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SÃO PAULO - Sem alteração relevante de cenário, o mercado de câmbio segue pautado pelos compradores nesta segunda-feira

. Por volta das 14 horas, o dólar comercial registrava valorização de 0,31%, a R$ 1,581 na venda. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) o dólar para julho apontava alta de 0,25%, a R$ 1,5905. Pela análise gráfica, se o contrato futuro retomar a R$ 1,597, tem próximo objetivo a R$ 1,605. Os assuntos em pauta continuam os mesmos: menor crescimento da economia americana e problemas de solvência de alguns membros da zona do euro. O humor dos investidores oscila conforme o noticiário envolvendo esses dois temas. Nos Estados Unidos, a segunda-feira não trouxe novos indicadores e o mercado segue assimilando o fraco desempenho do mercado de trabalho em maio. Fica a dúvida sobre o que o governo e o Federal Reserve (Fed), banco central americano, podem fazer caso um período mais prolongado de baixo crescimento se pronuncie. Na zona do euro, a percepção com relação à Grécia parece ter melhorado, o país passou por avaliação e prometeu acelerar privatizações como forma de obter caixa. Outros vizinhos seguem no foco, como a Espanha e Portugal, onde os custos de financiamento são crescentes. No câmbio externo, o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, mantém alta, avançando 0,21%, a 73,89 pontos. O euro continua rondando a estabilidade, negociado na casa de US$ 1,46, maior preço desde o começo de maio. No mercado de matérias-primas, o barril de WTI mantém movimento de baixa, negociado abaixo dos US$ 100. O índice CRB recuava 0,37%. No mercado de ações, o Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), diminuía 1,05%, a 63.662 pontos. Em Wall Street, o Dow Jones cedia 0,15%. (Eduardo Campos | Valor)

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