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Os potenciais investidores em aplicações voltadas para a Copa de Mundo e Olimpíadas não estão somente no Brasil. Herculano Aníbal Alves, superintendente-executivo de renda variável do Bradesco Asset Management, diz que há interesse estrangeiro em ativos brasileiros. ¿Os países nos quais ocorreram Copas do Mundo e Olimpíadas passaram por booms de investimentos e os aplicadores não residentes acham que isso vai acontecer aqui¿, diz.

O Bradesco possui um fundo de infraestrutura desde 2007, o FIC FIA Infraestrutura, e não descarta a criação de novos produtos quando a Copa e as Olimpíadas estiverem mais próximas. Com certeza há oportunidades e há dinheiro, diz Alves. No mercado de ações, os horizontes podem ser mais curtos e a antecedência para criação de um novo produto pode ser de 12 meses. 

BB e HSBC olham para os consumidores da Copa

Ao lado da infraestrutura, os bancos apostam que os consumidores também devem ser motores de crescimento do País. As recentes expectativas de aumento de crédito e de consumo, resultado de bons fundamentos da economia brasileira, ganham um novo ingrediente: a motivação com a Copa do Mundo e as Olimpíadas. As instituições estão de olho tanto nos consumidores que querem ver os jogos ao vivo, como naqueles que são inclinados a comprar mais diante de promoções com o tema dos eventos esportivos.

Entre os exemplos, estão o HSBC e o Banco do Brasil (BB). O primeiro criou um título de capitalização com resgate em 2014 para o cliente que quer assistir as partidas da Copa ao vivo. Já o BB lançou um cartão de crédito e débito que tem como tema a Copa do Mundo de 2010 e faz sorteios de viagens para a África do Sul. 

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