com.br/2025-12-16/powerball-chega-a-r--6-8-bilhoes--veja-como-jogar-no-brasil.html">Powerball</a>, sorteado no dia 12 de agosto. A confirmação foi feita pela Loteria de Illinois.   O bilhete vencedor foi uma aposta aleatória, de apenas <strong>R$ 11 </strong>que acertou os seis números sorteados no concurso. Ele foi comprado no <strong>supermercado Hy-Vee Fast & Fresh</strong>, em <strong>Quincy</strong>, Illinois. </p><h2>Quais foram os números sorteados?</h2><p>Os números que levaram o apostador ao prêmio bilionário foram:</p><h1>4 – 26 – 66 – 67 – 69 + Powerball 9</h1><p>O valor estimado do jackpot era de US$ 1,04 bilhão (R$ 5,35 bilhões), enquanto a opção de pagamento em dinheiro estava avaliada em<strong> US$ 450,5 milhões (R$ 2,31 bilhões)</strong> antes dos impostos.</p><h2>Vencedor decidiu permanecer anônimo</h2><p>O ganhador decidiu não revelar sua identidade. A decisão é permitida pela legislação de Illinois para pessoas que recebem prêmios de loteria de <strong>US$ 250 mil (R$ 1.286.150,00) ou mais. </strong></p><p>O apostador também contou que escolheu a opção <strong>Quick Pick,</strong> na qual os números são selecionados aleatoriamente, e fez apenas uma jogada.</p><h2>Por que ele demorou para retirar o prêmio?</h2><p>Apesar de ter 12 meses, a partir da data do sorteio, para reivindicar o valor, o ganhador passou algumas semanas vendo com consultores jurídicos e financeiros antes de oficializar o pedido.</p><p>Nofinal, ele escolheu receber o prêmio em parcela única, em vez da opção de pagamento por anuidade. Para quem escolhe o valor à vista, o prazo para fazer essa opção é de<strong> 60 dias após o sorteio.</strong></p><p>O valor da parcela única foi de <strong>US$ 450,5 milhões (R$ 2.314.939.300,00)</strong> antes dos impostos, segundo a Powerball.</p><p>Além do vencedor, o estabelecimento onde a aposta foi registrada também recebeu uma recompensa. A Hy-Vee Fast & Fresh ganhou um bônus de <strong>US$ 500 mil (R$ 2.570.350,00)</strong> pela venda do bilhete premiado.</p><p><strong>Amanda Crosas, gerente do Chicago Prize Center</strong>, participou do processo de reivindicação do <strong>prêmio</strong> e auxiliou os representantes legais do vencedor.</p><p>De acordo com ela, a confirmação do ganhador encerrou a expectativa que tomou conta do centro de atendimento durante as semanas em que o prêmio ainda <strong>não havia sido reivindicado.</strong></p><h2>Maior prêmio da Powerball no ano</h2><p>O <strong>jackpot</strong> de <strong>US$ 1,04 bilhão(R$ 5,35 bilhões)</strong>, é o maior prêmio da <strong>Powerball</strong> registrado em 2026 até o momento e ficou entre os<strong> maiores da história da modalidade</strong>. O sorteio de 12 de agosto também encerrou uma sequência de acumulações que começou em 4 de maio.</p><p>Durante esse período, jogadores de Illinois gastaram mais de <strong>US$ 53,8 milhões (R$ 276,7 milhões) </strong> em apostas da Powerball. Segundo a Loteria de Illinois, cerca de <strong>US$ 26 milhões (R$ 133,6 milhões)</strong> foram destinados ao <strong>Common School Fund,</strong> que apoia a <strong>educação pública</strong> de ensino fundamental e médio no estado.</p><h2>Como jogar na Powerball aqui do Brasil?</h2><p>A Powerball é uma loteria dos Estados Unidos, mas existem plataformas que oferecem a compra de bilhetes oficiais para pessoas que estão fora do país.</p><p>Uma das opções disponíveis é a <strong>TheLotter</strong>, serviço independente de <strong>compra de bilhetes de loteria.</strong> Brasileiros podem comprar bilhetes da Powerball pela internet. Um representante local compra o bilhete físico nos Estados Unidos em nome do cliente, e uma <strong>cópia digitalizada fica disponível na conta antes do sorteio.</strong></p><p>A plataforma informa que oferece diferentes formas de pagamento para clientes no <strong>Brasil</strong>, incluindo <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-06-11/brasil-da-blindagem-juridica-total-ao-pix-apos-ameaca-dos-eua.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>Pix</strong> </a>em determinados casos.</p><p>Vale destacar que a <strong>TheLotter</strong> é um serviço <strong>independente</strong> e não é a operadora oficial da <strong>Powerball</strong>. A própria empresa informa que funciona como um serviço de compra de bilhetes de terceiros.</p><h2>Powerball x Mega-Sena: qual é a diferença?</h2><p>A Powerball é uma das principais loterias dos Estados Unidos e ficou conhecida pelos <strong>jackpots</strong> que podem chegar a <strong>centenas de milhões</strong> ou até <strong>bilhões</strong> <strong>de dólares.</strong> Já a <strong>Mega-Sena</strong> é a principal loteria brasileira, administrada pelas<strong> Loterias CAIXA.</strong></p><h2>Regras e formato de aposta</h2><ul><li><strong>Powerball:</strong> o jogador escolhe cinco números entre 1 e 69 e mais um número adicional, chamado Powerball, entre 1 e 26.</li><li><strong>Mega-Sena:</strong> é possível escolher de seis a 20 números em um volante com dezenas de 1 a 60. A aposta simples, com seis números, custa atualmente <strong>R$ 6.</strong></li></ul><h2>E as chances de ganhar?</h2><p>Na Powerball, a chance de acertar o jackpot é de aproximadamente <strong>1 em</strong> <strong>292,2 milhões.</strong></p><p>Na Mega-Sena, a aposta simples tem probabilidade de<strong> 1 em 50.063.860</strong> para acertar as seis dezenas.</p><h2>Como funciona o pagamento?</h2><p>Na Powerball, o valor anunciado do jackpot corresponde ao prêmio pago ao longo de uma anuidade. O vencedor pode escolher uma opção em parcela única, cujo valor é menor, além dos descontos previstos em <strong>impostos</strong>.</p><p>Na Mega-Sena, os prêmios são pagos pelas Loterias CAIXA, e a arrecadação também possui destinações previstas para diferentes áreas.</p><h2>Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 102 milhões</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a5/7p/v2/a57pv2xlurgnxg0beo37qdaev.jpg"><figcaption>Mega- Sena<span class="copyright">Reprodução </span></figcaption></figure><p>Ninguém acertou as seis dezenas do concurso<strong> 3058</strong>, realizado na terça-feira (15). Com isso, o prêmio acumulou e está estimado em <strong>R$ 102 milhões</strong> para o próximo sorteio, o concurso 3059, que será realizado amanhã (17).</p><p><strong>Horário:</strong> a partir das 21h <strong>Aposta mínima:</strong> R$ 6</p><p>Na Mega-Sena, os sorteios são realizados às terças e quintas-feiras, a partir das 21h, e aos domingos, a partir das 11h.</p><h2>Jogue com responsabilidade</h2><p>Tanto a Powerball quanto a Mega-Sena são jogos destinados a <strong>maiores de 18 anos</strong>. As apostas devem ser feitas com <strong>responsabilidade</strong> e sem comprometer o <strong>orçamento do mês</strong>.</p><p><em>*Estagiária sob supervisão</em></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-16/aposta-de-r--11-vira-premio-de-r--5-8-bilhoes-na-powerball.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Imagem gerada por IA </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Vencedor, Aposta, Powerball, Bilionário, EUA, bilhete premiado, sorte, sorteio</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aaa7d025d67b7725daea5b9</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 11:41:10 +0000</pubDate><title>Caixa retoma negociação com funcionários hoje, mas greve continua</title><description>Reunião deve rever discussões sobre o acordo coletivo; entre os pedidos estão mudanças no plano de saúde, reajuste e novas contratações</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/90/8i/7z/908i7zzrbhq114ecoufvkx202.jpg"><figcaption>Agência da Caixa fechada, no centro de Belo Horizonte<span class="copyright">Luís Felipe Granado/iG </span></figcaption></figure><p>A <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-15/com-a-greve-da-caixa--como-fica-pagamento-dos-beneficios-sociais-.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Caixa Econômica Federal</a> marcou uma nova <strong>reunião</strong> com os <strong>empregados</strong> para a data desta quarta-feira (16), em meio à <strong>greve dos</strong> <strong>trabalhadores</strong>, que continua <strong>sem previsão de acabar.</strong></p><p>O encontro foi agendado após uma cobrança da<strong> Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro</strong> (Contraf-CUT), feita por meio de um ofício enviado ao <strong>banco</strong>. A reunião vai tratar da renovação do <strong>Acordo Coletivo de Trabalho</strong> (ACT) dos empregados da instituição.</p><p><strong>Leia mais: <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-09-16/para-ficar-de-olho--5-assuntos-que-podem-bombar-hoje-16-quarta-greve-bancos-demi-lovato-geada.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Para ficar de olho: 5 assuntos que podem bombar hoje</a></strong></p><p>A paralisação começou na última quinta-feira (10), depois que os trabalhadores rejeitaram uma <strong>proposta</strong> apresentada pela <strong>Caixa</strong> para renovar o <strong>ACT</strong>. A greve segue até hoje. Segundo a <strong>Contraf-CUT</strong>, mais de <strong>90%</strong> das bases sindicais rejeitaram o texto.</p><h2>Plano de saúde é principal impasse</h2><p>A principal questão de discordância entre os funcionários e a direção da Caixa é o <strong>Saúde Caixa</strong>, plano de <strong>assistência médica</strong> dos funcionários.</p><p>Os trabalhadores são contra as <strong>mudanças</strong> no modelo de custeio que, segundo a categoria, podem aumentar os gastos de empregados, aposentados e dependentes.</p><p>A categoria também pede que a Caixa aumente sua participação no pagamento do plano e mantenha direitos que já foram conquistados.</p><p>Além do Saúde Caixa, os trabalhadores ainda falam sobre o <strong>reajuste salarial acima da inflação,</strong> novas <strong>contratações</strong>, melhores condições de trabalho e <strong>valorização da carreira.</strong></p><h2>O que a Caixa ofereceu?</h2><ul><li>Prêmio de R$ 3.000 por empregado;</li><li>Pagamento, no dia 18 de setembro, do salário reajustado, PLR, Super Caixa e do prêmio de R$ 3.000;</li><li>Aumento da participação da Caixa no custeio do Saúde Caixa, de 6,5% para 8%;</li><li>Antecipação da parcela da Caixa da 13ª mensalidade de 2028, 2029 e 2030 para ajudar na cobertura do déficit do plano;</li><li>Pagamento dos valores do PAMS (Programa de Assistência Médico-Supletiva) a partir de 2027;</li><li>R$ 236 milhões para ações de prevenção à saúde a partir de janeiro de 2027;</li><li>Criação de grupos de trabalho para discutir melhorias no plano, as três fontes de renda e um modelo que destine ao Saúde Caixa parte do lucro relacionado à produtividade.