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Os gastos pessoais dos norte-americanos caíram 0,5% em setembro ante agosto, no maior declínio desde dezembro de 2008, enquanto a renda pessoal ficou estável no período, informou o Departamento de Comércio. Os dados ficaram exatamente em linha com a previsão dos economistas.

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Os dados de agosto foram revisados para mostrar aumento de 1,4% nos gastos, ante estimativa original de alta de 1,3%, e avanço de 0,1% na renda, de estimativa de aumento de 0,2%. A poupança pessoal como porcentual da renda disponível foi de 3,3% em setembro, comparado a 2,8% em agosto.

O núcleo do índice de preços para gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês) subiu 0,1% em setembro em relação a agosto e avançou 1,3% em comparação a setembro do ano passado. O Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) observa o comportamento do núcleo do PCE em busca de sinais de pressão inflacionária e define em seu estatuto como meta de estabilidade de preço a taxa variando entre 1,5% e 2%.

Economistas esperavam que o núcleo do índice PCE subisse mais, em 0,2%. O núcleo do PCE subiu em setembro pelo quinto mês seguido. O índice de PCE cheio avançou 0,1% em setembro em relação a agosto e caiu 0,5% em relação a setembro do ano passado. As informações são da Dow Jones.

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