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No começo da tarde desta terça, a moeda estava cotada a R$ 1,602 para venda

Depois de um breve passeio pelo território positivo, o dólar comercial volta a perder valor para o real nesta terça-feira. Por volta das 14h, a moeda apontava queda de 0,18%, a R$ 1,602 na venda.

A moeda subiu a R$ 1,608 por volta das 12 horas e tal alta foi atribuída às declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que falou sobre elevação nas margens de negociação na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F).

No entanto, em outro evento, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse que o governo não está analisando a implementação de novas medidas para regular o fluxo de capitais.

Na própria BM&F, o dólar para setembro não chegou a operar em alta, e, há pouco, caía 0,46%, a R$ 1,605. Na mínima do dia, o contrato caiu a R$ 1,5995.

O dólar também perde valor no câmbio externo, onde os agentes compram ações e outros ativos de risco, mesmo depois de uma agenda de indicadores pouca animadora nos Estados Unidos. Há pouco, o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, perdia 0,41%, a 73,84 pontos.

O euro subia 0,47%, a US$ 1,442. Os agentes continuam nutrindo a expectativa de que presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Ben Bernanke, anuncie ou sinalize um novo plano de estímulo na sexta-feira, durante a conferência de política monetária de Jackson Hole.

Em agosto do ano passado, nessa mesma conferência, Bernanke acenou com a compra de títulos do Tesouro, o que foi oficializado em novembro e ficou conhecido como "Quantitative Easing 2".

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