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SÃO PAULO - A elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na entrada de capital estrangeiro e sua aplicação aos derivativos, anunciadas ontem pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, não tem efeitos persistentes sobre a flutuação da moeda

SÃO PAULO - A elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na entrada de capital estrangeiro e sua aplicação aos derivativos, anunciadas ontem pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, não tem efeitos persistentes sobre a flutuação da moeda. Essa é a opinião do departamento econômico do Banco Santander. Em relatório, o banco reconhece que a decisão pode ter algum impacto negativo na cotação do real nesta terça-feira, mas no médio prazo a versão mais nova do IOF sobre a entrada de capitais deve ser moderada ou nula. "Uma vez que o movimento de apreciação do real segue o movimento global, motivado principalmente pela política monetária expansionista nos EUA", afirma a instituição. O banco lembra que estão em vigor a partir de hoje o aumento de 4% para 6% da alíquota do IOF sobre investimentos externos em renda fixa e na elevação do IOF para o recolhimento de margem na BM&F de 0,38% para 6%. (Angela Bittencourt | Valor)

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