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Dólar comercial abriu o dia em queda de 0,44%, negociado a R$ 1,587 no mercado interbancário de câmbio

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O dólar comercial abriu o dia em queda de 0,44%, negociado a R$ 1,587 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de ontem, a moeda americana avançou 0,95% e foi cotada a R$ 1,594 no fechamento. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar à vista abriu em queda de 0,19%, a R$ 1,584.

Nenhuma notícia parece ter força suficiente no mercado internacional de moedas para abafar a percepção criada a partir dos últimos indicadores dos EUA, de que a recuperação da economia daquele país é mais fraca e lenta do que o esperado e que a política monetária frouxa do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) será mantida por mais tempo que o previsto. Por isso, a despeito das notícias negativas na Europa, com destaque para o corte do rating (classificação de risco) da Grécia pela Moody's, o dólar cai de forma generalizada no exterior.

No Brasil, o mercado deve acompanhar o recuo internacional do dólar na abertura. O restante do pregão pode ter influências técnicas - como vem ocorrendo nos últimos dias - que têm sido capazes de gerar volatilidade e momentos de descolamento. Depois de quatro pregões de queda forte - 3% acumulados - influenciada pela formação da ptax de fim de mês, a cotação da moeda norte-americana ante o real, ontem, oscilou fortemente. 

A avaliação dos especialistas foi de que, além do ajuste ao movimento que cercou a formação da ptax, a volatilidade foi determinada pelo fato de o Banco Central (BC) não ter rolado os contratos de swap cambial reverso que venceram ontem. A ptax é a taxa de câmbio calculada pelo BC que serve de referência para a liquidação dos contratos futuros de câmbio.

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