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O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, admitiu hoje que existem pressões dentro do governo e fora dele para a liberação da licença ambiental para a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará. Esse teria sido o motivo da saída do diretor de Licenciamento, Sebastião Custódio Pires, e do coordenador de infraestrutura de energia elétrica, Leozildo Tabajara de Silva Benjamin, ambos do Ibama.

Minc admitiu que existe pressão, que isso é normal e que quem não sabe resistir à pressão não deveria sair de casa. O ministro informou também que a licença ambiental de Belo Monte vai sair, e que 99% das exigências ambientais já foram cumpridas. O leilão foi adiado para janeiro, sem data definida.

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