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Vendas também no mercado futuro, onde o dólar para setembro perdia 0,46%, a R$ 1,5965

O ambiente propício à tomada de ativos de risco dá fôlego ao real e outras moedas emergentes, que operam em alta ante o dólar. Por volta das 13h50, o dólar comercial apontava queda de 0,49%, a R$ 1,597 na venda. Na mínima, a moeda foi a R$ 1,595.

O giro no interbancário somava US$ 1,5 bilhão. Vendas também no mercado futuro, onde o dólar para setembro perdia 0,46%, a R$ 1,5965. Ilustrando o tom positivo do mercado, as bolsas de valores operam em alta, assim como as matérias-primas.

Já a volatilidade aponta para baixo. O VIX, que mede a volatilidade das opções na bolsa americana e é visto com um termômetro do medo do mercado, perdia 7,25%, a 33,01 pontos.

No câmbio externo, o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, perdia 0,15%, a 73,60 pontos, enquanto o euro ganhava 0,05%, a US$ 1,45, maior preço desde o fim de julho.

Entre as moedas emergentes o destaque de alta estava com o rand sul-africano, seguido pelo peso mexicano. O dólar ganha do iene e do franco suíço. Primeiro, porque as duas moedas ganharam caraterísticas de "porto seguro" em momentos de incerteza. Segundo, os governos dos dois países estão agindo de forma agressiva com medidas para conter a valorização de suas moedas.