</li></ul><h2>Mudanças no Saúde Caixa</h2><p>A proposta também prevê mudanças específicas no plano de saúde. Veja os principais pontos:</p><ul><li>A consulta em pronto-socorro, fora do teto, passaria de R$ 75 para R$ 150;</li><li>Isenção de coparticipação em telemedicina;</li><li>Prazo de 90 dias para que titulares que estão fora do plano possam aderir;</li><li>Quem cancelar a adesão não poderá entrar novamente no plano;</li><li>O teto anual de coparticipação por grupo familiar passaria de R$ 3.600 para R$ 4.800;</li><li>Recadastramento anual obrigatório;</li><li>Teto de 9% por grupo familiar;</li><li>Dependentes indiretos ficariam fora do teto;</li><li>Piso de R$ 50 por beneficiário;</li><li>13 mensalidades.</li></ul><h2>E os outros bancários?</h2><p><strong>Bancários de bancos privados</strong> e do <strong>Banco do Brasil</strong> já tiveram o reajuste salarial definido. Nos bancos privados, a <strong>Convenção Coletiva de Trabalho</strong> da categoria foi assinada na semana passada na quarta-feira (9). O acordo garantiu reajuste salarial acima da inflação para em torno de <strong>500 mil bancários.</strong></p><p>O mesmo percentual também será aplicado aos <strong>benefícios de vale-alimentação, vale-refeição e auxílio-creche.</strong></p><h2>Greve continua durante nova negociação</h2><p>Segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, a greve continua hoje (16), mesmo com a essa nova reunião entre Caixa e empregados.</p><p>As regionais do sindicato estão abertas desde às<strong> 7h</strong> para receber os trabalhadores, tirar <strong>dúvidas</strong>, disponibilizar materiais e oferecer apoio <strong>jurídico</strong>.</p><p>A presidente do <strong>Sindicato dos Bancários de São Paulo,</strong> <strong>Osasco</strong> e <strong>Região</strong> e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, <strong>Neiva Ribeiro,</strong> afirmou que a nova reunião aconteceu após a mobilização dos trabalhadores e das entidades sindicais.</p><p>O <strong>Comando Nacional dos Bancários </strong>na data de ontem (15), às 17h, para avaliar a greve. Também houve uma reunião do Comando de Greve. Depois desses 2 <strong>encontros</strong>, o sindicato deve divulgar um <strong>balanço</strong> da <strong>paralisação</strong>.</p><p>A <strong>Contraf-CUT</strong> e os sindicatos afirmam que a <strong>mobilização</strong> vai continuar enquanto não houver um acordo considerado satisfatório para a categoria.</p><h2>O que diz a Caixa?</h2><p>Em nota enviada ao <strong>iG</strong>, a Caixa afirmou que decidiu reabrir a mesa de negociação porque considera o diálogo o melhor caminho para chegar a um acordo.</p><p>O banco disse que busca uma solução que preserve os interesses dos empregados, da instituição, dos clientes e da sociedade.</p><p class="   ">Segundo a Caixa, foram realizadas <strong>54 reuniões</strong> de negociação coletiva até o momento. Nessas reuniões, o banco afirma ter apresentado quatro propostas diferentes, com mudanças e demandas apresentadas pelos representantes dos empregados.</p><p>A instituição também afirmou que mantém o <strong>diálogo</strong> com as entidades desde o início da campanha salarial e que busca uma solução equilibrada para as partes.</p><h2>Caixa Tem continua disponível</h2><p>Mesmo durante a greve, a Caixa informa que os clientes podem utilizar os <strong>canais digitais</strong> e outras formas de atendimento.</p><p>Entre as opções estão o <strong>aplicativo Caixa, Internet Banking, WhatsApp da Caixa, pelo número 0800-104-0104, além dos aplicativos Caixa Tem, Cartões Caixa, Habitação Caixa, DPVAT e FGTS.</strong></p><p>O atendimento telefônico também continua pelo <strong>Alô Caixa</strong>, no número <strong>4004-0104</strong> para capitais e regiões metropolitanas.</p><p>A greve continua nesta quarta-feira (16), enquanto representantes dos empregados e da Caixa voltam a negociar a renovação do ACT.</p><p><em>*Estagiária sob supervisão</em></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-16/caixa-retoma-negociacao-com-funcionarios-hoje--greve-continua.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Luís Felipe Granado/iG </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Nova atualização, Caixa Econômica Federal, Greve, Empregados, CLT, Direitos</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aaa6807943d310b5ce5a123</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 09:57:31 +0000</pubDate><title>Como foi o primeiro dia de Latam Retail Show 2026</title><description>Como renovar o uso de IA e como atender as novas demandas dos consumidores foram os temas principais das palestras apresentadas nos paineis</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9v/ax/0l/9vax0l9qpshq51volh2x4wcwi.jpg"><figcaption>Latam Retail Show 2026<span class="copyright">Micaela Wentz </span></figcaption></figure><p> O <strong>primeiro dia</strong> do <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-15/latam-retail-show--estudo-analisa-marcas--ia-e-niilismo.html">Latam Retail Show 2026</a> trouxe inovação e diferentes pontos de vista acerca do crescimento do <strong>varejo nacional.</strong> Com diversas palestras de vozes influentes no mundo do varejo, o evento reuniu empresários de vários setores.</p><p>Durante o discurso de abertura do evento, Marcos Gouvea, fundador e diretor-geral da Gouvea Ecosystem, destacou a proposta de integração e <strong>troca de ideias</strong> como eixo central do encontro, reforçando que os objetivos da companhia passam por gerar "<strong>emprego, renda e crescimento</strong>".</p><p>Logo após a abertura, a vice-presidente da WGSN Creative Intelligence, Andrea Bell, deu segmento ao evento, com a palestra "Despertar Sensorial: <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-15/latam-retail-show-2026-debate-limite-da-ia-e-foco-no-consumidor.html">Como a Inteligência Humana se Tornará a Prioridade dos consumidores até 2028</a>", onde afirmava que o público agora espera pela volta da <strong>humanização do atendimento.</strong></p><p>Já Ana Cláudia Weber, diretora comercial da Circana conduziu a plateia por uma análise de que tipo de produto é mais consumido de acordo com cada geração, e afirmou que o <strong>segmento que mais cresce</strong> atualmente é o <strong>mercado de brinquedos</strong>, uma vez que o número de<strong> colecionáveis</strong> é colecionadores também cresceram.</p><h2>O que fazer com clientes que saem da loja e não compram</h2><p>A CMO da MadeiraMadeira , maior plataforma de móveis e decoração do Brasil, Erica Lima, apresentou um case de parceria com a startup Aliado, do CEO André Franco, para resolver um problema recorrente do varejo: entender por que clientes saem da loja sem comprar.   Segundo Érica, a rede abriu 57 lojas físicas no formato "Guide Shop", sem estoque, para traduzir a proposta de valor da marca própria ao consumidor. O desafio era medir, com dados reais, se essa experiência estava de fato funcionando no ponto de venda.</p><p>Os resultados, segundo Érica, mostraram um aumento da participação da marca própria, dos s<strong>erviços financeiros</strong> e dos <strong>serviços para casa</strong> nas vendas das lojas participantes do projeto.   Para a executiva, a iniciativa vai muito além de um <strong>treinamento pontual,</strong> e descreve os dados coletados como "genuínos", por captarem o momento exato de descoberta do consumidor e permitirem ajustes em tempo real em precificação, marketing, CRM e logística.</p><p>A partir do tema central do evento, "Everythibg as a Service", o executivo Eduardo Yamashita (CEO da Gouvêa Inteligência), conduziu os empresários Julien Gazier (CFO da Leroy Merlin Brasil) e Karina Mussolino (Diretora Veterinária da Seres e do Grupo Petz/Cobasi) para tratar a <strong>Inteligência artificial</strong> como a "desmaterialização do consumo", apresentando os cases de sucesso das empresas.</p><p>Karina afirmou que a IA tem que ser utilizada para auxiliar o comprador e trazer o máximo de soluções possíveis, uma vez que o cliente "tem essa expectativa de que tudo esteja pronto para ele" e conclui: "quando o cuidado vira solução, a satisfação vira confiança"</p><h2>Executivo da JBS é premiado como "Líder que Inspira Líderes"</h2><p>Durante um painel voltado ao setor de alimentação e varejo, o executivo da <strong>JBS, Gilberto Tomazoni</strong>, discorreu sobre o trabalho do i<strong>nstituto educacional</strong> mantido pela companhia, que atende hoje<strong> 1.200 alunos</strong> de <strong>escolas públicas a partir dos 11 anos</strong>, em r<strong>egime integral,</strong> combinando currículo tradicional com formação em cultura organizacional e empreendedorismo.   O programa se estende à educação de adultos dentro das fábricas e a iniciativas como o "JBS Sem Fronteira", voltado à expatriação de talentos internos.</p><p>A conversa também abordou as transformações no comportamento do <strong>consumidor de alimentos,</strong> marcadas pela busca por<strong> longevidad</strong>e, hábitos mais saudáveis e o avanço de medicamentos para emagrecimento, fenômeno que, segundo dados citados no painel, já afetaria entre <strong>10% e 12%</strong> da população brasileira e poderia chegar a 30% caso os preços caíssem pela metade.</p><p>Após as falas de Tomazoni, Marcos Gouvêa anunciou o executivo como vencedor do prêmio <strong>"Líder que Inspira Líderes Abilio Dini</strong>z", homenagem criada há <strong>dez anos</strong> e rebatizada, há dois, em memória do empresário do varejo brasileiro. Emocionado, Gilberto relembrou a convivência com Abilio Diniz, primeiro como fornecedor, depois como concorrente e, por fim, como colega.</p><p>Ao aceitar a homenagem, o executivo defendeu que o <strong>verdadeiro legado de uma empresa</strong> ou de um líder não está nos <strong>resultados</strong> ou nos cargos ocupados, mas nas <strong>pessoas que foram desenvolvidas e capacitadas</strong> a liderar outras. Ele dedicou o prêmio a quem o desafiou ao longo da carreira e afirmou que <strong>liderança</strong> não se mede pelo número de seguidores, mas pela quantidade de pessoas que se tornaram capazes de liderar a partir desse exemplo.</p><p class="  ">Encerrando sua fala, o executivo resumiu sua visão sobre o momento atual do setor.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-16/como-foi-o-primeiro-dia-da-latam-retail-show-2026.html</link><dc:creator>Micaela Wentz</dc:creator><media:credit>Micaela Wentz </media:credit><author>Micaela Wentz</author><keywords>varejo, Latam Retail Show 2026, consumo, IA, lideres, vendas, pessoas, estrategia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aa9c1ac8d7bc07a2801d4d6</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 09:00:00 +0000</pubDate><title>Projeto retira mais de 18 toneladas de resíduos das praias</title><description>Iniciativa no litoral paulista combina mutirões com educação ambiental, restauração, proteção dos recursos hídricos e fortalecimento comunitário</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/e2/05/mh/e205mhk20774rh0q4uqxzre91.jpg"><figcaption>Voluntários recolhem resíduos em praias paulistas<span class="copyright">Divulgação Projeto Tecendo Águas </span></figcaption></figure><p>Um projeto realizado desde 2013 já retirou mais de 18 toneladas de resíduos de praias, rios, manguezais, encostas e áreas costeiras de Santos, Bertioga, São Sebastião, Ilhabela e Caraguatatuba.