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Por volta das 12h30, o dólar comercial subia 0,37%, cotado a R$ 1,604 na compra e a R$ 1,606 na venda

O dólar acentuou a alta registrada desde o início do pregão. Mas tanto no mercado interno quanto no externo o que se observa hoje são pequenas oscilações nas cotações da moeda. O operador de câmbio da Renascença Corretora, José Carlos Amado, explica que isso se deve à expectativa ao pronunciamento do presidente do banco central americano, Ben Bernanke, durante conferência que acontecerá na sexta-feira. O mercado espera que sejam anunciadas ou sinalizadas novas medidas de estímulo à economia.

"Até lá, ninguém quer assumir grandes posições no mercado de câmbio", explica. Além disso, como o volume de negócios no câmbio interno diminuiu, por conta da atuação do governo no câmbio, o preço do dólar tem reagido muito pontualmente ao fluxo de recursos, segundo o operador. "Observo uma queda no volume desde que entrou em vigor a nova metodologia de cálculo da Ptax", completa.

A média de volume negociado em agosto é de cerca de US$ 1,7 bilhão por dia. Antigamente, o giro superava US$ 2 bilhões e, às vezes, chegava a US$ 3 bilhões. Por volta das 12h30, o dólar comercial subia 0,37%, cotado a R$ 1,604 na compra e a R$ 1,606 na venda. Na máxima, foi a R$ 1,607.

No mercado futuro, o contrato de setembro negociado na BM&FBovespa avançava 0,46%, a R$ 1,608.No mercado de câmbio externo, o Dollar Index, que mede o desempenho da moeda americana ante seis divisas, avançava 0,16%, aos 73,99 pontos, minutos atrás.

O euro recuava 0,30% em relação à divisa americana, a US$ 1,439.No mercado acionário, em Wall Street, o Dow Jones avançava 0,20%, aos 11.199 pontos, enquanto o S&P 500 tinha leve ganho de 0,25%, aos 1.165 pontos.

Por fim, o Nasdaq caía 0,16%, aos 2.442 pontos. No mercado interno, o índice Bovespa recuava 0,39%, aos 53.577 pontos.O índice CRB, que mede o desempenho das commodities, subia 0,12%, aos 334,84 pontos.

Na agenda de indicadores, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulgou que as encomendas de bens duráveis cresceram 4,0% em julho ante junho no país, para US$ 201,45 bilhões, depois de terem recuado 1,3% em junho na comparação com maio. O percentual é o dobro do esperado por analistas.

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