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Às 11h07, o Ibovespa avançava 0,85%, para 70.246 pontos; dólar opera em queda, a R$ 1,692

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Dividida entre o sinal positivo das bolsas no exterior e as novas fugas de capital externo no Brasil, em meio aos receios sobre um eventual Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) mais alto no mercado de ações, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu o dia em alta. Hoje as atenções globais estão voltadas para o encontro preparatório de ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais do G-20, na Coreia do Sul.

Às 11h07 (horário de Brasília), o índice Bovespa (Ibovespa) avançava 0,85%, para 70.246 pontos.

Ontem, descolado do comportamento em Nova York, o Ibovespa recuou para a casa dos 69 mil pontos, com a presença maciça de investidores estrangeiros na porta de saída e a forte queda das ações de primeira linha. Ao mesmo tempo que os atuais níveis de preços podem inspirar a entrada de compradores, o temor de nova taxação nas ações deve persistir nos negócios, ao menos no curtíssimo prazo.

"O mercado gosta de transparência", lembra o economista da Senso Corretora, Antônio Cezar Amarante, para quem as condições macroeconômicas brasileiras e as performances das empresas nacionais seguem convidativas para aportes de investidores, tendo em vista a rentabilidade oferecida, mesmo com a tributação. Por isso, alguns analistas apostam que o "efeito-IOF" pode perder força já na sessão de hoje.

O foco está voltado para a Ásia, onde as equipes econômicas dos países que representam as 20 maiores economias do mundo discutem as ameaças de uma guerra cambial e comercial. "O mercado vai ficar colado no G-20", afirma o economista da Ágora Corretora, Álvaro Bandeira.

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