</p><p>Trata-se do Tecendo Águas, realizado pelo Instituto Supereco em parceria com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental e de uma rede de instituições da <strong>conservação litorânea.</strong></p><p>O volume vem sendo removido por mutirões de voluntários e inclui grande quantidade de plástico, como sacolas e garrafas, embalagens descartáveis e de alimentos. Há também pedaços de madeira, tecido, isopor e vidro, latas de alumínio, tampas, lacres e bitucas de cigarro. </p><p>Esses materiais, quando descartados de maneira inadequada em áreas verdes, ruas, rios, praças e praias, podem chegar até o oceano, comprometer a biodiversidade, afetar a paisagem e <strong>agravar problemas de drenagem e saneamento.</strong></p><p>“As 18 toneladas mostram a dimensão de um problema que começa muito antes de o resíduo chegar ao mar. Cada mutirão gera um resultado imediato, mas também permite dialogar com moradores, estudantes, comerciantes, turistas e poder público sobre prevenção, consumo responsável e responsabilidade compartilhada", afirma Andrée de Ridder Vieira, presidente do Instituto Supereco.</p><p>"Retirar é necessário; mas impedir que novos resíduos cheguem aos ecossistemas é a transformação que buscamos. Não fazemos nada sozinhos, uma rede de parceiros da conservação se junta para a <strong>educação</strong>, pesquisa e mobilização para a mudança”, completa.</p><h2>Desafios ambientais e sociais </h2><p>Andrée lembra que não é possível separar os desafios ambientais dos desafios sociais. </p><p>"Quando uma comunidade participa do diagnóstico, da vivência nos mutirões e da construção das soluções, a conservação deixa de ser uma ação isolada e passa a fazer parte do desenvolvimento integrado do território e da qualidade de vida e segurança socioambiental de uma comunidade”, destaca.</p><p>Mais do que contabilizar o material recolhido, as ações ajudam a identificar os tipos de resíduos encontrados e os pontos mais vulneráveis do território, produzindo dados padronizados para soluções e para a pesquisa científica, incluindo como impactam a vida marinha e costeira e interferem nas questões de <strong>saúde da população. </strong></p><p><strong>Leia também: <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/mariana-sgarioni/2026-09-11/empresas-passam-a-medir-as-emissoes-do-trajeto-casa-trabalho.html">Empresas passam a medir as emissões do trajeto casa-trabalho</a></strong> </p><p>As informações orientam atividades educativas e articulações locais voltadas ao descarte correto, à redução do plástico de uso único e à proteção de rios, manguezais, praias e áreas verdes.</p><p>Nesta fase, realizada entre 2024 e 2028, o projeto prevê o engajamento contínuo de 5.090 participantes diretos, preparados para atuar como multiplicadores e protagonistas em seus territórios. </p><p>A expectativa é alcançar ainda aproximadamente 10.500 pessoas por meio de <strong>ações educativas</strong>, eventos, campanhas e estratégias de educomunicação alinhadas à Agenda 2030, à Década do Oceano e às práticas de ESG.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/colunas/mariana-sgarioni/2026-09-16/projeto-retira-mais-de-18-toneladas-de-residuos-das-praias.html</link><dc:creator>Mariana Sgarioni</dc:creator><media:credit>Divulgação Projeto Tecendo Águas </media:credit><author>Mariana Sgarioni</author><keywords>Mutirão, resíduos, lixo, praia, litoral, litoral paulista, Petrobras, Tecendo Águas, Instituto Supereco, oceanos, poluição</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1df14f881651c47c0ee44</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aa9456f19432cb35258b752</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 00:56:55 +0000</pubDate><title>Lotofácil da Independência sortea R$ 300 milhões</title><description>Prêmio multimilionário do concurso especial de setembro não acumula; saiba quais foram as dezenas sorteadas nesta terça-feira (15)</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/08/d9/3a/08d93awxz9c0gczski3lfcgkq.jpg"><figcaption>Lotofácil da Independência sorteia R$ 300 milhões nesta terça-feira (15)<span class="copyright">DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL </span></figcaption></figure><p>O sorteio do concurso da <strong>Lotofácil da Independência, </strong>que promete pagar ao vencedor um <strong>prêmio</strong> estimado em cerca de <strong>R$ 300 milhões,</strong> ocorreu na noite desta terça-feira (15), às 21h.<strong> </strong></p><p>As dezenas sorteadas foram:</p><p>15 - 07 - 03 - 19 - 06 - 21 - 22 - 04 - 23 - 02 - 05 - 12 - 16 - 01 - 17</p><p>Inicialmente, o concurso estava previsto para esta manhã, às 11h, mas a <strong>Caixa Econômica Federal</strong> (CEF) alterou o <strong>cronograma.</strong> O registro da aposta pode ser feito em casas lotéricas e por meio dos canais digitais oficiais das Loterias Caixa.</p><h2><strong>Prêmio da Lotofácil não é cumulativo</strong></h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/49/rs/hl/49rshlkwa2enmvz3kd46v6inb.jpg"><figcaption>Lotofácil da Independência sorteia R$ 300 milhões nesta terça-feira (15)<span class="copyright">Divulgação/Caixa Econômica Federal </span></figcaption></figure><p></p><p>A característica principal do sorteio especial é que o prêmio principal é <strong>sorteado</strong> apenas <strong>uma vez,</strong> isto é, <strong>não acumula.</strong> Caso <strong>nenhum</strong> apostador acerte as <strong>15 dezenas</strong> sorteadas, a soma de R$ 300 milhões é dividida entre os que acertaram a segunda faixa, de <strong>14 números,</strong> e assim <strong>sucessivamente.</strong></p><p>No sorteio do ano passado, o <strong>prêmio multimilionário</strong> foi repartido igualitariamente entre <strong>54 apostas vencedoras.</strong> O valor total acumulado bateu o <strong>recorde</strong> de <strong>R$ 231,8 milhões,</strong> fazendo com que cada bilhete ganhador recebesse cerca de <strong>R$ 4,2 milhões.</strong></p><h2><strong>Como jogar na Lotofácil da Independência?</strong></h2><p>No concurso de número 3780, o apostador deve <strong>marcar</strong> de <strong>15 a 20 números</strong> dentre os <strong>25 disponíveis</strong> no volante. O jogador <strong>fatura</strong> o prêmio se acertar <strong>11, 12, 13, 14 ou 15 dezenas.</strong> A aposta mínima custa <strong>R$ 3,50. </strong>A Caixa ainda oferece a possibilidade de deixar que o <strong>sistema escolha os números aleatoriamente</strong> por meio da modalidade chamada de <strong>Surpresinha.</strong> </p><p>As apostas poderam ser realizadas em qualquer <strong>lotérica</strong> do Brasil, no <strong>portal</strong> Loterias Caixa ou no <strong>aplicativo</strong> Loterias Caixa. Ademais, a <strong>venda de cotas do Bolão Caixa</strong> também continuou até as <strong>20h,</strong> exclusivamente pelo aplicativo Loterias Caixa e pelo portal Loterias Caixa.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-15/lotofacil-da-independencia-sorteia-r--300-milhoes--acompanhe.html</link><dc:creator>Caio Resende</dc:creator><media:credit>DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL </media:credit><author>Caio Resende</author><keywords>Prêmio milionário, sorteio lotofácil, Lotofacil da Independencia, Lotofácil da Independência é hoje</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aa9bcd78d7bc07a2801d4d3</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 22:05:37 +0000</pubDate><title>Chinês compra 50 mil bilhetes iguais e fatura R$ 168 milhões</title><description>Aposta incomum atrai investigações na China e revela brecha no regulamento do jogo que gerou economia milionária de tributos ao grande vencedor</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1r/cd/xq/1rcdxqmk50or48tvzk1itevb1.jpg"><figcaption>Aposta virou polêmica nacional e investigação não apontou qualquer trapaça<span class="copyright">Foto gerada por IA </span></figcaption></figure><p>Um cidadão de Nanchang, cidade na província de Jiangxi, na <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2026-09-14/china-descobre-mina-de-ouro-e-prata-no-fundo-do-oceano-pacifico.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>China</strong></a>, faturou um grande prêmio de <strong>220 milhões de yuans</strong> (cerca de <strong>R$ 168 milhões</strong>) após investir <strong>100 mil yuan</strong> em <strong>50 mil bilhetes idênticos</strong> com a mesma combinação de números<strong>: 40, 41, 42, 44, 63, 64 e 65</strong></p><p>O c<strong>omportamento incomum</strong> levou autoridades locais a abrirem <strong>investigações</strong> sobre a possibilidade de <strong>informação privilegiada</strong> no concurso.</p><p>Contudo, de acordo com o China Walfare Lottery, não houve <strong>irregularidades</strong> ou <strong>conhecimento exclusivo</strong>. O “sortudo” apostava <strong>recorrentemente</strong> há <strong>cinco anos</strong> e possui renda familiar elevada.</p><p>As investigações revelaram que o homem encontrou uma <strong>brecha</strong> no regulamento do concurso e conseguiu uma economia de cerca de <strong>40 milhões yuans (R$ 30,6 milhões</strong>) em i<strong>mpostos pessoais</strong> sobre o <strong>prêmio</strong>.</p><p>O objetivo de fazer tantas <strong>apostas</strong>, porém, segue desconhecido, já que a chance de realmente ganhar com<strong> jogos</strong> sempre iguais era <strong>baixa</strong>. Também não se sabe se o benefício obtido com a <strong>isenção</strong> foi proposital.</p><p>O sorteio fazia parte do “<strong>Happy 8</strong>”, espécie de mega-sena chinesa com possibilidade de <strong>apostas diárias</strong> em todo país. Os valores são convertidos para amparar os idosos, ajudar as pessoas com deficiência, salvar órfãos e auxiliar os necessitados, segundo o departamento de apostas chinês.</p><h2>Como foi feita a aposta?</h2><p>Conforme o Ministério de Assuntos Civis, o homem realizou <strong>50.050 apostas.</strong> Todas foram feitas no dia <strong>02 dezembro de 2023</strong>, entre às 19h02 e 19h28. 50 mil em um ponto de venda físico, e outras<strong> 50 compradas</strong> de forma virtual.</p><p>No dia 03 de dezembro de 2023, o resultado foi publicado por meio da China Welfare Lottery Network, quando faturou o grande prêmio.</p><p>Após a polêmica, porém, as investigações apontaram que o ganhador apostou na <strong>mesma combinação de números em três concursos</strong> consecutivos, nos dias 30 de novembro, 1º de dezembro e 2 de dezembro.</p><p>No concurso de <strong>30 de novembro</strong>, comprou <strong>25.750 apostas</strong> com esses números, na <strong>modalidade “acertar zero”</strong>. Ele venceu em todas as apostas.</p><p>No dia <strong>1º de dezembro</strong>, resgatou os prêmios e comprou mais <strong>25.050 apostas com</strong> os mesmos números. Dessa vez, não ganhou nada.