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Segundo diretor de relações externas da Repsol Brasil, Alejandro Roig, venda de ações não está mais nos planos

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O diretor de relações externas da Repsol Brasil, Alejandro Roig, afirmou hoje que a abertura de capital na Bolsa de Valores de São Paulo não está mais nos planos de curto prazo da companhia. O lançamento de ações era uma das opções para levantar os recursos necessários para os investimentos da empresa, mas tornou-se desnecessária após o acordo com a chinesa Sinopec, anunciado hoje, que prevê um aporte de US$ 7,1 bilhões na empresa.

"Para poder desenvolver nossos ativos, precisávamos de uma fonte de financiamento. Ou entrávamos na bolsa ou encontrávamos alguém que quisesse dividir os riscos", disse Roig. A empresa decidiu então apresentar um prospecto preliminar de oferta de ações na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ao mesmo tempo em que abriu data rooms para apresentar os ativos a possíveis interessados.

"Não posso dizer que não iremos à bolsa no futuro, não sei o que acontecerá em dois ou três anos. Mas isso está fora dos planos imediatos da empresa", afirmou o executivo. Ele reforçou que, além de bancar investimentos nas concessões atuais da Repsol, a entrada de capital garante à companhia fôlego para participar de futuras licitações de petróleo no Brasil.

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