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Após dois dias de alta, o dólar voltou a encerrar o pregão desta quarta-feira em território negativo. A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 1,766 para venda, em desvalorização de 0,11% frente ao real. Ontem, o dólar havia subido 0,23%, a R$ 1,768.

No mercado acionário, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) iniciou os negócios da jornada desta quarta-feira em alta, mas não se sustentou em patamares positivos e passou a operar em queda. Às 16h25, o Ibovespa caía 0,69%, aos 69.459 pontos.

Qualquer que seja a decisão do Banco Central no encontro de hoje que definirá os rumos da taxa básica de juros (Selic), a Bovespa deverá passar por um ajuste amanhã. Os analistas estão divididos - uma parte espera manutenção da Selic hoje em 8,75% ao ano e outra projeta alta do juro. As apostas para o tamanho do aperto têm ampla maioria, em 0,50 pontos porcentuais.

No mercado doméstico de ações, uma parcela dos investidores avalia que a Bovespa já está bem precificada se a Selic for mantida e outra ala entende que nos níveis atuais a Bolsa já considera uma alta do juro básico.

Mas, no final das contas, o que será determinante para a Bovespa serão os fatores externos - leia-se Estados Unidos, China e commodities.

A novidade do dia na Bolsa é a decisão da OSX, a empresa de serviços para indústria de petróleo do grupo do empresário Eike Batista, de reduzir a quantidade de ações em sua oferta inicial de ações e também o preço alvo, depois de os acionistas controladores terem se comprometido com um aumento de capital privado de até US$ 1 bilhão.

EUA

A Bolsa de Nova York opera em alta, com os investidores ainda comemorando a indicação de ontem, do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), de manutenção da política monetária frouxa.

Hoje, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês), que caiu 0,6% em fevereiro em relação a janeiro, também contribuiu para o movimento.

Bolsas asiáticas

Os mercados asiáticos fecharam a quarta-feira com fortes ganhos. A maioria das bolsas da região seguiu a alta em Wall Street, reagindo com entusiasmo à decisão do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) de manter inalterada a taxa de juros.

(*Com informações da Agência Estado e Valor Online)

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