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Aversão ao risco diminui, seguindo otimismo com a aprovação de novo resgate à Grécia

Sem alteração de cenário, as ordens de venda continuam pautando a formação do câmbio local e externo. O foco permanece na Grécia, onde ainda nesta terça-feira o primeiro-ministro George Papandreou enfrenta um voto de confiança do parlamento, que avalia seu novo gabinete.

A votação é vista como crucial para o futuro do país. Se Papandreou sair vitorioso, cresce a chance de as reformas necessárias ao recebimento de ajuda ser aprovadas. Se o ministro perder, a chance é de que as medidas austeras não saiam do papel, o que ampliaria a chance de default da Grécia. Por ora, o tom otimista permanece.

No câmbio local, por volta das 13h50, o dólar comercial tinha desvalorização de 0,37%, a R$ 1,589 na venda. Tal cotação é observada há mais de uma hora. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar para julho apontava queda de 0,56%, a R$ 1,592. Pela análise gráfica, confirmada a perda de R$ 1,592, o próximo objetivo é R$ 1,586.

No câmbio externo, o euro subia 0,65%, a US$ 1,439. Enquanto o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, perdia 0,51%, a 74,61 pontos.

Ilustrando o dia de menor aversão ao risco, o VIX, que mede a volatilidade das opções na bolsa americana e é visto com um termômetro do medo do mercado, afundava 9,35%, a 18,12 pontos.

Nas bolsas essa melhora de sentimento se traduz em firme movimento de compra. Há pouco, o Dow Jones subia 0,84%. Por aqui, no entanto, o Ibovespa perde fôlego, limitando o ganho do dia a 0,19%. Entre as commodities, o barril de petróleo do tipo WTI mudou de rumo e passou a operar em baixa. Há pouco, o contrato para julho recuava 0,43%, a US$ 92,86.

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