Tamanho do texto

As Bolsas de Nova York abriram o dia em alta, influenciadas por números positivos de auxílio-desemprego e construções residenciais novas nos Estados Unidos

selo

As Bolsas de Nova York abriram o dia em alta, influenciadas por números positivos de auxílio-desemprego e construções residenciais novas nos Estados Unidos. A cautela, no entanto, ainda permeia o mercado, diante do temor de default (não pagamento da dívida) da Grécia. Às 10h58 (horário de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,34% e o S&P-500 registrava alta de 0,19%. Já o índice Nasdaq recuava 0,03%.

O número de pedidos de auxílio-desemprego caiu 16 mil nos EUA, para 414 mil, na semana passada, mais que a queda de 7 mil solicitações esperada por analistas. As construções de residências cresceram 3,5% em maio ante abril, para a média anual sazonalmente ajustada de 560 mil unidades, abaixo da estimativa de aumento de 4,8%. Em comparação com maio do ano passado, o número de novas construções caiu 3,4%.

Já o déficit em conta corrente dos Estados Unidos se ampliou para US$ 119,3 bilhões no primeiro trimestre deste ano, puxado pelo aumento das importações, ficando abaixo da expectativa de déficit de US$ 126 bilhões.

Na Grécia, o caos está instalado nas ruas e no governo. Ontem, o primeiro-ministro grego, George Papandreou, anunciou que irá formar um novo gabinete. Hoje, dois deputados do Partido Socialista deixaram a sigla e retiraram o apoio ao plano de austeridade fiscal.

Na Europa, o foco estará voltado para o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, que participa às 21 horas (horário de Brasília) de um evento de gala organizado pelo US SciencesPo em Nova York. No domingo e na segunda-feira, o Eurogrupo irá discutir as condições de um novo programa de ajuda à Grécia.

Entre as empresas cotadas em bolsa, o Citigroup informou que hackers tiveram acesso a detalhes dos cartões de crédito de mais de 360 mil clientes nos Estados Unidos. Os papéis da Southern Union registravam forte alta, com a notícia de que a empresa será comprada pela Energy Transfer, por US$ 7,9 bilhões.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.