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O dólar comercial começou o dia em baixa de 0,37% a R$ 1,597, no mercado interbancário de câmbio

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O dólar comercial começou o dia em baixa de 0,37% a R$ 1,597, no mercado interbancário de câmbio. Às 10h05, a moeda norte-americana cedia 0,12%, a R$ 1,601. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista valia R$ 1,60, com desvalorização de 0,41%.

Em época de volatilidade e incertezas, os dados não tão ruins quanto o temido na atividade econômica europeia e chinesa e a interpretação de que o gigante asiático não mexerá nos juros, tirada em cima do fato de o Banco do Povo da China ter mantido o yield (rendimento para o investidor) de suas notas de um ano inalterado na operação regular de mercado aberto, servem de alento aos mercados. Assim, hoje é dia de alta na confiança e queda generalizada do dólar. Ganham os ativos de risco, entre eles, o real.

Na França, o crescimento do setor privado acelerou-se em agosto, com um aumento inesperado da atividade no setor de serviços (56,1 em agosto, de 54,2 em julho), que compensou uma contração maior do que a esperada na atividade manufatureira (49,3 em agosto, de 50,5 anterior).

Já na Alemanha, a economia desacelerou-se ainda mais em agosto, com o menor ritmo de crescimento da atividade empresarial em mais de dois anos. A leitura preliminar do PMI caiu para 51,3 em agosto, de 52,5 em julho. Mas o número acima de 50 indica crescimento e o setor industrial apresentou crescimento estável, com leitura de 52,0, desafiando as expectativas de economistas.

No que se refere à China, os investidores avaliam que ao manter o yield em leilão de títulos hoje, o banco central do país diminuiu as possibilidades de que haja uma nova alta de juros no curto prazo por lá.

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