</p><p>Por fim, no dia<strong> 2 de dezembro</strong>, voltou a apostar nos mesmos números, com os <strong>50.050 bilhetes</strong>, e ganhou o<strong> grande prêmio</strong>. Ou seja, ao longo dos três dias, comprou<strong> 100.850 apostas</strong>, todas com a mesma combinação.</p><h2>Limite de pagamentos de premiação teve efeito oposto</h2><p>O Happy 8 possui <strong>dez modalidades de apostas</strong>. A modalidade escolhida foi a de sete números. Nela, há cinco categorias de prêmio: “acertar sete”, “acertar seis”, “acertar cinco”, “acertar quatro” e “acertar zero”.</p><p>O concurso sorteia <strong>20 números</strong> e o objetivo do jogo é ter o máximo de acertos. Cada aposta certa deveria faturar <strong>10.000 yuan, cerca de R$ 7,6 mil</strong>.</p><p>No entanto, uma das regras do concurso prevê que o prêmio é reduzido em caso de compra de um grande número de apostas. Ao invés dos <strong>R$ 7,6 mil</strong>, o homem ficou com cerca de <strong>R$ 3 mil</strong> por bilhete correto.</p><p>Outra regra é sobre a <strong>tributação</strong>. Segundo o Ministério, um imposto de renda pessoal é tributado a ganhos de <strong>10.000 yuans</strong> ou mais. Com isso, todos os 50 mil bilhetes do vencedor ficaram abaixo do limite para tributação.</p><p>Ou seja, o <strong>mecanismo</strong> que foi pensado para limitar os prêmios pagos aos vencedores também teve efeito oposto e aumentou o valor total ganho pelo homem, eliminando cerca de <strong>40 milhões de yuans (R$ 30,6 milhões)</strong> de impostos. </p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-15/chines-compra-50-mil-bilhetes-iguais-e-fatura-r--168-milhoes.html</link><dc:creator>Thiago Sória</dc:creator><media:credit>Foto gerada por IA </media:credit><author>Thiago Sória</author><keywords>Pura sorte, China, Happy 8, Ministério de Assuntos Civis da China, homem aposta 50 mil bilhetes iguais, homem ganha sorteio com 50 mil apostas iguais, homem fatura milhoes com apostas iguais</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aa991868d7bc07a2801d48d</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 21:15:00 +0000</pubDate><title>Latam Retail Show: estudo analisa marcas, IA e crise existencial</title><description>Em palestra, Luciano Deos destaca como a ansiedade contemporânea e a inteligência artificial transformam profundamente as relações de consumo</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8d/lw/k7/8dlwk7516swbgcrvq897zen10.jpg"><figcaption>Luciano Deos - CEO e Founder do Gad’<span class="copyright">Divulgação/ Latam Retail Show </span></figcaption></figure><p> Um <strong>levantamento inédito</strong> que monitora<strong> transformações sociais</strong> a partir de centenas de pesquisas mapeou as diretrizes para que gestores antecipem movimentos de mercado em<strong> tempos de crise</strong> foi apresentado durante o <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-15/latam-retail-show-2026-debate-limite-da-ia-e-foco-no-consumidor.html">Latam Retail Show</a>, realizada nesta terça-feira (15), em São Paulo.   O estudo foi desenvolvido pela consultoria Gad’ e segundo o responsável pelo projeto, Luciano Deos, o contexto atual reflete uma <strong>ruptura profunda</strong> no processo de <strong>construção de reputação corporativa</strong>.   O relatório aponta que a sociedade vive uma <strong>crise existencial</strong> alimentada por <strong>guerras</strong>, <strong>polarização</strong> e descrença em autoridades. Essa falta de perspectiva gera ansiedade contínua, afetando diretamente os <strong>hábitos de consumo</strong>.</p><p>O relatório com o título "Desafio da Relevância", revela o desafio principal das grandes empresas que será manter o significado institucional em um ambiente marcado pela indiferença.</p><h2 class="  ">Tolerâcia do públicou caiu</h2><p>O estudo mostra que diante de <strong>qualquer atrito</strong>, o <strong>consumidor</strong> corre para o <strong>concorrente, </strong>exige muito esforço de retenção e revela também que a <strong>inteligência artificia</strong>l virou a porta de entrada da <strong>jornada de compra</strong>.   Dados indicam que mais de metade do público final (B2C) e 93% do segmento corporativo (B2B) iniciam a <strong>busca de fornecedores via sistemas automatizados</strong>.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d0/ky/3l/d0ky3llv83rkpfpx8xukqhsss.jpg"><figcaption>Compra online<span class="copyright">Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>  O levantamento destaca um movimento de<strong> busca por ancestralidade</strong>, onde empresas passam a incentivar pausas na <strong>hiperconexão</strong>. Luciano pontua a transição do <strong>papel institucional.</strong> </p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-15/latam-retail-show--estudo-analisa-marcas--ia-e-niilismo.html</link><dc:creator>Micaela Wentz, Marcela Gonzaga</dc:creator><media:credit>Divulgação/ Latam Retail Show </media:credit><author>Micaela Wentz, Marcela Gonzaga</author><keywords>consumo, Latam Retail Show, 2026, varejo, evento, economia, consultoria, estudo</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aa994ef19432cb35258b7d0</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 18:57:05 +0000</pubDate><title>Bancos britânicos financiam alternativa à Visa e Mastercard</title><description>Nova empresa pretende levantar inicialmente cerca de 50 milhões de libras para desenvolver infraestrutura nacional para processar pagamentos</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3r/qt/6e/3rqt6e9iqhwh5n888ax6mhjkt.jpg"><figcaption>Objetivo envolve redução da dependência de empresas americanas<span class="copyright">Pé de Milha/Foto editada com IA </span></figcaption></figure><p>Os maiores bancos do <strong>Reino Unido</strong> começaram a levantar recursos para criar uma nova infraestrutura de pagamentos que, no futuro, poderá funcionar como alternativa doméstica à <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-08-24/visa-infinite-private-alta-altissima-renda.html">Visa</a> e à <a href="https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-08-25/mastercard-taste-of-priceless-sala-vip-aeroportos.html">Mastercard.</a> A UK Payments Delivery Company (PDC), empresa criada para conduzir o projeto, pretende captar inicialmente cerca de 50 milhões de libras (R$ 347 milhões na cotação atual) com bancos, instituições de crédito e empresas de pagamentos.</p><p>A iniciativa representa uma nova etapa de um projeto que já vinha sendo discutido desde o começo do ano. Naquele momento, bancos britânicos haviam anunciado a intenção de desenvolver uma rede nacional para reduzir a dependência das duas bandeiras americanas. Agora, o plano entrou na fase de capitalização, com recursos destinados a financiar a estruturação da PDC até 2028.</p><p>Esse movimento tem um peso significante devido ao papel do Reino Unido no sistema financeiro internacional. Londres está entre os maiores centros financeiros do mundo e reúne bancos globais, fintechs, empresas de pagamentos e instituições com atuação em diversos mercados. Se uma economia com essa relevância decidir redesenhar a infraestrutura por trás dos pagamentos, o impacto potencial ultrapassa suas fronteiras: o país pode se tornar um laboratório para uma nova arquitetura do setor e influenciar outras nações a reduzir a dependência de redes internacionais.</p><h2>Bancos querem controlar uma parte maior dos pagamentos</h2><p>A discussão vai além de simplesmente criar uma nova bandeira para estampar cartões. O que está em jogo é a infraestrutura por trás das transações que conecta consumidores, bancos e comerciantes.</p><p>Cerca de <strong>95% das transações com cartões no Reino Unido passam atualmente pelas redes da Visa ou da Mastercard,</strong> segundo dados publicados pelo jornal The Guardian. A concentração transformou as duas empresas em peças centrais do sistema de pagamentos britânico.</p><p>Para os bancos, desenvolver uma infraestrutura própria pode aumentar a autonomia sobre uma etapa estratégica da cadeia. Também pode ampliar a capacidade de negociação com as redes internacionais e criar espaço para novos modelos de pagamentos.</p><p>Esse ponto é particularmente relevante para o consumidor. Quando um cartão oferece pontos, cashback ou outros benefícios, a relação parece acontecer principalmente entre cliente e banco. Por trás da compra, porém, existe uma rede de infraestrutura que processa aquela transação. É nessa camada que Visa, Mastercard construíram uma posição dominante.</p><h2>Projeto ainda está longe de substituir bandeiras</h2><p>A nova estrutura não deve ser confundida com uma substituição imediata das duas bandeiras. A PDC ainda está em fase de organização e captação de recursos. O dinheiro que começa a ser levantado agora servirá para financiar sua incorporação e mobilização, enquanto novas rodadas de capital deverão ser necessárias para desenvolver a infraestrutura propriamente dita.</p><p>O Banco da Inglaterra também trabalha na definição da próxima geração da infraestrutura de pagamentos de varejo do país. Uma consulta sobre o desenho desse sistema foi aberta em junho e recebeu contribuições até 11 de setembro. Um blueprint para a futura infraestrutura é esperado no primeiro trimestre de 2027.</p><p>A previsão, portanto, é de um projeto de longo prazo. A própria discussão britânica aponta para uma infraestrutura que possa estar plenamente desenvolvida até o fim da década.</p><h2>Visa e Mastercard também participam do projeto</h2><p>Há uma ironia interessante na iniciativa. Embora a nova estrutura esteja sendo tratada como uma possível alternativa às duas bandeiras, Visa e Mastercard participaram dos trabalhos iniciais da PDC.</p><p>Ao todo, 19 organizações contribuíram para a fase inicial de financiamento e estruturação. Além dos quatro maiores bancos de varejo britânicos, o grupo inclui instituições americanas como o <strong>Citi</strong> e o <strong>JPMorganChase,</strong> além do <strong>PayPal.</strong></p><p>Isso mostra que a discussão não pode ser resumida a uma guerra entre bancos britânicos e bandeiras americanas. O objetivo imediato é construir uma infraestrutura mais moderna, resiliente e capaz de atender às necessidades futuras do mercado.</p><p>A possibilidade de competir com Visa e Mastercard aparece como consequência potencial desse movimento.</p><h2>Por que os bancos querem uma alternativa</h2><p>Existe uma questão econômica e outra estratégica. A primeira envolve a dependência de uma infraestrutura concentrada em poucas empresas. Quanto maior a participação de uma rede no processamento dos pagamentos, maior sua importância para bancos, comerciantes e consumidores.</p><p>A segunda envolve resiliência. O Banco da Inglaterra vem defendendo uma nova infraestrutura para tornar o sistema britânico mais preparado para interrupções, além de estimular competição e inovação.