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O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, admitiu hoje a possibilidade de ocorrer um atraso no início das operações do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). O motivo seria o mesmo que deverá levar a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, a começar a operar apenas um ano depois do previsto, em abril de 2012: a renegociação de contratos em busca de melhores preços.

"Não há milagre. Se eu rejeito um contrato porque ele está com um valor mais elevado e isso ocorre não uma, mas duas ou até três vezes, o cronograma da obra vai se esticando e, é claro, há um atraso no início das obras, por uma boa causa", disse. No caso da refinaria de Pernambuco, ele destacou que a economia obtida com a renegociação dos contratos foi de R$ 6,7 bilhões. Já no Comperj, apenas um dos cinco grandes contratos que têm de ser assinados para compor a refinaria está concluído.

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