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Entidade defenderá a inclusão de outros setores, como eletroeletrônicos e máquinas e equipamentos

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O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, disse há pouco considerar o plano Brasil Maior como "insuficiente". Segundo ele, a confederação irá monitorar as medidas e apresentar novas propostas ao governo. Andrade afirmou, por exemplo, que o governo precisa pensar em novas medidas cambiais. "O câmbio vai continuar se desvalorizando", afirmou, lembrando que as ações anunciadas na semana passada para conter a especulação no mercado de derivativos também foram insuficientes. Um pouco mais cedo, logo no encerramento da cerimônia de apresentação do plano, Andrade havia dito que as medidas deveriam ser vistas como "um pontapé inicial".

Segundo o presidente da CNI, a entidade defenderá a inclusão de outros setores, como eletroeletrônicos e máquinas e equipamentos na desoneração da folha de pagamento. A CNI também defende a possibilidade de laboratórios privados passarem a emitir certificação de qualidade para produtos importados. Segundo Andrade, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) não terá capacidade de realizar esse trabalho sozinho. O presidente da CNI disse, ainda, que entre as medidas que a entidade defende que sejam incluídas no plano Brasil Maior está a especialização dos portos para determinados produtos.

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