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Dados da Anbima mostram uma redução de 12,4% no volume captado pela renda variável

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As captações domésticas atingiram R$ 44,1 bilhões no acumulado de janeiro a maio, com queda de 3,8% em relação ao mesmo período de 2010, informou a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). No mercado de renda variável, houve redução de 12,4% do volume ofertado de ações (de R$ 14,377 bilhões para R$ 12,553 bilhões), com crescimento de 15,1% do volume de follow-ons (de R$ 6,5 bilhões para R$ 7,5 bi bilhões) e redução das ofertas públicas iniciais (IPO, na sigla em inglês) em 35,9% (de R$ 7,8 bilhões para R$ 5 bilhões) no mesmo período.

Conforme o Boletim de Mercado da Capitais de junho, nos cinco primeiros meses do ano, o setor de metalurgia e siderurgia correspondeu a 46,4% do volume total das ofertas, seguido pela setor de petróleo e gás (12,1%).

No mercado de renda fixa, na mesma base de comparação, houve redução de 29,3% do volume emitido de debêntures (de R$ 18,397 bilhões para R$ 13,007 bilhões), em face dos aumentos de 4,7% das emissões de notas promissórias (de R$ 7,118 bilhões para R$ 7,453 bilhões), 35% de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios - FIDCs (de R$ 4,199 bilhões para R$ 5,672 bilhões) e, em especial, de 203,5% do volume de Certificados de Recebíveis Imobiliários - CRIs (de R$ 1,791 bilhão para R$ 5,434 bilhões).

Com relação às emissões no mercado externo, de janeiro a abril foram emitidos US$ 16,7 bilhões em títulos de renda fixa - bônus e medium term notes - MTNs.

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