</p><p>A discussão ganhou força em meio a preocupações sobre a dependência europeia de empresas americanas de tecnologia e infraestrutura. O projeto britânico chegou a ser associado, em fevereiro, às tensões geopolíticas envolvendo os Estados Unidos e seus aliados europeus.</p><p>A notícia sobre o avanço dos planos, com a captação do fundo, fez com que as ações de Visa, Mastercard e American Express na Bolsa de Valores de Nova York registrassem queda nesta terça-feira (15).  </p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/colunas/pedemilha/2026-09-15/reino-unido-bancos-visa-mastercard.html</link><dc:creator>Fernando Mellis</dc:creator><media:credit>Pé de Milha/Foto editada com IA </media:credit><author>Fernando Mellis</author><keywords>Bandeiras americanas, Reino Unido, bancos, meios de pagamento, visa, mastercard, cartão de crédito</keywords><internationalize>false</internationalize><section>69cc24196caeaf336a37a094</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aa96f7819432cb35258b7a5</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 17:54:57 +0000</pubDate><title>Apex Partners pede recuperação judicial após crise financeira</title><description>Companhia busca reorganizar compromissos financeiros, alongar prazos de pagamento e preservar as operações diante da pressão de credores</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7x/jh/vy/7xjhvy171x20qat07yikyd0nz.jpg"><figcaption>Crise financeira leva Apex Partners a pedir recuperação judicial<span class="copyright">Divulgação / Apex Partners </span></figcaption></figure><p>A <strong>Apex Partners,</strong> um dos maiores escritórios de assessoria de investimentos do <strong>Espírito Santo,</strong> pediu <strong>recuperação judicial</strong>. A medida busca <strong>reorganizar</strong> <strong>dívidas</strong> e preservar as atividades da empresa, que enfrenta uma <a href="https://esporte.ig.com.br/parceiros/jogada10/2026-09-10/sao-paulo-atrasa-salarios-de-jogadores-em-meio-a-crise-financeira.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>crise financeira</strong></a> agravada por problemas de <strong>liquidez</strong>, perda de valor de ativos e questões de <strong>governança</strong>.</p><p>No pedido apresentado à Vara de <strong>Recuperação Judicial</strong> e <strong>Falência da Comarca de Vitória</strong>, a companhia afirma que a crise se desenvolveu ao longo dos últimos <strong>18 meses</strong> e foi causada por fatores econômicos, operacionais e administrativos.</p><p>No mês passado, em 6 de agosto, a <strong>Apex</strong> afastou o <strong>presidente, Fernando Cinelli,</strong> e o <strong>diretor financeiro, Eduardo Siqueira,</strong> após uma <strong>investigação</strong> preliminar apontar <em><strong>“inconsistências contábeis, gerenciais e financeiras”</strong></em> envolvendo a empresa e suas investidas. Na sequência, a companhia entrou com uma medida cautelar para se proteger de <strong>credores</strong>.</p><p>Segundo a Apex, o problema foi resultado da <strong>deterioração</strong> dos resultados, do aumento do endividamento e da dificuldade de transformar ativos em dinheiro em curto prazo. A empresa reconhece também  que os controles internos e a estrutura de governança não acompanharam o crescimento do grupo.</p><h2>Juros altos e queda nas receitas</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ex/q4/rk/exq4rk0tizz0rwqv15f5e4uj8.jpg"><figcaption>juros; calculadora; contas; dívidas<span class="copyright">FreePik/katemangostar </span></figcaption></figure><p>A companhia diz que a <strong>permanência dos juros em níveis elevados</strong> reduziu a procura por produtos alternativos, principalmente em investimentos imobiliários e empresas privadas.</p><p>Com menos <strong>captação</strong>, caíram receitas de estruturação, distribuição e gestão, além dos ganhos da área de <strong>assessoria</strong>.</p><p>O cenário ficou ainda mais difícil porque parte dos investimentos havia sido assumida sob garantia firme. Quando as captações esperadas não aconteceram, a tesouraria precisou usar recursos próprios para cumprir os compromissos.</p><p>Para reforçar o caixa, a empresa aumentou a utilização de dívidas, incluindo debêntures com taxas elevadas. A Apex chama o movimento de <strong>“efeito tesoura”</strong>: enquanto a geração de <strong>caixa</strong> diminuía, o endividamento e as despesas financeiras aumentavam.</p><h2>Aquisições também pressionaram os custos</h2><p>A crise aconteceu durante um período de expansão da companhia. As aquisições da <strong>Stark Investment Banking</strong> e da <strong>Contea Capital,</strong> concluídas em 2025, tinham como objetivo diversificar os negócios e ampliar a presença regional.</p><p>Porém, as receitas e sinergias esperadas não teriam acontecido no ritmo previsto. Com isso, os custos aumentaram antes que as novas operações começassem a gerar retornos que eram esperados.</p><p>A petição também cita gastos com distribuição de produtos, eventos e consultorias, além de investimentos que não apresentaram o resultado esperado.</p><h2>Ativos perderam R$ 71,4 milhões em valor</h2><p>Outro problema apontado foi a perda de valor de parte dos ativos da empresa. De acordo com a petição, uma carteira avaliada em cerca de <strong>R$ 261,5 milhões</strong> passou a ter valor estimado de realização de <strong>R$ 190,1 milhões</strong> no primeiro semestre de 2026. A queda foi de aproximadamente <strong>27,3%,</strong> ou <strong>R$ 71,4 milhões.</strong></p><p>Para a Apex, a redução dificultou a obtenção de dinheiro para cumprir as obrigações no curto prazo.</p><h2>Pressão dos credores aumentou</h2><p>A empresa afirma que a situação financeira já estava se deteriorando antes de agosto, mas com a divulgação dos problemas aumentou a pressão dos credores.</p><p>De acordo com a petição, o saldo das debêntures emitidas pela <strong>Rhino</strong>, em oito séries ativas, superava <strong>R$ 450 milhões</strong> em junho de 2026. Desse total, <strong>R$ 83,3 milhões</strong> já tinham sido solicitados.</p><p>Também havia pedidos de resgate de aproximadamente <strong>R$ 78,2 milhões,</strong> com datas críticas entre 12 de agosto e 30 de setembro.</p><p>A <strong>Apex</strong> afirma que uma corrida de credores poderia obrigá-la a vender ativos de forma acelerada, com descontos de até <strong>60%</strong>. Por isso, a <a href="https://economia.ig.com.br/2026-08-25/qual-a-diferenca-entre-recuperacao-judicial-e-falencia-.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">recuperação judicial</a> é apresentada como uma forma de reorganizar os ativos e as dívidas e evitar uma perda maior de valor.</p><h2>Governança também é alvo de mudanças</h2><p>A companhia afirma que a administração anterior era centralizada, com decisões concentradas no administrador Fernando Antonio Kulnig Cinelli e no então diretor financeiro Eduardo Costa Constâncio Siqueira.</p><p>Após o afastamento de ambos, uma administração interina foi eleita. A nova gestão afirma ter adotado medidas como a separação de funções, contratação de assessoria financeira independente e abertura de uma apuração interna.</p><p>A petição também informa que foram identificadas transferências de recursos em favor de um administrador afastado. A Justiça determinou o bloqueio de cerca de<strong> R$ 23 milhões</strong>. A empresa afirma que eventuais responsabilidades individuais serão apuradas em processos próprios.</p><h2>Empresa afirma que negócio é viável</h2><p>Mesmo com os problemas, a Apex diz que o grupo continua economicamente viável. A empresa afirma que o principal problema está no prazo das dívidas, concentradas no curto prazo, enquanto parte dos ativos precisa de mais tempo para ser transformada em dinheiro.</p><p>O grupo tinha em torno de <strong>R$ 17 bilhões</strong> em ativos sob supervisão, sendo <strong>R$ 5,2 bilhões s</strong>ob gestão de recursos e <strong>R$ 11,8 bilhões</strong> na área de assessoria de investimentos.</p><p>A área de assessoria atendia <strong>7.620 clientes</strong> e estava envolvida em <strong>26 projetos imobiliários</strong>, operações de crédito privado e participações em empresas regionais.</p><h2>Próximos passos</h2><p>A estratégia apresentada prevê alongar os prazos das dívidas, reduzir despesas financeiras, reorganizar os pagamentos e vender ativos considerados não estratégicos.</p><p>A empresa também incluiu diversos veículos de investimento no pedido e defende que seus <strong>patrimônios</strong> sejam <strong>mantidos</strong> <strong>separados</strong> dentro do processo. O pedido de recuperação judicial ainda será analisado pela <strong>Justiça</strong>.</p><p>*Estagiária sob supervisão</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-15/apex-partners-pede-recuperacao-judicial-apos-crise-financeira.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Divulgação / Apex Partners </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>problemas por liquidez, apex, Recuperação Judicial, Dívidas, Assessoria</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aa9791c19432cb35258b7b0</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 17:19:21 +0000</pubDate><title>Latam Retail Show 2026 debate limite da IA e foco no consumidor</title><description>Executiva alerta para o esgotamento do consumidor digital e aponta o atendimento humanizado como diferencial nos próximo anos</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dr/0z/li/dr0zlibj9tpmry4s39trtjukg.jpg"><figcaption>Andrea Bell, vice-presidente da WGSN Creative Intelligence<span class="copyright">Micaela Wentz/iG </span></figcaption></figure><p>Durante o primeiro dia do <a title="Latam Retail Show 2026" href="https://economia.ig.com.br/2026-09-14/sao-paulo-recebe-o-latam-retail-show-2026-no-dia-15-de-setembro.html">Latam Retail Show 2026</a>, realizada em São Paulo, a vice-presidente da WGSN Creative Intelligence, <strong>Andrea Bell</strong>, contou como é possível um empreendedor diferenciar a operação de sua empresa em relação às demais, ao mesmo tempo em que a população consumidora enfrenta um mar de conteúdo feito com <strong>Inteligência Artificial (IA)</strong>.</p><p>À frente da palestra "Despertar Sensorial: Como a Inteligência Humana se tornará a Prioridade dos Consumidores até 2028", a empresária estadunidense discorreu sobre como o "bombardeamento" de informações durante a compra on-line sobrecarrega o consumidor, por mais que também o ajude a tomar decisões.</p><p>Com o crescimento da IA e de sua aplicação constante em todos os meios, a população manifesta, com cada vez mais frequência, uma carência de atendimento humanizado. </p><p>Andrea explica que o consumidor chegou ao chamado “teto da otimização”, afirmando que o sistema que utiliza IA não esta quebrado, mas deixou de funcionar como antes. A palestrante questiona: </p><h2>Quando a tecnologia vira “o centro da vida”</h2><p>Para contextualizar a virada de chave tecnológica da sociedade, Andrea voltou a 1982, ano em que a revista <em>Time</em> colocou um computador como "personalidade do ano". Segundo a empresária, o choque da população não era o fato de ser uma máquina, mas o reconhecimento de que a tecnologia havia passado a organizar a vida cotidiana das pessoas.