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Montadoras de veículos começam a enfrentar obstáculos para manter o ritmo acelerado de produção neste fim de ano. Muitas empresas suspenderam as tradicionais férias coletivas, medida que gerou protestos de prestadores de serviços na fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP).

Já a Fiat, criticada por excesso de uso de horas extras, pode anunciar hoje a contratação de pessoal para aliviar a carga de trabalho dos funcionários da fábrica de Betim (MG).

A Fiat também definirá hoje o período de férias coletivas, que deve ser bem inferior ao do ano passado, quando todas as montadoras dispensaram os funcionários por longos períodos por causa da queda de vendas provocada pela crise financeira internacional. Ford e General Motors já anunciaram que em algumas fábricas só serão dadas as folgas de Natal e Ano Novo, sem interrupção da produção para férias coletivas. Nas unidades da Volkswagen, os funcionários ficarão em casa no máximo por duas semanas, mas a folga já foi compensada com jornadas extras durante o ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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