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Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa, mas bem acima das mínimas do dia, mantendo intacto o piso de suporte em US$ 40,00 por barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), segundo operadores e analistas. Mais cedo, os futuros de petróleo caíram de forma acentuada, pressionados pelas preocupações de aprofundamento da recessão nos EUA, depois que o relatório de janeiro do mercado de mão de obra dos EUA mostrou um aprofundamento da recessão no maior mercado consumidor de petróleo do mundo.

O Departamento do Trabalho disse que em janeiro a economia americana perdeu 598 mil vagas, de uma expectativa dos analistas de declínio de 525 mil vagas. A taxa de desemprego subiu de 7,2% para 7,6% em janeiro, acima da previsão de consenso que era de 7,5%.

Contudo, à tarde, os futuros de petróleo inverteram a direção, impulsionados pela forte alta do mercado de ações. Operadores disseram que um fechamento abaixo de US$ 40,00 por barril sinalizaria outro teste da mínima em cinco anos, abaixo de US$ 33,00 por barril, estaria à vista.

Apesar da volatilidade, os preços continuaram presos dentro de faixas razoavelmente apertadas, similar a um padrão de operações "laterais". "Estamos ao redor de US$ 40 a US$ 43 por barril nos últimos vários dias", disse o analista Gene McGillian, da corretora Tradition Energy. "Cada vez que caímos abaixo de US$ 40 recentemente, voltamos a subir acima daquele nível. Estamos no mesmo velho padrão", acrescentou.

Na Nymex, os contratos de petróleo para março caíram US$ 1,00, ou 2,43%, e fecharam a US$ 40,17 por barril. Incluindo as transações do sistema eletrônico Globex, a mínima foi de US$ 38,60 e a máxima, de US$ 42,68.

Na ICE Futures, em Londres, os contratos de petróleo Brent para março caíram US$ 0,25, ou 0,54%, e fecharam a US$ 46,21 por barril. A mínima foi de US$ 44,21 e a máxima, de US$ 47,48. As informações são da Dow Jones.

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