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SÃO PAULO - Os negócios com o petróleo refletem as preocupações com a questão da dívida na Europa. Os agentes consideram ainda o relatório dos Estados Unidos sobre suas reservas de produtos energéticos e esperam o anúncio da decisão do Federal Reserve (Fed) sobre a taxa de juro americana.

SÃO PAULO - Os negócios com o petróleo refletem as preocupações com a questão da dívida na Europa. Os agentes consideram ainda o relatório dos Estados Unidos sobre suas reservas de produtos energéticos e esperam o anúncio da decisão do Federal Reserve (Fed) sobre a taxa de juro americana. Um dia depois de cortar a nota da dívida de Grécia e Portugal, a agência de classificação de risco S & P reduziu o rating da Espanha. A nota soberana de longo prazo foi de AA+ para AA. Relatório do governo americano mostrou que os estoques de petróleo cru subiram em 1,9 milhão de barris na semana passada e os de destilados tiveram elevação de 2,9 milhões de barris. As reservas de gasolina, porém, encolheram em 1,2 milhão de barris. Minutos atrás, em Londres, o Brent para junho cedia US$ 0,18, para US$ 85,60. O vencimento de julho marcava US$ 86,50, recuo de US$ 0,15. Em Nova York, o WTI para junho registrava elevação de US$ 0,20, saindo a US$ 82,64. O contrato do mês seguinte era transacionado a US$ 85,09, com elevação de US$ 0,09. (Juliana Cardoso | Valor, com agências internacionais)

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