</p><p>Em janeiro de 2025, a mesma revista elegeu os "arquitetos da IA" como personalidade do ano. Para Bell, o ponto de reflexão não é a potência das máquinas, mas o fato de que o povo continua, constantemente, organizando suas vidas em torno delas.</p><p>A apresentação também revisitou uma estatística famosa, que aponta que o ser humano teria, atualmente, um <strong>período de atenção de 8,25 segundos</strong>, menor que o de um peixinho dourado. A boa notícia, segundo a Andrea, é que <strong>esse dado é falso</strong>, originado de uma campanha publicitária da <strong>Microsoft</strong> em 2015.</p><p>O problema real, porém, é outro: a atenção humana não está simplesmente reduzida, está fragmentada. Estudos trazidos pela palestrante indicam que, hoje, uma pessoa troca de tarefa cognitivamente a cada 47 segundos, gerando o chamado "resíduo cognitivo", um efeito que comprime a memória e a capacidade de multitarefa.</p><p>A palestrante recuperou uma citação do cientista e futurista americano <strong>Herbert Simon</strong>, de 1974: "Uma riqueza de informação cria uma pobreza de atenção". Segundo ela, o que era um alerta nos anos 1970 tornou-se, em 2026, um "procedimento operacional padrão".</p><p><strong>Leia também:</strong> <a title="Latam Retail Show lança 16 pesquisas inéditas na 11ª edição" href="https://economia.ig.com.br/2026-09-14/latam-retail-show-lanca-16-pesquisas-ineditas-sobre-o-futuro-do-varejo.html">Latam Retail Show lança 16 pesquisas inéditas na 11ª edição</a> </p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3u/dk/km/3udkkm6fowepm0tgasytr8pzu.jpg"><figcaption>Latam Retail Show 2026<span class="copyright">Micaela Wentz/iG </span></figcaption></figure><h2>A “humanização” da IA</h2><p>De acordo com a vice-presidente, os <strong>aplicativos de IA</strong>, sobretudo os chamados <em><strong>"companion apps"</strong></em> (assistentes de companhia por IA), foram projetados para “capturar corações”. </p><p>Um estudo da <em>Harvard Business School</em>, divulgado no fim de 2025, teria constatado que, entre os cinco aplicativos de companhia por IA mais populares, a culpa e a pressão emocional prolongavam o tempo de uso em até 14 vezes.</p><p>Essa dinâmica emocional, segundo a palestrante, está impulsionando o avanço do chamado "comércio agêntico", quando agentes de IA compram por conta do consumidor, sem que ele precise visitar sites ou aplicativos de marcas.</p><p>A trajetória histórica passaria pelas lojas físicas, depois pelo e-commerce (que, segundo ela, "criou seu próprio problema", ao inundar o consumidor de opções) e agora chegaria à "compra de clique zero", em que muitas vezes o próprio comprador nem sabe de qual marca está comprando.</p><p>A pergunta que as empresas deveriam se fazer, segundo Andrea, não é se essa mudança vai acontecer, "mas se sua marca continua visível quando o ser humano parar fisicamente de buscar".</p><p>Entre os dados citados, estaria a constatação de que 70% dos consumidores brasileiros não percebem quando estão interagindo com um aplicativo ou busca de IA, muitos acreditam se tratar de algo nativo, no próprio idioma.</p><p>Como exemplo prático, a titular citou atualizações recentes de assistentes de IA, como o Gemini, do Google, capazes de indicar a disponibilidade de um produto em lojas físicas e fechar a compra diretamente, sem passar pelo site do varejista.</p><p>Marcas como Michael's e JD Sports já reagem de formas distintas: algumas veem apenas mais uma via de conversão, afinal “uma venda é uma venda”; outras temem perder o controle sobre preço e relacionamento com o cliente.</p><p>Diante desse cenário, a proposta central da palestra é de que as marcas invistam no que foi chamado de "reset sensorial", um conjunto de estratégias para reconectar consumidores à experiências humanas, sensoriais e memoráveis. Bell então afirma: "A IA não nos pede para sermos mais humanos, ela exige isso".</p><h2>Memória como métrica de crescimento</h2><p>O fechamento da palestra apresentou uma tese mais provocadora: no futuro, o crescimento das marcas não virá do que as pessoas consomem, mas do que elas se lembram. "A memória deixou de ser um subproduto, ela vai se tornar uma métrica de crescimento", afirmou Bell.</p><p>Diante da chamada "compressão de memória", um efeito da sobrecarga de informação que faz o cérebro reter cada vez menos detalhes de uma experiência, Andrea recomendou que as marcas "se projetem para a lembrança, não para o alcance", pensando no que acontece depois que a campanha ou a venda terminam.</p><p>Os exemplos citados incluem os copos reutilizáveis da Starbucks, batizados internamente de "merchandising que resgata memórias" (MRM, na sigla em inglês), hoje mais vendidos que o próprio café da marca; o modelo lançado no Japão durante a florada das cerejeiras teria gerado filas de até quatro horas e um mercado de revenda no qual um copo de US$ 25 chega a valer US$ 399. </p><p>Outros casos mencionados foram os "passaportes de beleza" da Glossier, com carimbos e brindes por loja, e os broches sem marca vendidos por US$ 4,99 pela Gap, pensados para criar associações afetivas duradouras com a marca.</p><p>Bell alerta que a resposta não deveria ser um produto, mas uma emoção, um serviço, um resíduo afetivo capaz de trazer o consumidor de volta.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-15/latam-retail-show-2026-debate-limite-da-ia-e-foco-no-consumidor.html</link><dc:creator>Micaela Wentz</dc:creator><media:credit>Micaela Wentz/iG </media:credit><author>Micaela Wentz</author><keywords>Latam Retail Show 2026, São Paulo, palestra, inteligência artificial, Andrea Bell, consumo</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aa95eb48d7bc07a2801d447</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 15:08:29 +0000</pubDate><title>Greve dos Correios pode atrasar entregas pelo país</title><description>Mercado Livre alerta clientes que fizeram compras recentemente sobre possíveis alterações na previsão de chegada dos produtos</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bs/tu/cq/bstucqhpu0af37bl80kabi90w.jpg"><figcaption>Greve dos Correios pode atrasar entregas pelo país<span class="copyright">Fernando Frazão/Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>Clientes do <strong>Mercado Livre</strong> que realizaram compras nas últimas semanas receberam mensagens pelo aplicativo informando sobre a possibilidade de atraso nas entregas devido à <a href="https://economia.ig.com.br/2026-09-11/correios-entram-em-greve-por-tempo-indeterminado.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">greve dos Correios</a>. A paralisação, iniciada nesta sexta-feira (11), foi aprovada por <strong>trabalhadores</strong> em <strong>assembleias</strong> realizadas em praticamente todo o <strong>país</strong>.</p><p>A mensagem enviada aos consumidores alerta que o prazo de entrega de alguns pedidos pode ser afetado pela paralisação. Assim, quem está no aguardo de uma encomenda deve ficar atento ao acompanhamento do pedido e a possíveis alterações na previsão de chegada.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0q/zx/6h/0qzx6hqnti929yxeexp3cr5on.jpg"><figcaption>Mensagem enviada pelo Mercado Livre aos clientes sobre possíveis atrasos nas entregas devido à greve dos Correios<span class="copyright">Arquivo pessoal </span></figcaption></figure><p>A greve foi aprovada por tempo indeterminado e, segundo a <strong>Federação Interestadual dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos</strong> (Findect), todas as <strong>35 assembleias r</strong>ealizadas até a noite de quinta-feira aprovaram a paralisação. Apenas o Acre ainda teria uma assembleia para decidir sobre a adesão ao movimento.</p><h2>Por que a greve dos Correios pode afetar diversos clientes no País?</h2><p>A possibilidade de atraso está relacionada às diferentes etapas pelas quais uma encomenda passa antes de chegar ao consumidor. Os Correios participam de processos como: <strong>postagem, tratamento e triagem, transporte, distribuição e entrega.</strong></p><p>Dessa maneira, redução no número de trabalhadores em uma ou mais dessas etapas pode afetar o <strong>fluxo</strong> das encomendas e, como consequência, os prazos iniciais informados aos clientes.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1l/h5/20/1lh520hhy93tgvjhsr80zfcpv.jpg"><figcaption>Mercado Livre adquire farmácia <span class="copyright">Reprodução </span></figcaption></figure><p>Está esperando uma compra do <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2026-09-14/golpe-usa-falso-app-do-mercado-livre-para-invadir-celulares.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Mercado Livre?</a> O consumidor pode acompanhar o pedido pelo próprio aplicativo e verificar se houve alguma alteração na <strong>previsão de entrega.</strong></p><p>Diferente de <strong>paralisações</strong> anteriores, que ficaram restritas a alguns <strong>estados</strong>, a atual greve conta com adesão de <strong>sindicatos</strong> em praticamente todo o país. Isso aumenta a possibilidade de impactos nas entregas em diferentes <strong>regiões</strong>.</p><h2>O que acontece se o pedido passar do prazo?</h2><p>Os <strong>Correios</strong> consideram uma encomenda atrasada quando a entrega, a primeira <strong>tentativa</strong> ou a disponibilização para retirada ocorre depois do prazo estabelecido para o <strong>serviço contratado.</strong></p><p>A estatal prevê indenização por atraso quando a demora acontece por falha dos Correios. No <strong>PAC</strong>, a devolução de parte do valor pago pela postagem varia de acordo com o período de atraso. No <strong>Sedex</strong>, também existem percentuais diferentes conforme o número de dias úteis de demora.</p><p>Serviços com horário determinado, como <strong>Sedex Hoje</strong>, <strong>Sedex 10 e Sedex 12, </strong>possuem<strong> regras próprias.</strong></p><p>Isso não significa, que o consumidor que realizou uma compra pela <strong>online</strong> receberá de maneira automática uma <strong>indenização</strong>. As regras dos Correios tratam do serviço postal contratado, que normalmente é pago pelo remetente.</p><p>Para quem realizou a compra de um produto a relação de consumo continua sendo com a <strong>plataforma</strong> e o <strong>vendedor</strong> <strong>responsável</strong> pela compra, de acordo com as condições apresentadas no momento da aquisição.</p><h2>Quanto tempo a greve pode durar?</h2><p>Ainda não é possível saber quanto tempo a atual paralisação irá durar. Como o movimento foi aprovado por <strong>tempo indeterminado</strong>, não existe uma data definida para o encerramento.</p><h2>Por que os Correios estão em greve?</h2><p>A paralisação foi aprovada após as negociações da <strong>Campanha Salarial</strong> terminarem sem acordo entre trabalhadores e a empresa.