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Na agenda americana desta segunda-feira, não está prevista a divulgação de nenhum indicador relevante

O dólar opera com alta ligeira, neste início de semana, em linha com o movimento das moedas no exterior. Na agenda americana desta segunda-feira, não está prevista a divulgação de nenhum indicador relevante, de forma que os agentes do mercado devem seguir atentos ao desenrolar da crise europeia das dívidas soberanas e ao movimento das commodities.

Amanhã, por sua vez, as atenções estarão voltadas ao discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), banco central americano, Ben Bernanke, que deve falar da recuperação da economia americana e do programa de recompra de títulos do mercado financeiro, o "quantitative easing 2" (QE2), no valor de US$ 600 bilhões, previsto para encerrar-se neste mês.

Para analistas ouvidos pelo Valor, a autoridade monetária deve reavaliar essa estratégia para reanimar a economia dos Estados Unidos, que, a julgar pelos dados econômicos divulgados recentemente, parece não ter sido suficiente. Por volta das 10h10, o dólar comercial subia 0,25%, cotado a R$ 1,578 na compra e a R$ 1,580 na venda. Na mínima, foi a R$ 1,579, ao passo que, na máxima, chegou a R$ 1,585.

No mercado futuro, o contrato de julho negociado na BM&F tinha um ganho de 0,15%, a R$ 1,589. No pregão de sexta-feira, os vendedores falaram mais alto e o dólar comercial caiu 0,12%, negociado a R$ 1,576 na venda, menor desde 2 de maio. No acumulado da semana, o preço da divisa caiu 1,56%.

No mercado de câmbio externo, há pouco, o Dollar Index, que mede o desempenho do dólar ante seis divisas rivais, avançava 0,22%, aos 73,89 pontos. Por sua vez, o euro recuava 0,15% em relação à moeda americana, a US$ 1,46. As commodities têm ligeira queda. Minutos atrás, o índice CRB tinha depreciação de 0,24%, aos 347,74 pontos.

Nas bolsas de valores, em Wall Street, os índices futuros apontavam para um início de pregão negativo. No mercado interno, o Índice Bovespa apresentava ligeira alta de 0,18%, aos 64.459 pontos, indicando que deve permanecer descolado do mercado acionário americano, seguindo a trajetória da semana passada.

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