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Agência de classificação de risco elevou a nota de crédito do Brasil; no plano externo, a crise grega continuar pressionando

A instabilidade segue bastante elevada tanto no mercado local quanto externo nesta segunda-feira. O assunto em pauta continua sendo a Grécia, já que a reunião de líderes que aconteceu no fim de semana não apresentou soluções mas apenas empurrou uma resposta para o problema para o mês de julho.

No âmbito doméstico, o humor melhorou um pouco depois que a agência de classificação de risco Moody's elevou a nota soberana do Brasil de "Baa3" para "Baa2". Segundo a agência, os fundamentos de crédito do Brasil validam notas soberanas na faixa superior 'Baa'. Com a elevação de nota, a compra de moeda americana perdeu força.

Depois de abrir o dia pressionado e subir a R$ 1,609, por volta das 13h15, o dólar comercial declinava 0,21%, a R$ 1,5951 na venda. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar para julho registrava desvalorização de 0,28%, a R$ 1,599. O contrato chegou a subir a R$ 1,613.

No câmbio externo, o euro caiu a US$ 1,419, mas retomou fôlego e subia 0,29%, a US$ 1,431. A explicação dada por analistas externos para essa alta é o sinal de confiança dado pelo presidente do eurogrupo e premiê de Luxemburgo, Jean-Claude Juncker, de que uma solução para a Grécia será encontrada.

O Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, também já teve seu momento de valorização no dia, mas, há pouco, rondava a estabilidade, a 74,97 pontos.

Entre as commodities, o barril de WTI segue perdendo valor, mesmo depois de cair mais de 6% na semana passada. O barril para julho recuava 0,24%, a US$ 92,81.

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