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Um dos pontos positivos de junho "é a proximidade do fim do ciclo de alta de juros", segundo o coordenador da Dívida Pública

Apesar de destacar que o mês de junho apresenta "condições até melhores" do que maio, o Tesouro Nacional ainda vai aguardar para fazer a primeira emissão no mercado internacional. "Deve ocorrer até o fim do ano", disse o coordenador da Dívida Pública, Fernando Garrido.

A melhoria no rating do Brasil anunciada ontem pela agência de classificação Moody´s, de Baa3 para Baa2, ajudou no aprimoramento do cenário. Mas, não é o fator preponderante porque "já era esperado pelo mercado" e, portanto "precificado", explicou o executivo.

Garrido destacou que um bom indicador para o Tesouro é a maior demanda por papéis prefixados do governo, com queda nas taxas pedidas pelos investidores. "Essas taxas são referenciais para nossas emissões em reais no exterior", disse.

Outro ponto positivo de junho "é a proximidade do fim do ciclo de alta de juros", sinalizado na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do início do mês, citou ele. Do ponto de vista da espera, Garrido disse que o "derretimento" das condições da Grécia é um fator de volatilidade no humor diário do mercado internacional, "a ser levado em consideração."

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