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Papel da estatal brasileira negociado na Bolsa de Valores americana recuou em dia de queda generalizada nos mercados financeiros

A Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F Bovespa) não abriu nesta quinta-feira por causa do feriado de Corpus Christi. Mesmo assim, as ADRs (sigla para recibos de depósito norte-americano, que representam as ações brasileiras negociadas na Bolsa de Valores de Nova York) não escaparam da queda generalizada nos mercados internacionais.

A ADR da Petrobras, que é o ativo brasileiro mais negociado nos EUA, caiu 2,16%, cotada a US$ 32,13 por papel. O papel chegou a ser negociado com uma queda superior a 3%. O volume de negócios superou os US$ 12,6 milhões. O papel sofreu com a queda no preço do petróleo, depois da decisão dos EUA e dos países industrializados liberarem uma pequena parcela das reservas estratégicas, em razão das dificuldades de abastecimento de óleo no Oriente Médio .

Os papéis da BR Foods, cotados a US$ 16,29 na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), tiveram uma queda de 2,16%. A empresa está chegando próxima da decisão final do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que analisa a fusão entre Sadia e Perdigão. O relator do processo já deu parecer negativo, obrigando o fim da associação.

As ações das siderúrgicas também sofreram. A ADR da Gerdau caiu 1,61%, enquanto a da Usiminas recuou 2,14% e a da CSN desvalorizou 0,75%.

A ação da mineradora Vale, a segunda mais negociada depois da Petrobras, ficou estável. Fechou em US$ 30,74.

Os bancos também não fugiram à regra. As ações do Itaú fecharam em queda de 1,07%. O Bradesco caiu 0,62%.

As principais bolsas europeias fecharam em queda depois que a perspectiva pessimista para a economia dos EUA, a intervenção surpresa nos mercados de petróleo e dados econômicos decepcionantes de todo o mundo estimularam os investidores a procurar ativos considerados mais seguros.

(Com agências internacionais)

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