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Moeda começou a semana em baixa, ainda em busca de energia nas palavras proferidas pelo presidente do Federal Federal Reserve

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O dólar comercial começou a semana em baixa de 0,56%, a R$ 1,596, no mercado interbancário de câmbio. Às 10h11, a moeda norte-americana cedia 0,31%, a R$ 1,60. Na última sexta-feira, o dólar comercial fechou em queda de 0,31%, cotada a R$ 1,605.

O mercado de câmbio ainda busca energia nas palavras proferidas pelo presidente do Federal Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Ben Bernanke, na sexta-feira, durante o encontro anual de Jackson Hole, que reúne economistas de destaque do mundo todo.

Depois de uma frustração inicial decorrente do fato de ele não ter repetido o desempenho do ano passado, quando antecipou o segundo programa de injeção de liquidez (quantitative easing-Q2), os investidores apoiaram-se na promessa do Fed de que a economia dos EUA terá comportamento melhor no segundo semestre e nas sinalizações de que algo será feito na reunião dos dias 20 e 21, e voltaram a comprar risco.

Na madrugada de hoje, outra injeção de ânimo deu suporte às moedas, em especial ao euro: as duas maiores instituições de crédito da Grécia, o Alpha Bank e o EFG Eurobank Ergasias, anunciaram sua fusão, que deverá resultar no maior banco do país.

Nesta manhã nos EUA foi divulgado o dado de gastos dos consumidores do país, mostrando alta de 0,8% em julho, o maior avanço em cinco meses, segundo o Departamento do Comércio. A renda pessoal dos norte-americanos cresceu 0,3%.

Economistas ouvidos pela Dow Jones esperavam que os gastos subissem 0,5% e a renda avançasse 0,4%. Além disso, A taxa de poupança ficou em 5,0%, em uma indicação de que as pessoas estão se sentindo um pouco mais confiantes na economia. Em junho a taxa de poupança estava em 5,5%.

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