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Números sobre consumo nos Estados Unidos motivaram vendas, mas índice de atividade divulgado à tarde melhorou os humores

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A Bovespa passou por uma realização de lucros, mas a magnitude foi perdendo o fôlego durante a sessão e a queda acabou, novamente, sendo tímida. A melhora das bolsas norte-americanas no período da tarde fez os investidores reconsiderarem suas ordens de vendas e o índice terminou bem longe da mínima do dia.

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O Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,21%, aos 62.770,01 pontos. Na mínima, registrou 61.989 pontos (-1,45%) e, na máxima, ficou estável aos 62.902 pontos. No mês e no ano, o índice acumula ganho de 10,60%. O giro financeiro totalizou R$ 6,111 bilhões. Os dados são preliminares. Em Nova York, Dow Jones caía 0,07% e S&P500 recuava 0,29%.

A Bovespa tocou a mínima logo após a abertura das bolsas em Nova York, em baixa, reagindo com decepção ao dado sobre gastos com consumo pessoal. Esse indicador ficou estável em dezembro ante novembro contrariando a previsão dos economistas de alta de 0,1%. A renda pessoal, por outro lado, superou as previsões de +0,4% ao subir 0,5% em dezembro.

Esse indicador e a falta de acordo, por mais um final de semana, entre Grécia e credores fizeram com que as bolsas tivessem um dia de perdas pelo globo. As bolsas europeias ainda recuaram influenciados pela contração do PIB da Espanha, no quarto trimestre do ano passado, com recuo de 0,3% na comparação com o terceiro trimestre.

O índice de atividade industrial do Fed de Dallas, no início da tarde, veio forte e aliviou as ordens de vendas em Nova York, aliviando também o peso aqui no Brasil. A atividade industrial medida por essa regional do Fed subiu para 15,3 em janeiro, de -0,3 em dezembro.

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