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SÃO PAULO - Enquanto aguardam o resultado da votação de novas medidas de austeridade pelo Parlamento grego, os investidores reduzem sua exposição ao risco e vendem papéis nas bolsas da Europa

. Há pouco, os principais indicadores da região registravam queda, evidenciando os temores do mercado de que um possível calote da Grécia provoque um efeito cascata pelo continente. Em Londres, o setor bancário puxava as perdas do FTSE-100, que recuava 0,33%, para 5.783,80 pontos. As ações do HSBC caíam 1,12%, acompanhadas pelas do Barclays (-1,04%) e do Royal Bank Of Scotland (-1,01%). Os papéis do BNP Paribas, por sua vez, tinham 1,50% de desvalorização na bolsa de Paris, enquanto as do Société Générale baixavam 2,09%. O índice CAC-40 cedia 0,77%, para 3.834,80 pontos. Na bolsa de Frankfurt, as ações do Deutsche Bank recuavam 0,60% e contribuíam para a retração de 0,76% do índice DAX, que marcava 7.150,00 pontos. O ranking das maiores quedas deste pregão, no entanto, era liderado pelas ações do ThyssenKrupp, que baixavam 2,41%. Na Espanha, país cuja economia também apresenta fortes sinais de fragilidade, as ações do Santander caíam 2,28% e as do BBVA, 1,71%. O Ibex-35, da bolsa de Madri, perdia 1,33%, aos 9.997,50 pontos. O FTSE-MIB, da bolsa de Milão, também registrava queda acentuada, de 1,48%, aos 20.058,00 pontos, com as ações do Intesa SanPaolo recuando 3,05% e as do Unicredit, 2,44%. (Francine De Lorenzo | Valor, com agências internacionais)

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