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SÃO PAULO - A semana acaba com destaque para o crescimento da economia americana no terceiro trimestre

. O Departamento de Comércio divulga hoje a primeira prévia e as expectativas sugerem crescimento de 1,5% a 2,2% no comparativo anual. Ainda na agenda americana, a Universidade de Michigan apresenta a confiança do americano em outubro. Está estimada uma leve alta de 67,9 para 68. Também é divulgado o índice de atividade em Chicago. Na agenda doméstica, a Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra a Sondagem da Indústria referente a outubro e o Banco Central traz a nota de política fiscal. No front corporativo está previsto, apenas o balanço da TIM. No mercado externo, a lista traz British Airways, Panasonic, SAP, Sony, Nasdaq OMX e Total. Olhando para novembro, o mês começa com carregada agenda doméstica e externa. Na segunda-feira, o mercado reage ao novo presidente e finda essa etapa, começam as especulações sobre formações dos ministérios. A próxima semana também conta com eleições da Câmara e de parte do Senado nos EUA. A votação acontece na terça-feira e a expectativa é de que o governo Barack Obama perca a maioria das cadeiras. Na quarta-feira, o evento mais esperado os últimos 45 dias. O Federal Reserve (Fed), banco central americano, estará reunido e a expectativa é de que seja anunciado um novo plano de estímulo à atividade nos Estados Unidos. Os agentes dão como certo que o Fed fará alguma coisa, só não sabem o tamanho do plano. Na agenda de indicadores, o destaque local é o desempenho da indústria em setembro. Nos EUA, foco nos dados sobre o mercado de trabalho em outubro. A agenda corporativa local ganha corpo com mais de 20 empresas mostrando resultados, entre elas Itaú Unibanco, Cielo, Lojas Americanas, Gerdau e Eletropaulo. (Eduardo Campos | Valor)

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