</p><p class="    ">Um dos principais pontos de discussão envolve o <strong>plano de saúde</strong> dos funcionários. Segundo a Findect, os Correios pretendem alterar a condição da empresa como mantenedora do <strong>benefício</strong>, o que preocupa os trabalhadores por possíveis efeitos no <strong>custeio e na assistência oferecida</strong> a <strong>empregados, aposentados e familiares.</strong></p><p class="     ">Antes da paralisação, foram realizadas rodadas de negociação e tentativas de mediação no <strong>Tribunal Superior do Trabalho</strong> (TST). Sem acordo, os sindicatos aprovaram a greve por tempo indeterminado.</p><p>A reportagem do <strong>iG</strong> entrou em contato com o Mercado Livre para saber quais medidas estão sendo adotadas diante da greve dos Correios, quantos pedidos podem ser afetados e quais orientações devem ser dadas aos consumidores que receberam a mensagem sobre possíveis atrasos. </p><p>Até o momento da postagem da reportagem a empresa não havia enviado um posicionamento. O espaço segue aberto.</p><p>*Estagiária sob supervisão</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-15/greve-dos-correios-pode-atrasar-entregas-pelo-pais.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Fernando Frazão/Agência Brasil </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Mercado Livre, Correios, atraso na entrega, Pedidos, Clientes, Greve</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aa951e88d7bc07a2801d42b</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 14:53:41 +0000</pubDate><title>Reunião do Copom começa com expectativa de nova redução da Selic</title><description>A reunião de dois dias termina amanhã, e a expectativa do mercado é de redução dos atuais 14% para 13,75% ao ano</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/az/ov/df/azovdfc6l58jsibunf0g1zxoz.jpg"><figcaption>Banco Central lança serviço contra fraude<span class="copyright">DIVULGAÇÃO/BANCO CENTRAL </span></figcaption></figure><p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia nesta terça-feira (15) a sexta reunião de 2026 para definir a taxa básica de juros, a Selic.</p><p>A reunião de dois dias termina amanhã, e a expectativa do mercado, em meio ao cenário de controle da inflação, é de redução dos atuais 14% para 13,75% ao ano.</p><p>A Selic está em 14% ao ano, o menor patamar registrado em 2026, após a sequência de reduções promovidas pelo Copom desde março.</p><h2>Boletim Focus</h2><p>Com relação aos demais índices projetados pelo mercado financeiro, foi observada tendência de queda para a inflação em 2026 (para 4,9%) na comparação com a semana anterior, quando estava em 5%.</p><p>Há quatro semanas, o mercado financeiro projetava uma inflação de 5,02% ao final do ano.</p><h2>PIB e dólar</h2><p>Em relação à economia, o mercado trabalha com projeção de crescimento de 1,89% em 2026.</p><p>Na semana passada, a expectativa era de que o Produto Interno Bruto brasileiro (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) fecharia o ano em 1,93%; e há quatro semanas, em 1,98%.</p><p>As projeções do mercado relacionadas ao câmbio permanecem estáveis, com o dólar fechando 2026 cotado a R$ 5,20 – cotação que vem sendo projetada há 13 semanas consecutivas.</p><h2>Selic</h2><p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional e serve de referência para as demais taxas da economia.</p><p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.</p><p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida.</p><p>Juros mais altos encarecem o crédito, estimulam a poupança e reduzem pressões sobre os preços.</p><p>Por outro lado, taxas mais elevadas também podem dificultar a expansão da economia.</p><p>Além da Selic, os bancos consideram fatores como risco de inadimplência, custos administrativos e margem de lucro ao definir os juros cobrados dos consumidores.</p><p>Quando a Selic é reduzida, a tendência é de crédito mais barato, o que favorece consumo e investimentos e estimula a atividade econômica.</p><p>O Copom se reúne a cada 45 dias.</p><p>No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial, além do comportamento do mercado financeiro.</p><p>No segundo dia, os integrantes do comitê analisam os cenários e definem o nível da taxa básica de juros.</p><h2>Meta</h2><p>Pelo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação definida pelo CMN é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p><p>Dessa forma, o limite inferior é de 1,5%, e o superior, de 4,5%.</p><p>Embora as projeções do mercado para a inflação tenham mantido a tendência de recuo, as estimativas permanecem acima do teto da meta para 2026, fator que continua no radar do Banco Central ao definir os rumos da política monetária.</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-15/reuniao-do-copom-comeca-com-expectativa-de-nova-reducao-da-selic.html</link><dc:creator>Agência Brasil</dc:creator><media:credit>DIVULGAÇÃO/BANCO CENTRAL </media:credit><author>Agência Brasil</author><keywords>Justica, Boletim Focus, Inflacao Oficial, banco central, Selic, Dolar, campio</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aa954718d7bc07a2801d42f</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 14:21:37 +0000</pubDate><title>Japoneses pagam para pedir demissão sem confronto com chefe</title><description>Empresas especializadas comunicam pedidos de demissão de funcionários que dão ghosting no trabalho para evitar contato com chefes</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2u/on/gh/2uongh1zshbtuzqmsx8q61keq.jpg"><figcaption>Serviços de "demissão terceirizada" ganham espaço no Japão ao permitir que funcionários deixem o emprego sem comunicar diretamente seus chefes<span class="copyright">Chi-Hui Lin </span></figcaption></figure><p></p><p>Para Y.M., um japonês de pouco mais de 20 anos, o primeiro emprego após a universidade, numa empresa de vendas do setor imobiliário, se transformou em um teste diário de resistência. Entre os colegas, era ele quem costumava ser alvo de gritos e reprimendas.</p><p>Segundo relato publicado no site da consultoria trabalhista e de recursos humanos Leadbrain, sediada em Tóquio, Y.M. procurava uma forma discreta de deixar o emprego. Preocupado com a opinião dos colegas, relutante em preocupar os pais e decidido a evitar conflitos no ambiente de trabalho, ele recorreu ao celular para buscar uma alternativa: um serviço terceirizado de demissão, que comunica o desligamento ao empregador em nome do funcionário.</p><p>No Japão, desaparecer do trabalho sem aviso prévio é conhecido como bakkure, prática que guarda certa semelhança com o chamado "ghosting" nos relacionamentos. Em muitos países, abandonar um emprego sem comunicação é visto como uma atitude irresponsável. Dentro da lógica das interações sociais japonesas, porém, desaparecer pode ser uma forma de evitar confrontos e preservar a harmonia, ao menos na aparência.</p><h3>Pagar para ir embora</h3><p>A procura por empresas que intermedeiam pedidos de demissão está em alta. A Albatross, uma das principais companhias do setor, auxilia cerca de 450 pessoas por mês a deixar seus empregos sem contato direto com os superiores. O serviço custa aproximadamente 120 euros (cerca de R$ 713) para trabalhadores em tempo integral. A maioria dos clientes é formada por jovens profissionais dos setores de serviços e manufatura. O processo pode ser concluído em até 15 minutos.</p><p>"As razões que levam as pessoas a pedir que nos encarreguemos da demissão vão de violência física a assédio sexual", afirmou Yuka Hamada, diretora-executiva da Albatross. "São pessoas vulneráveis e que não se sentem capazes de pedir demissão por conta própria."</p><p>Uma pesquisa da consultoria Shikigaku com trabalhadores japoneses de 20 a 49 anos mostrou que cerca de um terço dos entrevistados relatou ter sofrido algum tipo de assédio no ambiente de trabalho.</p><h3>Harmonia acima de tudo</h3><p>A cultura corporativa tradicional japonesa ganhou forma durante o período de crescimento econômico do pós-guerra e está fortemente associada ao conceito de emprego vitalício. Nesse contexto, a lealdade à empresa é tratada como uma virtude central, e muitos gestores interpretam pedidos de demissão como uma afronta pessoal. Por isso, diversos jovens trabalhadores hesitam em comunicar sua saída diretamente.</p><p>"Anunciar a intenção de pedir demissão pode parecer não apenas o encerramento de um contrato, mas também uma forma de decepcionar pessoas ou trair expectativas que se buscou atender durante anos", afirmou Hiroki Nakamori, professor associado da Escola de Pós-Graduação em Estudos de Design Social da Universidade Rikkyo.</p><p>Segundo Hiroshi Ono, professor de gestão de recursos humanos da Escola de Negócios da Universidade Hitotsubashi, o Japão é uma sociedade pouco inclinada ao confronto, onde se espera que os indivíduos se adaptem aos compromissos assumidos com a empresa e sua cultura organizacional.</p><p>"Quem perturba a harmonia não costuma ser bem-visto. Por isso, alguém que está saindo pode sentir que o melhor é simplesmente desaparecer sem causar alarde", disse Ono. "Agir coletivamente e em harmonia é considerado um sinal de força", acrescentou.</p><p>Essa tendência a evitar conflitos tem raízes profundas na sociedade japonesa. A Constituição dos Dezessete Artigos, compilada no início do século 7 e considerada um importante marco do pensamento político do Japão antigo, já defendia que a harmonia deveria ser priorizada e as disputas evitadas.</p><h3>Desaparecer sem deixar de ser educado</h3><p>Mas até mesmo abandonar um emprego pode ser feito de maneira considerada cortês. "Os clientes podem não se despedir nem agradecer diretamente à empresa. Nesses casos, a agência pode transmitir essas mensagens em seu nome", afirmou Hamada.</p><p>Trata-se de um dos paradoxos da cultura corporativa japonesa. Mesmo ao optar por desaparecer, muitos funcionários sentem a obrigação de seguir o princípio do meiwaku, que valoriza a redução de transtornos para os outros e a preservação da ordem coletiva.</p><p>Essa preocupação também se estende aos pertences deixados no local de trabalho. "Mesmo quando o cliente pretende desaparecer completamente, orientamos que esvazie sua mesa antes de sair", disse Hamada.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/agencias/dw/2026-09-15/jovens-japoneses-pagam-para-pedir-demissao-sem-confronto-com-chefe.html</link><dc:creator>Deutsche Welle</dc:creator><media:credit>Chi-Hui Lin </media:credit><author>Deutsche Welle</author><keywords>Economia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68220ad74e8368192f52c6c3</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aa94a5f8d7bc07a2801d41d</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 13:41:05 +0000</pubDate><title>Câmara dos EUA aprova fim definitivo da moeda de 1 centavo</title><description>Projeto bipartidário foi aprovado por unanimidade e prevê o fim da produção da menor unidade monetária americana, além de estabelecer outras regras</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9v/mo/wy/9vmowy2l4xbir2ypq7winrsgb.jpg"><figcaption>Versão atual da moeda de 1 centavo de dólar<span class="copyright">Reprodução da Casa da Moeda dos EUA </span></figcaption></figure><p>Em breve, os <strong>estadunidenses</strong> não serão mais capazes de oferecer <strong>um centavo</strong>. A moeda, conhecida como penny, está cada vez mais perto de deixar de fazer parte do dia a dia nos <strong>Estados Unidos.