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Algums prioridades orçamentárias devem ser mantidas, como as destinadas a manter o ritmo de crescimento e a inflação sob controle

O Orçamento Geral da União de 2011 poderá sofrer alguns ajustes de acordo com as prioridades do presidente eleito neste domingo. “Já temos um diálogo aberto com o Congresso Nacional para que, assim que iniciarmos o período de transição, o novo governo possa solicitar algumas alterações no orçamento. Deixamos margem de recursos para viabilizar os ajustes”, disse o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, à Agência Brasil após votar no bairro Água Verde, em Curitiba.

Franklin de Freitas/ AE
Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, vota na Sociedade Água Verde, em Curitiba (PR)

Segundo ele, isso será feito antes da votação do Orçamento de 2011, previsto para dezembro. Bernardo disse que algumas prioridades orçamentárias deveriam ser mantidas, como aquelas destinadas a manter o ritmo de crescimento, a inflação sob controle e a continuidade de programas de distribuição de renda e inclusão social, pois possibilitam ao mercado interno continuar em expansão, como vêm ocorrendo nos últimos anos.

Como as dotações orçamentárias sempre estão condicionadas às respectivas receitas, o novo governo deve estabelecer metas.

“Priorizamos a educação, por exemplo, com a expansão do número de universidades federais, escolas técnicas. Priorizamos a saúde, que não deve apenas ter orçamento, mas também mudanças de gestão por parte dos governos federal, estadual e municipal”, afirmou Paulo Bernardo.

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