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SÃO PAULO - Sem alteração de cenário, são os vendedores que continuam liderando a formação de preço no mercado de câmbio local. Por volta das 14h10, o dólar comercial caía 1,06%, a R$ 1,674 na venda, menor preço desde 2 de setembro de 2008.

SÃO PAULO - Sem alteração de cenário, são os vendedores que continuam liderando a formação de preço no mercado de câmbio local. Por volta das 14h10, o dólar comercial caía 1,06%, a R$ 1,674 na venda, menor preço desde 2 de setembro de 2008. Já no mercado futuro, o contrato para novembro, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), recuava 1,46%, a R$ 1,6825. A reação ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que subiu de 2% para 4% sobre os investimentos estrangeiros em renda fixa, ficou limitada ao começo dos negócios, quando o dólar foi a R$ 1,70. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que é cedo para avaliar se as medidas adotadas para conter a forte valorização do real estão surtindo efeito."Calma. Não sejamos apressados. Vamos deixar a medida fazer efeito", disse. No câmbio externo, o euro sobe mais de 1% e retoma a linha de US$ 1,38 pela primeira vez desde fevereiro. Nas bolsas, o Dow Jones sobe 1,6%, enquanto o Nasdaq se valoriza 2,13%. Captando essa queda na aversão ao risco, o VIX, que mede a volatilidade das ações no mercado americano é visto como um indicador do medo do mercado, caía 6,5% para a linha dos 22 pontos. Essa demanda por ativos de risco e venda de dólares teve início na Ásia, depois que o Banco do Japão (BoJ) tomou mais medidas para tentar estimular a economia e conter a valorização do iene. Os juros foram cortados para uma banda de zero a 0,1% e títulos serão comprados. (Eduardo Campos | Valor)

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