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Mercado de trabalho dos EUA e Grécia derrubam os índices na maioria das economias da Europa

As bolsas de valores da Europa encerraram a sessão desta quinta-feira em queda, registrando uma nova mínima em três meses, depois que os pedidos de auxílio-desemprego mais altos que o esperado nos Estados Unidos intensificaram temores sobre a força da recuperação da maior economia global.

A crise da dívida na Grécia também aumentou o mau humor no mercado, embora estrategistas tenham afirmado que a maior clareza sobre a possibilidade de um pacote de financiamento ser aprovado pode ajudar a motivar uma recuperação no mercado acionário.

O índice FTSEurofirst 300 encerrou a sessão com desvalorização de 1,49% a 1.075 pontos, menor nível de fechamento desde a metade de março.

O setor financeiro, exposto à dívida da Grécia, foi o maior causador de perdas, com o índice de bancos STOXX Europe 600 registrando queda de 2,63%.

"Há muito nervosismo e fragilidade quanto à redução do ritmo de crescimento e sobre a possibilidade de isso afetar a previsão de lucros corporativos", disse Bill Dinning, diretor de estratégia de investimento na Aegon Asset Management, em Edimburgo.

Mas ele disse que o mercado de ações pode se recuperar com o suporte de "medidas de precificação particularmente significantes" e "se houver alguma clareza sobre a aprovação de medidas de austeridade na Grécia".

De acordo com os últimos dados disponíveis, em LONDRES, o índice Financial Times fechou em baixa de 1,71%, a 5.674 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX recuou 1,77%, para 7.149 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 caiu 2,16%, para 3.857 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib encerrou em queda de 2,73%, a 19.468 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou perda de 2,77%, para 10,171 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 teve desvalorização de 1,63%, para 7.116 pontos.


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