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A produtividade da mão de obra nos Estados Unidos no segundo trimestre deste ano caiu mais que o estimado anteriormente, o que pode refletir um esfriamento da economia norte-americana

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A produtividade da mão de obra nos Estados Unidos no segundo trimestre deste ano caiu mais que o estimado anteriormente, o que pode refletir um esfriamento da economia norte-americana. O custo da mão de obra, por sua vez, aumentou. Segundo informou hoje o Departamento de Trabalho do país, a produtividade caiu à taxa anualizada ajustada sazonalmente de 1,8% em relação ao primeiro trimestre. A estimativa anterior havia sido de queda de 1,9%. O dado do primeiro trimestre foi mantido em alta de 3,9%.

Já o custo da mão de obra aumentou à taxa anualizada de 1,1% no segundo trimestre. A revisão ficou em linha com a expectativa dos economistas. Originalmente, o Departamento do Trabalho havia calculado que os custos haviam subido 0,2% no segundo trimestre. Nos três primeiros meses deste ano, os custos da mão de obra caíram 4,6%, em dado revisado. A estimativa anterior era de declínio de 3,7%.

O relatório divulgado hoje mostrou ainda que a produção das empresas não agrícolas subiu 1,6% no segundo trimestre deste ano, em taxa anualizada. O número é menor que o ganho de 5,0% registrado no primeiro trimestre. As horas trabalhadas, por usa vez, aumentaram 3,5% entre abril e junho, o maior crescimento desde o primeiro trimestre de 2006.

Uma semana de trabalho crescente sinaliza que os empregadores alcançaram o limite da eficiência, já que usam a equipe existente para realizar todo o trabalho que puderem. No entanto, avaliados conjuntamente, a desaceleração na produção junto com o aumento nas horas de trabalho sugere que as companhias podem ter que aumentar o número de trabalhadores para levar a produção adiante. As informações são da Dow Jones.

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