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A semana termina com atenções divididas entre agenda local e externa

A semana acaba com atenções divididas entre agenda local e externa. No Brasil, o foco recai no desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre, que deve mostrar crescimento ao redor de 1,4%, após alta de 0,7% nos três últimos meses de 2010. No comparativo anual, o avanço deve ficar por volta de 4,3%.

Depois disso, a atenção volta-se para os Estados Unidos, onde do Departamento de Trabalho apresenta dos dados oficiais sobre o mercado de trabalho. As previsões oscilam entre 140 mil e 195 mil novas vagas em maio, contra 244 mil postos em abril. A taxa de desemprego deve recuar de 9% para 8,9%. Na quarta-feira, a ADP, empresa que processa folhas de pagamento, mostrou que o setor privado americano abriu apenas 38 mil vagas no mês passado. Resultado bem abaixo do previsto e que aumentou a preocupação com o ritmo de crescimento da economia americana.

Os investidores também conhecem nesta jornada o índice de atividade no setor de serviços dos EUA em maio. Está prevista elevação de 52,8 para 54,3. A agenda da próxima semana é bastante carregada. Por aqui, as atenções ficam voltadas ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio e à decisão de juro do Banco Central (BC).

Na zona euro, as decisões de política monetária também despertam interesse. Banco Central Europeu (BCE) e Banco da Inglaterra (BoE) vão se reunir na quinta-feira. Nos EUA, são destaques o livro Bege do Federal Reserve (Fed), banco central americano, e o discurso de seu presidente, Ben Bernanke.

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