</strong></p><p>Na segunda-feira (14), a <strong>Câmara</strong> dos <strong>Representantes dos EUA</strong> aprovou por unanimidade o projeto de <strong>lei bipartidário Common Cents Act (Lei Bipartidária dos Centavos Comuns)</strong>, que determina o fim da produção da moeda pelo Governo americano.</p><p>A proposta impede o <strong>Tesouro</strong> dos Estados Unidos de <strong>cunhar</strong> novas unidades, com exceção de moedas para colecionadores. O texto também cria regras para que pagamentos em dinheiro sejam arredondados para os<strong> 5 centavos mais próximos.</strong></p><h2>Como vai funcionar?</h2><p>Com a mudança, valores pagos em dinheiro que não terminarem em 0 ou 5 centavos deverão ser arredondados.</p><p>Por exemplo: uma compra de <strong>US$ 10,01 (R$ 51,74)</strong> poderá ser arredondada para <strong>US$ 10,00 (R$ 51,69),</strong> enquanto um pagamento de <strong>US$ 10,03 (R$ 51,84)</strong> poderá chegar a <strong>US$ 10,05 (R$ 51,94).</strong></p><p>A regra vale apenas para <strong>transações</strong> em <strong>dinheiro</strong>. Pagamentos feitos por cartão ou outros meios eletrônicos não precisam passar pelo processo.</p><p>Uma possível exceção seria aplicada aos salários pagos em dinheiro. Para esses casos, o valor deve ser arredondado para cima caso o total não seja divisível por 5 centavos.</p><h2>O que acontece com as moedas que já existem?</h2><p>As moedas de 1 centavo que já estão em circulação continuarão sendo utilizadas normalmente.</p><p>A diferença é que novas unidades não deverão ser produzidas pelo Tesouro, caso o projeto seja transformado em lei.</p><h2>Produção foi encerrada em 2025</h2><p>A <strong>Casa da Moeda dos EUA</strong> parou de produzir moedas de um centavo em novembro do ano passado após <strong>232 anos de circulação.</strong></p><p class="  ">Agora, com a aprovação do <strong>Congresso</strong> norte americano, busca tornar a decisão permanente e impedir que uma futura <strong>administração</strong> retome a fabricação.</p><p>Para entrar definitivamente em vigor, a proposta ainda precisa ser sancionada pelo atual <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-09-12/casa-de-infancia-de-donald-trump-e-vendida-por-r--10-milhoes--veja.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">presidente Donald Trump.</a></p><h2>Por que os EUA querem acabar com o <em>penny</em>?</h2><p>Um dos principais motivos é o alto custo de produção. Em 2025, fabricar uma moeda de 1 centavo chegou a custar mais de<strong> três vezes</strong> o seu próprio valor. Segundo o <strong>Tesouro dos EUA</strong>, a medida deve gerar uma economia anual imediata de<strong> US$ 56 milhões (R$287.481.600) .</strong></p><p>A discussão também envolve a utilidade da <strong>moeda</strong>, já que o aumento dos gastos para produzir uma unidade de valor tão baixo passou a ser considerado pouco vantajoso pelo <strong>Governo norte americano.</strong></p><h2>Quem apresentou o projeto?</h2><p>O <strong>Common Cents Act</strong> foi liderado por <strong>Lisa McClain</strong>, republicana de Michigan e presidente da <strong>Conferência Republicana da Câmara,</strong> e por <strong>Robert Garcia,</strong> <strong>democrata</strong> da Califórnia e principal membro democrata do Comitê de Supervisão da Câmara.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cb/lm/xv/cblmxvqpk7wa0p4ghmeiyrf7v.jpg"><figcaption> Lisa McClain, republicana de Michigan e presidente da Conferência Republicana da Câmara<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>A proposta reúne parlamentares dos dois principais partidos dos EUA e foi aprovada sem votos contrários na <strong>Câmara</strong>.</p><p>O texto se baseia em um projeto anterior, também liderado por <strong>McClain,</strong> que havia sido aprovado pela Câmara e pelo Senado. A legislação anterior determinava a interrupção da produção, mas não estabelecia regras para o arredondamento de pagamentos em <strong>dinheiro</strong>.</p><p>A nova versão inclui essa definição e também permite que a Casa da Moeda dos EUA produza moedas de 5 centavos utilizando um material bem mais <strong>barato</strong> do que o é usado atualmente.</p><p>*Estagiária sob supervisão</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-15/camara-dos-eua-aprova-fim-definitivo-da-moeda-de-1-centavo.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Reprodução da Casa da Moeda dos EUA </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>fim de uma era, Moeda, Dólar, Penny, Mudança, Dinheiro</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item><item><guid isPermaLink="false">6aa935a619432cb35258b748</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 12:13:47 +0000</pubDate><title>Prova de vida: INSS alerta para golpes contra aposentados</title><description>Criminosos se passam por servidores e entram em contato com beneficiários para solicitar dados durante uma suposta atualização</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bn/ot/j1/bnotj14nwks3h5lckvrrbhlpm.jpg"><figcaption>Governo do Brasil informa cidadãos que precisam fazer a Prova de Vida do INSS<span class="copyright">Reprodução: governo federal </span></figcaption></figure><p><strong>Aposentados</strong> e <strong>pensionistas</strong> do <a href="https://economia.ig.com.br/financas/aposentadoria/2026-08-22/inss-libera-emprestimo-sem-biometria-facial-aposentados-pensionistas.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Instituto Nacional do Seguro Social</a> (INSS) têm sido alvo de <strong>golpes</strong> envolvendo uma suposta necessidade de atualização da <strong>Prova de Vida</strong>. Os <strong>criminosos</strong> enviam mensagens de texto pedindo que o cidadão atualize o cadastro e ameaçam cortar o benefício caso a vítima não forneça os <strong>dados</strong> imediatamente.</p><p>Atualmente, a comprovação de vida é realizada automaticamente pelo INSS pelo<strong> cruzamento de dados.</strong> Caso o cidadão não seja localizado, a comunicação acontece apenas pelos <strong>canais oficiais.</strong></p><h2>Como funciona o golpe?</h2><p>Os criminosos entram em contato com os beneficiários se passando por servidores do instituto. Eles usam como justificativa a necessidade de que precisa realizar a Prova de Vida ou regularizar o pagamento do benefício.</p><p>O contato pode acontecer de diferentes formas, como por exemplo: <strong>telefone, WhatsApp, SMS, e-mail e até cartas.</strong></p><p>Para convencer a vítima, os golpistas criam um <strong>clima de urgência</strong> e afirmam que o benefício pode ser <strong>bloqueado</strong> caso os dados não sejam enviados.</p><p>Em alguns casos, eles pedem informações pessoais, <strong>fotos de documento</strong>s ou que a vítima faça um <strong>cadastro</strong> por meio de um <strong>link fraudulento</strong>.</p><h2>Recebeu uma mensagem assim? </h2><p>Pare e desconfie, o INSS não solicita informações pessoais por telefone, mensagem ou e-mail. Também não envia links para cadastro de <strong>biometria facial.</strong></p><p class="  ">Se receber um contato desse tipo, não forneça nenhum dado e encerre a comunicação.</p><h2>Fique atento aos sinais do golpe</h2><p>Quer saber se uma mensagem pode ser falsa? Alguns sinais devem chamar a atenção:</p><ul><li>Pedido de dados pessoais ou documentos;</li><li>Solicitação de senhas ou informações bancárias;</li><li>Ameaça de bloqueio ou suspensão do benefício;</li><li>Pressa para que o cidadão tome alguma atitude;</li><li>Envio de links para “atualizar” o cadastro;</li><li>Pedido de pagamento ou transferência de dinheiro.</li></ul><p>O INSS não envia servidores à sua casa, para solicitar essas informações.</p><p>Por isso, desconfie de qualquer contato realizado fora dos <strong>canais oficiais.</strong> Então não clique naquele link recebido por <strong>SMS</strong> ou <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2026-05-30/meta-lanca-assinaturas-pagas-para-whatsapp--instagram-e-facebook.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">WhatsApp</a>.</p><p>O tipo de golpe chamado <strong>phishing</strong> consiste justamente no envio de <strong>links falsos </strong>por criminosos aos cidadãos.</p><p>Os endereços podem parecer até mesmo confiáveis e até usar mensagens que imitam a comunicação de órgãos oficiais. Ao clicar, a vítima pode ser direcionada para uma página falsa que pede informações pessoais.</p><p>Esses dados podem ser usados posteriormente em outras <strong>fraudes</strong> ou para acessar serviços financeiros em nome da vítima.</p><h2>O que fazer se receber esse tipo de mensagem?</h2><p>A orientação é simples:</p><ul><li>Não clique no link.</li><li>Não envie fotos de documentos ou dados pessoais.</li><li>Não informe senhas ou informações bancárias.</li><li>Não faça transferências ou pagamentos.</li><li>Procure o INSS pelos canais oficiais.</li></ul><p><strong>Em caso de dúvida, consulte a Central 135 ou o aplicativo e site Meu INSS.</strong></p><h2>Como o INSS realiza a Prova de Vida?</h2><p>A comprovação é feita de forma automática pelo INSS por meio do <strong>cruzamento de informações</strong> disponíveis em bases de dados.</p><p>Por isso, se alguém aparecer dizendo que precisa entrar na sua casa para fazer esse procedimento, não forneça seus documentos e não permita o acesso.</p><h2>Governo Federal tem canal para denunciar fraudes digitais</h2><p>Além dos canais do INSS, o <strong>Governo Federal</strong> também possui uma plataforma destinada ao recebimento de denúncias sobre fraudes e <strong>golpes digitais.</strong></p><p>O canal recebe relatos sobre páginas falsas, campanhas de <strong>phishing</strong>, vazamentos de dados e outros incidentes cibernéticos.</p><p>As informações enviadas ajudam nas ações de análise, investigação e resposta aos casos denunciados.</p><p>A denúncia pode ser feita pelo <a href="https://semfraude.cisc.sisp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener nofollow">canal Sem Fraude, do Governo Federal.</a></p><p>*Estagiária sob supervisão</p>]]></content:encoded><link>https://economia.ig.com.br/2026-09-15/inss-alerta-para-golpes-contra-aposentados.html</link><dc:creator>Lívia Coimbra</dc:creator><media:credit>Reprodução: governo federal </media:credit><author>Lívia Coimbra</author><keywords>Atenção, Golpe, INSS, Prova de vida, phishing</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e7b81435a3d9cec5c0000a0</section></item></channel></rss>